Nokia revela Lumia metálico e mais leve
- 14 de maio de 2013|
- 11h39
Por Agências
Lumia 925 é o mais recente da linha que usa o sistema operacional Windows Phone e luta para se estabelecer
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LONDRES/HELSINQUE – A Nokia revelou um novo modelo de metal, mais leve, da sua linha de smartphones Lumia, enquanto tenta chamar a atenção de compradores para diminuir a grande vantagem de rivais, como Samsung e Apple, no lucrativo mercado de celulares.
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O Lumia 925, que deve ser vendido por 469 euros (610 dólares) antes de impostos e subsídios das operadoras como a Vodafone e China Mobile, é o mais recente da gama da Nokia que usa o software Windows Phone, no qual o presidente-executivo, Stephen Elop, depositou o futuro da empresa para reverter a dramática queda na receita ao longo dos últimos dois anos.
O telefone pesa 139 gramas, em comparação com 185 gramas para o modelo 920 anterior, que alguns críticos afirmaram ser muito pesado.
O novo celular será lançado mundialmente a partir de junho, e deve ser vendido nos Estados Unidos pela T-Mobile e na China pela China Mobile e China Unicom, informou.
Na sexta-feira, a Nokia apresentou o Lumia 928 para o mercado norte-americano, ao preço de 99 dólares, depois de um desconto e um contrato de dois anos com a Verizon Wireless.
Nokia lança smartphone simples por US$ 99
- 9 de maio de 2013|
- 13h43
Por Redação Link
Atrás na corrida dos smartphones, empresa aposta em aparelhos mais simples; Asha 501 deve chegar ao Brasil no 3º trimestre
SÃO PAULO – Nesta quinta-feira, 9, o presidente-executivo da Nokia, Stephen Elop, revelou o Asha 501, smartphone de U$ 99 que será vendido em mais de 90 países – incluindo o Brasil. O lançamento foi feito em Nova Delhi, na Índia, país que ilustra a aposta da empresa na tentativa de recuperar o terreno perdido – os mercados emergentes.
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O novo modelo da Asha, linha média de celulares da empresa, oferece acesso à internet por redes 2G e tem tela sensível ao toque, com aplicativos já instalados para sites populares de mídias sociais e mais recursos do que os modelos anteriores, que não tinham as funções de um smartphone completo.
Com design inspirado na colorida linha Lumia, o aparelho tem tela de 3 polegadas com resolução de 320 pixels por 480 pixels, um único botão “voltar” e pesa 98 gramas. A câmera tem 3,2 megapixels e vem com um cartão de memória de 4 GB. O presidente-executivo também anunciou uma reformulação da plataforma de software da Asha, na esperança de convencer mais desenvolvedores a produzir aplicações para a linha.
O Nokia Asha 501 estará disponível para cerca de 60 operadoras e distribuidores em mais de 90 países. O preço sugerido é de US$ 99. De acordo com a empresa, o modelo que chegará ao Brasil é o Nokia Asha 510 Dual SIM, com previsão de início de vendas no terceiro trimestre de 2013 nas lojas físicas e online da Nokia, além dos principais varejos.
Corrida. A Nokia está apostando que telefones de baixo custo com internet vão ajudá-la a recuperar o terreno perdido em mercados emergentes cruciais, depois de ficar para trás na corrida mundial de smartphones.
Elop, contratado em 2010 para recuperar a fabricante de celulares que antes era dominante, está sob pressão. A controversa decisão de mudar para o software Windows da Microsoft ainda está para dar resultados significativos após dois anos, com os acionistas nesta semana dizendo que o executivo deveria reconsiderar a estratégia.
Embora mais pessoas estejam comprando celulares com funcionalidades de computador, a maioria dos aparelhos que a Nokia vende são telefones convencionais. Seu fracasso para lucrar com o boom de smartphones no ano passado fez com que cedesse seu reinado de 14 anos como principal fabricante de telefones do mundo para a sul-coreana Samsung.
“O mercado está se movendo inegavelmente em direção aos smartphones – embora a Índia possa estar se movendo a um ritmo mais lento do que o da China, mas ainda é o caso”, disse a analista da empresa de pesquisa Canalys, Jessica Kwee, baseada em Cingapura.
Embora a Nokia tenha visto vendas vigorosas de seus smartphones Lumia com Windows, ainda tem apenas uma participação de 5% em um mercado global de smartphones dominado por Samsung e Apple.
/Com REUTERS
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• Investidores da Nokia cobram resultados
Investidores da Nokia cobram resultados
- 7 de maio de 2013|
- 15h07
Por Agências
Paciência com frustradas tentativas em concorrer com Apple e Samsung no mercado de smartphones estaria no fim
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HELSINQUE – Investidores da Nokia disseram ao presidente-executivo, Stephen Elop, nesta terça-feira, 7, que estavam perdendo a paciência com suas frustradas tentativas para concorrer com os líderes do mercado Apple e Samsung no mercado de smartphones.
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Muitos acionistas na assembleia geral anual, em Helsinque, falaram que Elop deveria reconsiderar a sua decisão de 2011 de mudar para o sistema operacional feito por seu antigo empregador Microsoft que deixou a empresa se esforçando para voltar à corrida desde o princípio, com a sua nova gama de smartphones Lumia.
“Você é um cara legal… e a equipe de liderança está fazendo seu melhor, mas claramente, não é o suficiente”, afirmou um acionista, Hannu Virtanen, a Elop.
“Você está ciente de que os resultados são o que importa? A estrada para o inferno é pavimentada com boas intenções. Por favor, mude para outro caminho”, disse.
A transição do sistema próprio da Nokia, o Symbian, para o Windows Phone deveria durar dois anos. Esse período agora acabou, e, embora os resultados recentes tenham mostrado um crescimento nas vendas de smartphones Lumia, que usam software Windows Phone 8, os volumes são insignificantes em comparação aos modelos das líderes Samsung e da Apple, e as vendas de seus telefones celulares simples caíram no mesmo período.
As ações da Nokia também caíram, agora negociadas a 2,72 euros, uma fração de seu pico de 65 euros, em 2000.
Questionados por que ainda mantinham ações da Nokia apesar dos maus resultados e uma suspensão dos dividendos anuais, alguns acionistas mais antigos presentes na assembleia admitiram ser sentimentais sobre uma empresa que simbolizava o renascimento da Finlândia, após o colapso da União Soviética no início de 1990, o seu principal parceiro comercial.
Na terça-feira, Elop reiterou o compromisso da empresa com software Windows Phone.
“Nós fazemos os ajustes conforme prosseguimos. Mas é muito claro para nós que na guerra atual dos ecossistemas, nós fizemos uma decisão muito clara de se concentrar no Windows Phone com a nossa linha de produtos Lumia”, disse ele. “E é com isso que vamos competir com concorrentes como Samsung e o (sistema operacional do Google) Android.”
Juha Varis, gerente de carteiras da Danske Capital, que é acionista da Nokia, disse que Elop pode estar cometendo um erro.
“Ele fechou portas”, disse em uma entrevista por telefone. “Eles não possuem ideias novas agora. O destino está todo no Windows Phone”.
Alguns analistas também têm sido críticos sobre este ponto, dizendo que as vendas do Lumia não foram fortes o suficiente para garantir a sobrevivência da companhia.
A Nokia vendeu 5,6 milhões de unidades dos aparelhos Lumia no primeiro trimestre, ante 4,4 milhões no trimestre anterior, mas sua participação de mercado é de apenas 5%, ao passo que Apple e Samsung controle mais de metade desse nicho.
/ Reuters
Smartphone barato ainda é dúvida
- 5 de maio de 2013|
- 16h48
Por Redação Link
Quase um mês depois de entrar em vigor, medida que zera alíquota de PIS e Cofins para celulares fabricados no Brasil não é clara para o consumidor; enquanto fabricantes indicam redução de 10%, governo diz que economia pode chegar a 30%
Anna Carolina Papp
Ligia Aguilhar
SÃO PAULO – Um mês depois de entrar em vigor a medida do governo que isenta smartphones dos impostos PIS e Cofins, o consumidor ainda enfrenta dificuldade para saber exatamente se está pagando menos – e quanto – para comprar um celular com recursos avançados e acesso à internet.
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Política nacional. Para ser isento de PIS/Cofins, aparelhos têm de ser fabricados no País, usar peças e aplicativos nacionais e custar menos de R$ 1,5 mil. FOTO: Sebastião Moreira/EFE
Os selos de “imposto reduzido” já começam a aparecer em anúncios das principais fabricantes de smartphone, mas nem todas empresas indicam quais modelos foram beneficiados pelo decreto que incluiu os aparelhos na Lei do Bem. Além disso, os lojistas são responsáveis por repassar o desconto, o que pode não ocorrer.
Enquanto o governo afirma que a queda nos preços pode chegar a 30%, os fabricantes e entidades como a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) mantêm suas previsões de um desconto final em torno de 9,25% – equivalente à isenção das alíquotas de PIS/Cofins.
O Link fez uma pesquisa em sites de comparação de preços na internet sobre alguns dos principais modelos beneficiados pela desoneração que foram indicados pelos fabricantes. Em média, o valor caiu 10% no varejo online.
“Uma das principais barreiras no Brasil é o preço. A desoneração é benéfica porque oferece uma queda significativa”, diz o diretor de marketing da Motorola Mobility, Rodrigo Vidigal. Ele afirma que a empresa reduziu o valor dos aparelhos beneficiados em 13%.
A esperada desoneração de impostos para smartphones era prometida desde o ano passado pelo governo federal e chegou a tempo para o Dia das Mães, principal data do ano para venda de celulares no País.
Com isso, até o fim de 2014 o governo espera aumentar em até 25 pontos porcentuais a participação dos smartphones no total de celulares vendidos – no ano passado foram 16 milhões de unidades. A estimativa de renúncia fiscal é de R$ 500 milhões por ano.
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Exigências. Para ter direito à desoneração, os aparelhos precisam custar até R$ 1,5 mil, serem fabricados no Brasil com parte das peças produzidas localmente, ter tecnologia 3G ou 4G, navegador de internet, e-mail, tela sensível ou teclado físico no padrão QWERTY (como nos celulares BlackBerry) e tela de até 18 cm².
Quando o governo fala em 30% de desconto, compara os produtos isentos a celulares totalmente importados que não recebem nenhum benefício fiscal e pagam carga extra de cerca de 30% de impostos de importação. Por isso, o consumidor dificilmente encontrará um modelo já fabricado no Brasil a um preço 30% menor. Da mesma forma, não deve ver mudança no valor de modelos importados e tradicionalmente mais caros como o famoso iPhone, que não se enquadram no requisito de preço. O telefone da Apple continuará mais caro também porque não atende a outra exigência: ter um pacote mínimo de aplicativos nacionais instalados de fábrica – o que exigiria a criação de um sistema iOS só para o Brasil.
“Não há nenhuma necessidade de desonerar produtos muito caros porque eles já são destinados à parte da população capaz de comprar com ou sem a desoneração”, diz o vice-diretor da divisão de smartphones da Abinee, Carlos Lauria.
Fabricantes como Nokia, Motorola, Sony e LG têm uma lista dos aparelhos que tiveram os preços reduzidos. A Samsung não comenta o assunto e diz que o repasse depende do varejo. “O PIS/Cofins é cobrado no momento da venda, então quem controla o pagamento ou não por parte do usuário é o vendedor final”, diz Lauria.
QUEDA |
10% foi a média da queda nos preços no varejo online de smartphones beneficiados informados pelas fabricantes, próximo ao valor da isenção, de 9,25%
(Clique para ampliar)
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Leia mais:
• Lei não basta para baratear aparelhos
• Link no papel – 6/5/2013
Conexão em tudo e para todos
- 3 de março de 2013|
- 18h00
Por Murilo Roncolato
Sem Apple e Google, maior feira de celulares do mundo mostra que o futuro móvel vai além dos aparelhos – e das grandes empresas
FOTO: Albert Gea/REUTERS
BARCELONA – Neste ano, a maior feira de telefonia celular do mundo, o Mobile World Congress (MWC), não teve a presença da BlackBerry, do Google ou da Microsoft. Mas o espaço foi preenchido – e por empresas como Mozilla e Ford, que mostram que o mercado mobile vai muito além dos celulares comuns que carregamos no bolso.
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“A conexão entre pessoas é só o começo. O interessante agora é o que se pode fazer com ela”, disse Andrew Parker, diretor de marketing da GSM Association, entidade que organiza o MWC. “Agora temos até carros!”, disse, referindo-se à Ford, que lançou novo modelo na feira.
A edição deste ano, que terminou na quinta-feira, teve mais de 70 mil participantes e 1.500 expositores de mais de 200 países diferentes. Ela estava também em endereço novo, com exatamente o dobro do tamanho de 2011. Ganhou espaço, mas perdeu peso com a ausência de grandes empresas. “Há celulares e novos equipamentos, mas o importante é conhecer pessoas. Se perdemos o foco? Não, ele só está se ampliando”, disse Parker.
Os brasileiros da empresa de tecnologia Algar foram à feira em busca de novos contatos e novidades. “O mundo hoje gira em torno da mobilidade. Antes a feira só falava de celular, hoje já está tudo misturado. Temos que ficar atentos, pois as novas soluções podem vir das grandes ou das pequenas empresas.”
A ausência de lançamentos revolucionários não ofuscou a diversidade de novidades que acabaram por reafirmar tendências do setor, como realidade aumentada, NFC e internet das coisas. Segundo um estudo da GSMA, hoje há 3,2 bilhões de pessoas (quase metade da população mundial) com algum aparelho móvel. “Colocando essas soluções juntas – o carro, a bicicleta, a casa, o celular, a TV –, as novas tecnologias passam a fazer mais sentido e se tornam visíveis.
Ninguém vê as conexões sem fio, mas não é mais possível viver sem elas”, afirmou Parker.
Chips de alta performance e pouco consumo de bateria, conexões de 150 Mbps ou mais e máquinas se comunicando através de padrões comuns a todos. Para o presidente da Qualcomm na América Latina, Rafael Steinhauser, essa é receita que aponta o futuro. “Isso tudo já existe e indica um mundo totalmente wireless, em que as pessoas só precisarão andar com um celular. Ele pode ir muito além do que imaginamos, o ponto é explorarmos essas possibilidades.”
Espaço livre. Os anúncios soaram mornos em comparação com os anos anteriores. Em 2012, por exemplo, o ex-CEO do Google, Eric Schmidt, falava sobre a “revolução” dos smartphones. Microsoft e Nokia anunciavam a linha Lumia, com Windows 7,5. Mas nem a dona dos robozinhos verdes nem a criadora das janelas coloridas deram as caras este ano, além da BlackBerry, que preferiu lançar o novo aparelho em evento próprio.
Quem gostou dos desfalques foi a Mozilla, que aproveitou para lançar com destaque seu sistema operacional para celulares, o Firefox OS. Ele foi anunciado como alternativa para o usuário de que está “preso a duas ou três empresas” — referência clara a Google, Apple e Microsoft.
Os primeiros celulares com o Firefox OS chegam às lojas no segundo semestre. São eles: ZTE One, Geeksphone Keon e Peak e Alcatel One Touch Fire — LG e Huawei também terão dispositivos com o sistema, mas ainda sem nome divulgado.
Superlativos. Enquanto isso, as fabricantes Sony, HTC, Nokia, as chinesas ZTE e Huawei e a sul-coreana Samsung aproveitaram os holofotes para desfilar tablets com mais resolução e smartphones de telas enormes.
Entre os destaques está o Xperia Tablet Z, da Sony, reverenciado pela qualidade de imagem, peso e espessura (é hoje o tablet mais fino e leve do mercado).
O tablet Galaxy Note 8, da Samsung, também foi elogiado, principalmente por trazer a experiência e a caneta inteligente para um aparelho de tela mais humilde do que a do modelo de 10,1 polegadas apresentado ano passado.
A Nokia mostrou os smartphones 520 e 720, da família Lumia, e chamou a atenção para o pequeno modelo 105, que deve chegar aos mercados da África, Oriente Médio e Ásia pelo preço de US$ 18. A ideia, argumenta a empresa, é ter opções de aparelhos e preços que sirvam para todo tipo de consumidor.
A Huawei mostrou o Ascend P2, anunciado como o aparelho 4G mais rápido da atualidade (velocidade de até 150 Mbps). A ZTE exibiu o gigantesco Grand Memo, com tela de 5,7 polegadas e o primeiro telefone a receber o processador Snapdragon 800, enquanto a HTC apresentou o One, um dos aparelhos mais aclamados da MWC por seu design e hardware.
*O repórter viajou a convite da Qualcomm
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• Contatos que viram negócios
• Movido à raposa
• Link no Papel – 04/03/2013
Nokia apresenta Lumia 520 e 720 na MWC
- 25 de fevereiro de 2013|
- 14h49
Por Murilo Roncolato
Nokia quer oferecer aparelhos em todas as faixas de preços, para atingir a maior quantidade de consumidores possível.
BARCELONA – Enquanto no Brasil chegam os modelos 620, 820 e 920, a Nokia apresenta na Mobile World Congress dois outros modelos da mesma família, o 520 — apontado como o smartphone mais barato do mundo atualmente — e o 720, versão que atende o público que não quer pagar tão caro por um aparelho com boas especificações. A empresa finlandesa explica a diversidade de modelos argumentando que quer oferecer aparelhos em todas as faixas de preços, para atingir a maior quantidade de consumidores possível.
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O Lumia 520, que chega por 139 euros (abaixo dos 185 euros do modelo 620), algo em torno de US$ 183. Vem com 8GB de armazenamento (expansível a 64 GB e mais 7GB na nuvem, pelo SkyDrive), tela sensível (os expositores da Nokia usavam luvas grossas para demonstrar a sensibilidade elevada do touchscreen) de 4,3 polegadas. O 720 segue com as mesmas especificações, além de uma câmera traseira de 6,7 MP, outra frontal de 1,3 MP, flash LED e carregador wireless. O modelo 720 sai por 249 euros (US$ 328).
Para usar o carregador, equipado com NFC, o aparelho deve estar com uma capa feita pela Nokia. Em seu estande, a empresa produzia capas personalizadas com uma impressora 3D da MakerBot.
Nokia 808 PureView marca fim do Symbian
- 24 de janeiro de 2013|
- 17h00
Por Redação Link
Em seu relatório anual, Nokia confirma que o smartphone lançado em fevereiro do ano passado foi o último com o sistema
SÃO PAULO – O smartphone Nokia 808 PureView, com câmera de 41 megapixels, foi o último aparelho que a empresa lançou rodando o sistema Symbian, que existe desde 1998. A informação foi divulgada nesta quinta-feira, 24, no balanço anual da companhia.
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“Durante nossa transição para o Windows Phone ao longo de 2012, também continuamos a lançar dispositivos com Symbian. O Nokia 808 PureView, que demonstrou nossa capacidade de lidar com imagens e que foi lançado em meados de 2012, foi o último aparelho Symbian apresentado pela Nokia”, diz o relatório.
A empresa cita que vendeu apenas 2,2 milhões de smartphones Symbian no último trimestre do ano passado, exatamente a metade das vendas de aparelhos Windows Phone: 4,4 milhões. No entanto, a maior responsável pela receita de US$ 10,7 bilhões foi a linha Asha, com 9,3 milhões de aparelhos vendidos.
Segundo a Gartner, em 2007, 63,5% dos smartphones vendidos eram Symbian; fatia essa que foi diminuindo de maneira drástica com a ascensão do Android, sistema operacional do Google. No último trimestre do ano passado, o Symbiam só abocanhou 2,6% das vendas de smartphones, contra 72,4% do Android.
Em 2011, a Nokia encerrou as vendas de aparelhos com Symbian nos Estados Unidos, alegando que manteria o foco em lançamentos com Windows Phone.
Futuro da Nokia permanece incerto
- 19 de dezembro de 2012|
- 12h41
Por Agências
Modelos com software Windows Phone 8 foram lançados mês passado com expectativas de que “ou vai ou racha”
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SÃO PAULO – Ainda é cedo para apostar que a Nokia está no caminho para a recuperação após seu novo smartphone Lumia esgotar em muitas lojas ao longo da Europa e das Américas, à medida que varejistas dizem que a oferta era baixa demais desde seu lançamento.
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Os Lumia 920 e 820, que usam o mais recente software Windows Phone 8, da Microsoft, foram lançados no mês passado com expectativas de que “ou vai ou racha” para a Nokia, outrora a líder absoluta no mercado de celulares, e que agora perde participação nos segmentos de smartphones e celulares mais simples.
Críticas online positivas e anedotas de listas de espera para o 920, além do acordo de vendas da Nokia com a China Mobile anunciado mais cedo neste mês, ajudaram a ação da Nokia a avançar mais de 40 por cento no último mês.
Mas analistas dizem que não há prova de que celulares Lumia estão ganhando terreno frente aos líderes de mercado Samsung e Apple ou que a estratégia arriscada do presidente-executivo, Stephen Elop, de apostar o futuro da companhia em software Windows está rendendo frutos.
“Eu acho que as pessoas estão olhando e dizendo: ‘Ei, não há 920s suficientes no mercado’, mas a realidade é que o volume é muito pequeno. Não vai mover a agulha”, disse o analista James Faucette, da Pacific Crest Securities.
A maioria dos analistas projeta que a Nokia vai vender cerca de 5 a 6 milhões de aparelhos Windows Phone no quarto trimestre, com mais de metade deles sendo versões mais antigas do Lumia, que foram alvo de forte desconto.
Isso seria melhor do que os 3 milhões de smartphones Lumia vendidos no terceiro trimestre, mas ainda assim fraco em comparação com a Samsung, que ostenta o sistema operacional Android, do Google e deve embarcar 60 milhões de smartphones no trimestre de outubro a dezembro.
Nokia lança terceiro aparelho com Windows 8
- 5 de dezembro de 2012|
- 15h50
Por Agências
Aparelho será vendido a US$ 249 a partir de janeiro na Ásia; no Brasil, ele chega no primeiro trimestre
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ESTOCOLMO – A finlandesa Nokia anunciou nesta quarta-feira o lançamento do smartphone Lumia 620, o terceiro aparelho da empresa com a versão mais recente do Windows para smartphones, o Windows 8.
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Segundo o Blog Nokia, o Nokia Lumia 620 é mais compacto do que seus irmãos, o Lumia 920 e 820, e tem design pensado para permitir mais agilidade de manuseio do aparelho com uma só mão.
O aparelho será vendido a US$ 249,00 na Ásia a partir de janeiro e é uma opção mais acessível em relação a outros Lumia com Windows. Em seguida, o aparelho será comercializado também na Europa e no Oriente Médio.
No Brasil, a expectativa é de que o Nokia Lumia 620 esteja à venda já no primeiro trimestre de 2013.
/ Agência Estado
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• Windows Phone 8 no ringue dos smartphones
• Microsoft anuncia Windows Phone 7.8 para 2013
Nokia lança app de mapa para iPhone e iPad
- 20 de novembro de 2012|
- 17h57
Por Redação Link
Com a iniciativa, empresa sai na frente na disputa pelo aplicativo de mapas do novo sistema operacional da Apple
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Mateus Coutinho
SÃO PAULO – A Nokia saiu na frente do Google e lançou nesta terça-feira, 20, um aplicativo de mapas gratuito, para o iOS 6, versão mais recente do sistema operacional do iPhone e iPad. Em cerca de 15 minutos, o Here Maps — como é chamado o programa — saiu da 101ª para a 32ª posição de aplicativos gratuitos mais baixados na App Store.
A novidade é mais uma uma alternativa aos usuários que ainda esperam uma ferramenta de mapas mais eficiente no novo sistema do iPhone e outros aparelhos móveis da empresa. Com a atualização do iOS 6 em setembro, a Apple substituiu o aplicativo de mapas do Google por um programa próprio, que foi muito criticado.
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O Here Maps tem recursos como o tráfego em tempo real, vista de satélite e a opção de usar os mapas enquanto estiver offline, ainda que com uma qualidade um pouco menor. O aplicativo ainda conta com orientação passo a passo, com orientações em voz, e também para os usuários que estiverem à pé.
Na semana passada, o CEO da Nokia chegou a anunciar o Maps e destacou que o o aplicativo iria possibilitar mapas personalizados. Ele ainda deixou claro que o kit de desenvolvimento de software do Maps deve ser lançado no primeiro semestre de 2013, para o Android.
Retrocesso. Em setembro desse ano, a Apple lançou a sexta versão de seu sistema operacional para iPhone e iPads, o iOS 6, com um aplicativo de mapas da empresa substituindo o Google Maps, utilizado até então. O programa, contudo, possuía vários erros que foram duramente criticados pelos usuários e levaram até o CEO da Apple, Tim Cook, a pedir desculpas publicamente.
A escolha da empresa por trocar o software de mapas ocorre em um momento em que se acirra a competição entre o sistema operacional iOS e o sistema Android, do Google, que já domina a maioria do mercado no exterior. Dados de setembro mostram que a plataforma do Google, utilizada em tablets e smartphones, estava presente em 52,2% dos aparelhos, enquanto o sistema da Apple chegava apenas à 33,4%. Pelo mesmo motivo, o aplicativo oficial do YouTube, também do Google, ficou de fora do iOS 6.
Em resposta, o Google admitiu, na época do lançamento do iOS6, que não tinha interesse em desenvolver o Google Maps para iPhone. Contudo, recentemente foi noticiado que o Google já estaria testando uma versão do seu aplicativo para o aparelho da Apple que deve ser lançada no fim do ano.
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