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16.setembro.2013 12:28:02

Boullier: “50% de chance para Massa e 50% para Hulkenberg”.

16/IX/13
Nice

Amigos, bati produtivo papo com um grande amigo francês, profissional próximo de Eric Boullier, o diretor da Lotus.
Dessa conversa e da minha percepção dos fatos produzi o texto a seguir. É uma análise dos pós e contras dos dois candidatos a substituir Kimi Raikkonen. Nada impede, porém, de à última hora aparecer alguém novo na história e a Lotus escolher outro piloto. A Fórmula 1 é assim.

Você deve ter outros enfoques além dos abordados. Vamos ampliar a discussão. Exponha-os!

O texto a seguir e outros de F-1 podem ser encontrados também no portal www.estadao.com.br

Abraços!

O texto:

O engenheiro francês Eric Boullier, chefe da Lotus, bem como o proprietário da equipe, o luxemburguês Gerhard Lopez, de origem espanhola, analisam qual a melhor opção de piloto para a escuderia, em 2014, diante da transferência do competente Kimi Raikkonen para a Ferrari.

São duas, apenas, as opções, ao que se sabe: Nico Hulkenberg, da Sauber, alemão de 25 anos, e exatos 50 Gps de experiência, com passagem por Williams, Force India e Sauber, sendo uma quarta colocação em Spa-Francorchamps, no ano passado, com Force India, seu melhor resultado. Tem uma pole position, obtida em Interlagos, com Williams, em 2010. Características de Hulkenberg: veloz, regular, inteligente, respeitado e estimuladíssimo a mostrar seus dotes numa organização melhor das que competiu até hoje.

A outra opção da Lotus é Felipe Massa, da Ferrari, paulista de 32 anos, 184 Gps, 11 vitórias, 15 poles e vice-campeão do mundo de 2008, pela Ferrari. Características de Massa: veloz, nos últimos três anos menos regular que nas temporadas passadas, e tanto quanto Hulkenberg animado a demonstrar ser ainda o piloto capaz de lutar pelas vitórias. Tanto o piloto quanto seu empresário, Nicolas Todt, atribuem à condição de segundo piloto na Ferrari, estabelecida desde a chegada de Fernando Alonso, em 2010, a sua falta de melhores resultados desde então.

Hulkenberg apresentou no currículo a Boullier e Lopes a capacidade de explorar ao máximo a possibilidade de obter uma conquista quando a oportunidade surge, mesmo numa equipe de recursos limitados. Na classificação para o GP do Brasil, em 2010, arriscou com pneus para pista seca e surpreendentemente ficou em primeiro, num brilhante trabalho. Em Monza, há dez dias, conseguiu excelente terceira colocação no grid enquanto até então o máximo que o modelo C32-Ferrari da Sauber lhe havia permitido era o nono lugar na classificação do GP do Canadá.

Em corrida, também no veloz traçado italiano mostrou sua eficiência de tirar o máximo do equipamento ao receber a bandeirada em quinto, a apenas 10 segundos e 355 milésimos do vencedor, Sebastian Vettel, da Red Bull. Sua melhor colocação este ano havia sido a oitava em Sepang, na Malásia. A Sauber errou no projeto do C32.

O fato de não ter tido, ainda, uma oportunidade numa escuderia vencedora não lhe permitiu demonstrar seu real valor: se é um piloto capaz de vencer corridas e até, com um pouco mais de experiência e o carro certo, pensar em título, ou apenas um piloto rápido e com potencial para em situações específicas se dar bem, como as de Interlagos, em 2010, e este ano, em Monza. Essa dúvida Boullier e Lopes têm na cabeça.

Experiência vai contar mito

O currículo de Massa é bem mais rico. Principal ponto de interesse da Lotus: a vasta experiência numa organização vencedora, campeã, a Ferrari. É um grande ponto a seu favor. A mudança radical no regulamento técnico, em 2014, tende a privilegiar pilotos com maior experiência. E tende a ajudar o time a compreender mais rapidamente os desafios das novas regras e fazê-lo crescer da mesma forma num menor espaço de tempo.

Do fim do campeonato, dia 24 de novembro, no Brasil, até dia 8 de março de 2014, sábado, data do embarque dos carros para a abertura do Mundial, na Austrália, estará em curso nas escuderias o mais intenso programa de experimentos técnicos da história da Fórmula 1, tal a natureza complexa da reintrodução do motor turbo, os dois sistemas de recuperação de energia (kers) e a severa limitação no consumo de combustível, cerca de 30% a menos de hoje, dentre outras substanciais alterações no regulamento. Serão ensaios no simulador, sem interrupção, já que a pré-temporada terá apenas 12 dias de testes.

Por tudo o que viveu nas suas três temporadas como titular da Sauber, 2002 e 2004 e 2005, uma como piloto de testes da Ferrari, 2003, e depois nas oito, de 2006 até hoje, como titular na Ferrari, Massa tem condições de poder ser mais útil ao projeto de Boullier e Lopez de voltarem a ser campeões.

A Lotus F1 é, na realidade, a ex-equipe Renault, campeã em 2005 e 2006, com Fernando Alonso, que, por sua vez, era a ex-Benetton, campeã com Michael Schumacher, em 1994 e 1995.

“Em 2014, a experiência contará mais que a velocidade”, afirmou Boullier, ao Estado, este ano, na Malásia, quando provavelmente ainda nem lhe passava pela cabeça perder Kimi Raikkonen.

Oportunidade de business

Outro fator capaz de interferir a favor de Massa, além da experiência: Lopez é um homem de negócios, titular do grupo Genii, com atuação da área de gerenciamento de investimentos, de marcas, tecnologia, consultoria financeira, com particular interesse em mercados emergentes, como o Brasil, dentre outros.

A contratação de Massa seria uma porta aberta para a realização de negócios dessa natureza no Brasil, poderia ajudar a viabilizá-los. São esses acordos mantidos em várias nações pelo grupo Genii que o fazem investir cerca de 100 milhões de euros (R$ 300 milhões) por ano no seu projeto de Fórmula 1, cujo objetivo, em essência, é potencializar novos negócios, definindo um ciclo.

Diante do interesse explícito de a Rede Globo contar com um piloto brasileiro na Fórmula 1, a emissora provavelmente estuda mecanismos de poder catalisar esses negócios, assim atenderia a todos os interesses: os seus próprios, os de Massa e os de Lopez. A Alemanha, de Hulkenerg, representa, nesse sentido, um interesse muito menor para o luxemburguês. A possibilidade de negócio com um grupo brasileiro é bem mais elevada.

Independentemente de poder realizar um grande negócio no Brasil, tende a ser mais fácil para Lopez convencer um patrocinador a investir na Lotus tendo Massa como piloto do que Hulkenberg. O cartão de visita com a presença de um vice-campeão do mundo e uma década de vivência na Ferrari tem mais lastro que a aposta num piloto apenas de futuro. Que inegavelmente pode ser brilhante. Mas não se sabe, ainda.

Isso para não mencionar que a Renault, fornecedora do motor e dos dois sistemas de recuperação de energia da Lotus, tem importante participação no mercado brasileiro de veículos, um dos maiores do mundo. Boullier e Lopez tentam convencer a Renault a ter um envolvimento mais ativo na Lotus, vê-la como uma parceira, nos moldes do que faz com a Red Bull, e não apenas uma cliente que paga pelo motor e kers. A chegada de Massa teria um efeito sinérgico nesse projeto.

A vez do peso pesado

Está prestes a entrar em cena, agora, outro componente dessa história, e com peso também para deslocar a decisão para o lado de Massa: Bernie Ecclestone. Em termos de promoção para o seu show, ele já conta com um alemão notável, Sebastian Vettel. Se pudesse escolher pura e simplesmente baseado nesse critério, preferiria um piloto de outra nacionalidade para uma equipe potencialmente capaz de lutar pelas vitórias. E dentro do seu intrincado mosaico de interesses, o Brasil está dentre os de maior destaque.

A corrida de Interlagos é uma das mais rentáveis do calendário para a Fórmula 1. A relação com a Globo remonta ao período em que o inglês de 82 anos trouxe a Fórmula 1 ao Brasil, ainda em 1972. Formam uma importante parceria. Mais: a esposa de Ecclestone, Fabiana Flosi, é brasileira, o que não deixa de ser outro ponto a favor.

Seria surpreendente se a essa altura o homem-forte da Fórmula 1 já não tivesse conversado com Boullier e Lopez sobre sua preferência a respeito da escolha, Massa ou Hulkenberg.

Boullier sabe que do ponto de vista esportivo os dois pilotos se apresentariam com a faca entre os dentes, pelos motivos já mencionados: por a Lotus ser a primeira real chance de Hulkenberg mostrar serviço e Massa de demonstrar que, sem a âncora da Ferrari, onde era obrigado a primeiro atender os interesses de Alonso depois os seus, tem condições ainda de ser um vencedor, como já foi na Fórmula 1.

Contra Massa pesa e muito as irregularidades dos últimos anos que, na cabeça dos homens da Fórmula 1, dentre eles Boullier e Lopez, não podem ser integralmente explicadas pela submissão compulsória na Ferrari. Seu índice de erros por vezes se eleva desproporcionalmente, a exemplo deste ano, em quatro provas seguidas, Mônaco, Canadá, Grã-Bretanha e Alemanha, quando somou apenas 12 pontos diante de 51 de Alonso. Esse fator poderá ser decisivo, em especial porque o outro provável piloto da Lotus em 2014 deverá ser o francês Romain Grosjen, cuja regularidade não é o seu forte também.

Assim como Boullier disse ao Estado que “em 2104 experiência contará mais que velocidade” é bem verdade que afirmou também: “Regularidade será mais importante que velocidade”.

Essa dúvida a respeito de Massa, se pode ser regular novamente, tão essencial em 2014, está na cabeça de Boullier e Lopes, como aquela sobre o verdadeiro potencial de Hulkenberg.

É por todas essas razões que Boullier confessou a um amigo seu, fonte do Estado, há dias, apenas: “As chances são de 50% para cada um, Massa e Hulkenberg”. E seja quem for o escolhido, o contrato poderá até ser de dois anos, mas ao final do primeiro a opção de renovar ou não para o campeonato seguinte será de Boullier e Lopez, quando já terão a resposta a suas dúvidas sobre ambos.

Comentários (40)| Comente!

40 Comentários Comente também
  • 16/09/2013 - 14:01
    Enviado por: Rafael Xavier

    Olá, Lívio, Massa disse na Globo ter sido sondado pela McLaren. Ele tem chance lá?

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    • 16/09/2013 - 14:18
      Enviado por: Livio Oricchio

      Olá Rafael:
      Obrigado pelo comentário.
      O Massa mora em Mônaco, a 20 minutos de carro de onde resido, Nice.
      Obviamente a Ferrari concordou com que falasse com a Globo. Não com a
      imprensa escrita. A F-1 é um evento para a TV, essencialmente.
      Li nos sites o que o Massa disse.
      Não vejo por onde Ron Dennis e Martin Whitmarsh possam substituir
      Button ou Perez-Telmex por Massa. Eu não considero essa possibilidade.
      Agora, depois da minha conversa de hoje com uma pessoa próxima de
      Boullier, entendi serem razoáveis as chances de Massa assinar com a
      Lotus, o que seria fantástico para ele e o Brasil. Mesmo sem saber
      como andará o carro de 2014, diante da mudança radical das regras.
      Acho que o Massa citou a McLaren para valorizar o seu passe, o que é
      normal na Fórmula 1.
      Abraços

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    • 16/09/2013 - 14:48
      Enviado por: RenatoRockshow

      Em momento nenhum ele disse que foi sondado, ele apenas disse que houve um contato.

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  • 16/09/2013 - 14:03
    Enviado por: Alisson

    Olá Livio, ótimo texto como sempre, eu acredito que uma dupla entre Massa e Hulkenberg seria muito interessante, o impedimento para isso seria o apoio da TOTAL ao Romain Grosjean ?

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    • 16/09/2013 - 14:23
      Enviado por: Livio Oricchio

      Alisson:
      Grato por acessar o blog e nos escrever.
      Para o Grosjean perder a vaga na Lotus ele precisará disputar um final de temporada
      desastroso. São sete corridas. Boullier é chefe da equipe, o adora e é seu empresário.
      Mais: Grosjean tem apoio da Total, que por sua presença na equipe investe dinheiro, não
      apenas fornece combustível e óleo lubrificante. E bom dinheiro. Deve proceder a o valor
      que circula pelo paddock: 6 milhões de euros (R$ 18 milhões).
      A dupla Massa-Grosjean ou Hulkenberg-Grosjen faz bem mais sentido acreditarmos. Agora,
      você bem sabe como eu tudo ser possível, até o Maldonado chegar com a PDVSA e ficar com
      a vaga, o que abriria uma possibilidade para o Massa na Williams. Isso também já ouvi
      de gente que sabe o que diz, portanto possível.
      Abraços

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  • 16/09/2013 - 14:28
    Enviado por: Luiz Carlos (BLC)

    Olá Lívio,
    A minha dúvida: tanto Massa quanto Hulckemberg vão levar patrocínio?
    Ou serão pilotos com salario ?
    Abs

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    • 16/09/2013 - 14:42
      Enviado por: Livio Oricchio

      Luiz:
      Ambos não têm patrocínio. Mas Massa com o apoio da Globo, interessadíssima
      nessa transferência, pode catalisar algum negócio de interesse de Lopez e,
      se a contratação der certo , é porque também esse aspecto fluiu como a Lotus
      desejava. Independente de qualquer coisa, quem for andar lá receberá salário,
      pago pela Lotus ou o investidor que Massa levar com o apoio da Globo. Mas nem
      de longe desse se aproximar do que recebia na Ferrari.
      Abraços

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  • 16/09/2013 - 14:49
    Enviado por: Jean Lima

    Acho que pra Lotus, o melhor seria Massa e Hulk. Mais como tem a questão do Grossojean, acho que deveriam ficar com Massa pela experiência. Dois pilotos novos numa temporada onde tudo é novo pode ser mal negocio.
    E a se ratificar isto, Massa sai no lucro, e muito, mesmo se tratando de loteria que será o mundial do ano que vem.

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  • 16/09/2013 - 15:14
    Enviado por: Beto Ique

    Concordo plenamente com essa análise Livio. Só não avalio a posição do Roman tão estabilizada como parece. Tirando a preferência de Boullier, seu empresário como você ressaltou, acho o francês o menos qualificado dos três.

    Agora outra dúvida surge: com tantas perdas, sobretudo do Alisson, terá a Lotus condições de produzir um carro competitivo?

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    • 16/09/2013 - 18:28
      Enviado por: Livio Oricchio

      Beto:
      Bonne question!
      A Lotus perdeu James Allison, diretor técnico, o especialista em aerodinâmica,
      Dirk de Beer, o eterno engenheiro de Raikkonen, Mark Slade, deve ir para a
      Ferrari também, como os outros dois, além do próprio piloto, apesar de ausente,
      importante na definição do que considera importante num carro. Cada piloto tem
      suas preferências. Vou colocar no ar em breve um post com as mudanças estruturais
      da Lotus. Não há como uma organização não se ressentir da perda de seus principais
      cérebros, por mais capazes que sejam os substitutos. Na Fórmula 1 a continuidade,
      seja a área que for, é muito importante. Um projeto é concebido e ano a ano
      aquelas ideias são desenvolvidas. Esse é o grande mérito de Jean Todt na Ferrari.
      Administrar contrariando o espírito italiano de mudar tudo a cada fracasso.
      Eu, você, e a própria F-1 estamos bastante interessados em ver o resultado do
      novo grupo de engenheiros da Lotus. Se tivesse de apostar, por fazer sentido,
      apostaria que a tendência é perder eficiência. Mas, estamos vendo a cada dia que
      a lógica contradiz a lógica na Fórmula 1.
      Abraços

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    • 17/09/2013 - 08:25
      Enviado por: Leonardo

      Beto

      Eu ainda apontaria outra preocupação. Este ano vimos o Massa perder posições por causa de erros de estratégia às vezes associados ao engenheiro Rob Smedley (engenheiro do Massa). Este ano ele deve também deixar a ferrari, mas as especulações indicam que ele iria pra Williams pra assumir um cargo mais alto do que o que tem na ferrari. Isso significaria que o Massa ir pra Lotus seria uma mudança radical em termos de estrutura de equipe. Seria bom? Seria ruim? Não sei. Por outro lado também poderia significar que as portas da Williams poderiam estar abertas pro Massa. Será? Bom? Ruim? Também não sei. Muitas dúvidas.

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    • 17/09/2013 - 11:36
      Enviado por: Rama

      Penso da mesma forma, Beto. Acabei de colocar um post lá embaixo.
      A Lotus fechou com o chefe e aerodinâmica da Ferrari. Troca feita, vamos ver se o problema era túnel de vento ou cabeças de vento.

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  • 16/09/2013 - 16:10
    Enviado por: Christian Gomes

    Lívio, seus textos são muito bons. Ainda mais agora, nesta temporada de especulações sobre pilotos e equipes.

    Eu acredito que, mesmo Boullier afirmando ser iguais as chances de Massa e Hulk, a escolha esteja mais favorável ao piloto brasileiro. Entre tantos fatores aqui já expostos, acredito que o fator experiência seja o de maior peso na escolha, e isso Massa tem de sobra.

    Vendo a entrevista de Massa à Rede Globo neste domingo, 15, chego à conclusão de que ele irá fazer o melhor final de temporada de seus últimos quatro anos. Ele não estará mais na Ferrari, e não há necessidade de se prender à ordem de favorecer Alonso em detrimento de sua corrida. Se Massa vier ajudá-lo, creio que será muito menos do que antes. Para mim ficou bem claro que Massa não está nem aí para Alonso, apesar da boa convivência que teve com o espanhol nestes anos de Ferrari.

    Sendo assim, Lívio, você acha que realmente isso vai se confirmar? Massa realmente partirá para cima, como ele mesmo tem declarado aos telespectadores que o assistiram neste domingo?

    Um abraço!

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    • 16/09/2013 - 18:17
      Enviado por: Livio Oricchio

      Christian, obrigado.
      Como disse ao Luiz, acredito, sim, que depois de ouvir de Domenicali que o escolhido era Raikkonen,
      Massa tenha conseguido o consentimento para poder realizar o seu trabalho, sem apenas obedecer o que
      lhe é solicitado, como sair para os treinos livres com acerto experimental, com o objetivo de servir
      de referência para Alonso, não precisar esperar o time autorizá-lo a adotar determinada estratégia,
      pois se a sua opção poder, ainda que de longe, comprometer um pouco a de Alonso, então que a mude.
      Mais que isso é a liberdade psicológica para poder agir, romper o cordão umbilical com o estigma de
      apenas poder fazer ao que, primeiro, é de interesse do companheiro.
      Não sabemos o quanto essa nova postura implicará a melhora de rendimento de Massa. Na teoria, conhecendo
      como funciona a cabeça de piloto, sem dúvida é algo potencialmente capaz de ajudá-lo.
      Abraços

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  • 16/09/2013 - 16:31
    Enviado por: Alfredo Aguiar

    Olá Lívio
    Tem uma parte que não entendo aí, partindo de você e de toda imprensa. Se no ano que vem o projeto é completamente novo, e é, me parece que a experiência do piloto pouco conta, não vai levar nada do projeto atual que possa aproveitado. Nesse caso me parece que o alemão acabe levando alguma vantagem!!!

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    • 16/09/2013 - 18:07
      Enviado por: Livio Oricchio

      Alfredo:
      Apesar de todos os pilotos começarem do zero o aprendizado na nova Fórmula 1, tendo
      de compreender, por exemplo, como dosar o acelerador com o motor turbo, descobrir a
      melhor forma de utilizar os 180 cavalos do dois kers por 30 segundos, administrar o consumo
      de gasolina com apenas 100 quilos no tanque (hoje são 130, na média), é inegável que
      um piloto experiente tem, de modo geral, bem mais condições de apressar esse processo.
      Não é só isso. Como o desafio de engenharia para desenvolver os novos sistemas dos
      carros é novo, da mesma forma ter experiência significa maior probabilidade de orientar
      corretamente os caminhos aos engenheiros. Quem pegar a mão do carro, quem encontrar
      a via de desenvolvimento mais rápido, em 2014, terá grande vantagem em relação à
      concorrência.
      Como você vê, faz sentido uma equipe, num momento desses, optar por mais experiência.
      Nesse aspecto em particular Massa vence a disputa. Mas ao mesmo tempo sua falta de
      regularidade, ao menos a que vemos nos últimos anos, joga pesado contra si e a favor
      de Hulkenberg.
      Abraços

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    • 16/09/2013 - 21:06
      Enviado por: FRANZ JOHANSEN

      Sem contar o fato de que pilotos experientes tendem a ter melhor tino e sensibilidade quanto às nuances da máquina e suas variáveis de acerto e tendências de comportamento.

      Isso ajuda.

      Abraço

      Franz

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  • 16/09/2013 - 16:50
    Enviado por: Luiz Carlos (BLC)

    Olá Lívio,
    Um já teve todas as oportunidades que lhe cabiam e o outro ainda não teve a chance de mostrar suas qualidades, como será essa escolha ? O piloto brasileiro sabe que a categoria guarda dúvidas sobre suas reais capacidades neste momento, isso poderá influir em seu desempenho nessas últimas provas do campeonato ? Continuará o piloto paulista amarrado às ridículas conveniências da equipe Italiana ? Muitas perguntas e poucas corridas pra responde-las.
    Abs

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    • 16/09/2013 - 18:10
      Enviado por: Livio Oricchio

      Luiz:
      Da conversa que tive com Nicolas Todt, empresário de Massa, e do que li na entrevista deste
      a Globo, parece que ele teve até mesmo o consentimento de Domenicali para realizar o seu trabalho
      e mostrar ao mercado o que ainda pode fazer. Não creio que possa fazer nada capaz de prejudicar
      Alonso, mas também não precisará esperar a decisão da equipe para então poder tomar suas decisões.
      Será interessante acompanhar.
      Abraços

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    • 17/09/2013 - 13:14
      Enviado por: Rafael Xavier

      Massa tem contrato com a Ferrari e terá de cumprí-lo até o final. Se ele não aceitar deixar o Alonso passar, sempre terá uma parada de box para mudar as posições. Caso Massa insista em seguir na sua, e não ajudar o espanhol, ou mesmo colocá-lo em risco de perda do campeonato, corre o risco de ser dispensado antes do final do ano.

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    • 17/09/2013 - 13:47
      Enviado por: Akio

      Verdade? vão dispensar o Massa e colocar quem no lugar para lutar pelos milhões a mais do segundo lugar dos construtores contra a Mercedes? Pedro de la Rosa? Fisichella? Badoer?

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    • 17/09/2013 - 14:54
      Enviado por: Rafael Xavier

      Qualquer um que se submeta aos desejos do Alonso e à equipe, e não crie problemas. Não pense que a equipe irá aceitar um rebelde que não jogue pelo livro. Mas o Massa tem sido muito ético e não acho que chegará a um extremo tão grande. Ser dispensado antes do final do campeonato será o fim da carreira dele na F1.

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    • 17/09/2013 - 15:29
      Enviado por: Akio

      Pois é, mas como comentou um amigo ali embaixo, ele acabou caindo na armadilha do Galvão Bueno e respondeu o que o público da globo quer ouvir, no que já foi repreendido pelo Montezemolo. O GB na tentativa de levantar a moral do Massa, acabou criando um mal desnecessário para o piloto dentro da equipe nessas provas finais. Com amigos como esse apoiando, o Massa nem precisa de inimigos.

      Abs

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  • 16/09/2013 - 17:41
    Enviado por: Fernando

    Sou mais a dupla Massa & Hulkenberg na Lotus.

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  • 16/09/2013 - 18:00
    Enviado por: Akio

    Como diz o velho deitado: “Um piloto é tão bom quanto sua última corrida”

    Partindo dessa premissa, o que o Massa tem que fazer e correr tudo e mais um pouco nessas sete corridas finais para não deixar dúvidas para os manda-chuva da Lotus que é ele quem deve ser contratado.

    Essa de dizer que cada um tem 50% de chance é normal, força o empresário de cada um dos pilotos, a flexibilizarem suas propostas.

    Tomara que fechem com o Massa, vai ser interessanto para todos ver o Massa contra Alonso e Kimi correndo pela Lotus, isso claro, se a Lotus fizer um carro competitivo.

    Abs

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  • 16/09/2013 - 19:12
    Enviado por: Rodrigo dos Anjos

    Livio,
    A ausência de um piloto brasileiro na F1 em 2014 seria lamentável, mas não o fim do interesse dos brasileiros pela categoria. Ao menos para aqueles que realmente gostam de corridas e que não se limitam a assistí-las aprenas por ter um brasileiro participando; e que são muitos. Basta verificar que desde que Senna foi campeão tivemos apenas dois piloitos em equipes de ponta, ambos na condição de coadjuvantes, e o máximo que conseguiram foram honrosos vice campeonatos. Os demais fizeram figuração, com todo respeito. Nem por isso houve queda na audiência, ao contrário, a Rede Globo aumentou o espaço dedicado à categoria. É inegávevel, contudo, que se tivéssemos alguem com chances aumentaria a audiência. Contudo, o interesse da Globo é vital para o futuro do nosso automobilismo. Se hoje já está difícil colocarmos jovens pilotos na F1. sem a cobertura das corridas ficará ainda mais complicado. Portanto, a participação da TV Globo no negócio é vital para nós. O que a Globo deveria fazer, com urgência, é determinar aos seus narradores (principalmente o chato-mor e dono da verdade, Galvão Bueno) que parem com esse ranço ufanislista nas transmissões e entrevistas. O espectador não é idiota, sabe quem anda bem ou não. E jamais gosta de ser enganado.

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  • 16/09/2013 - 21:27
    Enviado por: FRANZ JOHANSEN

    Creio que a grande vantagem de Massa neste momento sobre seu concorrente alemão está não no interesse da Globo (não estou certo do tamanho da importância do papel da emissora no meio), mas no de Bernie Ecclestone. Seria um duro golpe para a F1 o risco de perda de audiência na Brasil. Reconhecidamente a segunda maior audiência da categoria em números absolutos.

    Sabemos que nós amantes do esporte continuaremos a assistir os GP’s. Mas no Brasil, uma maioria ainda quer ver um brasileiro se dando bem, não necessariamente deseja apreciar o esporte pelo esporte.

    Abraço

    Franz

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  • 16/09/2013 - 21:43
    Enviado por: Luiz

    Livio, creio que dificilmente a Ferrari dará “liberdade total” para o Massa nesse final de temporada. A briga com a Mercedes no campeonato de construtores está apertada, e, diante disso, liberar o Massa para inclusive brigar com o Alonso na pista poderia ser algo imprudente. Enfim, tomara que eu esteja errado e que Massa tenha realmente condições de pilotar tudo o que ele sabe nessas corridas finais. Particularmente acho que ele fica na F1, mesmo que seja numa Sauber ou Williams (que, aliás, promete para o ano que vem com o motor Mercedes e com a chegada de novos integrantes na área técnica).

    Por fim, eu gostaria de lhe perguntar se não há absolutamente nada no paddock em relação ao Razia, nem que seja uma vaga de piloto de testes. Ele me parecia um piloto bastante promissor, mais até do que o Nasr.

    Obrigado e parabéns pela excelente coluna. Sem dúvida a melhor de automobilismo no Brasil.

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  • 16/09/2013 - 22:55
    Enviado por: Doido Veio

    . Grosejan so’ era muito rapido fazendo besteira. Depois do puxao de orelha e dos pontos na cateira (sic) ja nao e’ tao rapido assim. Assina os dois Massa e Hulk que eu assino abaixo. hehehe doido veio!

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  • 17/09/2013 - 08:44
    Enviado por: Akio

    Acho (espero) que veremos sim um Massa mordido nessas corridas finais. A chegada do Alonso em 2010 veio junto com a ascensão da Red Bull ao posto de equipe top, o que já tinha acontecido em 2009, mas foi mascarado pelo difusor duplo da Brawn GP.

    Nas melhores temporadas de Massa pela Ferrari ( 2006-2007-2008), o que acontecia é que havia a polarização da disputa entre duas equipes, em 2006 contra a Renault de Alonso e 2007/2008 contra a Mclaren de Alonso e Hamilton. Então ele tinha liberdade para fazer sua temporada e apenas quando não havia mais possibilidades matemáticas de título a Ferrari determinava que um piloto passaria a ajudar o outro na luta pelo campeonato, como foi em 2007 e 2008.

    Com a Red Bull mandando no jogo, a Ferrari tinha que determinar muito cedo essa ajuda ao piloto mais bem colocado, já que além das duas primeiras, ainda tinha a Mclaren na luta. Em que pese isso e a renovação anual de contrato, desestabilizaram o piloto Felipe Massa, a ponto dele ter que procurar ajuda psicológica pra seguir pilotando, já que com derrota após derrota para o companheiro ele se questionou se ainda era capaz de guiar em alto nível.

    Então com o título praticamente sacramentado de Vettel, talvez o Massa possa mostrar algo mais do que aquela pilotagem burocrática de lutar pela quinta, sexta posição.

    Cingapura nesse final de semana, já vai dar um indício de qual piloto veremos em ação.

    Abs

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  • 17/09/2013 - 08:54
    Enviado por: Eduardo Schmidt

    É evidente que por desempenho, idade e futuro a Lotus escolheria o promissor Hulk. Porém pela grana, interesses comerciais, pesa a decisão para a contratação de Massa, que pode mostrar seu potencial tendo a confiança e liberdade da equipe.

    Confesso que seria interessante ver Massa pela Lotus com plena liberdade, ainda acredito que o principal fator de seus fracos desempenhos é o acidente em 2009, me dá a impressão que o piloto brasileiro jamais conseguiu ser o mesmo depois daquele episódio.

    Resta saber se pilotando a Lotus em 2014 ele provará que estou errado…torço para que sim…acho que ele foi muito massacrado pela preferência ao piloto espanhol.

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    • 18/09/2013 - 02:59
      Enviado por: Merck

      Concordo com o Eduardo Schmidt acima…o Massa tem uma certa preferência se juntarmos os interesses da Globo, Genii e do Ecclestone (o Brasil é quem mais paga para ter a F-1, afinal somos bilionários….), mais a experiência dele que vai valer mais num ano de transição técnica como será 2014.

      Por isso devem dar a ele mais essa chance e dependendo do resultado em 2014, renovam por mais um ano…nada de compromissos de longo prazo….e podem contratar o Hulkenberg JÁ, mas para correr só em 2015…..a Sauber agora é “Russa” e será difícil tirar Maldonado ou Bottas da Williams

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  • 17/09/2013 - 10:51
    Enviado por: Luiz Carlos (BLC)

    Olá Lívio,
    Mais lenha na fogueira: depois das declarações do “ousado” Felipe Massa vem a público a palavra do Luca Montezemolo, ele afirma que o piloto brasileiro vai sim ajudar a equipe e o espanhol em seus objetivos até o final da temporada, uma bela ducha de agua fria pra quem desejava mostrar ainda do que é capaz..! Resta saber se ele vai obedecer.
    Se mostrar o que sabe pra influenciar a decisão de quem quer lhe contratar, bate de frente com o patrão, se obedecer mais uma vez e se acovardar corre o risco de ficar fora da categoria, estou achando que o GP deste fim de semana será um espetáculo à parte ou uma outra decepção para muitos brasileiros. Só você Lívio pra nos tirar dessa dúvida cruel, quem vai prevalecer ?
    Abs

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    • 17/09/2013 - 11:28
      Enviado por: Rama

      Já era de se esperar, né Luiz?
      Isso é obra da Globo, que faz com que Massa vá no mesmo caminho das declarações infelizes dadas por Barrichello. Jogar pra torcida agora e não cumprir depois, pra quê?

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  • 17/09/2013 - 11:02
    Enviado por: Charles

    O que se tem verificado nos últimos anos é que na disputa interna entre pilotos de nacionalidades diferentes sempre prevalecerá a de um europeu. Ponto. Bom, partindo dessa premissa (quisera estivesse equivocada), temo que iremos amargar (já estamos na verdade) longo inverno sem campeões brasileiros na F1 (ficamos mal acostumados com nossa tríade mor: Fittipaldi-Piquet-Senna). Infelizmente, o automobilismo nacional terminou naquela curva em Tamburello. De lá prá cá, nada, absolutamente nada, foi, de concreto, fomentado para que tivéssemos uma escola que preparassem jovens pilotos para o futuro (o que não é diferente em outros esportes, diga-se de passagem: coisas de Brasil). Ou o sujeito nasce virtuoso ou fará número nas competições mundo afora. Assisto F1 pela mítica das pistas, dos carros, dos Pilotos (racers) e confesso que também gostaria de ver novamente um “brazuca” protagonizando esse esporte que tanto amamos, mas confesso que o cenário nos últimos tempos é desalentador. Apenas um desabafo… Abraços a todos.

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    • 17/09/2013 - 12:10
      Enviado por: Luiz Carlos (BLC)

      Olá Charles,
      Se estiver interessado em se aprofundar nessa sua tese, por favor me explique porque você acha que vai prevalecer um europeu? Você enxerga aí uma discriminação ?
      Abs

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    • 17/09/2013 - 17:25
      Enviado por: Charles

      Interessante… Não passou na minha linha de pensamento o termo discriminação, propriamente dito, embora seja, de certa forma, e, sob um novo enfoque, outra maneira de se interpretar. O que quis dizer, naquele momento (no contexto da minha intervenção), é que na verdade, em regra, o piloto europeu leva vantagem por ser melhor preparado, passar por categorias de base, desfrutar de pistas adequadas, ter acompanhamento técnico especializado desde cedo, etc, etc. Ou seja, o investimento é alto, mas compensador no futuro. Coisa que nós, por exemplo, nem cogitamos (automobilismo no Brasil é para poucos: um esporte definitivamente caro) e, no corpo a corpo, seremos sempre “preteridos”, a não ser que surja um “fora de série”, com talento nato, porque, caso contrário, não teremos como superá-los (tecnicamente falando). De qualquer sorte, agradeço ao colega Luiz Carlos (BLC) pela oportunidade de aprofundar o debate. Grande abraço.

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  • 17/09/2013 - 11:17
    Enviado por: Rama

    Amigo Lívio,

    todos tratam como se Grosjean já estivesse garantido. Já tem o contrato assinado?

    Se não tem, não me surpreenderia com uma dupla de pilotos inteiramente nova. Massa e Hulk, tanto do ponto de vista esportivo quanto de negócios, representam melhores opções que Grosjean. Concorda?

    Sei que Boulier agencia e tem paixão por Grosjean, mas isso poderia ser sanado com uma troca para Sauber, por exemplo. Lá o franco-suíço poderia se desenvolver por uma ou duas temporadas. A Lotus então teriam 2 pilotos supermotivados, mais experientes e com um pacote financeiro bem mais atrativo para 2014 e 2015. Seria muito melhor para o desenvolvimento do carro. Acho que ninguém rasga dinheiro nesse meio.

    E a Renault poderia voltar a usar um garoto propaganda nos patrocínios da F1 na Globo, usar PDV, ações promocionais. Seria bom para todos.

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  • 17/09/2013 - 12:05
    Enviado por: Luiz Carlos (BLC)

    Olá Rama,
    Ele poderia pelo menos não cair nessas “armadilhas” convenientes da emissora carioca, bobo ele não é…nós sabemos disso. Me parece que isso é um esforço conjunto pra manter o piloto paulista no páreo dessa cobiçada vaga (Lotus), é possível também que o assunto já esteja bem adiantado a favor dele e estejam preparando terreno pra fazer o público acreditar que teremos um competidor de fato em 2014. Dependendo do que acontecer neste fim de semana o Massa ficará ainda mais desacreditado, ou não, veremos.
    Abraços

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  • 17/09/2013 - 15:12
    Enviado por: Jefferson Ricardo Lopes

    Penso que o fator patrocínio pode ser decisivo. Também penso que a experiência de Massa na Ferrari- como coadjuvante – não é tão essencial a equipe ao contrário de Hulkenberg que sempre esteve em médias e pequenas – nunca é demais lembrar que na Sauber Massa era equivalente a seu companheiro e só permaneceu por interferência direta da Ferrari em sua preparação para a Scuderia.

    No momento, me parece uma tentativa de “leilão” para tentar que traga um patrocínio. No fundo os perfis são muito diferentes e não há comparação : Massa seria um ótimo segundo piloto e Hulkenberg com mais potencial para ser número 1. E também podem contratar os 2 .

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