Google comemora o Dia dos Namorados no exterior
- 14 de fevereiro de 2012|
- 17h02
Por Redação Link
Google contratou ilustrador de Happy Tree Friends exclusivamente para este trabalho
SÃO PAULO – O Google internacional (que pode ser acessado por aqui) liberou hoje um Doodle para os países que celebram o Valentine’s Day no dia 14 de fevereiro.
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Desta vez, o buscador resolveu colocar um vídeo animado e para isso contratou o ilustrador Michael Lipman, que assim como informa o TechCrunch, tem no currículo animações como o fofo e sangrento Happy Tree Friends (neste link, um vídeo do HTF sobre o dia dos namorados, mas aviso: contém cenas fortes que podem gerar repulsa ou risos, depende de você).
O Google falou pela primeira vez com o ilustrador em meados de janeiro e lhe deu um prazo de três semanas para finalizar um trabalho que normalmente consumiria de nove a dez semanas, segundo disse Lipman ao TechCrunch.
“Quando o Google te chama e diz ‘Largue tudo, nós queremos que você faça algo que será visto por centenas de milhares de pessoas’, você atende ao chamado”, disse Lipman.
Veja o vídeo animado do Doodle de hoje:
Facebook à moda antiga
- 27 de janeiro de 2012|
- 20h42
Por Redação Link
Extensões de browser trazem de volta recursos abandonados pelo Facebook em suas reformulações de layout
SÃO PAULO – Lembra-se do tempo em que fotos não estouravam na sua tela do Facebook, da época em que o chat era apenas uma caixinha discreta no pé da página, não havia a barra do incansável “ticker”? De quando olhar álbuns de fotos do alheio não sobrecarregava o browser e podíamos apertar “Enter” para pular a linha sem medo de enviar algum comentário pela metade?
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Se bateu saudade, talvez essas extensões para browser (Chrome e Firefox) te interessem. O Mashable fez uma seleção desses apps que não fazem o Facebook voltar inteiramente ao que era, mas ressuscita detalhes que pode tornar o uso da rede social um tanto quanto mais confortável.
O bom e velho Feed. Baixe isso e veja seu Feed do Notícias voltar a mostrar as atualizações por ordem cronológica, sem fotos imensas e sem o “ticker” (aquela barra no canto superior direito que mostra atualizações em tempo real). Download para Chrome ou Firefox.
Fotos clássicas. Essa extensão é dedicada especialmente para os conservadores do Facebook que não curtiram esse novo sistema de visualização de imagens estilo pop-up. Lembram-se do estilo antigo? A foto abria na página e o botão fixo de Próximo e Anterior ficavam um lado do outro no alto da imagem… bons tempos? Então baixa. Download para Chrome ou Firefox.
Chat antigo, sem ticker. Nessa extensão para Chrome, o chat volta a ter a cara antiga, com aquele retângulo azul no pé da página que só aparece quando é clicado. Na versão para Firefox, a ferramenta faz com que apenas usuários online apareçam na sua lista, o que já melhora o visual, certo? Download para Chrome ou Firefox.
Comentar. Há muito, muito tempo quando o usuário abria a caixa para comentar fotos e atualizações, surgia discretamente embaixo o botãozinho “Comentar”. Simples, mas muito útil. Ele era o responsável pelos comentários publicados sempre inteiros, pois para que o comentário fosse publicado não bastava um simples “Enter” (usada também para pular uma linha), era necessário clicá-lo. Se você é daqueles que sempre envia mensagens picadas porque não lembra de usar “Alt + Enter” para pular a linha, essa extensão é altamente recomendável. Download para Chrome ou Firefox.
Apps chatos, nunca mais. Sim, aqueles apps de perguntas que sempre te incomodavam podem desaparecer. Download para Chrome ou Firefox .
Tudo conectado à internet
- 15 de janeiro de 2012|
- 19h50
Por Tatiana de Mello Dias
Objetos, plantas e até prédios podem ganhar capacidade de transmitir dados em poucos anos
Não se deixe levar pelo apelo futurístico do nome: internet das coisas. O conceito, uma das tendências da tecnologia atual, não tem nada de complicado. Significa apenas que os objetos estão cada vez mais conectados. A internet surgiu no desktop. Depois, foi para celulares, tablets e a televisão. E, agora, a tendência é que tudo transmita algum tipo de informação – do interruptor de sua casa a uma planta, passando por prédios e até rebanhos.
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As “coisas” – ou os objetos – passam a se comunicar com o mundo e entre si através de sensores, como as etiquetas RFID e o NFC (veja abaixo). E um objeto inanimado ganha inteligência e poder de produzir informações – como a planta conectada que envia um tweet avisando o dono que está precisando de água.
Longe da futurologia, a tendência é atual – e concreta. Hoje estima-se que existam 9 bilhões de objetos conectados. Em 2020 esse número deve subir para 24 bilhões, segundo as estatísticas do GSMA, grupo que representa a indústria de empresas mobile no mundo.
O termo “internet das coisas” não é amplamente aceito. Ele surgiu nos anos 90 para designar um experimento do Massachusetts Institute of Technology (MIT) que não deu certo. “Acabou gerando até um preconceito nos EUA”, diz José Roberto Amazonas, professor de comunicações e engenharia na Escola Politécnica da USP e organizador de um simpósio sobre o tema no ano passado. O termo ficou em desuso, mas foi novamente adotado na Europa. Nos EUA ainda hoje preferem outro nome: “computação difusa”. No Japão, o campo é chamado de “computação ubíqua”.
“O campo de aplicação envolve todo e qualquer segmento de atividade humana, por isso é fascinante”, diz Amazonas. Ele se diz animado com as aplicações de benefício social: prédios inteligentes, por exemplo, que podem ter mecanismos de economia de água. Para que o conceito entre na vida das pessoas, Amazonas diz que o governo precisa investir. E são duas frentes: uma rede de alta capacidade e mais leitores de etiquetas eletrônicas ou receptores de GPS espalhados pelo ambiente.
No Brasil não há nenhum grande projeto de pesquisa trabalhando na área – apenas empresas fazendo projetos esparsos. Mas no Japão, por exemplo, internet das coisas é política de Estado. E na China, a cidade de Wuxi recebeu investimentos bilionários do governo e funciona como plataforma de teste de tecnologias, com laboratórios e universidade dedicados ao tema.
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• Link no papel 16/01/2012
O Feice e sua autobiografia
- 20 de novembro de 2011|
- 19h30
Por Carla Peralva
As mudanças anunciadas por Zuckerberg começam em breve. Mas o que vai mudar no seu perfil?
A sua página de perfil do Facebook vai mudar. No lugar do atual design de lista com fundo branco, vai entrar em cena a Timeline, uma espécie de “museu do eu” que vai organizar cronologicamente todas as atualizações já feitas na rede social. Veja quais são os elementos da nova página, que deve começar a entrar no ar nas próximas semanas e será obrigatória para todos os usuários.
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Museu do eu
Nicholas Felton ganhou fama como designer quando, no final de 2005, decidiu publicar seu próprio “relatório anual”, reunindo informações como quantas músicas havia ouvido, quantas milhas tinha voado e em quais relacionamentos tinha se envolvido durante o ano que estava acabando. Ele reuniu os dados em belos infográficos e os publicou na rede. Ano após ano, ele organizava diferentes informações pessoais cotidianas para contar visualmente para o mundo como havia sido seu ano.
Em abril de 2011, ele foi contratado pelo Facebook e, em setembro, Mark Zuckerberg anunciou como os relatórios anuais de Felton iriam mudar o jeito que os mais de 800 milhões de usuários da rede social lidavam com suas informações dentro do site.
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Era anunciada a Timeline, ou Linha do Tempo, reformulação da página de perfil que deve chegar a todos os usuários nas próximas semanas (não há data marcada) – queiram eles ou não.
Segundo Kumiko Hidaka, gerente de comunicação global do Facebook, “há tempos as pessoas sentem um forte sentimento de posse em relação a seus perfis. Para muita gente, esse é o lugar na internet onde elas podem falar sobre si mesmas para os outros. Nós quisemos dar aos usuários ainda mais jeitos de expressar quem são e do que gostam”.
A Timeline conta com uma grande foto no topo da página, um resumo das principais informações sobre o usuário e a linha do tempo propriamente dita, que organiza em duas colunas as publicações feitas pelo dono do perfil e as deixadas por amigos no mural. Do lado direito, há um menu navegável por anos e meses.
Assim, a Timeline dá aos posts antigos uma relevância quase tão grande quanto às atividades atuais. Uma viagem feita em 2009, o primeiro emprego, uma foto da infância, seu nascimento, está tudo lá. É tão fácil encontrar um post da semana passada quanto um de dois anos atrás.
Para os nostálgicos, a Timeline vem a calhar. É a narrativa cronológica da vida do usuário – pelo menos da vida que ele contou para seus amigos via Facebook. Os mais aficionados chegam a sentir mais vontade de registrar fatos cotidianos com fotos, localização e tags para manter o perfil o mais completo possível.
E essa espécie de “museu do eu online” é totalmente alterável: é possível esconder posts, publicar fatos com datas retroativas, adicionar localização a publicações, destacar fatos marcantes, como um casamento.
Sam Biddle, do Gawker Media, diz que a Timeline é “a melhor coisa que o Facebook já fez”. Nick Bilton, do New York Times, alerta que ver tantas coisas sobre si o faz estar às margens de um “Transtorno da Personalidade Narcisista Digital”.
Já Nick O’Neill, criador do blog All Facebook, afirma que a novidade não mudou substancialmente a forma como ele usa a rede social. Para ele, a principal mudança dentre todas as feitas nos últimos quatro meses foi a alteração do algoritmo que decide o que aparecerá no feed de notícias. “Ela teve um impacto muito mais dramático na experiência do site. O da Timeline foi pequeno, ela muda apenas o jeito como as pessoas interagem com seu perfil. Eu não sei ao certo qual a porcentagem de tempo que os usuários gastam em seus perfis, mas tenho certeza que a Timeline vai aumentar essa parcela. E quanto mais tempo um usuário gasta no Facebook, mais dinheiro eles fazem. É nisso que eles estão focados”.
Outro aspecto que o lançamento da Linha do Tempo levanta é a questão que sempre ronda o Facebook: privacidade. Tecnicamente, o novo design não modifica em nada o grau de privacidade. As informações só foram reorganizadas. Mas é exatamente a apresentação que choca.
Marc Rotenberg, diretor da Electronic Privacy Information Center, diz que a Timeline apresenta uma mudança radical na forma como postagens antigas são tratadas na rede – tão relevantes como as atuais – e esse é um formato mais revelador do que a maioria das pessoas gostaria. “Os usuários deveriam poder optar se essas mudanças serão aplicadas a seus dados pessoais. As informações são dos usuários, não do Facebook!”
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Leia mais:
• Como ativar a nova Timeline
• Aplicativo paga atualizações antigas do histórico no Facebook
• Link no papel – 21/11/2011
Não perca o contato
- 6 de novembro de 2011|
- 19h35
Por Tatiana de Mello Dias
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Leia mais:
• Em nome do Plus
• Reader 2005-2011
• Link no papel – 07/11/2011
Personal Nerd – Qto vc paga por msg
- 30 de outubro de 2011|
- 19h45
Por Carla Peralva
Compare os pacotes de SMS das operadoras brasileiras
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Leia mais:
• O meio de comunicação de dados mais popular do mundo
• SMS para todos
• ‘Link’ no papel – 31/10/2011
Ecad nas nuvens
- 23 de outubro de 2011|
- 18h45
Por Tatiana de Mello Dias
Entidade que arrecada direitos autorais de músicas cria novo sistema para identificar a programação das rádios
Em meio a uma pressão cada vez mais crescente na CPI da Câmara (leia aqui), o Ecad lança ferramentas para tentar otimizar sua arrecadação de direitos autorais no País. A principal é a Tec Cia Rádio, software de reconhecimento de músicas que analisa automaticamente tudo que foi tocado em rádios. Segundo José Pires, gerente de TI do Escritório, o novo sistema identifica toda a cadeia produtiva da música – autores, intérpretes, etc. – e ajuda na distribuição dos recursos coletados.
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“Esse projeto traz ao Ecad vários benefícios: aumento de produtividade, da confidencialidade, escalabilidade. O primeiro ganho é que terá toda a operação disponibilizada internamente”, diz. O sistema capta sinais de rádio em capitais e envia os dados para a sede do Ecad, no Rio de Janeiro. “Até o final do ano estaremos em 13 capitais”, diz Pires. Outros países operam com tecnologias parecidas, mas a brasileira é a única que identifica músicas em formatos analógicos – vantagem para coletar recursos em um país coberto por tantas rádios AM. “O diferencial do produto é captar e identificar execuções analógicas. Fazer identificação em rádio digital não tem mistério”, diz.

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Leia mais:
• No meio de uma CPI
• ‘Link’ no papel – 24/10/2011
Trajetória de Jobs vira roteiro
- 16 de outubro de 2011|
- 18h28
Por Filipe Serrano
A morte de Steve Jobs aumentou a curiosidade pela Apple no roteiro turístico do Vale do Silício. O Link percorreu na quinta – véspera de lançamento do iPhone 4S nos EUA – alguns locais que marcaram a trajetória da Apple e de seu fundador.
Na sede da empresa, em Cupertino, havia flores, bilhetes, maçãs e iPods perto da entrada do prédio principal, onde fica a loja de souvenir. Lá, visitantes compravam camisetas, bonés e canetas com a marca. As homenagens atraíam a atenção de visitantes e funcionários da Apple, que paravam para tirar fotos.
A casa onde Jobs morava tinha menos movimento, mas curiosos passavam de carro para vê-la de perto. Dois seguranças observavam o movimento à distância. Aproximaram-se para impedir fotos a partir de certos ângulos para preservar a família. “Veio muita gente, principalmente chineses, mas brasileiro eu não tinha visto”, disse um deles, que se identificou como Christian. Os dois só voltaram para o carro quando a reportagem saiu dali.
Na casa onde Jobs e Steve Wozniak fizeram os primeiros computadores da Apple em 1976, três norte-americanos – dois de Nova York e um do Vale do Silício – apoiavam o iPhone na caixa de correio para tirar fotos da garagem. Alguém perguntou: “Você sabe se os pais dele ainda moram aí?” Cinco minutos depois, quatro homens começaram a cortar a grama da casa, seguindo a rotina de subúrbio. A dois quarteirões, só se viam Macs, iPhones e iPads em um Starbucks.

(clique para ampliar)
Na universidade em que surgiram empresas como o Google, a funcionária da bilheteria disse desconhecer o discurso de Jobs no estádio de Stanford – onde a seleção brasileira jogou três partidas na Copa de 1994.
Um estudante na recepção do centro de visitantes teve de consultar o computador para saber se o discurso de Steve Jobs, em 2005, tinha mesmo sido feito no estádio do câmpus. “Entrei aqui só depois”, disse, contando que não estava entre as pessoas que ouviram o discurso.
Como o Facebook rastreia os usuários
- 2 de outubro de 2011|
- 18h30
Por Tatiana de Mello Dias
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• Link no papel – 03/10/2011
• + Personal Nerd
Sem as mãos! Sem ninguém!
- 25 de setembro de 2011|
- 17h43
Por Redação Link
Pesquisa de Tatiana de Mello Dias e infográfico de Filipe Campoi e Rubens Paiva
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