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Twitter mais acessível

Por Agências

O cofundador do Twitter, Jack Dorsey, que retornou esta semana à companhia depois de dois anos de ausência, quer tornar o site de microblogs mais acessível para as massas, disse na terça-feira, 29.

“Muita gente sabe que existimos, mas a nossa relevância no mercado de massas continua a ser um desafio”, disse Dorsey em evento promovido pela Columbia Journalism School, em Nova York.

O cofundador do Twitter, Jack Dorsey (à esq.) ao lado de John Chambers, CEO da Cisco. FOTO: Chip East/REUTERS – 23/09/2010

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Dorsey comandará o desenvolvimento de produtos no site, em sua posição de presidente do conselho, e reconheceu que o Twitter “é algo que as pessoas não conseguem compreender de imediato”.

Conhecido por mensagens curtas limitadas a 140 caracteres, os tweets, o Twitter emergiu como uma das mais populares companhias de mídia social. Entre seus usuários estão celebridades como Ashton Kutcher, Conan O’Brien e Charlie Sheen.

Ainda assim, relativamente poucos dos mais de 200 milhões de usuários registrados do Twitter se mantêm ativos no site. O grupo de pesquisa eMarketer mencionou dados segundo os quais menos de 25% dos usuários do Twitter respondem por cerca de 90% dos tweets.

Dorsey diz que deseja se concentrar em usuários que “não compreendem realmente o que é o Twitter, e o veem principalmente como experiência de consumo”.

“Precisamos direcionar seu foco ao valor, e esse será meu objetivo nos próximos meses”.

Dorsey fundou o Twitter em 2006, em companhia de Evan Williams e Biz Stone. Foi o primeiro presidente-executivo da empresa até que Williams o substituísse, em 2008.

Ele retorna em um momento no qual o Twitter enfrenta questões sobre a concorrência de rivais como o Facebook e quanto ao seu modelo de negócios, que inclui tweets patrocinados por anunciantes. Ainda assim, o valor estimado para a empresa pelos investidores não para de crescer.

Em dezembro, uma rodada de capitalização de US$ 200 milhões conduzida pela Kleiner Perkins Caufield & Byers avaliou o Twitter em US$ 3,7 bilhões. Um leilão de ações do Twitter no mercado secundário, no começo do mês, sugere que os investidores avaliam a empresa em US$ 7,7 bilhões.

Mesmo com o retorno ao Twitter, Dorsey manterá a presidência da Square, uma empresa iniciante de pagamentos em celulares, que ele fundou no período em que esteve afastado das operações cotidianas do Twitter.

Ele disse que não teria problemas para exercer os dois cargos.

“Estruturo meu tempo com muita disciplina”, disse. “Não é uma grande mudança de contexto alternar entre as duas empresas”.

/ Jennifer Saba (REUTERS)

3 Comentários
  • 30/03/2011 - 12:08
    Enviado por: Pedro

    O maior problema do twitter é que ele está disponivel apenas em Ingles, isso dificulta o acesso de pessoas mais ulmildes!

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    • 30/03/2011 - 15:44
      Enviado por: Alexandre Severo Gomes

      Se o problema é por estar em inglês vejo problema sim na sociedade e não em sua condição socio-econômica. Uma pessoa pode ser menos instruída se quiser.

      Humildade não é sinônimo de burrice muito menos de pobreza. Em cada esquina existe uma lan house, a internet está sim de fácil acesso, a comunidade precisa ser extremamente excluída para não entender como funcionam as coisas. Mesmo a televisão atual aparelho com o poder do emburrecimento pode ajudar a entender o que é twitter e como pode gerar renda.

      Mais uma vez, humildade está longe da burrice e muito mais de condição socio-econômica.

  • 30/03/2011 - 16:00
    Enviado por: Thais Godinho

    Massificação é fruto do hábito e do incentivo por campanhas populares, como participar enviando @s ou dando RTs. Isso tudo vem com o tempo, quando as ações forem melhor posicionadas e as empresas fizerem seu papel direitinho nas mídias sociais, cultivando relacionamentos. =)

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