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Vale do Silício investe em segurança

Por Agências

▪▪▪ Com recente onde de ataques hackers, investidores do polo tecnológico apostam em sistemas de proteção de redes

SÃO FRANCISCO – Investidores do Vale do Silício estão apostando em novas tecnologias para proteger suas redes de computador e esperam lucrar com esses empreendimentos devido à recente onda de grandes ataques cibernéticos contra companhias e governos.

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Muitos empreendimentos de segurança têm como objetivo fornecer proteção a redes de computadores, ao invés de computadores individuais, por conta da proliferação de dispositivos móveis e da computação na nuvem, a chamada cloud computing — quando dados são armazenados online e não em um disco rígido.

“É uma área de grande interesse para nós”, disse Bill Maris, da Google Ventures, que neste ano investiu uma quantia não revelada na Dasient, uma companhia da Califórnia que protege sites de ataques.

Investimentos em empresas iniciantes de segurança para tecnologia da informação em 2011 devem superar o patamar do ano passado (de US$ 432 milhões), após alcançar 147,4 milhões no primeiro trimestre deste ano, segundo dados da Thomson Reuters obtidos junto à Associação Nacional de Venture Capital dos Estados Unidos.

Embora abaixo dos bilionários níveis mundiais pré-crise financeira, a cifra parece mostrar um ressurgimento do Vale do Silício no setor, impulsionado por três fatores principais.

O primeiro é a onda de ataques cibernéticos a companhias como Citigroup e Sony, e a instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Senado norte-americano.

O segundo motivo é a mudança do armazenamento de informações para o cloud computing, que requer novos sistemas de segurança compatíveis.

Por fim, há uma demanda de grandes companhias de tecnologia para comprar empresas menores e preencher buracos em seus serviços de segurança. Acordos desse porte incluem a aquisição da SecureWorks pela Dell e da Fortify pela HP.

Mas houve também grandes negócios, como a aquisição da McAfee pela Intel por US$ 7,68 bilhões.

/ Sarah McBride e Angela Moon (REUTERS)

3 Comentários
  • 16/06/2011 - 08:47
    Enviado por: Paulo Andrade

    “A mola propulsora do capitalismo é o lucro.” (Marx). Se a segurança da informação for um negócio lucrativo, os empresários do setor vão investir pesado.

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  • 16/06/2011 - 09:27
    Enviado por: Luiz de Lima Garcia

    Até onde a tecnologia usada na comunicação vai através dos computadores não sabemos.Como em torno disto circulam milhões de reais já se poderia esperar que entraves iriam acontecer e chegam os piratas da área, uma história que se repete desde que existe o mundo. Aqueles que não trabalham e querem tirar proveito do que os outros fazem é um comportamento deste mundo animal que pertencemos.
    Esta pirataria eletrônica intimida os usuários e como combatê-la é necessário que esta ciência da comunicação avance na sua tecnologia, de certo ponto até um motivo para o progresso, porque avanços terão que ser feitos.
    O certo é que tudo que o homem cria nada ficará encoberto, inteligencias e capacidades surgem a todo o momento na humanidade, portanto confiar que algo vai ficar no esquecimento ou longe da vista dos demais, quem pensar assim, está perdendo tempo ainda mais quando neste meio correm as barras; de ouro, de terra ou de saia de mulher.

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  • 16/06/2011 - 23:17
    Enviado por: SILVERA

    O aparelho custa 5000 reais os cabos vem da China custa 2,00reais a imagem fica ruim !

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