YouTube lança canais com assinaturas pagas
- 9 de maio de 2013|
- 18h39
Por Filipe Serrano
Serviço começa a funcionar hoje em dez países, incluindo o Brasil; canais terão assinaturas mensais a partir de US$ 0,99
SÃO PAULO – Depois de meses de especulações e rumores, o YouTube confirmou nesta quinta-feira, 9, o lançamento de canais pagos no site de vídeos. Com isso, as pessoas poderão assinar e pagar uma taxa mensal a partir de US$ 0,99 para assistir ao conteúdo publicado por produtores no site. A plataforma, no entanto, ainda está em “fase piloto”, de acordo com o YouTube, e estreia hoje oferecendo conteúdo feito por “um pequeno grupo” de canais parceiros.
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Foto: Mark Blinch/Reuters |
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Os canais pagos vão funcionar inicialmente em dez países, incluindo o Brasil, onde os preços das assinaturas são oferecidos em real. Porém, não há canais com conteúdo brasileiro. Além do País, fazem parte da lista Austrália, Canadá, França, Japão, Coreia do Sul, Rússia, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos.
Entre o conteúdo pago já oferecido pelo YouTube, os canais mais conhecidos são o do UFC, que traz vídeos de lutas clássicas, e o National Geographic Kids, com programação infantil. O canal do UFC, porém, não está disponível para usuários brasileiros. Já o National Geographic Kids têm assinaturas de R$ 7,90 (mensal) ou R$ 59,90 (anual).
Os valores cobrados por cada canal variam, mas segundo o YouTube, começam em US$ 0,99 por mês. Todos os canais que fazem parte do projeto oferecem 14 dias de acesso gratuito, como teste. Os vídeos podem ser acessados em computadores, celulares, tablets e TVs com acesso à web.
“Este é só o começo”, diz texto publicado no blog do YouTube assinado pela equipe do site. “Nas próximas semanas, vamos oferecer a ferramenta paga mais amplamente para outros parceiros que se qualificam no projeto. E à medida que novos canais aparecerem, vamos nos certificar que você (o usuário) possa descobri-los.”
Segundo o YouTube, atualmente 1 milhão de canais do site geram receita com a visualização dos vídeos e recebem uma parte da receita com publicidade veiculada nos filmes. Para o site, os canais pagos serão mais uma opção para os criadores de conteúdo gerarem receita com os vídeos produzidos.
YouTube vai lançar canais pagos
- 6 de maio de 2013|
- 17h54
Por Ligia Aguilhar
Segundo reportagem do Financial Times, serviço de assinaturas deve envolver 50 canais e custar US$ 1,99 por mês
SÃO PAULO – O YouTube pode começar a cobrar pela visualização de alguns dos seus canais já nesta semana. Segundo o jornal Financial Times, pessoas próximas ao negócio afirmaram que o novo serviço à la carte deve envolver 50 canais de conteúdo especializado ao custo de US$ 1,99 por mês.
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Questionado pelo Financial Times, o Google disse que ainda não tem “nada a declarar” sobre esse assunto, mas confirma que a está “procurando criar uma plataforma de assinatura que possa trazer mais conteúdo de qualidade para o YouTube e prover aos criadores de conteúdo outro canal para geração de receita”.
Em fevereiro, o YouTube havia confirmado para o site CNET o desenvolvimento de um serviço do tipo, sem revelar quando a novidade entraria no ar. Na mesma época, os usuários da plataforma Android identificaram códigos referentes à assinaturas de canais pagos no app do Youtube. O código dizia “Você só pode assinar/cancelar a assinatura de um canal pago no seu computador”.
Outra evidência de que o serviço de assinaturas pode ser mesmo lançado em breve é que o YouTube já consultou diversos produtores sobre a possibilidade de desenvolver conteúdo para a plataforma paga planejada para este ano. O site também estaria considerando cobrar por outros serviços, como galerias de vídeo e transmissão de eventos ao vivo.
O objetivo do Google é aumentar o catálogo de títulos de alta qualidade do YouTube para competir com o material produzido pelas empresas de TV e aumentar seus ganhos com propaganda. Segundo a eMarketer, apesar dos gastos com propaganda digital crescerem rapidamente – este ano devem saltar de US$ 2,3 bilhões para US$ 4,14 bilhões – ainda equivalem a apenas 2,4% do total de gastos com propaganda das empresas.
Outra consultoria, a Pivotal Research, estima que a receita do YouTube com propaganda possa chegar a US$ 15 bilhões ao ano em pouco tempo com o serviço de assinaturas. Para se ter a ideia do impacto que as assinaturas podem causar, este ano a estimativa é que a empresa vai faturar US$ 2 bilhões com anúncios.
Testes.
O YouTube vem realizando uma série de eventos para preparar terreno e testar novos modelos de programas no site. De 19 a 25 de maio, por exemplo, a empresa vai realizar a “Semana da Comédia” nos Estados Unidos, que vai destacar ao longo da semana diversos vídeos com o tema. Ao longo do ano, a empresa pretende realizar outros eventos temáticos semelhantes.
Outra iniciativa para profissionalizar o conteúdo postado no site foi o lançamento dos Playbook Guides, uma série de guias em PDF com sugestões de boas práticas, dicas e estratégias específicas para melhorar a qualidade e a visibilidade de vídeos temáticos. Os títulos lançados foram divididos em cinco categorias: música, esportes, educação, empresas de comunicação e sem fins lucrativos.
YouTube realiza semana da comédia em maio
- 25 de abril de 2013|
- 19h00
Por Ligia Aguilhar
Evento é o primeiro de uma série de ações temáticas programadas pelo site para este ano
SÃO PAULO – O YouTube vai dedicar uma semana inteira do mês de maio à exibição de vídeos de alguns dos principais comediantes dos Estados Unidos. De 19 a 25 de maio, a YouTube Comedy Week vai dar ênfase a programas, canais e atrações de humor.
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Esquetes, apresentações de stand-up, shows ao vivo e piadas curtas estarão em destaque ao lado de alguns dos canais de humor mais populares, como The Onion, Nerdist, College Humor e Funny or Die.
Entre os participantes estão os comediantes Ricky Gervais, Sarah Silverman, Rainn Wilson, Michael Cera, Vince Vaugh e Seth Rogen.
A YouTube Comedy Week é o começo de uma série de eventos temáticos que a empresa espera realizar este ano, congregando estrelas de Hollywood com famosos da internet para oferecer uma nova experiência aos usuários.
Não há informações sobre a participação de programas e humoristas de fora dos Estados Unidos no evento. Na página oficial já é possível ver alguns vídeos de humor.
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YouTube lança guias de conteúdo
- 10 de abril de 2013|
- 18h26
Por Ligia Aguilhar
Série Playbook Guides ensina estratégias para produção de conteúdo em áreas específicas, como música, esportes, educação, e para empresas de comunicação e sem fins lucrativos
SÃO PAULO – O Google lançou uma série de guias em PDF para quem utiliza o YouTube dar mais relevância ao conteúdo postado na rede de vídeos. A série Playbook Guides fornece uma série de sugestões de boas práticas, dicas e estratégias específicas para melhorar a qualidade e a visibilidade de cada tipo de conteúdo compartilhado na rede. Os títulos são divididos em música, esportes, educação, empresas de comunicação e sem fins lucrativos.
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O YouTube já possuía um outro “manual de instruções” genérico, com dicas básicas para otimizar o uso da ferramenta. A diferença dessa vez foi a segmentação com dicas específicas para cada área.
Por exemplo, no guia sobre música, além de dar dicas de como aumentar as chances de um vídeo ser localizado na busca, o guia também ensina a criar ações promocionais para lançamento de um álbum no YouTube, criando teasers, vídeos promocionais e publicando entrevistas. Em educação, dá sugestões de formas diferentes de ensinar um conceito e aumentar o engajamento dos alunos.
Ao final, cada guia apresenta sugestões de outras fontes de informação que possam ajudar o usuário a melhorar a qualidade do conteúdo produzido.
Os guias fazem parte de uma estratégia mais ampla do Google para elevar a qualidade do material postado no YouTube. A empresa quer aumentar o seu catálogo de títulos de alta qualidade para competir com o material produzido pelas empresas de TV.
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Empresas de tecnologia são alvo no 1º de abril
- 1 de abril de 2013|
- 19h12
Por Ligia Aguilhar
Confira uma lista com as principais pegadinhas espalhadas pela internet; Google divulgou histórias absurdas para alguns dos seus principais produtos
SÃO PAULO – As empresas de tecnologia, mais uma vez, comemoraram este 1º de abril com muitas piadas. Algumas delas foram criadas pela próprias marcas, como o Google, que tradicionalmente aproveita a data para lançar algum produto absurdo. Este ano, a empresa inventou histórias diferentes para alguns dos seus principais produtos, como o Gmail e o Google Maps.
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Apple, Sony, Twitter o The Pirate Bay também pregaram suas peças neste Dia da Mentira. O Link fez uma lista com algumas das principais pegadinhas que circularam pela internet. Veja se você caiu em alguma delas:
Google |
O Google anunciou uma nova função para sua ferramenta de busca, que possibilita ao usuário sentir cheiros: o Google Nose. Segundo a empresa, uma base de dados de 15 terabytes com aromas do mundo todo foi usada para desenvolvimento do serviço. Dessa forma, o usuário poderia sentir um aroma apertando o botão cheirar na tela do buscador. Isso seria possível porque o sistema combina fótons emitidos pela tela do computador com ondas de infrassom para produzir partículas de cheiro perceptíveis pelo usuário. Um vídeo e até uma página falsa foram criadas pelo próprio Google para divulgar a “inovação”.
Apple |
Esqueça toda a especulação sobre displays flexíveis e outras inovações tecnológicas que estariam presentes no relógio de pulso que a Apple estaria desenvolvendo, o iWatch. Um vídeo divulgado na internet mostra um suposto designer revelando que o produto, na verdade, é apenas uma faixa para pulso que pode se conectar com aparelhos da Apple. O produto seria lançado em julho, junto com a próxima geração do iPhone, e custaria US$249. A pré-venda começa hoje e termina à meia-noite, junto com o 1º de abril.
YouTube|
O Google vai fechar o YouTube. O motivo? Um segredo que a empresa demorou oito anos para revelar. O YouTube é, na verdade, um concurso de talentos no estilo do reality Show “American Idol”. A competição chegou ao fim e agora um corpo de jurados vai passar a próxima década analisando os vídeos postados na rede para escolher os vencedores. O fim do Youtube será à meia-noite. O site volta a funcionar em 2023, com apenas um vídeo: o do grande campeão.
Gmail |
Os tons cinzentos não eram lá muito bonitos. Por isso, o Gmail decidiu lançar uma inovação: o Gmail blue, totalmente azul . “It’s gmail, only bluer” (É o Gmail, apenas mais azul), diz o vídeo de lançamento. A tecnologia teria demorado seis anos para ser desenvolvida e deixar tudo azul. Seria uma forma de aumentar a concorrência com o Facebook?
Instagram |
Atendendo a pedidos, o Instagram chegou ao Windows Phone. A loja de aplicativos do sistema chegou a exibir um ícone do Instagram como se ele estivesse realmente disponível no sistema. Ao clicar em baixar, no entanto, o usuário recebia uma mensagem dizendo que não tinha permissão para baixar. Pegadinha de 1º de abril!
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Twitter |
O Twitter agora vai ser pago. Mas antes que você fique preocupado, a empresa deixa claro que não são todos que precisarão pagar pelo serviço, apenas aqueles que decidirem usar vogais em seus posts. Uma nova plataforma totalmente gratuita, o “Twttr” estará disponível para aqueles que usarem apenas consoantes nos textos. Já quem não conseguir viver sem as vogais, poderá continuar usando a plataforma antiga ao custo de US$ 5 por mês.
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Sony |
A Sony lançou uma nova linha de produtos tecnológicos para animais, a Animalia. A linha inclui TVs com serviços como Skype, para o animal se comunicar com o dono, autofalantes para hamsters, que tocam uma música empolgante para estimular os exercícios dos bichinhos na gaiola, e um fone de ouvidos para gatos. “Agora que há mais pessoas tendo animais de estimação do que filhos, nós estamos focando em donos que querem promover experiências de entretenimento únicas para os membros peludos e de quatro patas de sua família”, diz o falso comunicado da empresa. Há até uma página sobre a nova linha de produtos.
Google Maps |
O Google Maps agora tem o modo “tesouro”. Em uma expedição recente da empresa pelo oceano Índico, foi encontrado um mapa do tesouro, pertencente ao famoso pirata William Kidd. O Google vai colocar a versão online do mapa no ar para que todos possam acessá-lo.
Pirate Bay |
Depois ser acusado de compactuar com ditadores ao mudar os seus servidores para a Coreia do Norte, o Pirate Bay decidiu que agora os seus servidores vão ficar… nos Estados Unidos! “Nós queremos que vocês saibam que nós ouvimos as suas críticas . Por isso nós anunciamos que migramos nossos servidores da maléfica Coreia do Norte para a melhor nação do mundo”, diz um anúncio sarcástico divulgado hoje.
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• EA compra Nintendo, Apple lança seu console… Tudo mentira!
• Acredita? Google lança busca com cheiro, o ‘Google Nose’
YouTube prepara serviço dedicado à música
- 5 de março de 2013|
- 18h50
Por Vinicius Felix
Serviço mais específico viria para concorrer com Spotify, Rdio, Pandora e outras do ramo
SÃO PAULO – O YouTube deve lançar um serviço de assinatura de streaming para música até o fim do ano. A novidade funcionaria em parceria com o atual serviço de música paga do Google, o Play.
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Enquanto o Play segue um formato parecido com a loja de música iTunes, da Apple, o novo serviço do YouTube teria o modelo atual do site de vídeos: conteúdo gratuito com propaganda. A diferença seria a possibilidade de assinatura para um serviço com mais recursos e sem propaganda.
Uma fonte não identificada do YouTube declarou à revista Fortune que alguns criadores gostariam de ter um fluxo de receita com assinantes e eles estão olhando por isso.
De acordo com as fonte anônimas da Fortune, uma das parceiras do Google nesse no novo projeto é a Warner Music Group, que no ano passado teve 25% do seu lucro no mercado digital na área de streaming.
A dúvida no momento seria o modo de funcionamento: o modelo gratuito baseado em anúncios igual ao YouTube tradicional é a melhor saída? Ou apostar em assinaturas como todos os outros?
Uma das maiores fontes de audiência do YouTube são os vídeos de música. Foi no site que nasceram hits como o Gagnam Style ou Harlem Shake. De acordo com pesquisa da Nielsen, 64% dos adolescentes utilizam o YouTube como forma principal de escutar e descobrir música.
Atualmente o YouTube já pode ser considerado um dos maiores serviços de streaming do mundo. No entanto não faz qualquer tipo de cobrança, apostando apenas no modelo de anunciantes, onde apenas uma parcela do lucro volta para a indústria musical. Um modelo não tão lucrativo quanto lojas digitais ou assinaturas.
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Leia mais:
• Harlem Shake no topo da Billboard
• YouTube estuda assinaturas pagas
• Serviços para ouvir música online começam a tomar forma no Brasil
• Músicos reclamam de remuneração ruim do streaming
YouTube estreia página de ‘mais vistos’
- 27 de fevereiro de 2013|
- 19h16
Por Camilo Rocha
Ferramenta traz filtros de país, período, gênero de vídeo e tipo de ranking; site diz que algoritmos fazem os cálculos
SÃO PAULO – O YouTube brasileiro estreou nesta semana um canal em que mostra os vídeos mais vistos do site de diversas maneiras. A iniciativa é uma parceria com o banco Itaú e traz diferentes filtros de período, gênero de vídeo e tipo de ranking.
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Os gêneros incluem entretenimento, música e memes e as categorias tem listas como “mais vistos”, “mais comentados” e “mais compartilhados”.
Há também um filtro de país que, além do Brasil, tem México, Estados Unidos, Reino Unido e global. Segundo a assessoria do YouTube, esse tipo de serviço é inédito no mundo.
O site frisa que não há nenhuma interferência editorial nas colocações e que elas são calculadas por algoritmos que coletam automaticamente as informações.
A ferramenta já revelou pelo menos uma novidade para muita gente: a popularidade enorme do grupo de funk carioca Bonde das Maravilhas. O clipe da música “Aquecimento das Maravilhas” está em primeiro lugar entre os mais vistos do dia (27 de fevereiro), com mais de 1,6 milhão de visualizações.
A página ainda tem vários bugs. Por exemplo, algumas tentativas de ver os vídeos brasileiros mais vistos da semana ou do mês deram “zero resultados” como resposta. Tentando de novo depois, os resultados apareceram. Na seção específica de cada vídeo, há dois gráficos: de exibições por dia e visualizações no Brasil, que não funcionam.
YouTube estuda assinaturas pagas
- 29 de janeiro de 2013|
- 18h18
Por Tatiana de Mello Dias
Usuários poderiam pagar de US$ 1 a US$ 5 por mês para acessar canais específicos, diz site
SÃO PAULO – O YouTube quer entrar no mercado do streaming pago. O site de vídeos está se preparando para lançar um modelo de assinaturas para canais específicos, diz o site AdAge.
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O YouTube entrou em contato com um pequeno grupo de produtores para pedir ideias de canais que os usuários poderiam pagar para acessar. O custo seria de US$ 1 a US$ 5 por mês, disseram. Além disso, o YouTube estuda modelos para cobrar por conteúdos específicos e transmissão de vídeos ao vivo, como o modelo pay-per-view da TV a cabo.
As informações são de “várias pessoas que tiveram acesso aos planos”.
O site diz que não se sabe ainda quais empresas oferecerão o conteúdo que será cobrado, mas aposta em empresas que já criaram canais de sucesso no YouTube, como a Machinima, que produz vídeos de games. Os parceiros também poderiam incluir anúncios em seus canais.
A expectativa é que os canais pagos comecem a aparecer ainda no primeiro semestre deste ano. “Diferentes conteúdos exigem diferentes tipos de modelos de pagamento”, disse um posta-voz do Google, segundo o site.
O YouTube já tem um estúdio em Nova York para produção de conteúdo próprio, e outros devem ser abertos ainda em 2013.
‘Gangnam Style’ gera US$ 8 milhões ao Youtube
- 23 de janeiro de 2013|
- 18h02
Por Redação Link
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Foto: Reuters |
SÃO PAULO – O sul-coreano Park Jae-sang, mais conhecido como Psy, assumiu em entrevista ao New York Times (publicada aqui no Link) que não estava preparado para o sucesso do seu hit “Gangnam Style”. Talvez o Google não esperasse também ganhar tanto dinheiro, apenas servindo como plataforma de um vídeo em que um sujeito dança cavalgando. Mas ganhou. A bolada foi de US$ 8 milhões e o acontecimento é usado como “case” pelo direitor de negócios da empresa, o indiano Nikesh Arora, para comprovar o potencial publicitário do site de vídeos.
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O vídeo foi publicado em julho do ano passado e em cinco meses se tornou o primeiro vídeo do Youtube a atingir a marca de 1 bilhão de visualizações. Psy já era um fenômeno na internet e fora dela.
Tanto sucesso gerou muita receita através da plataforma gratuita de vídeos do Google, que acumulou lucros através de publicidade. Com atuais 1,23 bilhões de views, a página do hit gerou US$ 8 milhões só para o Youtube – informações sobre o montante enviado para Psy não foi divulgado.
Veja o vídeo:
O pioneiro dos vídeos para aprender
- 20 de janeiro de 2013|
- 14h55
Por Murilo Roncolato
No Brasil, Salman Khan se surpreendeu com entusiasmo sobre seu projeto
SÃO PAULO – O ex-analista de fundos de investimento e hoje um dos educadores mais populares do mundo, Salman Khan, visitou o Brasil nesta semana e se impressionou com a “energia”.
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“A sensação é de que aqui vocês querem que as coisas aconteçam rapidamente”, disse Khan durante palestra, no Museu de Imagem e Som, em São Paulo. “Nos próximos cinco ou dez anos, tenho certeza, o Brasil será um case de educação para o resto do mundo.”
Em menos de um dia, Khan se encontrou com a presidente Dilma Rousseff, o ministro da Educação Aloizio Mercadante, e fechou uma parceria de R$ 10 milhões com a fundação que leva o sobrenome do homem mais rico do Brasil, Jorge Paulo Lemann. A Khan Academy, organização sem fins lucrativos, já recebeu cerca de US$ 2 milhões do Google e US$ 1,5 milhões da fundação de Bill Gates.
Dilma o convidou a produzir aulas em vídeo para ensino básico. Mercadante comentou os planos para o que chama de Universidade Livre, um arquivo digital de aulas compartilhado entre as 59 instituições federais de ensino superior do País, e disse que as aulas da Khan Academy estarão acessíveis nos 600 mil tablets Android distribuídos pelo MEC a professores de ensino médio. Mas como o app da Khan Academy só está disponível para iOS, o professor terá de assistir às aulas no navegador.
Participe da enquete:
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Leia mais:
• Os educadores da internet
• Rede de ensino
• Link no papel – 21/01/2013
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