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Dois serviços de streaming do Google?

  • 15 de maio de 2013|
  • 13h01

Por Camilo Rocha

Anúncio deve ocorrer na conferência de desenvolvedores I/O, nesta quarta

SÃO PAULO – O Google deve anunciar dois serviços de streaming musical por assinatura em sua conferência de desenvolvedores, Google I/O, nesta quarta-feira, 15.

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A empresa teria assinado acordos de licenciamento com as gravadoras Universal e Sony para esse fim, segundo informou o site The Verge, citando fontes na indústria musical. Um acordo com a Warner teria sido firmado no começo deste ano.

A imprensa estrangeira tem reportado informações diversas sobre o assunto. O The Verge disse que os serviços seriam vinculados ao YouTube e à loja Google Play, segundo o The Verge. Já o Wall Street Journal informou que o acordo relacionado ao YouTube seriam “extensões” de áudio das licenças já existentes para os vídeos. O New York Times escreveu que nenhum dos dois serviços oferecerá uma opção gratuita de assinatura.

Analistas comentam que o Google chega atrasado na área, mas que ainda assim está à frente da Apple, que tem no streaming uma ameaça ao reinado do seu iTunes.

Twitter lança serviço #Music

  • 18 de abril de 2013|
  • 13h18

Por Ligia Aguilhar

Após especulações sobre a novidade, rede de microblogs anuncia serviço que sugere músicas e artistas com base em informações do perfil do usuário

SÃO PAULO – O Twitter acabou com as especulações e lançou nesta quinta-feira, 18, o Twitter #Music – serviço que sugere novos artistas e músicas para ouvir baseado em dados do perfil e nas contas que o usuário segue. O serviço está disponível na web e para usuários do sistema iOS.

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Os primeiros países a terem acesso ao #Music são os Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Irlanda, Austrália e Nova Zelândia.

Ainda não há previsão de quando o serviço chegará ao Brasil, mas o Twitter diz que “com o passar do tempo”, o #Music será lançado também em outros países e na plataforma Android.

Como funciona

O aplicativo possui quatro abas:

• “Popular”: mostra as músicas e artistas mais populares do momento;
• “Emerging”: sugere artistas e canções que estão ganhando popularidade na rede
• “Suggested”: sugere músicas e artistas com base nas contas e perfis que o usuário segue  – ao clicar no ícone de um artista, o usuário pode ver a música mais famosa, seguir a conta do artista ou acessar a conta dele no Twitter para ter mais informações;
• “Now Playing”: permite que o usuário conferira e escute as músicas tweetadas pelas pessoas que ele segue.

FOTO: Divulgação

As músicas do serviço virão de três outros serviços: iTunes, Spotify e Rdio. Os assinantes do Spotify e Rdio já podem usar o login de suas contas para ter acesso às faixas completas dos catálogos. Já no iTunes, o acervo ficará limitado a previews. No blog oficial do Twitter, a empresa diz que planeja incorporar outros serviços semelhantes no futuro.

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Spotify se expande para América Latina e Ásia

  • 16 de abril de 2013|
  • 14h42

Por Agências

Serviço de streaming de música vai ser lançado no México e mais sete países, incluindo Hong Kong, Estônia e Islândia

ESTOCOLMO – O serviço de transmissão de música pela internet Spotify anunciou nesta terça-feira, 16, que está se expandindo para a Ásia e América Latina, ao divulgar planos de lançamento em oito novos países, conforme tenta alcançar a rival maior Pandora Media e se manter à frente de novos concorrentes no setor.

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O Spotify, que tem cerca de 24 milhões de usuários “ativos” — aqueles que usaram o serviço nos últimos 30 dias – e 6 milhões de assinantes pagantes, disse que oferecerá seus serviços em 28 mercados em todo o mundo.

“Nós estamos dando os primeiros passos na América Latina com o México, e na Ásia, com Hong Kong, Malásia e Cingapura”, disse a empresa na página de seu blog, na terça-feira. “Além disso, estamos muito contentes em fazer novos amigos na Estônia, Letônia, Lituânia e Islândia.”

A empresa com sede em Estocolmo já oferece serviços nos Estados Unidos, na maior parte da Europa, Austrália e Nova Zelândia.

Lançado em 2008, o Spotify é um serviço gratuito de streaming sob demanda. As pessoas podem pagar para ouvir música sem interrupções de publicidade e podem reproduzir listas e preferências em qualquer dispositivo, a qualquer momento.

O Spotify, que faz acordos de royalties com as gravadoras, paga cerca de 70% de sua receita aos detentores de direitos.

Música em streaming e sob demanda deu um salto em popularidade junto com o uso de celulares inteligentes, mas empresas como Spotify e Pandora, que tinham 69,5 milhões de usuários no final de março, têm enfrentado dificuldades para lucrar, devido ao custo dos pagamentos de royalties.

No entanto, o setor tem atraído grande interesse de gigantes mundiais de tecnologia como Google, Amazon.com e Apple, que consideram o streaming de música como algo crucial para expandir a sua presença no mundo dos smartphones.

/ REUTERS

Twitter deve lançar aplicativo de música

  • 12 de abril de 2013|
  • 16h25

Por Ligia Aguilhar

App sugere músicas e artistas para serem ouvidos com base em informações do perfil do usuário; download deve ser liberado na próxima semana

SÃO PAULO – O Twitter deve lançar até o fim da próxima semana um aplicativo de música para o sistema iOS. Segundo o blog All Things D, o novo app vai sugerir artistas e músicas para serem ouvidos baseado em informações do perfil, como as contas que o usuário segue.

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Site com a hashtag #music (música) já está no ar, mas só para convidados. FOTO: Reprodução

A empresa não fez nenhum pronunciamento oficial sobre o aplicativo. No entanto, uma página com hashtag #music (música, em inglês) já está no ar na internet, mas apenas convidados podem fazer o login. Especula-se que o download seja liberado ao público até o fim da próxima semana.

Outras funções do aplicativo incluem a possibilidade de assistir clipes por meio de serviços integrados como o iTunes e ouvir música pelos  serviços de compartilhamento de áudio SoundCloud e Vevo.

O apresentador da versão norte-americana do programa American Idol, Ryan Seacrest, tweetou na quinta-feira, 11, que “estava amando testar o aplicativo”.

Ontem, o Twitter anunciou a compra do serviço de transmissão de música We are Hunted. Em um post no site oficial, os fundadores do site afirmaram que não podem revelar o que farão no Twitter e que os atuais serviços da empresa serão encerrados. O Twitter, por sua vez, deu boas-vindas a nova empresa em uma conta oficial no Twitter.

Procurada pelo Link, a assessoria de imprensa do Twitter no Brasil não se pronunciou sobre o novo aplicativo.

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Trama Virtual chega ao fim no próximo domingo

  • 24 de março de 2013|
  • 12h47

Por Vinicius Felix

Comunidade de bandas que antecipou o MySpace e ajudou a revelar artistas sairá do ar definitivamente

SÃO PAULO – A Trama Virtual, primeira comunidade de bandas no País – e uma das primeiras do mundo – encerrará suas atividades no próximo domingo. O anúncio foi discreto. “Finalizamos o serviço por acharmos que cumprimos nossa missão. A repercussão nos mostra que encerramos no momento certo; pior seria terminar e ninguém perceber”, explica João Marcelo, dono da Trama, gravadora que concebeu e incubou a rede musical.

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É o fim da história de um site que antecipou no Brasil o modelo que seria consagrado pelo MySpace e por dezenas de outros serviços que facilitaram o processo de publicação de músicas na internet.

A saída à francesa lembra o início da história. A Trama Virtual foi inaugurada em maio de 2004 sem nenhum barulho. “Colocamos no ar secretamente e avisamos poucas pessoas. Em três meses tínhamos 600 artistas”, conta o produtor musical Carlos Eduardo Miranda, que atormentava Bôscoli e seu sócio, André Szajman, para criarem o projeto.

A Trama Virtual era mais do que uma interface de publicação online para as bandas, define Miranda, o primeiro diretor do projeto. “Nosso diferencial era ser uma coisa muito humana, viva. Tinha festival, a gente estava lá cobrindo.Estávamos no olho do furacão, ligados no que estava acontecendo, até um emo a gente tinha na equipe”. Dagoberto Donato, editor-chefe do site por oito anos, via o “corpo a corpo com as bandas” como uma das chaves do sucesso. “Com a diminuição da equipe, o site talvez tenha diminuído esse trabalho”, diz.

Com sua cara de rede social de bandas, foi ali que surgiram fenômenos como o Cansei de Ser Sexy e a cena emo/ hardcore, impulsionada do site direto para as grandes gravadoras. “Na época, eu usava o Mp3.com, que era muito ruim, pago e lento. Aí me falaram da Trama. Postei lá, três semanas depois falaram que tinha uma parada e a gente estava em primeiro lugar”, lembra Adriano Cintra, ex-integrante do Cansei.

Mundo real. Em 2005, a banda foi parte da investida da Trama Virtual no universo dos discos físicos com a criação de um selo. Em sua primeira tiragem, o álbum do Cansei de Ser Sexy vinha acompanhado de um CD-r para que as pessoas gravassem o disco para um amigo. A Trama Virtual também se transformou em um programa de televisão e inovou com a criação do download remunerado, em que patrocinadores bancavam o que era baixado de graça pelos usuários.

Apesar da importância, os sinais do fim já eram claros. O site estava parado desde o fim de 2012 e já não mostrava o mesmo crescimento. Atualmente, são 78 mil bandas cadastradas. Quase o mesmo de 2008, quando o site tinha 70 mil artistas.

O conteúdo sairá do ar, explica Bôscoli. “O acervo é de propriedade dos artistas – somos apenas seu veículo. O que temos no site são cópias digitais das suas masters, publicadas pelos próprios artistas”, diz.

“Não dá nem para calcular o prejuízo com o fim da Trama Virtual. É como se deletassem quase 10 anos da história da música independente brasileira do dia pra noite”, reclama Livio Vilela, um dos fundadores do Fita Bruta, que criou com outros blogs uma lista de músicas que precisam ser baixadas antes do fim.

Muitos artistas têm raridades disponíveis só no site e ainda não sabem o que fazer. “Temos algumas demos e arquivos ao vivo em nosso perfil. Vamos ter de repensar isso”, diz Nevilton, um dos artistas que viu no site uma motivação para começar a gravar o seu material.

Miranda imagina que um fim ideal seria o acervo migrar para alguma instituição, como o Ministério da Cultura, por exemplo. “Isso deve ser muito complexo legalmente, meio inviável. Temos de deixar rolar”, diz ele, que completa: “temos que agradecer à Trama pela iniciativa, pelo que fizeram. É coisa de quem acredita na nossa música”

QUEM PASSOU POR LÁ

Autoramas  - A banda de rock se popularizou ali. São 16 discos no site, entre álbuns completos, demos e sessões ao vivo.

Vanguart - A banda de Cuiabá surgiu em 2002 e ganhou popularidade online – o sucesso veio em 2006, com ‘Semáforo’

O Teatro Mágico – A trupe que mistura artes cênicas e rock – e é entusiasta do compartilhamento na rede – tem três discos no site

Lulina - Há vários discos da delicada cantora recifense, inclusive o último, “Cristalina”, lançado em 2009

CSS - A banda foi a primeira a lançar um disco pelo selo Trama Virtual e fez sucesso – principalmente fora do País

Fresno - Antes de ir para a MTV, a banda gaúcha ocupou por muito tempo as paradas da Trama Virtual. Têm seis singles no arquivo

Móveis Coloniais de Acaju – A big band de ska saiu de Brasília e ganhou o País através da Trama Virtual. Subiram dois discos completos e vários singles

ParteUm - O rapper (que também trabalhou na Trama Virtual) está lá tanto no seu trabalho solo como no antigo grupo, Mzuri Sana

Dance of Days - São sucesso absoluto: eles têm as dez músicas emplacadas no ranking todos os tempos da Trama Virtual

Nevilton - A banda paranaense formada em 2007 aproveitou a Trama Virtual como plataforma para lançar EPs, singles e demos

Aplicativo transforma canções em gráficos

  • 21 de março de 2013|
  • 18h39

Por Diogo Antonio Rodriguez

ArtistX analisa 11 parâmetros e mostra se uma canção é dançante, popular ou animada

O ArtistX é um app que transforma os elementos de uma determinada música em dados que podem ser separados e visualizados em forma de gráfico. Pesquise o nome de qualquer banda ou artista e o aplicativo gera gráficos sobre uma determinada canção. São 11 parâmetros de medição: popularidade, “dançabilidade”, energia, nível de barulho, o tom em que está a canção, entre outros.

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Para ouvir a faixa pesquisada, basta clicar no botão play ao lado esquerdo. O aplicativo é abastecido pelo repertório do Rdio, serviço de streaming de música.

Os dados utilizados nesse app estão na base da empresa americana The Echo Nest, que já catalogou mais de 34 milhões de canções e presta serviços para gravadoras, emissoras de TV, rádios online e empresas de tecnologia.

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A próxima música
• As cartadas

Produtor cria banda com bonecos de Lego

  • 15 de março de 2013|
  • 16h47

Por Redação Link

Produtor usou um Arduino Uno e  um app sequenciador Midi para iPad para colocar a banda criada com bonecos para tocar

FOTO:Reprodução

SÃO PAULO – Depois de 20 anos de carreira como designer de som e produtor musical, o italiano Giuseppe Acito cansou de trabalhar com bandas de verdade e decidiu mostrar toda sua habilidade na área criando uma banda própria. A ideia não chamaria tanto a atenção não fosse o fato de se tratar de uma banda de bonecos Lego, da série Bionicle.

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Parar criar a Toa Mata Band, ele conectou os bonecos Lego a um aplicativo sequenciador Midi para iPad e a um Arduino Uno, que transformou as notas musicais em impulsos elétricos que permitiram aos bonecos tocar um drum pad, xilofone e até brincar em um Nintendo DS.

Tudo foi devidamente registrado na página oficial do projeto no Flickr e no blog de Acito. Ele promete na página que outros episódios com os bonecos Lego serão publicados no futuro.

Confira o vídeo:

 

Deezer vai remunerar desenvolvedores

  • 14 de março de 2013|
  • 16h44

Por Ligia Aguilhar

Serviço de streaming lançou programa mundial para remunerar desenvolvedores por cada novo usuário conquistado com aplicativos

SÃO PAULO – O serviço francês de streaming de música Deezer, que estreou no Brasil no início do ano, começou a remunerar na quarta-feira, 13, desenvolvedores do mundo todo que utilizarem sua API (Interface de Programação de Aplicativos) para criar aplicativos relacionados ao universo da música.

Detalhe da home do Deezer. FOTO: Reprodução

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Os desenvolvedores serão pagos por cada novo usuário que se inscrever no serviço por meio de um aplicativo. O valor será equivalente ao custo do pacote de assinatura escolhido pelo usuário em seu país. Isso significa que se o usuário for brasileiro, o desenvolvedor pode receber R$ 8,90 ou R$ 14,90, valores cobrados pelos dois pacotes oferecidos no País. Se for um usuário europeu, por exemplo, o valor pago corresponderá ao custo do serviço em euros.

Os aplicativos podem ser desenvolvidos tanto para a web quanto para as plataformas móveis Android e iOS. O kit de desenvolvimento está disponível em uma versão atualizada do site de desenvolvedores.

“Streaming de música não é somente sobre dar aos usuários acesso a um banco de dados de músicas. Nosso programa de afiliados e inovações tem como objetivo incentivar os desenvolvedores a levarem a música aos seus novos produtos e ideias”, disse o CEO da Deezer, Axel Dauchez, por meio de nota. A fala do executivo parece responder às críticas de alguns usuários que afirmam que o serviço oferece uma experiência melhor pela web do que pelos seus aplicativos. Com a remuneração dos desenvolvedores, a empresa tem a chance de corrigir com mais velocidade eventuais falhas.

O site Deezer App Studio, que hospeda os aplicativos do serviço,  ganhou uma versão para celulares e tablets. A empresa também fez uma série de atualizações em sua API para permitir integrações mais amplas entre aplicativos sociais e o serviço de música. Com isso, as atividades realizadas por meio dos aplicativos vão aparecer na barra social da Deezer e dar mais visibilidade aos apps, buscado mais engajamento dos usuários.

Novos aplicativos
Três novos aplicativos próprios também devem ser lançados em breve. O Askking Music será uma espécie de Song Pop da Deezer, por meio do qual os usuários poderão desafiar seus contatos no serviço e amigos do Facebook a identificar músicas de suas playlists e de seus artistas favoritos.

O Moosify terá o objetivo de estimular a paquera entre dois usuários por meio das preferências musicais, enquanto o Seevl vai fornecer novas ferramentas para a descoberta de música

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Um novo canal para ouvir música online
A próxima música

Twitter Music pode estrear no fim do mês

  • 13 de março de 2013|
  • 19h36

Por Vinicius Felix

Novo aplicativo será baseado no site We Are Hunted, adquirido pelo Twitter recentemente 

SÃO PAULO – O Twitter deve lançar o aplicativo Twitter Music até o final deste mês para o sistema iOS, de acordo com o site CNET, que teve contato com fontes próxima do assunto.

FOTO: DIVULGAÇÃO

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O novo app será baseado no serviço para descobrir música We Are Hunted, comprado pelo Twitter no ano passado. O Twiter Music usará, por exemplo, a sua base de seguidores no Twitter para personalizar a indicação de músicas e artistas, que estarão disponíveis para streaming inicialmente no Soundcloud.

Com a novidade, o Twitter entra para a longa lista de serviços musicais de streaming, além de se armar para competir com a tag de música presente no novo feed do Facebook e o futuro serviço de música do Google.

Poucas horas após a divulgação da notícia pela CNET, o site do We Are Hunted saiu do ar sem qualquer explicação.

Ainda não ligada ao futuro serviço, a conta @TwitterMusic já tem 2 milhões de seguidores.

De acordo com o site, o Twitter Music contará com quatro abas: Sugestão (conteúdo baseado em quem você e seus amigos seguem), #NowPlaying (com as canções que usuários estão ouvindo utilizando a hashtag), Popular e Emergentes. Através do aplicativo será possível seguir automaticamente a conta oficial do artista no Twitter.

Rdio tem streaming gratuito

  • 12 de março de 2013|
  • 16h08

Por Tatiana de Mello Dias

Promoção dá aos usuários brasileiros seis meses de acesso grátis ao acervo; o uso, porém, é limitado

SÃO PAULO – A promoção que dá seis meses de streaming gratuito de músicas no Rdio finalmente chegou ao País. O serviço oferecerá aos brasileiros o acesso gratuito ao acervo de 18 milhões de músicas sem a necessidade de cartão de crédito.

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A promoção chegou atrasada ao Brasil. O streaming gratuito foi anunciado em 15 dos 17 países onde o Rdio opera, mas o País ficou de fora por falta de acordos com as gravadoras. Agora, porém, a questão foi contornada.

A oferta está disponível para a web ou para o aplicativo OiRdio para desktop (Apple e Windows). Não é possível acessar o acervo de dispositivos móveis.

O streaming, porém, não é ilimitado. Ao atingir determinada quantidade de músicas ouvidas, o usuário é convidado a migrar para os planos pagos (custam a partir de R$ 9 por mês).

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A próxima música: o mercado de streaming no Brasil
• Conheça os serviços de streaming de músicas no Brasil e no mundo

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