BitTorrent promove filme de Hollywood
- 22 de abril de 2013|
- 19h31
Por Redação Link
Visto como uma plataforma para troca de arquivos piratas, o BitTorrent faz parceria para divulgar o filme ‘Arthur Newman’
Richard Verrier
LOS ANGELES TIMES
Numa das mais estranhas reviravoltas na trama em Hollywood, a BitTorrent, empresa de tecnologia cujo nome foi sinônimo de pirataria na internet, hoje está fazendo negócios com a indústria cinematográfica. A empresa de São Francisco associou-se à Cinedigm, distribuidora de filmes independentes em plataformas digitais, para promover o mais novo lançamento da produtora, o filme Arthur Newman, estrelado por Colin Firth e Emily Blunt.
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Esta semana a BitTorrent começará a promover o filme convidando os 170 milhões de usuários do seu software — que facilita a transferência de grandes arquivos de dados — a assistirem os primeiros sete minutos do filme antes da sua estreia nos cinemas, na sexta-feira.
No ano passado a empresa de tecnologia promoveu documentários e álbuns de grupos como o Counting Crows, mas com este acordo firmado com a Cinedigm é a primeira vez que a companhia ajuda a promover um filme de Hollywood. A parceria realça os esforços da companhia para apagar sua imagem de pária como era conhecida quando incentivava os consumidores a baixarem ilegalmente filmes e programas de TV para os seus computadores.
“Conseguimos esta rede maravilhosa de 170 milhões de consumidores entusiasmados”, disse Matt Mason, presidente de marketing da BitTorrent. “Para nós, esta é uma oportunidade para conectar os criadores de conteúdo com seus fãs.”
Este acordo também é o mais novo sinal de distensão entre Hollywood e o Vale do Silício, que foram durante um tempo adversários, mas começaram a encontrar maneiras de trabalhar em conjunto em projetos criativos e na luta contra o roubo de direitos autorais.
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Filme é promovido no site e no software do BitTorrent. Foto: Reprodução |
No ano passado os dois lados lutaram contra um projeto de lei, o chamado Stop Online Piracy Act (Sopa), que visava combater a pirataria. O projeto, apoiado por muita gente em Hollywood, acabou morrendo no Congresso depois de uma campanha vigorosa liderada pelo Google, e outras gigantes da internet.
“Não se trata de tecnologia contra criadores de conteúdo”, disse Jill Calcaterra, diretora de marketing da Cinedigm. “Este é um exemplo de tecnologia e criadores de conteúdo trabalhando juntos para descobrir como ajudar nossas empresas crescerem.”
Até recentemente a BitTorrent era considerada uma empresa que facilitava a pirataria online porque seu protocolo — inventado em 2001 pelo fundador Bram Cohen –, era usado por sites ilegais que permitiam aos usuários baixar versões pirateadas de filmes.
Mas segundo Mason, a companhia está determinada a apagar esta imagem e permitir que os cineastas se beneficiem com os usuários da sua rede que, segundo ele, são consumidores ávidos de entretenimento e mais dispostos a gastar na compra de filmes ou música do que os consumidores médios.
“Sempre fomos uma empresa de tecnologia legítima e dentro da lei, mas não fizemos um bom trabalho no tocante à nossa própria história”, disse ele. “Como empresa temos este enorme problema de percepção da marca e precisamos resolve-lo”.
Não é a primeira vez que a BitTorrent procura se inserir em Hollywood. Em 2007 a empresa tentou lançar uma loja no estilo da iTunes, mas o serviço nunca avançou. “A BitTorrent não é muito boa no tocante a conteúdo”, disse Mason. “Nosso negócio é transferir arquivos o mais rápido possível.”
A companhia espera que outros cineastas percebam a conveniência de usar sua rede para promover filmes e gerar uma nova fonte de receitas de publicidade para a empresa, cujo website atrai mais de um milhão de visitantes por dia.
“O que apreciamos no caso da Cinedigm é que se trata de uma companhia orientada para a tecnologia, empenhada em entender o futuro do conteúdo digital”, disse Mason, que já trabalhou anteriormente com a produtora de “Arthur Newman”, Alisa Tager.
O acordo dá à distribuidora a oportunidade de promover os filmes do seu catálogo cada vez mais extenso para uma ampla audiência global. A empresa, mais conhecida pela instalação de equipamento digital nos cinemas, vem tentando se reinventar como distribuidora importante de filmes independentes nos cinemas e também em novas plataformas digitais.
“Nosso primeiro objetivo é conseguir o maior número possível de pessoas assistindo aos nossos filmes, e o espaço ocupado pela BitTorrent praticamente é insuperável em termos de alcance”, disse Calcaterra.
Segundo Jill Calcaterra, Arthur Newman, que está sendo lançado diretamente nos cinemas, faz parte de uma meia dúzia de filmes que ela pretende promover por meio da sua parceria com a BitTorrent. Eles também estão discutindo a possibilidade de distribuir os filmes através da rede.
“Quando você oferece às pessoas uma alternativa legítima, elas sempre aproveitam”, disse ela. “Foi o que ocorreu com o iTunes.”
/ Tradução de Terezinha Martino
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Leia mais:
• DJ Shadow testa BitTorrent como modelo de negócio
• Brasil fica em 5º lugar em pirataria de música
• Como baixar torrents
5coisas: apps de torrents no celular
- 19 de março de 2013|
- 9h09
Por Vinicius Felix
Aplicativos fazem download diretamente no celular ou remotamente com o desktop
SÃO PAULO – Os aplicativos de torrents para celular e tablet podem te ajudar a encontrar os últimos torrents, controlar os downloads que acontecem no seu desktop ou baixar conteúdo para o próprio dispositivo. Conheça cinco opções disponíveis para Android, iOs e Windows Phone.
1. µTorrent Remote
Com este aplicativo você poderá controlar todos os downloads que estão no µTorrent do seu desktop – adicionar, apagar, iniciar ou parar qualquer torrent. Basta configurar o acesso remoto na sua versão para desktop – veja o guia (em inglês). Android/Windows Phone
2. aTorrent BETA
O aTorrent é a opção para quem procurar baixar conteúdo diretamente para seu dispositivo móvel. Disponível só para Android, ele pesquisa conteúdo diretamente no app. Os usuários já podem ajudar a disponibilizar a tradução para português. Gratuito.
3. µTorrent Remote no iOS
A única forma de ter o µTorrent Remote no iOS é utilizando o macete divulgado no blog do app. Vá ao endereço https://remote.utorrent.com utilizando o navegador Safari e clique no botão “Compartilhar” na parte inferior do navegador. Em seguida, escolha “Adicionar à Tela Início”, para criar um atalho na tela inicial do dispositivo.
Outra opção para usuários do iOS, porém necessita que seu aparelho tenha jailbreak. Com o iTransmission basta ter o link de algum torrent localizado em algum indexador. O app tem código aberto.

5. EZTVDroid 2β
Este aplicativo atualiza remotamente as listas dos últimos programas de televisão que foram postados no site da EZTV. A partir dele você pode transferir a listas para baixar no uTorrent ou Transmission e controlar o download a partir dele. Gratuito.
Congresso dos EUA não para de baixar torrents
- 17 de janeiro de 2013|
- 17h55
Por Murilo Roncolato
Empresa anti-pirataria produz relatório que mostra que downloads ilegais continuam sendo feitos do Capitólio
SÃO PAULO – Em dezembro de 2011, mesma época em que debates sobre a lei antipirataria Sopa fervia no Congresso americano – e no mundo –, o TorrentFreak listou uma série de livros e filmes protegidos por copyright baixados em computadores do… Congresso americano. Meses depois, o cabeça do site Megaupload, Kim Dotcom, também disse maliciosamente que membros do governo americano (principalmente do Departamento de Justiça e do Senado) eram grandes usuários site acusado de armazenar conteúdos pirateados em seu site. A Sopa caiu, Dotcom ainda está em prisão domiciliar e o Congresso americano continua baixando torrents a todo vapor.
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Saiu nesta semana uma nova lista que agrupa downloads de torrents feito entre outubro e novembro em IPs que apontam para o Capitólio. O relatório foi feito pela empresa ScanEye, que mantém um trabalho internacional contra pirataria.
Na lista, episódios das séries Glee, CSI, The Middle, Dexter, Supernatural, The Voice, Person of Interest, The Walking Dead, 30 Rock e Game of Thrones. Entre os filmes, títulos como o último sobre o Batman (The Dark Knight Rises), Life of Pi (A vida de Pi, 2012), Tron: Legacy (2010), The Smurfs (2011); e ainda, curiosamente, títulos que nem saíram no cinema como The Good Dinosaur (2014) e Bad Santa 2, previsto para este ano.
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Leia mais:
• Megaupload era popular dentro do governo
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• Vem aí a geração que vai subverter o direito autoral
• Portugal decide: baixar músicas e filmes não é crime
• Lei antipirataria da França é desperdício de dinheiro
Set-top box baixa e faz streaming de torrents
- 16 de janeiro de 2013|
- 12h33
Por Murilo Roncolato
Aparelho para televisores da BitTorrent acessa biblioteca de PCs e baixa torrents diretamente da TV
SÃO PAULO – A chinesa BBK Electronics lançou em parceria com a BitTorrent um set-top box que executa arquivos baixados de torrents diretamente do PC e baixa conteúdo diretamente do aparelho conectado. O BBK BitTorrent vem com Android 4.0 e é vendido na Europa por 90 euros.
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Segundo o TorrentFreak, já haviam caixas multimídias como esta que executava arquivos baixados de torrents, mas este é o primeiro a fazer o streaming wireless diretamente dos clients uTorrent e BitTorrent. O aparelho também é compatível com Vuze e iTunes.
Além disso, é possível carregar arquivos .torrent acessíveis via entrada USB. O set-top box então baixa o conteúdo e pode rodar o arquivo assim que concluído o download. Para fugir do controle legal de países europeus que se esforçam para cercar a pirataria online, o set-top box com Android dispõem de aplicativos de VPN (virtual private network), que permite a navegação anônima.
A empresa só comercializa e entrega o produto a países europeus. Para mais informações, acesse o site.
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Game of Thrones é campeã de pirataria
- 25 de dezembro de 2012|
- 13h50
Por Agências
Série chegou a ter mais de 4,2 milhões de downloads ilegais de um só episódio em 2012; informações são do TorrentFreak
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SÃO PAULO – A série Game of Thrones foi a atração de TV mais pirateada pela internet neste ano, segundo o relatório anual publicado pelo site TorrentFreak.
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De acordo com o site, foram feitos 4.280.000 downloads ilegais de um episódio da série, o que representa mais do que a audiência média da série nos Estados Unidos.
O Torrentfreak afirmou que houve um ”pequeno aumento” no download ilegal pela internet.
O aumento se deu mesmo após uma ampliação nos esforços para bloquear sites que fornecem acesso a conteúdos que infringem direitos autorais.
Investigações realizadas por autoridades dos Estados Unidos, México e Ucrânia levaram ao fechamento de dois dos mais populares sites de compartilhamento ilegal de arquivos em todo o mundo, o Megaupload e o Demonoid.
Game of Thrones é uma adaptação da série de livros fantásticos A Song of Ice and Fire, de George R. R. Martin. O seriado, farto em intriga política, violência e sexo, narra as aventuras fantásticas vividas nos sete reinos imaginários de Westeros, onde verões e invernos duram décadas inteiras.
RESTRIÇÕES
O elevado número de download ilegais da série pode estar ligado ao fato de que a HBO, a emissora de TV paga que produz a série, não permite que serviços de streaming americanos, como Netflix, Hulu, Amazon Prime e outros, tenham acesso aos seus programas.
Para ter acesso à programação da HBO, é preciso acessar o serviço de streaming da emissora, o HBO Go Online, que só está disponível para seus assinantes.
Segundo o Torrentfreak, além dos Estados Unidos, a Austrália é um dos países que mais responde pelo download ilegal de episódios de Game of Thrones. Isso estaria ligado ao fato de que os capítulos da série são exibidos na Austrália uma semana depois da exibição original nos Estados Unidos.
Na opinião do editor do Torrentfreak, Ernesto Van Der Sar, o pirateamento de programas de TV poderia ser reduzido se os produtores de algumas das atrações televisivas mais pirateadas tornassem o conteúdo acessível a um número maior de pessoas.
”Nem todas as pessoas que pirateiam o fazem porque é de graça, a disponibilidade também é um grande fator. A maior parte dos títulos que integram a lista de 10 séries mais pirateadas estão protegidos por paywalls e não são amplamente distribuídos. Se as companhias de TV as oferecessem a uma audiência maior, a pirataria seria menor do que é atualmente”, afirma Van Der Sar.
”Mas não tenho certeza de que do ponto de vista dos lucros essa seria a melhor decisão, já que eles se valem dessas assinaturas caras e ainda conseguem vender muitas delas. Se eles fossem permitir que as pessoas baixassem episódios avulsos do Netflix, por exemplo, eles provavelmente não fariam tanto dinheiro”, acrescenta o editor do Torrentfreak.
MEDIDAS ANTIPIRATARIA
Diversos países estão tomando ações para coibir a pirataria. Os Estados Unidos e a Rússia – um dos países onde mais ocorrem downloads ilegais – assinaram um tratado conjunto se comprometendo a apreender e destruir equipamentos usados para piratear arquivos, a atuar juntos na criação de leis de combate aos downloads ilegais.
Entre as possíveis medidas estaria uma lei a ser implementada na Rússia que faria com que servidores de internet possam ser punidos por dispor de conteúdo pirata em suas redes.
Os grandes servidores de internet americanos intruduzirão a partir do ano que vem um plano mediante o qual suspeitos de pirataria receberiam uma série de cartas de advertência e, se não cumprirem as determinações, estariam sujeitos a punições como a redução da largura da banda e outras.
A Grã-Bretanha também pretende adotar medidas similiares a partir de 2013.
/ BBC Brasil
Pirate Bay transfere arquivos para nuvem
- 17 de outubro de 2012|
- 18h42
Por Murilo Roncolato
O TPB abandonou o uso de servidores físicos para evitar perdas em caso de intervenção policial
SÃO PAULO – O site de torrents mais popular e mais perseguido do mundo anunciou nesta quarta-feira, 17, ter tomado uma medida para se tornar inatingível. O The Pirate Bay transferiu todo seu conteúdo de servidores físicos para a nuvem, circulando entre provedores de armazenamento. Embora não altere a usabilidade do site, a mudança deve diminuir custos, reduzir muito as chances de a página ser derrubada por autoridades legais, além de garantir maior proteção de identidade dos usuários.
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Em um post, o TPB explica:
“Nossos dados fluem por milhares de nuvens, fortemente encriptados, prontos para serem usados quando necessário. Os vários nós que transformam nossos dados no chão também estão encriptados e se desligarão automaticamente caso não recebam nenhum tipo de comunicação no prazo de oito horas”, explicando o sistema de segurança que impede que os dados sejam capturados por alguma autoridade legal.
“Todas as tentativas de atacar o TPB a partir de agora são um ataque a tudo e a nada. O site que você está agora [thepiratebay.se] continuará aqui, pelo tempo que quisermos que ele esteja. Só que em uma forma mais elevada. Uma realidade para nós. Um fantasma para aqueles que desejam nos prejudicar.”
Atualmente o Pirate Bay é operado por provedores de armazenamento em nuvem localizados em dois países.
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Leia mais:
• Camboja deporta fundador do Pirate Bay
• Os piratas sempre vencem
• Fundador do Pirate Bay pede perdão à Justiça
• Paulo Coelho defende copyright mais flexível
Google censura Pirate Bay
- 11 de setembro de 2012|
- 18h12
Por Redação Link
Site de compartilhamento de torrents sumiu do recurso de ‘autocompletar’ nas buscas
SÃO PAULO – Se alguém for procurar pelo Pirate Bay e esperar o Google completar sozinho o nome do site antes de terminar de escrever, vai cansar de esperar (ou de digitar). A empresa impediu que seu buscador colocasse o site pirata na lista de sugestões do campo de buscas.
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Esse é mais um capítulo da política do Google de combater a pirataria impedindo sites que distribuem conteúdo ilegal de aparecer nos resultados. Outros temos de pesquisa como “utorrent”, “BitTorrent” e “RapidShare” sofrem com a restrição desde o ano passado. Outra tática usada é a de colocar esses endereços em posições inferiores nos resultados.

Falando ao TorrentFreak, um representante do Pirate Bay disse não estar incomodado com a decisão, já que uma pequena parcela do tráfego vem de buscas no Google. Porém, o blog diz que a queda no número de buscas é significativo.
A estratégia está funcionando, segundo o TorrentFreak. Desde janeiro, quando o “autocompletar” começou a censurar os sites de torrents e compartilhamento de arquivos, a queda no número de buscas foi grande.
A redação do Link tentou fazer a busca: em alguns computadores, o recurso completava o endereço do Pirate Bay, em outros não. Já no Bing, buscador da Microsoft e concorrente do Google, apareciam ambos os endereços do site.
Demonoid é fechado pela Ucrânia
- 6 de agosto de 2012|
- 16h47
Por Tatiana de Mello Dias
Fechamento do site de torrents teria ocorrido por pressão dos Estados Unidos
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SÃO PAULO – O Demonoid, um dos principais sites de busca por torrents, foi fechado. Hospedado na Ucrânia, o site passou por instabilidades na semana passada depois de ter sido vítima de um ataque DDoS. Seus servidores foram invadidos e, finalmente, o site foi atingido por uma intervenção do governo ucraniano.
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Embora o site não violasse as leis locais, ele era bloqueado na Ucrânia. O TorrentFreak aposta que o fechamento dele (seus servidores foram lacrados pelo governo) ocorreram depois de uma intervenção do governo norte-americano. Segundo o site, o primeiro-ministro em exercício da Ucrânia, Valery Khoroshkovsky, está visitando os EUA para discutir propriedade intelectual.
A teoria não é furada. Afinal, os EUA têm se dedicado a ações de combate à pirataria muito além de suas fronteiras. Basta se lembrar do caso Megaupload, cujo fundador, o alemão Kim Dotcom, foi preso na Nova Zelândia por manter o site de hospedagem, e também do caso do britânico Richard O’Dwyer, que pode ser extraditado para os EUA por ter criado um site de compartilhamento de filmes, mesmo sem nunca ter colocado os pés ali.
O Demonoid, fechado para convidados, era um dos mais antigos sites de torrents. O site já havia sido fechado uma vez, em 2008, mas voltou ao ar logo depois. Ele era hospedado pelo ColoCall, a maior empresa de hospedagem da Ucrânia. Segundo um porta-voz da empresa, os investigadores copiaram toda a informação que havia nos servidores da empresa, além de lacrá-los.
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Leia mais:
• Richard O’Dwyer: Procurado
• Kim Dotcom: Bicho-papão
Fundador de site de download é preso na Alemanha
- 6 de junho de 2012|
- 18h49
Por Redação Link
O Kino.to foi tirado do ar e seu fundador preso; acusado confessou crime visando redução de pena
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SÃO PAULO – Mais um dono de site de torrents foi acusado de pirataria e preso. Com o objetivo de diminuir sua pena, Dirk Bogarde confessou, nesta quarta-feira, 6, estar ciente da violação de direitos autorais através do Kino.to. A pena agora pode chegar a quatro anos e dez meses.
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Em audiência no Tribunal de Leipzig, o advogado que representava Bogarde, de 39 anos, lamentou as infrações e disse que seu cliente havia “sucumbido à tentação” após descobrir a oportunidade de fazer dinheiro em sites como o dele. Depois, disse ter criado consciência de que “a liberdade na internet tem limites”.
O Kino.to existia desde 2008 e contava com certa de quatro milhões de acessos diários. Pelas contas das autoridades, havia cerca de 135 mil filmes, séries e documentários ilegalmente disponibilizados no site para download. Só de publicidade, Dirk Bogarde já recebeu cerca de 6 milhões de euros com seu portal.
O Kino.to está ao lado de sites como PeliculasYonkis, SeriesYonkis, Taringa, entre outros que se tornaram alvo de operação policial em janeiro, juntamente com o popular MegaUpload, que levou à prisão de Kim Dotcom, seu fundador.
O tribunal considerou a confissão lida pelo advogado como “motivada por arrependimento”. Bogarde abriu mão de sua fortuna e foi obrigado a ceder aparelhos móveis e laptops para investigação. O acusado ainda pode cumprir sua pena em regime aberto.
A sentença será publicada na quinta-feira da semana que vem.
/com informações da EFE
Bloqueado, Pirate Bay depende de alternativas
- 29 de maio de 2012|
- 20h38
Por Murilo Roncolato
Site de torrents mais popular do mundo luta para se manter acessível depois que tribunal decidiu pelo seu bloqueio
SÃO PAULO – Após ter sido bloqueado por diversas operadoras de internet no Reino Unido, o site de torrents The Pirate Bay está contando com a ajuda de web proxies criados por usuários para garantir acesso à página.
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Desde o início de maio, o TPB foi bloqueado por cinco das maiores operadoras britânicas (e fora de lá também). A saída foi liberar o acesso diretamente por IP (194.71.107.80), o que provocou uma onda de proxies, páginas que fazem uma ponte alternativa entre o usuário e o servidor do TPB. Há uma lista com vários deles aqui.
Nem todos os proxies são seguros, alertou o próprio TPB em um post no blog oficial. O melhor caminho para quem não consegue acessar a página pelo endereço oficial ainda é via IP.
“Tome cuidado e não seja enganado. Há um guerra em curso. É a mafia contra a população. Façamos garantir que o povo ganhe”, diz o texto.
Segundo o site TorrentFreak, dias após o bloqueio o TPB viu seus acessos aumentarem em 12 milhões. A discussão pelos tribunais britânicos acabaram funcionam como uma espécie de propaganda para o portal mais utilizado por quem procura todo e qualquer tipo de arquivo para baixar (músicas, filmes, jogos e softwares de serviço). Além dele, outra página que viu seus acessos crescerem como consequência da grande discussão pública foi o do Partido Pirata britânico, com quase 2 milhões de novos acessos.
Os fundadores do site brigavam há anos no tribunal acusados de infringir direitos autorais e promover a pirataria. Em março deste ano, a briga se encerrou após um tribunal decidir que os fundadores deveriam pagar multa e cumprirem sentença na Suécia.
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Leia mais:
• Como baixar torrents
• Piratas no espaço
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