19/V/12
Livio Oricchio, de Nice
Amigos, por incrivel que possa parecer, nao recebi ainda os cds com os programas
do Estadao para reinstala-los no meu laptop novo, devorado por um virus. A ultima
informacao e que devera chegar aqui quarta-feira, o que significa que tambem no meu
primeiro dia de atividades no circuito de Monaco terei de usar um laptop com o
teclado frances, como agora.
O texto a seguir foi parte redigido no words do meu laptop e as inserçoes mais
tarde com este computador de hoje, dai certos paragrafos estarem conforme nosso idioma
exige e parte como é possivel, diante das minhas limitaçoes com o teclado.
Tem chovido com frequencia aqui no sul da Franca. Monaco esta a 20 minutos de carro
de onde resido. As temperaturas tem stado tambem abaixo das esperadas para essa
epoca do ano. Espero que cresçam nos dias da prova.
Imagio que ha quem dira que estou supervalorizando a atual temporada em detrimento da
de 1983 no texto a seguir. Nao e e nem poderia ser o caso. Apenas mostro alguns
aspectos que considero importantes dos dois campeonatos, ambos bastante interessantes
do ponto de vista esportivo, com tantos pilotos e equipes vencendo.
O texto:
Já foi dito que a atual temporada da Fórmula 1 se assemelha à de 1983. Nos dois campeonatos, cinco pilotos diferentes, pertencentes a cinco equipes distintas, venceram as cinco primeiras corridas. Curiosamente, a sequência do Mundial de 1983 apresentou resultados que, com boa probabilidade, devem se repetir este ano, a exemplo do número de pilotos que venceram aquele ano, disputado em 15 provas: 8.
Não há como negar os pontos em comum entre uma e outra edição do Mundial. Mas há alguns elementos que fazem com que 2012 tenha um pouco mais de força nesse contexto histórico, sem nenhum desmerecimento de 1983. Havia 29 anos atrás três fornecedores de pneus, Michelin, da Brabham, time do piloto campeão, Nelson Piquet, Goodyear, da escuderia vencedora entre os construtores, Ferrari, e Pirelli, da ainda forte Lotus. Com três fabricantes de pneus, as possibilidades de haver vencedores distintos crescem bastante, pelo aumento da concorrência.
Apesar de atualmente existir um único fornecedor de pneus, Pirelli, tem sido desafiador para os técnicos das equipes encontrar o acerto do carro capaz de explorar as potencialidades dos pneus. Por esse desafio ser menor em 1983, mesmo com a presença de Michelin, Goodyear e Pirelli, trata-se de uma significativa variável a favor de 2012 e que ajuda a explicar os cinco vencedores distintos.
A temporada de 1983 foi sensacional sob todos os pontos de vista, mas é verdade também que enquanto hoje 12 equipes estão inscritas no campeonato, naquela época foram 16. De novo o aumento da oferta eleva as chances de mais pilotos conquistarem o primeiro lugar.
Outra característica favorável à variação assistida em 1983 foi o fato de competirem tecnologias distintas, a dos motores turbo, do primeiro campeão no retorno da era turbo à Fórmula 1, Piquet, de Brabham BMW Turbo, e a dos motores aspirados, dos memoráveis Ford Cosworth V-8, campeão em 12 das 15 edições anteriores do campeonato.
Nos traçados velozes, como Spa-Francorchamps e Monza, os motores turbo, como o de Piquet, Alain Prost, Renault, Rene Arnoux, Ferrari, impunham diferenças grandes para os aspirados. Nos circuitos de rua, contudo, onde se exige torque e potência nos regimes de rotação mais baixos, os aspirados ainda eram eficientes. Com o notável Ford Cosworth, em 1983, Keke Rosberg, da Williams, ganhou o GP de Mônaco, John Watson, McLaren, o de Long Beach, e Michele Alboreto, Tyrrell, o de Detroit.
Este ano não há nada disso. Os motores são todos aspirados, volume de 2,4 litros, arquitetura V-8 a 90 graus obrigatória, e seu desenvolvimento proibido, além de haver apenas quatro fornecedores de motores, Renault, Mercedes, Ferrari e Cosworth. Já em 1983 chegou-se a oito, BMW, Renault, Ferrari, Alfa Romeo, Honda, Hart, TAG-Porsche e Cosworth e com desenvolvimento livre, até mesmo quanto à pressão no turbo.
Mais: ainda que em 1983 havia uma geração de pilotos brilhantes na Fórmula 1, alguns dentre os maiores de todos os tempos, como Piquet, Prost, Niki Lauda e Nigel Mansell, os grids não apresentavam a profusão de títulos deste ano, 14, com a presença de seis campeões do mundo. Essa supercompetitividade, agora, recrudesce ainda mais a luta pelas vitórias, sem que em 1983 fosse fácil ganhar.
Os números enaltecem com razão mais a temporada de 1983 que a deste ano. Lá foram 8 vencedores em 15 etapas. Este ano o calendário terá 20 provas. Há mais eventos, maior possibilidade de os resultados não se repetirem.
Entre as semelhanças, ainda, em 1983 Piquet, Prost e Arnoux se apresentaram para o GP de encerramento do campeonato, na Africa do Sul, com chances de serem campeoes. Este ano, a classificaçao esta tao apertada que no proximo GP, domingo em Monaco, ate o setimo colocado no Mundial, Nico Rosberg, da Mercedes, com 41 pontos, pode, dependendo do resultado, assumir a liderança da competiçao, hoje com Sebastian Vettel, Red Bull, e Fernando Alonso, Ferrari, empatados em primeiro, com 61.
E pela projeçao da temporada, faz todo sentido se imaginar que a exemplo de 1983 este ano tambem o titulo se decida na corrida de encerramento do calendario, no Brasil, com mais de dois candidatos podendo ser campeoes.
É imperioso colocar nessa balança entre 1983 e 2012 o fator coragem. Enquanto os pilotos, hoje, sabem que podem assumir riscos elevados por as curvas apresentarem extensas áreas de escape, o cockpit ser superprotegido e os serviços de resgate e médico terem evoluído exponencialmente, reduzindo bastante a possibilidade de uma fatalidade, em 1983 não havia nada disso.
E Piquet, Prost, Lauda e Mansell não hesitavam em correr riscos para tentar vencer, mesmo conscientes de que um acidente poderia matá-los. Nao e o caso de se atribuir à atual geracao o rotulo de nao ser corajosa, mas com certeza é possivel se afirmar que a de 1983 era muito corajosa.
Olá Livio,
Realmente estamos assistindo um campeonato até aqui imprevisível e emocionante, espero que assim se mantenha. O seu relato nos transportou ao passado 1983, ano do segundo título conquistado por Nelson Piquet num delicioso exercício de nostalgia, muito legal.
Na próxima semana teremos o GP de Monaco, vinte e nove anos depois vamos ver qual será o tempo do pole position, em 1983 foi Alain Prost com 1′ 24” 840 em seu Renault Turbo, de lá pra cá Monaco teve algumas alterações no circuito mas mesmo assim deve valer uma comparação não?
Abs
O que incomoda é a manipulação . Atualmente, os pneus são a arma utilizada. Os critérios para se determinar a Pirelli como devem ser fabricados coincidentemente levam a Alonso a uma liderança efêmera, sendo de conhecimento público a mediocridade do bólido.
Um dia a história será recontada quando alguém irá resolver falar . E vamos ao nosso fantástico e emocionante show da veloicidade, com a maior tecnologia do mundo. Extra high-tech com pneus capazes de se desintegrar em meia volta e durar uma corrida inteira. Puxa … cada hora é uma nova emoção. estou impressionado com tantas ultrapassagens, tanto show de habilidade… Que coisa fantástica esta Williams !!! E Alonso então …. O líder do campeonato que não sabe como chegou lá …
Lívio,
Também há uma diferença entre a temporada de 1983 e 2012 que acho positiva, naquele ano nenhum entre os cinco pilotos que venceram nas cinco provas inicias o fizeram pela primeira vez.
Nelson Piquet venceu no Brasil foi a oitava vitória dele.
John Watson venceu nos EUA foi a quinta vitória dele.
Alain Prost venceu na França foi a sexta vitória dele.
Patrick Tambay venceu em San Marino foi a segunda vitória dele.
Keke Rosberg venceu em Mônaco foi a 2 vitória dele.
Neste ano temos dois pilotos no alto do pódio pela primeira vez na carreira, por enquanto, em termos de competitividade 2012 tem tudo para ser a melhor temporada da história da F1
Acho o termo “sorte” desproporcional ao que os Pirelli têm feito esse ano, ora, o pneu é o mesmo para todos! O que julgamos como ato falho da Pirelli por não possibilitar a “velocidade” máxima(????) dos carros, é estapafúrdio! Temos pesos e medidas diferentes. Em 83, os carros quebravam com mais facilidade, as pistas não perdoavam erros, não existia mapeamento de motor, caixa e motor eram para apenas uma corrida, não havia simuladores de corrida, os câmbios eram manuais, o que facilitava os erros, enfim, o que a Pirelli faz hoje, é resgatar um pouco da imprevisibilidade “natural” que existia na década de 80, e que influenciava sim, quem seria vencedor ou segundo lugar. Em 83, os carros não dependiam tanto da aerodinâmica como hoje, enfim, hoje os carros não rodam como os carros do começo dos anos 2000, por exemplo, onde havia mais fartura de pneus e reabastecimento. Gosto particularmente de não haver o reabastecimento, pois as corridas ficam mais técnicas. O próprio Raikkonen disse em entrevista, que a falta do reabastecimento, é mais influente do que os Pirelli em si, pois antes se andava com 60 kg de combustível, o que dava a sensação de F1 mais “rápida”, mas sabemos que as posições naquela época, eram mais circunstanciais do que reais. São épocas diferentes, mas que põem à prova a capacidade de adaptação dos pilotos, e acredito que o bom piloto se adapta às regras, dança conforme a música! Uma coisa não muda, pois os melhores se sobressaem! Estavamos tão acostumados com os indestrutíveis Bridgestone, que favoreciam quem tinha o melhor carro, que quando temos um detalhe que é ruim “para todos”, e que possibilita carros inferiores, pilotados por pilotos que possuem braço,vencer, achamos uma aberração! Viva a F1 menos previsível! Viva a F1 mais humana, onde nada é perfeito! Ps: os carros hoje não ultrapassam os 300 km/h, onde está a falta de velocidade?
Ciao Livio.
Eu acredito que 1983 produziu um bi-campeao que era extremamente inteligente dentro e fora das pistas, alem de veloz. Em 2012 a situacao he BEM similar, e embora nao seja o meu preferido, penso que o Fernando mimimi chorao he o mais esperto e inteligente dentre todos esse ano.
Da Alonso no fim do ano com um gosto especial, ganhar com um dog of a car. Ele pensa mais rapido e melhor que os outros.
Auguri.
Livio, concordo 100% com o texto. Nada acrecentar.
Abcos.
Livio, outra diferença que considero digna de nota entre as temporadas de 1983 e 2012 é o sistema de pontuação, que naquele ano do segundo título de Piquet era 9-6-4-3-2-1, enquanto o atual, como é de conhecimento geral, é 25-18-15-12-10-8-6-4-2-1. O sistema atual favorece a possibilidade de vários pilotos chegarem ao último GP da temporada com chances de título.
Tudo bem, tô ficando velho mas, para mim, a diferença que interessa entre o campeonato de 83 e o de 2012 é que o equilíbrio e a emoção do campeonato deste ano são totalmente à custa de recursos artificiais como pneus com performances muito desiguais e adoção dos sistemas Kers e DRS. Prefiro um campeonato monótono mas no qual seja possível reconhecer a diferença de talentos entre os diversos pilotos. Ou alguém acha que Maldonado é melhor piloto que Alonso, Raikkonen, Vettel e etc.? E temo que veremos mais resultados assim. A verdade é que a gente continua assistindo de viciado que é!
responder este comentário denunciar abusoZé Antonio Coelho,
É lógico que o Maldonado não é melhor do que Alonso, Raikkonen ou Vettel, mas nem sempre o melhor piloto vence, ou você não lembra da Williams com suspensão ativa.
Lembro sim, Horse, concordo que a competição está sempre sujeita a eventuais sacadas de projetistas que podem desequilibrar o campeonato mas o que eu não acho legal é o próprio regulamento dar ainda mais condições para fatores outros reduzirem ainda mais a importância do piloto na relação entre ele e o seu equipamento.
responder este comentário denunciar abusoE acho que o Zé Coelho esqueceu que sem o regulamento desse ano (inovações restringidas, pneus desintegráveis e DRS / Kers) as corridas seriam como eram até bem pouco tempo: fila indiana e posições definidas pelo potencial da equipe. O braço do piloto só fazia diferença em relação ao companheiro de equipe.
Viva as ultrapassagens e a competitividade / imprevisibilidade!
Já eu considero chata a F1 atual, na qual é quase impossível criar nos novos projetos.
Tudo está proibido e se alguém conseguir criar algo novo a novidade logo será proibida.
Na minha opinião a F1 deve dar importância ao campeonato de pilotos E ao campeonato de construtores.
Eu gostava de ver as Williams ativas, o carro asa de Chapman, a sacada do reabastecimento da Brabham, os amortecedores de massa, os difusores soprados e aquecidos, mesmo quando transformavam as corridas em “corridas de dois companheiros”.
A F1 é a elite do automobilismo, onde se deveria permitir a criatividade na construção dos melhores carros para serem guiados pelos melhores pilotos.
Hoje, na minha opinião, estamos mais para GP2 e GP1 do que GP2 e F1.
Onde está a criatividade? Que limitem os custos, mas não as ideias.
Confesso que não entendo bem assim. O que para mim ainda não está 100% claro é o critério geral para permitir ou negar que uma inovação seja utilizada por uma determinada equipe. A Lotus veio com uma proposta inovadora que não foi aceita. Já a Mercedes teve seu duto aerodinâmico aceito. De uma certa forma foi positivo (não deixou a Lotus com grande vantagem sobre as outras, nem a Mercedes com muita desvantagem sobre as outras) mas pode ter sido mero acaso, como os difusores da Brawn e Red Bull. Enfim… para mim, melhor assim do que ver o Vettel abrir 1,2s de vantagem na primiera volta!
responder este comentário denunciar abusoO Prost, Piquet, Mansell e Lauda foram realmente pilotos de primeira linha, em 1983.
Lauda e Piquet um passo a frente.
.
Hoje eu considero por enquanto o Hamilton, Alonso, Vettell e Button.
Alonso e Hamilton um passo a frente.
.
Entre todos estes citados, considero Piquet, Alonso, Lauda e Hamilton top 10.
Lívio, uma dica para você não precisar do CD físico enviado além-mar:
Peça pro pessoal do Estadão te mandar uma “imagem” do CD via internet. Chegando num ftp, ou link direto, como YouSendIt. Depois vc pega essa imagem e grava um CD através de programas como Nero, Roxio, MagicDisc, MagicISO. Essa imagem, normalmente tem a extensão .ISO
Parece complicado mais não é.
PS.: Vc tá usando PC ou Mac?
Abraço,
Obrigado pela orientaçao, Ramatis.
Jean, grato tambem pela preocupaçao.
Uso um PC.
Estou com um Dell Latitude E6420 novo.
Funcionou tres dias com perfeiçao e,
desde entao, no dia do embarque para
Barcelona, nao mais. Fui respondendo
as perguntas dos tecnicos do Estadao por
telefone e eles chegaram a conclusao de
que um virus apagou os programas. E depois
houve um problema no envio dos CDs para a
DHL de forma que os CDs so sairam do Brasil
sexta-feira, para chegar aqui depois de amanha.
Qualquer operacao mais complexa de informatica
representa um desafio para mim, embora
nesse caso, pelo que me foi dito a dificuldade
e mais seria.
Abracos, amigos!
responder este comentário denunciar abusoEstou achando engraçado o Lívio ter que se preocupar com mal-entendidos no blog. Nesse último ótimo texto há 2 passagens bem nítidas, uma no início e outra no final. Olha só o trabalho que a gente dá pro nosso laureado….
LIvio e pessoal saudações!
Minha torcida nessa próxima temporada em Mônaco é que a Mclaren encontre o caminho da vitória,alguns erros ocorridos nos boxes tem sido prejudicial principalmente a Hamilton.
Infelizmente nossos brazucas atuais não estejam a nível de estar na briga entre os primeiros colocados na disputa,principalmente Massa e Ferrari um casamento que em breve deve resultar numa seperação pelos maus resultados do seu piloto.
Continuando as comparações entre os campeonatos de 1983 e 2012, destaco os circuitos daquela temporada: Jacarepaguá, Long Beach, Paul Ricard, Imola, Monte Carlo, Spa-Francorchamps, Detroit, Montreal, Silverstone, Hockenheim, Osterrerichring, Zandvoort, Monza, Brands Hatch e Kyalami. Apenas seis desses integram o calendário de 2012, a saber: Monte Carlo, Spa, Montreal, Silverstone, Hockenheim e Monza, porém acho que todos sofreram modificações, exceto Hockenheim, que foi caso mesmo de mutilação. Também foi uma das nove ocasiões, desde que se iniciou a disputa do campeonato de construtores, em 1958, em que o piloto campeão não é da equipe campeã: em 1983 o caneco de equipes ficou com a Ferrari, de Tambay e Arnoux, e não com a Brabham, do campeão Piquet e seu companheiro Patrese. Para finalizar, em 1983 correram dois dos carros de F1 mais bonitos de todos os tempos, na minha opinião: o Brabham BT-52 e a Ferrari 126C2B.
ERRATA SEM MUITA IMPORTÂNCIA:
Onde se lê: “Para finalizar, em 1983 correram dois dos carros de F1 mais bonitos de todos os tempos, na minha opinião: o Brabham BT-52 e a Ferrari 126C2B”,
Leia-se: “Para finalizar, em 1983 correram dois dos carros de F1 mais bonitos de todos os tempos, na minha opinião: o Brabham BT-52 e a Ferrari 126C3″.
responder este comentário denunciar abusoTorço para que a mudança de regulamento dos motores para 2014 ajude a ser um divisor de águas na F-1 atual.
Com a drástica redução da capacidade cúbica, teremos a redução do compartimento do motor, que vai gerar grande influência na aerodinâmica, além da redução do peso bruto do carro (com a diminuição do bloco e redução do tamanho do tanque de combustível).
Isso vai gerar uma renovação de conhecimento técnico na categoria.
Quem sabe voltaremos a ter novos parâmetros técnicos no desenvolvimento dos carros, tirando um pouco a ênfase na aerodinâmica.
Tudo gerando mais variáveis que surgirão naturalmente sem obra de regulamentos, continuando a promover grande competitividade e talvez um novo jogo de forças…
Será, talvez, a renovação que a F-1 precisa… É minha opinião e espero que assim seja…
Quem viver verá.
Abraços.
Franz Johansen
Na verdade nem precisa gravar a imagem Ramatis, ele pode emular a imagem do disco através de qualquer programa disponivel…
Se bem que o que deve estar sendo enviado são programas, que podem ser upados em qualquer lugar ou até mesmo enviados via e-mail, dependendo do tamanho…
Livio, um profissional de seu porte, num jornal deste porte, não pode ficar dependendo de envio de cd’s via navio, hehe…
Abraços e boa sorte…
Jean:
Obrigado pela dica.
Em resposta ao Ramatis explico
o que aconteceu com meu laptop.
Abraços!
Oi Jean,
Como ele perdeu o sistema por conta do vírus, imagino que deva precisar de uma imagem de backup do sistema, como um CD de boot. Para emular, ele precisaria ter o sistema funcionando 100%. E quando vírus entra, o correto é formatação full, seguido do espelhamento da cópia de segurança do windows ou de outro programa de backup. O Norton é o melhor. Bate uma foto do teu PC naquela data e aí vc zera e fica 100%. Eu sempre tenho um CD (ou pendrive com trava) para emergências assim, embore não seja afetado por vírus há mais de 3 anos.
Fica um sugestão para quem tem problemas recorrentes com vírus, não se contentem com as versões gratuitas. Usem a versão full. Recomendo o ótimo Kapersky. Minha vida tem sido um sossego com ele.
Outra dica importantíssima: Peçam, sempre, seus PCs com o disco rígido particionado (C: sistema e D: para arquivos), dessa forma, quando precisar formatar o drive C vc não precisa se preocupar com os arquivos de trabalho, que estarão salvos em outro HD. Retirar o vírus do drive que não tem o sistema operacional é fácil.
Abraços,
Rama.
Acerca do post do Luciano sobre as pistas daquele calendario, nasci em 81, comecei a me interessar e realmente entender a F1 somente após a morte de Senna, infelizmente. Porém, de todos os videos de corridas antigas que vi, o circuito mais fantastico até hoje foi Hockenheim na minha opinião. Ver os carros naquelas enormes retas “balançando” um do lado do outro era demais… Meu pai até hoje reclama do “crime” que fizeram com a pista…
Não só Hockenheim, mas Monza e Ímola. Era só resolver a área de escape e zebras, não precisavam acabar com tudo. Mas como não tinham a tecnolgia do softwall, do asfalto ultra-aderente, destruiram as pistas.
responder este comentário denunciar abusoLivio e amigos: acho que está no momento de analisarmos, a “contrarius sensus”, a situação da F-01 atual, onde os pneus têm maior importância que os projetos, mecânica, aerodinâmica, pilotos e influência diretamente nos resultados finais. E a minha indagação é:
- se as equipes dispões de análises profundas a respeito do desempenho dos pneus nas mais variadas pistas e condições, é claro também que a Pirelli também dispõe de dados similares, então, não é possível que a empresa, com base em tais dados, possa intencionalmente favorecer uma equipe ou outra conforme seu bel prazer?
E mais?
Não poderia a Pirelli, com base em tais dados, sofrer injunções por parte dos organizadores, dirigentes da FIA e até das próprias equipes em disponibilizá-los de acordo com interesses escusos?
De qualquer forma, seja lá qual for a resposta a essas indagações, é muita concentração de poder de decisão fora da esfera desportiva dos times e pilotos.
Vamos a Dança das Cadeiras 2013
Se Sergio Pérez estará na Ferrari e Paul Di Resta na Mercedes, quem assume seus respectivos cockpits na Sauber e Force India??
Mais um exercício de comparação entre as temporadas de 1983 e 2012: equipes.
Apenas quatro equipes marcam presença em ambas as temporadas: Ferrari, McLaren, Williams e Lotus, sendo que a Lotus atual não é a mesma equipe que havia sido comandada por Colin Chapman até o final da temporada de 1982.
Equipes participantes do campeonato mundial de F1 1983: Ferrari, McLaren Ford (depois McLaren TAG Porsche), Brabham BMW, Williams Ford (depois Williams Honda), Tyrrel Ford, Ligier Ford, Renault, Lotus Renault, ATS BMW, Alfa Romeo, Arrows Ford, Theodore Ford, Toleman Hart, Osella Ford (depois Osella Alfa Romeu), RAM e Spirit Honda.
Salvo engano, foi em 1983 que Prost abriu larga vantagem sobre Piquet na reta final do campeonato e Paris foi recheada de cartazes enaltecendo o Renault como o primeiro motor turbo campeão da F1, quando Piquet venceu o GP da Holanda, ficou em segundo em Monza e Brands Hatch e conquistou o título com o 3º lugar obtido em Kyalami, beneficiado, ainda, pelo abandono de Prost. E, assim, o primeiro motor turbo campeão do mundo acabou sendo o BMW, e não o Renault. Mas se contarmos os campeonatos de construtores, o primeiro motor turbo campeão foi o Ferrari, em 1982.
NOVELA DA GLOBO!!!
A F1 está igualzinha as novelas da Globo. Tudo é possível, o bandido vira mocinho, a vagabunda vira moça direita, enfim, nada é baseado em algo realmente coerente, até proque o regulamento não o é!!! No meu caso, sempre gostei de F1 e nunca fui simatizante de outras categorias, mas, a F1, para quem realmente gosta de CORRIDA está difícil de engolir. No meu entender, comparações entre o que a F1 já foi um dia e a atual F1 são meramente formas de tentar dar algum brilho a algo que já não têm mais nada a mostrar, acabou o assunto, acabaram-se as disputas de braço, acabou a expectativa, enfim, a F1 a continuar assim, para mim, está acabada.
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