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Twitter é o mais popular entre as grandes empresas

  • 17 de julho de 2012|
  • 17h24

Por Agências

Quatro em cinco das empresas listadas na Fortune têm conta no Twitter; rede sai na frente de Youtube e Facebook

MADRI – O Twitter é a rede social mais utilizada entre as grandes empresas do mundo, aponta o “Estudo Global Social Mídia Check-up”, realizado pela Burson-Marsteller e divulgado nesta terça-feira, 17.

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O relatório aponta que 80% das 100 primeiras empresas que estão na lista elaborada pela revista “Fortune”, que inclui nomes como Telefônica, Santander e Repsol, possuem pelo menos uma conta nesta rede.

Cada uma destas empresas, situadas entre as 100 primeiras na lista da “Fortune”, tem uma média de quase 15 mil seguidores no Twitter, um número que foi triplicado a partir de 2011.

Depois do Twitter, as redes sociais mais utilizadas pelas grandes companhias são YouTube e Facebook. Isso porque, 79% destas empresas possuem um canal próprio no site do YouTube, sendo que no último ano esse índice era situado em 57%.

No caso do Facebook, o número de empresas que possui pelo menos uma página nesta plataforma é de 74%. Apesar de sua recente implementação, a rede Google+ também já é utilizada por 48% das grandes corporações.

O “Estudo Global Social Media Check-up” foi desenvolvido pela empresa Burson-Marsteller, com dados da Visible Technologies, que se dedica ao acompanhamento, análise e serviços de mídias sociais para empresas internacionais.

/EFE

Tablet mais barato do mundo no Brasil

  • 12 de dezembro de 2011|
  • 22h22

Por Redação Link

A empresa que fabrica o Aakash na Índia por vir para o Brasil atraída pelos benefícios da isenção fiscal

Estudantes exibem o ‘Aakash’. FOTO: Parivartan Sharma/Reuters

SÃO PAULO – A DataWind, fabricante do tablet apontado como o mais barato do mundo, pode vir para o Brasil a fim de produzir o aparelho fazendo uso dos benefícios das leis de isenção fiscal. A empresa tem fábricas na Índia onde produz, com subsídio do governo, o tablet UbiSlate ou “Aakash”, voltado especialmente para atender estudantes. O modelo mais simples é vendido por 2.500 rupias indianas (cerca de R$87) e o modelo UbiSlate 7, por 2.999 Rs (ou R$105).

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O modelo “Aakash” – “céu” em hindi – vem com Android 2.2, possui WiFi e bateria de 2.100 mAh; enquanto o “UbiSlate 7″, que deve chegar no mercado internacional em janeiro de 2012, vem com Android 2.3, WiFi, bateria de 3.200 mAh e pode também funcionar como celular.

“Os ricos têm acesso ao mundo digital, os pobres e comuns têm sido excluídos. O Aakash terminará com a divisão digital”, disse o ministro das Telecomunicações e da Educação, Kapil Sibal, à Reuters na época em o país recebia 100 mil unidades do aparelho destinados a estudantes.

O governo brasileiro já havia demonstrado interesse em um projeto educacional semelhante, fornecendo esse tipo de equipamento para as escolas públicas do País até 2012. Ao G1, o presidente da empresa, Suneet Singh Tuli, afirmou que o Brasil tem interesse em subsidiar a produção local de tablets mirando no público estudantil.

Além do Brasil, o executivo disse ao portal que outros países como Tailândia, Trinidad e Tobago, Turquia, Egito, Panamá e Sri Lanka
também estavam dialogando com a fabricante pelo produto e por projetos semelhantes.

A empresa aposta na receita oriunda também do sistema operacional (software) e não só do aparelho (hardware). A DataWind consegue o barateamento por causa de uma estrutura diferenciada dos seus tablets, que transfere o processamento para um mecanismo baseado na nuvem, ou seja, através de servidores. O presidente diz ainda que, por isso, o custo de produção chega a ser menor do que o das fábricas chinesas.


Leia mais:
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Samsung lança três smartphones com Bada

  • 30 de agosto de 2011|
  • 14h35

Por Agências

De olho em mercados emergentes, a sul-coreana lança três smartphones mais baratos equipados com software da empresa


A partir da esquerda, o modelo Wave M, Wave 3 e Wave Y. FOTO: Divulgação

SEUL – A Samsung Electronics revelou nesta terça-feira, 30, três modelos de smartphones que operam com o sistema operacional da companhia, como parte de esforço da empresa para expandir participação no segmento de preço mais baixo desse mercado e diversificar uma linha de produtos cujo foco principal é o Android.

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Os modelos da série Wave, acionados pelo sistema operacional “Bada“, da Samsung, refletem a mudança de estratégia da companhia sul-coreana, que quer trocar seu foco exclusivo em hardware por presença maior no campo do software.

Outro objetivo é unificar as diferentes linhas de produtos da companhia – celulares inteligentes, televisores, impressoras e computadores – em torno de sua plataforma de software e loja online de aplicativos, a Samsung Apps.

Na terça-feira, a Samsung mostrou o Wave 3, com tela AMOLED de quatro polegadas e câmera de 5 megapixels, e também o Wave M e o Wave Y, mais baratos. O Wave M oferecerá a primeira ferramenta de mensagens instantâneas da Samsung, a chatON, e o Wave Y, o modelo básico, com tela de 3,2 polegadas, chegará às lojas em outubro.

Os três modelos se unem aos sete aparelhos da série Wave lançados desde que o primeiro produto equipado com o bada chegou ao mercado, em maio de 2010.

A Samsung, cuja linha Galaxy S ajudou a empresa a ser a segunda maior fabricante mundial de celulares inteligentes no segundo trimestre, agora vai concentrar suas atenções nos mercados emergentes, com aparelhos mais baratos, de preços inferiores a US$ 200.

Na semana passada, a companhia lançou quatro modelos baratos e médios equipados com o Android para defender sua participação de mercado, já que a Apple, que até agora se concentrava na ponta mais cara do mercado, prepara o lançamento de um iPhone 4 mais barato para breve.

A série Wave permitirá acesso à Samsung Apps, que oferece 13 mil aplicativos. Mas o mercado Android oferece mais de 100 mil aplicativos, e a App Store, da Apple, mais de 425 mil.

/Reuters

Samsung também terá linha popular

  • 24 de agosto de 2011|
  • 14h46

Por Agências

Após rumores sobre um iPhone mais barato, a fabricante coreana anuncia a produção de smartphones Galaxy também mais acessíveis

Um Galaxy S, à esquerda, ao lado do concorrente iPhone 4. FOTO: Jo Yong-Hak (Reuters)

SEUL – A Samsung Electronics revelou nesta quarta-feira, 24, quatro novos modelos de smartphones em sua principal linha, a Galaxy, expandindo a oferta de modelos mais baratos a fim de aproveitar o crescimento dos mercados emergentes.

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A Samsung vai ingressar em um mercado de preços mais baixos e concorrência agressiva contra fabricantes chineses como a ZTE e a Huawei Technologies , além de uma legião de produtores sem marca que colocam milhares de aparelhos no mercado para atender aos consumidores da China, África e outras economias em desenvolvimento.

A decisão também sinaliza uma intensificação da batalha com a Apple, maior concorrente e cliente da Samsung, já que a companhia norte-americana prepara o lançamento de uma versão de custo mais baixo do iPhone 4, sem contar o aguardado iPhone 5, de acordo com fontes.

“Os fabricantes de celulares inteligentes estão cada vez mais procurando o extremo mais baixo da cadeia de valor, em busca do segmento de modelos mais baratos e de atrair o consumo de massa, especialmente na China e Índia,” disse Lee Seung-woo, analista da Shinyoung Securities.

“É uma tendência inevitável mas, ao mesmo tempo, reduzirá as margens no extremo mais barato do mercado. Apenas alguns poucos dos principais fabricantes serão capazes de sobreviver nesse segmento,” acrescentou.

“A Samsung quer expandir sua participação no mercado emergente com modelos de preço em torno de US$ 200, já que nesses mercados a penetração dos celulares inteligentes é inferior à que existe nos mercados avançados,” disse uma porta-voz da Samsung, citando declarações de um executivo da divisão móvel da empresa durante reunião de dirigentes da companhia nesta quarta-feira.

Apple e Samsung estão envolvidas em uma batalha ferrenha de patentes nos Estados Unidos, na Europa e na Ásia, na disputa pela liderança no mercado de smartphones, depois que ambas derrubaram, no segundo trimestre, a Nokia da primeira posição, ocupada pela empresa durante dez anos.

/Reuters

Zuckerberg é o mais popular no Google+

  • 4 de julho de 2011|
  • 19h15

Por Murilo Roncolato

O dono do Facebook tem mais seguidores na rede social do que o próprio CEO do Google, Larry Page


O CEO tem 21.213 seguidores atualmente no Google+. FOTO: Reprodução

SÃO PAULO – Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, é o usuário mais popular da rede social ‘inimiga’, o Google+. O site SocialStatistics mede esse fator dentre os usuários do Plus. O critério não é o número de amigos, que Mark tem apenas 39 até o momento, mas a quantidade de usuários que o seguem. Zuckerberg tem 21.213 seguidores, 6.415 a mais do que o segundo colocado que, ironicamente, trata-se de Larry Page, o CEO do Google. Além dele, do Google ainda estão o engenheiro Vic Gundotra (na terceira posição) e o cofundador Sergey Brin (em quarto lugar).

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O Google+ foi lançado na terça-feira, 28, da semana passada. Não muito tempo depois surge na rede o perfil de Zuckerberg, causando alvoroço e fortes suspeitas de que a conta fosse falsa. Neste sábado, um blogueiro enviou uma mensagem para o dono do Facebook para confirmar a veracidade do perfil no Plus. Zuckerberg em pessoa respondeu com apenas uma frase, um tanto quanto irritada: “Por que as pessoas estão tão surpresas por eu ter uma conta no Google?”.

Faz sentido. Qual é o problema de o dono de uma rede social habitar a da rival? Seja para socialização ou “espionagem”, Zuckerberg parece ‘curtir’ o novo ambiente. Aliás, o CEO já tem o costume de testar demais sites de relacionamento há algum tempo. Seu perfil no Twitter, por exemplo, parece ter sido criado no início de 2009 e conta com quase 100 mil seguidores. A diferença é que por lá Zuckerberg parece não ter curtido muito, já que parou com a brincadeira em menos de um mês, e sua página está abandonada lá desde então. Será que com o Google+ vai ser assim também?


Veja o ranking completo aqui

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Google+: o novo Facebook
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Empresa testa GPS em celulares mais baratos

  • 8 de outubro de 2010|
  • 15h00

Por Agências

A BlueSky Positioning, uma empresa iniciante, está começando a testar navegação via satélite por meio de cartões SIM para uso em celulares mais baratos e desprovidos de chips GPS (sistema de posicionamento global).

A empresa integrou chips de GPS aos cartões SIM para celulares, o que reduz seu custo e consumo de energia.

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A BlueSky fechou acordos com produtores importantes de cartões SIM, entre os quais a Morpho, que iniciará testes operacionais em escala limitada junto a operadoras de telefonia móvel, neste e no próximo trimestre.

“Podemos criar um mercado de massa de maneira rápida e barata”, disse Risto Savolainen, presidente-executivo e fundador da BlueSky, que está levantando até 6 milhões de euros (8,4 milhões de dólares) junto a investidores.

Caso os testes obtenham sucesso, o produto provavelmente chegará ao mercado de massa no final do ano que vem, disse Savolainen.

Diversos especialistas do setor estão céticos quanto ao uso de cartões SIM para o sistema GPS, porque em muitos aparelhos eles ficam posicionados por trás das baterias, mas Savolainen afirmou que a empresa resolveu o problema com o uso do próprio revestimento do aparelho como antena.

O uso de sistemas de localização em celulares floresceu nos últimos anos, mas vem se limitando em larga medida aos celulares inteligentes mais caros e dotados de chips GPS.

De acordo com o grupo de pesquisa Canalys, cerca de 250 milhões de celulares dotados de GPS serão vendidos este ano. Por volta de 1 bilhão de modelos mais baratos e desprovidos do sistema chegarão ao mercado.

/ REUTERS

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