Estadão.com.br

Netflix faz acordo com DreamWorks

  • 17 de junho de 2013|
  • 15h19

Por Agências

Produtora responsável por filmes como ‘Shrek’, ‘Madagascar’ e ‘Kung Fu Panda’ levará programação à Netflix

EUA – O serviço de transmissão de vídeos Netflix está reforçando seu menu de programação original por meio de um acordo de vários anos com a DreamWorks Animation, responsável por filmes como Shrek, Madagascar e Kung Fu Panda.

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A DreamWorks disse que o acordo, que envolve 300 horas de nova programação, é a base de uma importante iniciativa para expandir sua produção e distribuição para televisão.

O acordo é o maior da Netflix para programação original, disseram as empresas em um comunicado.

Companhias de transmissão online como Netflix, Amazon e Hulu estão investindo pesado em conteúdo, enquanto competem umas com as outras por uma fatia do mercado em rápida expansão de filmes e programas de televisão distribuídos via Internet.

A Netflix vai lançar novos programas da DreamWorks em todos os territórios em que atua. A primeira nova série anunciada nesta segunda-feira deve estar disponível em 2014.

/ REUTERS

BMI processa Pandora por taxas mais altas a compositores

  • 14 de junho de 2013|
  • 18h35

Por Agências

Organização cobra licenças em nome de mais de 600 mil compositores filiados à organização e processa serviço de streaming

A Broadcast Music Inc (BMI), organização de proteção dos direitos autorais de compositores, está processando o Pandora depois que a empresa de rádio pela internet se recusou a pagar uma licença mais alta para tocar canções em dispositivos variados, incluindo celulares.

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Em ação apresentada ao Tribunal Federal de Manhattan, a BMI afirmou que havia proposto um aumento nas taxas cobradas do Pandora “em consonância com os preços do mercado para refletir o crescimento explosivo do serviço de streaming de música na internet”.

A BMI cobra licenças em nome de mais de 600 mil compositores filiados à organização, distribuindo os royalties aos artistas que têm suas obras executadas.

Um dos maiores desafios do Pandora é o crescente custo do licenciamento de músicas, que avança com a maior adesão dos usuários ao serviço. A empresa tinha cerca de 70,8 milhões de ouvintes ativos até o fim de maio.

Enquanto a questão não é resolvida na justiça, a BMI disse que negociou o uma licença provisória a ser paga pelo Pandora a partir do dia 1º de janeiro.

/REUTERS

Apple apresenta serviço de música e o iOS 7

  • 10 de junho de 2013|
  • 13h44

Por Redação Link

Sistema para tablets e smartphones ganha a maior reformulação já feita desde o lançamento do iPhone em 2007 

Filipe Serrano
Augusto Calil

Especial para o ‘Estado’ 

SÃO FRANCISCO –  Na abertura de sua conferência anual de desenvolvedores, a Apple mostrou nesta segunda-feira, 10, as últimas atualizações em termos de software da empresa. Entre as principais novidades estão um serviço de música por streaming chamado iTunes Radio e uma nova versão do iOS 7, sistema operacional para smartphones e tablets da empresa. Além disso, a Apple mostrou como será a próxima versão do seu sistema para computadores, o Mac OS X Mavericks, e novas linhas de notebooks Macbook Air e um novo Mac Pro com gabinete em formato cilíndrico.

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O  iOS 7 agora tem uma aparência mais leve, com texturas translúcidas e efeitos gráficos de acordo com o movimento do aparelho. “É a maior mudança no iOS desde o lançamento do iPhone (em 2007”, afirmou o presidente executivo da Apple, Tim Cook.

Foto: Stephen Lam/REUTERS

O sistema estará disponível para a maior parte dos aparelhos da empresa, entre eles as versões mais recentes do iPhone (a partir do 4), do iPad (a partir do 2) e do iPod Touch (quarta geração).  A atualização do sistema deve ser disponibilizada aos consumidores no segundo semestre, durante o outono no Hemisfério Norte, segundo a Apple.

Todo o visual do sistema foi modificado, desde os ícones de aplicativos na tela inicial ao álbum de fotografias que, no iOS 7, organiza as imagens automaticamente de acordo com a localização em que foram tiradas.

O Siri, sistema de reconhecimento de  voz, também ganhou uma nova versão.  A ferramenta agora identifica comandos diferentes como “reproduza o último recado no voicemail” e está integrada aos aplicativos de redes sociais como o Twitter.

A Apple ainda revelou que está trabalhando com fabricantes de carros para criar uma versão modificada do iOS que pode ser usada em sistemas eletrônicos de automóveis. A novidade é esperada para 2014 e pode facilitar o uso de serviços online por motoristas. O reconhecimento de voz do Siri poderá ser usado nos carros, segundo a Apple.

Música. O novo serviço de música da Apple, o iTunes Radio, será incorporado ao aplicativo de música no iOS 7, nos smartphonees e tablets da empresa. Ele também funcionará em computadores (Macs e PCs) e na Apple TV e chega aos consumidores dos Estados Unidos também no segundo semestre. Não há data de lançamento para outros países, incluindo o Brasil. O serviço é gratuito e permite ouvir a cerca de 200 “estações” personalizadas, de músicas disponíveis na iTunes Store. A Apple não disse qual é o tamanho do catálogo do serviço.

O iTunes Radio é personalizado. Ele aprende qual o gosto musical da pessoa de acordo com as músicas ouvidas ou que o usuário marcou como favorita ou indicou para que não sejam tocadas. É um sistema semelhante ao de outros serviços de streaming como o Pandora e Spotify.

“Nossa meta na Apple é criar produtos que enriqueçam a vida das pessoas”, afirmou Tim Cook.

Nos últimos meses, a Apple tem sido questionada por analistas sobre sua capacidade de continuar inovando em seus produtos. Com vendas de iPhones estáveis nos últimos dois trimestres, a empresa passou a ser pressionada a apresentar mais novidades para seus aparelhos.

Por isso, além das novidades na área de software, a Apple também aproveitou o evento desta segunda-feira para mostrar um novo modelo do Macbook Air, com mais autonomia de bateria, que já começa a ser vendido nos Estados Unidos a partir de hoje.

A Apple mostrou ainda um novo modelo do seu computador de mesa, Mac Pro, destinado principalmente a profissionais que precisam de uma máquina de alto desempenho, para trabalhar com edição de vídeo e imagem. O aparelho tem um gabinete em formato cilíndrico, com um design bastante diferente dos últimos modelos. Phil Schiller, vice-presidente de marketing, aproveitou para criticar as recentes análises questionando a capacidade da Apple para continuar inovando.

O Link está em São Francisco para cobrir o evento. Acompanhe as novidades no Twitter, Facebook, Instagram e no site do Link. A apresentação da Apple começou às 14h (horário de Brasília). O evento teve transmissão ao vivo da Apple pela internet, pela Apple TV e por meio de aparelhos com o sistema iOS.

* Última atualização 16h49

Apple faz acordo de música com a Warner

  • 3 de junho de 2013|
  • 18h55

Por Agências

Segundo jornais dos EUA, empresa planeja lançar um serviço de música pela internet na semana que vem

SÃO FRANCISCO – A Apple assinou um acordo com a Warner Music Group por licenças de música em um esforço para criar um serviço de transmissão pela internet, o chamado streaming, que será revelado em uma conferência de seus desenvolvedores na próxima semana, informaram o New York Times e o Wall Street Journal nesta segunda-feira, citando fontes anônimas.

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A fabricante do iPhone tem considerado um serviço de streaming de música para complementar o iTunes desde o ano passado, mas o progresso da discussão de acordos com as gravadoras tem sido lento, disseram fontes à agência Reuters.

Um porta-voz da Apple não pôde ser imediatamente contatado para comentar o assunto.

A Apple fechou o acordo com a Warner no fim de semana, para música gravada e para direitos de publicação, informou o New York Times atribuindo a informação a pessoas informadas sobre as negociações. A fabricante do iPhone também assinou um contrato com a Universal Music Group apenas para seus direitos de músicas gravadas, segundo o jornal.

A Apple também está em negociações para direitos musicais com a Sony Music Entertainment e o braço Sony/ATV da Sony, disseram os jornais.

A Apple pode ter dificuldade para lançar um serviço de streaming de música em sua conferência de desenvolvedores que começa em 10 de junho em São Francisco, sem um acordo com a Sony.

/ REUTERS

Yahoo oferece US$ 800 mil pelo site Hulu

  • 27 de maio de 2013|
  • 17h58

Por Ligia Aguilhar

Uma semana após anunciar a compra do Tumblr, empresa comandada por Marissa Meyer segue em busca de novas aquisições

SÃO PAULO - Há menos de um ano à frente do Yahoo, Marissa Mayer já adquiriu mais de uma dezena de startups. A mais recente foi a compra bilionária do Tumblr, por US$ 1,1 bilhão, na última segunda-feira.
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Esta semana, o Yahoo já tem um novo foco: o site de streaming de vídeos Hulu, controlado com um trio de gigantes formado pela News Corp. , Disney e Comcast.

Fontes próximas à empresa afirmam que o Yahoo fez uma oferta entre US$ 600 milhões e US$ 800 milhões pelo Hulu.

O valor varia de acordo com as circunstâncias – como a duração da licença sobre os direitos do conteúdo e quanto controle as empresas de programação que estão vendendo o Hulu têm sobre o conteúdo.

Há dois anos, no entanto, o Hulu pediu US$ 2 bilhões em uma oferta de aquisição, o que sinaliza que as negociações podem não ir pra frente por uma oferta menor do que US$ 1 bilhão. Além disso, outras sete empresas estariam interessadas em adquirir o serviço, segundo o TechCrunch. Entre elas está a DirecTV e a Time Warner.

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Yahoo reforma site inspirado no Facebook

Google aquece briga pela música online

  • 19 de maio de 2013|
  • 18h00

Por Redação Link

Empresa se adianta à Apple e lança seu serviço de música digital por streaming; novidade pode impulsionar setor

Camilo Rocha
Ligia Aguilhar

SÃO PAULO – Um dos anúncios mais esperados do Google I/O, conferência de desenvolvedores realizada semana passada, foi o lançamento do serviço de streaming musical da empresa, o Google Play Music All Access. Inicialmente disponível apenas nos Estados Unidos, o serviço tem versões para o sistema Android e a para a web por US$ 9,99 ao mês – US$ 7,99 até 30 de junho.

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Chris Yerga, diretor de
engenharia do Android apresenta o Google Play Music All Access no Google I/O. FOTO: John G. Mabanglo/EFE

O Google já mantém o YouTube, considerado o maior site de streaming do mundo. Em 2012, os dez vídeos mais vistos pelos brasileiros no site eram todos de música. Com o novo serviço, a empresa oferece uma opção paga e mais organizada, além de reforçar a presença em um dos mercados mais quentes do entretenimento digital.

O Google chega num terreno ocupado por empresas menores e já estabelecidas, como o Spotify, atual líder mundial, Pandora, Rdio e Deezer. Juntas, essas empresas movimentaram mais de US$ 1 bilhão em 2012.

Nos serviços de streaming, o usuário paga uma assinatura mensal para ter acesso ilimitado a um vasto acervo online de músicas. “Esses modelos baseados em assinatura serão grandes pilares de crescimento da indústria musical nos próximos anos”, diz Cláudio Vargas, vice-presidente de novos negócios da Sony Brasil.

O streaming é considerado a salvação para uma indústria que passou a última década sendo atropelada pelo compartilhamento de música online. Embora refute essa ideia, Fabio Silveira, gerente de novas mídias da Deckdisc, maior selo independente do Brasil, considera o serviço uma arma poderosa contra a sangria desatada da pirataria. “É a resposta que as gravadoras deveriam ter sido capazes de dar anos atrás. O valor é acessível, todo mundo pode pagar.”

Mathieu Le Roux, diretor do Deezer para a América Latina, concorda. “Hoje, 90% da minha concorrência é a pirataria, que tem um impacto muito maior no negócio do que o Google e a Apple reunidos”, diz.

A chegada do Google pode ser um ponto de virada para um mercado que soma 20 milhões de assinantes no mundo. “É um número pequeno diante do potencial do serviço. A entrada de grandes players como o Google mostra que o streaming é um bom negócio”, diz Vargas.

No Brasil, esse mercado ainda é incipiente. Segundo a Associação Brasileira de Produtores de Disco (ABPD), em 2012, a música digital chegou a 28,37% do mercado total de música no País. O papel do streaming por assinatura ainda é pequeno: 25,3% da receita com o digital. Ou seja, o serviço ainda precisa crescer muito para causar impacto no bolo geral da indústria. “Sou defensor fervoroso do streaming. Mas a remuneração é muito baixa e o sistema é complexo e caro. Quem mais ganha hoje são as empresas de tecnologia”, diz Maurício Tagliari, sócio do selo YB Music, casa de artistas como Tulipa Ruiz.

Um estudo da Merlin, agência global de direitos autorais que representa selos e artistas independente aponta que os associados da agência esperam arrecadar US$ 65 milhões em royalties de serviços de streaming em 2013. Dividido entre os 20 mil membros, o valor total representa apenas US$ 3,2 mil para cada selo.

“O streaming não vai representar 100% da renda e artistas, mas vai ter uma posição importante na remuneração. Em alguns países já é maior do que as vendas em download”, diz Le Roux, da Deezer.

Vargas, da Sony, ameniza. “É um modelo diferente e, portanto, a remuneração é diferente para a cadeia como um todo. É uma nova economia para um novo consumidor”, diz.

STREAMING |

O que é?
Forma de transferência de dados que permite tocar vídeo ou música direto da internet, sem baixar.

Como funciona?
Em vez de baixar o arquivo , o streaming permite que a música comece a ser escutada enquanto o arquivo é carregado.

Velocidade
O sistema é mais rápido porque a música não fica armazenada no computador, mas apenas no cache. Dessa forma, a transmissão não viola os direitos autorais.

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Leia mais:
• Cenário: Streaming é apenas mais uma fonte de renda para a indústria
• Page revela lado pessoal no evento
Link no papel – 20/5/2013

Dois serviços de streaming do Google?

  • 15 de maio de 2013|
  • 13h01

Por Camilo Rocha

Anúncio deve ocorrer na conferência de desenvolvedores I/O, nesta quarta

SÃO PAULO – O Google deve anunciar dois serviços de streaming musical por assinatura em sua conferência de desenvolvedores, Google I/O, nesta quarta-feira, 15.

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A empresa teria assinado acordos de licenciamento com as gravadoras Universal e Sony para esse fim, segundo informou o site The Verge, citando fontes na indústria musical. Um acordo com a Warner teria sido firmado no começo deste ano.

A imprensa estrangeira tem reportado informações diversas sobre o assunto. O The Verge disse que os serviços seriam vinculados ao YouTube e à loja Google Play, segundo o The Verge. Já o Wall Street Journal informou que o acordo relacionado ao YouTube seriam “extensões” de áudio das licenças já existentes para os vídeos. O New York Times escreveu que nenhum dos dois serviços oferecerá uma opção gratuita de assinatura.

Analistas comentam que o Google chega atrasado na área, mas que ainda assim está à frente da Apple, que tem no streaming uma ameaça ao reinado do seu iTunes.

Amazon prepara celular com tela 3D, diz jornal

  • 9 de maio de 2013|
  • 18h00

Por Anna Carolina Papp

Segundo fontes ouvidas pelo jornal, imagens “flutuariam” sobre a tela do smartphone; dispositivos de mídia também estariam a caminho

SÃO PAULO – Depois de se consolidar no mercado de tablets e leitores eletrônicos com seu bem-sucedido Kindle, a Amazon poderá ampliar sua gama de produtos de hardware. Segundo o jornal inglês The Wall Street Journal, fontes próximas à empresa disseram que a companhia de Jeff Bezos estaria desenvolvendo dois smartphones, sendo um deles  com tela em 3D.

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Presidente Jeff Bezos apresentou o tablet Kindle Fire em conferência. FOTO: Shannon Stapleton/Reuters

Para utilizar o dispositivo e ter a experiência tridimensional, não seria necessário usar quaisquer óculos especiais. Segundo o jornal, o aparelho teria uma tecnologia de rastreamento ocular que faria as imagens “flutuarem” por cima da tela, como um holograma.

Os usuários poderiam, então, navegar pelo conteúdo apenas movimentando os olhos. Segundo as fontes ouvidas pelo WSJ, o celular chegaria ao mercado nos próximos meses.

Além disso, a Amazon também estaria fabricando dispositivos de mídia: um player com serviço de streaming de músicas e um aparelho voltado à transmissão de filmes e séries de TV online. A Amazon não se pronunciou sobre os rumores.

Esta não é a primeira especulação sobre planos da companhia de Bezos em lançar um smartphone, a fim de competir com iPhones e Androids em um mercado que segue em crescimento.

Rumores sobre o lançamento de um celular próprio circulam desde o ano passado, inclusive com um serviço de mapas em 3D; no entanto, nunca foram confirmados pela empresa.

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Leia mais:
• Smartphone da Amazon?
• Amazon testa smartphone próprio, diz WSJ
• Tensão pré-Amazon

Twitter lança serviço #Music

  • 18 de abril de 2013|
  • 13h18

Por Ligia Aguilhar

Após especulações sobre a novidade, rede de microblogs anuncia serviço que sugere músicas e artistas com base em informações do perfil do usuário

SÃO PAULO – O Twitter acabou com as especulações e lançou nesta quinta-feira, 18, o Twitter #Music – serviço que sugere novos artistas e músicas para ouvir baseado em dados do perfil e nas contas que o usuário segue. O serviço está disponível na web e para usuários do sistema iOS.

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Os primeiros países a terem acesso ao #Music são os Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Irlanda, Austrália e Nova Zelândia.

Ainda não há previsão de quando o serviço chegará ao Brasil, mas o Twitter diz que “com o passar do tempo”, o #Music será lançado também em outros países e na plataforma Android.

Como funciona

O aplicativo possui quatro abas:

• “Popular”: mostra as músicas e artistas mais populares do momento;
• “Emerging”: sugere artistas e canções que estão ganhando popularidade na rede
• “Suggested”: sugere músicas e artistas com base nas contas e perfis que o usuário segue  – ao clicar no ícone de um artista, o usuário pode ver a música mais famosa, seguir a conta do artista ou acessar a conta dele no Twitter para ter mais informações;
• “Now Playing”: permite que o usuário conferira e escute as músicas tweetadas pelas pessoas que ele segue.

FOTO: Divulgação

As músicas do serviço virão de três outros serviços: iTunes, Spotify e Rdio. Os assinantes do Spotify e Rdio já podem usar o login de suas contas para ter acesso às faixas completas dos catálogos. Já no iTunes, o acervo ficará limitado a previews. No blog oficial do Twitter, a empresa diz que planeja incorporar outros serviços semelhantes no futuro.

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Leia mais:
Jack Dorsey: Rumo à política
‘Twitter pode ser mais relevante’, diz fundador

Spotify se expande para América Latina e Ásia

  • 16 de abril de 2013|
  • 14h42

Por Agências

Serviço de streaming de música vai ser lançado no México e mais sete países, incluindo Hong Kong, Estônia e Islândia

ESTOCOLMO – O serviço de transmissão de música pela internet Spotify anunciou nesta terça-feira, 16, que está se expandindo para a Ásia e América Latina, ao divulgar planos de lançamento em oito novos países, conforme tenta alcançar a rival maior Pandora Media e se manter à frente de novos concorrentes no setor.

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O Spotify, que tem cerca de 24 milhões de usuários “ativos” — aqueles que usaram o serviço nos últimos 30 dias – e 6 milhões de assinantes pagantes, disse que oferecerá seus serviços em 28 mercados em todo o mundo.

“Nós estamos dando os primeiros passos na América Latina com o México, e na Ásia, com Hong Kong, Malásia e Cingapura”, disse a empresa na página de seu blog, na terça-feira. “Além disso, estamos muito contentes em fazer novos amigos na Estônia, Letônia, Lituânia e Islândia.”

A empresa com sede em Estocolmo já oferece serviços nos Estados Unidos, na maior parte da Europa, Austrália e Nova Zelândia.

Lançado em 2008, o Spotify é um serviço gratuito de streaming sob demanda. As pessoas podem pagar para ouvir música sem interrupções de publicidade e podem reproduzir listas e preferências em qualquer dispositivo, a qualquer momento.

O Spotify, que faz acordos de royalties com as gravadoras, paga cerca de 70% de sua receita aos detentores de direitos.

Música em streaming e sob demanda deu um salto em popularidade junto com o uso de celulares inteligentes, mas empresas como Spotify e Pandora, que tinham 69,5 milhões de usuários no final de março, têm enfrentado dificuldades para lucrar, devido ao custo dos pagamentos de royalties.

No entanto, o setor tem atraído grande interesse de gigantes mundiais de tecnologia como Google, Amazon.com e Apple, que consideram o streaming de música como algo crucial para expandir a sua presença no mundo dos smartphones.

/ REUTERS

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