Motorola lidera lista de reclamações do Procon
- 7 de maio de 2013|
- 20h57
Por Filipe Serrano
Procon-SP registrou mais de 7 mil reclamações contra fabricantes de celulares em 2012; entre operadoras, Claro é a pior
SÃO PAULO – A Motorola foi a fabricante de celular com mais reclamações no Procon de São Paulo em 2012 de acordo com relatório da fundação de defesa do consumidor divulgado nesta terça-feira, 7. No ano passado, o Procon registrou 788 reclamações contra a empresa, das quais 53% foram solucionadas.
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No ranking, a fabricante é seguida de Nokia, Samsung , LG, Sony, Huawei, ZTE, Apple, Multilaser e Digibras (CCE), em número de reclamações. Mas, considerando apenas o índice de solução dos problemas, a Apple fica na pior posição, tendo resolvido 52% das 66 reclamações recebidas em 2012. Samsung e LG são as que ficaram em melhor posição, com índices de 95% e 90% respectivamente.
Ao todo, o Procon diz ter recebido 7.204 reclamações contra fabricantes de celulares no ano passado, a maioria relacionada a defeitos com o produto (3.780) e problemas com a entrega (2.440).
Para a entidade, o resultado mostra que os celulares ainda têm um padrão de qualidade inadequado e não atendem às expectativas dos consumidores. Além disso, diz o Procon, as dificuldades enfrentadas para lidar com o serviço de suporte ao consumidor também contribuem para que as pessoas fiquem com uma visão negativa sobre os produtos.
“Se em determinados países trocar um celular com defeito é algo muito simples, aqui o consumidor precisa muitas vezes recorrer a um órgão público como o Procon ou até mesmo ao Poder Judiciário”, disse o diretor executivo do Procon-SP, Paulo Arthur Góes, em comunicado à imprensa.
Em nota, a Motorola Mobility disse que “oferecer produtos com alta tecnologia e qualidade” é uma prioridade da empresa. A empresa afirma também que investe em treinamento para melhorar seu serviço de atendimento aos clientes e assistências técnicas autorizadas.
Já a Nokia afirmou que trabalha para garantir a satisfação dos consumidores com os produtos e com o serviço pós-venda. Disse ainda que sua posição no ranking tem melhorado desde 2009, o que, para a empresa, é “fruto do compromisso de melhorias constantes no nível serviços prestados aos clientes”.
Operadoras. Além das fabricantes de celular, as empresas de telefonia também foram alvo de reclamações ao Procon-SP em 2012. O número de problemas relatados subiu 29% comparado com 2011 para 11.865 reclamações ao todo.
A Claro foi a operado com mais reclamações (3.772), 14% a mais do que no ano anterior. O ranking é seguido pela TIM (3.391, aumento de 46%), Oi (2.204, aumento de 17%), Vivo (1.541, aumento de 12%) e Nextel (957, aumento de 186%).
UE faz queixa à Motorola por disputa com a Apple
- 6 de maio de 2013|
- 15h54
Por Agências
Comissão Europeia considera que a Motorola Mobility violou regras de concorrência em caso de patente contra a Apple
BRUXELAS – A Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia, emitiu nesta segunda-feira, 6, uma queixa formal à Motorola Mobility, uma unidade do Google, com o argumento de que a tentativa da empresa de obter uma liminar contra a Apple na Alemanha foi abuso de posição dominante.
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Segundo a comissão, a Motorola Mobility violou as regras antitruste da UE ao ignorar que um licenciado em potencial estava disposto a negociar termos justos de licenciamento.
A queixa foi feita após reguladores da UE iniciarem uma investigação sobre o caso, em abril de 2012. Se for considerada culpada, a Motorola Mobility poderá ser condenada a pagar multa equivalente a 10% de seu faturamento global anual.
“Penso que as empresas deveriam passar o tempo inovando e competindo com base nos méritos dos produtos que oferecem – e não usando seus direitos de propriedade intelectual para obstruir concorrentes, em detrimento da inovação e da escolha do consumidor”, disse em comunicado Joaquín Almunia, comissário europeu para a concorrência. As informações são da Dow Jones.
/ AGÊNCIA ESTADO
Smartphone barato ainda é dúvida
- 5 de maio de 2013|
- 16h48
Por Redação Link
Quase um mês depois de entrar em vigor, medida que zera alíquota de PIS e Cofins para celulares fabricados no Brasil não é clara para o consumidor; enquanto fabricantes indicam redução de 10%, governo diz que economia pode chegar a 30%
Anna Carolina Papp
Ligia Aguilhar
SÃO PAULO – Um mês depois de entrar em vigor a medida do governo que isenta smartphones dos impostos PIS e Cofins, o consumidor ainda enfrenta dificuldade para saber exatamente se está pagando menos – e quanto – para comprar um celular com recursos avançados e acesso à internet.
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Política nacional. Para ser isento de PIS/Cofins, aparelhos têm de ser fabricados no País, usar peças e aplicativos nacionais e custar menos de R$ 1,5 mil. FOTO: Sebastião Moreira/EFE
Os selos de “imposto reduzido” já começam a aparecer em anúncios das principais fabricantes de smartphone, mas nem todas empresas indicam quais modelos foram beneficiados pelo decreto que incluiu os aparelhos na Lei do Bem. Além disso, os lojistas são responsáveis por repassar o desconto, o que pode não ocorrer.
Enquanto o governo afirma que a queda nos preços pode chegar a 30%, os fabricantes e entidades como a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) mantêm suas previsões de um desconto final em torno de 9,25% – equivalente à isenção das alíquotas de PIS/Cofins.
O Link fez uma pesquisa em sites de comparação de preços na internet sobre alguns dos principais modelos beneficiados pela desoneração que foram indicados pelos fabricantes. Em média, o valor caiu 10% no varejo online.
“Uma das principais barreiras no Brasil é o preço. A desoneração é benéfica porque oferece uma queda significativa”, diz o diretor de marketing da Motorola Mobility, Rodrigo Vidigal. Ele afirma que a empresa reduziu o valor dos aparelhos beneficiados em 13%.
A esperada desoneração de impostos para smartphones era prometida desde o ano passado pelo governo federal e chegou a tempo para o Dia das Mães, principal data do ano para venda de celulares no País.
Com isso, até o fim de 2014 o governo espera aumentar em até 25 pontos porcentuais a participação dos smartphones no total de celulares vendidos – no ano passado foram 16 milhões de unidades. A estimativa de renúncia fiscal é de R$ 500 milhões por ano.
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Exigências. Para ter direito à desoneração, os aparelhos precisam custar até R$ 1,5 mil, serem fabricados no Brasil com parte das peças produzidas localmente, ter tecnologia 3G ou 4G, navegador de internet, e-mail, tela sensível ou teclado físico no padrão QWERTY (como nos celulares BlackBerry) e tela de até 18 cm².
Quando o governo fala em 30% de desconto, compara os produtos isentos a celulares totalmente importados que não recebem nenhum benefício fiscal e pagam carga extra de cerca de 30% de impostos de importação. Por isso, o consumidor dificilmente encontrará um modelo já fabricado no Brasil a um preço 30% menor. Da mesma forma, não deve ver mudança no valor de modelos importados e tradicionalmente mais caros como o famoso iPhone, que não se enquadram no requisito de preço. O telefone da Apple continuará mais caro também porque não atende a outra exigência: ter um pacote mínimo de aplicativos nacionais instalados de fábrica – o que exigiria a criação de um sistema iOS só para o Brasil.
“Não há nenhuma necessidade de desonerar produtos muito caros porque eles já são destinados à parte da população capaz de comprar com ou sem a desoneração”, diz o vice-diretor da divisão de smartphones da Abinee, Carlos Lauria.
Fabricantes como Nokia, Motorola, Sony e LG têm uma lista dos aparelhos que tiveram os preços reduzidos. A Samsung não comenta o assunto e diz que o repasse depende do varejo. “O PIS/Cofins é cobrado no momento da venda, então quem controla o pagamento ou não por parte do usuário é o vendedor final”, diz Lauria.
QUEDA |
10% foi a média da queda nos preços no varejo online de smartphones beneficiados informados pelas fabricantes, próximo ao valor da isenção, de 9,25%
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• Lei não basta para baratear aparelhos
• Link no papel – 6/5/2013
Smartphones acessíveis: Razr D3 e Xperia J
- 22 de abril de 2013|
- 7h00
Por Camilo Rocha
Testamos o Motorola Razr D3 e o Sony Xperia J, que custam abaixo de R$ 800
SÃO PAULO – Os smartphones estão cada vez mais acessíveis no País. Há dois anos, era preciso gastar acima de R$ 1 mil por um bom modelo. Hoje em dia, vários aparelhos com ótimos recursos custam a partir de R$ 400.
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Por isso, escolhemos dois modelos mais em conta para avaliar. O primeiro é o Motorola Razr D3, que tem preço sugerido de R$ 799.
O Razr D3 é um bom exemplo de barateamento de recursos antes vistos como topo de linha. Com 1,2 GHz, seu processador tem a mesma configuração do Samsung Galaxy S2, que há dois anos era o modelo mais sofisticado da fabricante.
O Razr D3 é ágil e, no teste, abriu rapidamente os aplicativos. Ele traz a versão 4.1 do sistema Android quase “pura”, uma vez que a Motorola praticamente não fez modificações.
Leia o o teste completo no blog do Homem-Objeto.
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• Link no papel – 22/4/2013
Google corta 1.200 empregos na Motorola Mobility
- 9 de março de 2013|
- 14h59
Por Agências
O número equivale a 10% da força de trabalha da fabricante de aparelhos móveis
BANGALORE/SÃO FRANCISCO – A Motorola Mobility vai cortar mais 1.200 empregos, equivalente a 10% de sua força de trabalho, como parte da tentativa da fabricante de celulares de recuperar rentabilidade, anunciou o Google, controlador da empresa, nesta sexta-feira.
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As demissões foram anunciadas após o corte de outros 4 mil postos na Motorola Mobility em agosto, ao mesmo tempo em que o Google busca produzir mais smartphones e menos aparelhos mais simples.
“Esses cortes são uma continuação das reduções que anunciamos ano passado”, disse a porta-voz Niki Fenwick à Reuters. “É obviamente duro para os empregados afetados e estamos comprometidos a ajudá-los a atravessar essa difícil transição”, acrescentou.
Segundo o jornal Wall Street Journal, os cortes vão afetar trabalhadores nos Estados Unidos, China e Índia. “Nossos custos são muito altos, operamos em mercados em que não somos competitivos estamos perdendo dinheiro”, afirmou a empresa em comunicado obtido pelo jornal.
O Google comprou a fabricante de celulares deficitária no ano passado por 12,5 bilhões de dólares, em sua maior aquisição até o momento, no intuito de se valer do arsenal de patentes da Motorola Mobility para afastar os ataques legais à plataforma Android e, ao mesmo tempo, expandir sua atuação para além dos negócios com software.
/REUTERS
Sem fila de espera
- 23 de setembro de 2012|
- 18h23
Por Tatiana de Mello Dias
O Razr i se adianta ao lançamento do iPhone 5 aqui e deve chegar ao Brasil em outubro

Teste. Aparelho é o primeiro smartphone com processador da Intel. FOTO: Andrew Cowie/AFP
LONDRES – Os early adopters brasileiros já estão acostumados: quando um novo aparelho é lançado, é preciso esperar alguns meses para que ele chegue nas lojas por aqui – ou procurar alguém no exterior para trazer a novidade. Mas, no caso do Razr i, novo smartphone da Motorola, isso não será necessário. O aparelho deve chegar ao Brasil em outubro, ao mesmo tempo que em outros países da América Latina e na Europa – e antes dos EUA.
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A Motorola e a Intel reuniram jornalistas em Londres na semana passada para apresentar o aparelho, anunciado como “o lançamento mais importante da Motorola desde o Razr”, o topo de linha da fabricante.
O Razr i tem uma bela tela Super Amoled, câmera de 8 megapixels e faz vídeos em alta definição. A parte traseira é revestida com a fibra sintética Kevlar, que lhe dá resistência e aparência robusta. Ele tem tela de 4,3 polegadas e é um pouco menor do que o Razr. A diferença principal é o processador Intel Atom de 2 GHz, potente como um chip de computador.
Nova gestão. O aparelho é o segundo smartphone apresentado pela Motorola desde que foi comprada pelo Google no ano passado. Na época, o CEO do Google, Larry Page, disse que a fabricante foi comprada para “salvar o Android”. Foram incorporadas 17 mil patentes da Motorola. Dentro da fabricante norte-americana de celulares, pouco mudou. Não houve integração entre as equipe do Android e da Motorola – as empresas operam independentemente.
Há contatos específicos entre as duas empresas, mas o Google não dá vantagens à Motorola. Ao lançar seu tablet em junho, o Nexus 7, a escolhida foi a Asus. O Razr i roda o Android 4.0, que não é a versão mais nova do sistema, que foi levemente modificado no Razr i.
Na apresentação do celular, pouco se falou do Google. O vice-presidente de design da Motorola, Jim Wicks, limitou-se a dizer que, depois da aquisição, a Motorola se concentra em lançar poucos e melhores aparelhos. E, agora, tem os olhos voltados para o mundo
A Motorola diz que o Razr i terá um preço competitivo no País, mesmo com suas configurações avançadas, mas não indicou o valor.
A Intel diz estar animada. A empresa já teve celulares próprios, mas pela primeira vez equipa um aparelho de outra fabricante. A parceria é um primeiro teste. O Razr i também será o primeiro smartphone do mercado brasileiro com chip da Intel
A REPÓRTER VIAJOU A CONVITE DA MOTOROLA
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Leia mais:
• Link no papel -24/09/2012
Um celular com coração de computador
- 18 de setembro de 2012|
- 7h36
Por Tatiana de Mello Dias
Motorola apresenta em Londres o RAZRi, primeiro celular com processador da Intel. Ele chega ao Brasil em outubro
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LONDRES – A Motorola tem um novo top de linha – e agora com chip Intel. Poucas semanas após anunciar o RAZR HD, a Motorola anunciou nesta manhã, 18, em Londres mais um modelo da família: o RAZRi, o “celular sem bordas”.
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Quem gostou do RAZR deve se animar com este lançamento. A tela Super AMOLED de 4,3″ impressiona – e ela ocupa quase todo o tamanho do celular, que não tem nenhum botão. O vice-presidente de design da Motorola, Jim Wicks, fez questão de cutucar: “a tela é maior do que a do iPhone 5″.
Tanto a Motorola quanto a Intel falam em revolução. O coração do aparelho, de fato, pode marcar uma nova era. O RAZRi tem motor de computador: ele roda um chip Intel Atom de 2 GHz, mesmo usado em vários netbooks e notebooks vendidos no mercado brasileiro.
O problema dos celulares com processadores potentes e telas grandes é sempre o mesmo: a duração da bateria. Segundo a Motorola, o RAZRi tem a bateria 40% mais potente.
Assim como seus concorrentes top de linha, o RAZRi tem câmera de 8 megapixels e faz vídeos em alta resolução. “A câmera hoje é a funcionalidade mais utilizada em um smartphone”, disse Eric Reid, gerente-geral da Intel Mobile. A câmera do celular de fato é rápida: abre em cerca de um segundo e dispara vários shots durante o mesmo período de tempo.
| RAZRi |
| Tela: • Super AMOLED de 4,3″. Tem a tecnologia de alta resistência Gorilla Glass |
| Processador: • Intel Atom de 2 GHz, com processador de núcleo único |
| Câmera: • 8 MP. Faz vídeos HD. |
| Sistema operacional: • Android 4.0 com algumas modificações da Motorola. Segundo a empresa, será possível atualizar para o Android 4.1, o Jelly Bean |
| Disponibilidade: • Chega no Brasil em outubro. O preço ainda não foi definido. |
O RAZRi é o segundo aparelho lançado pela Motorola Mobility desde que a empresa foi comprada pelo Google (o primeiro foi o RAZR HD). Mas isso parece não fazer diferença no andamento dos lançamentos – a Motorola lançará o novo aparelho com Android 4.0, o Ice Cream Sandwich, que não é a última versão do sistema operacional. Segundo a empresa, será possível atualizar para o Android 4.1.
Além disso, a Motorola fez modificações no Android. Há um ‘circle widget’ na tela inicial, que mostra informações sobre temperatura e bateria do aparelho em forma de círculos (e, ao ser tocado, gira como uma moeda).
O RAZRi foi lançado em uma conferência de imprensa com jornalistas de todo o mundo. Segundo a empresa, o dia de hoje marca uma nova era no relacionamento da empresa com a América Latina e a Europa.
O novo celular chegará ao mercado tanto na América Latina quanto na Europa em outubro – ainda não há data precisa.
*A repórter viajou a convite da Motorola
Alemanha pode barrar Motorola no país
- 17 de setembro de 2012|
- 16h55
Por Redação Link
Um tribunal de Munique aprovou a proibição de produtos a pedido da Apple, que alega infração de patentes
SÃO PAULO – Um tribunal em Munique, na Alemanha, emitiu decisão favorável à proibição de determinados produtos da Motorola que supostamente infringem patentes da Apple. Trata-se de mais uma vitória legal da empresa em sua campanha contra concorrentes que trabalham com o sistema operacional Android, da Google.
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A justiça julgou que alguns aparelhos da fabricante infringem a tecnologia “rubber-band” da Apple, que faz com que a tela quique para cima quando se desce a barra de rolagem até o limite de sua borda inferior. A infração da mesma patente foi fundamental na histórica vitória de US$ 1,05 bilhões da Apple contra a concorrente coreana Samsung, em agosto nos Estados Unidos. Alguns produtos da Motorola que podem ser afetados são o Motorola Milestone XT720, o Atrix e o XOOM.
Comprada em agosto de 2011, a Motorola é a aposta da gigante Google a adentrar o lucrativo mercado de tablets e smartphones. Segundo o jornal britânico Guardian, embora um recall na Alemanha não deva entrar em vigor imediatamente, a corte deu a entender que a vitória de uma apelação da Motorola é improvável.
Google conclui compra da Motorola Mobility
- 22 de maio de 2012|
- 15h31
Por Agências
Após aprovação da China, a gigante, dona do sistema operacional Android, pode finalmente incorporar a fabricante
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NOVA YORK – O Google anunciou nesta terça-feira, 22, que concluiu a aquisição da fabricante americana de aparelhos celulares Motorola Mobility, anunciada em agosto, após ter obtido todas as autorizações necessárias.
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“Esta aquisição permitirá ao Google expandir o ecossistema do seu sistema operacional Android e fortalecer sua competência no setor móvel”, disse a empresa em nota sobre a operação de US$ 12,5 milhões.
O CEO do Google, Larry Page, disse em um blog da empresa que a transação foi completada e que considera que o fabricante poderá produzir a próxima geração de dispositivos móveis que poderão beneficiar consumidores, parceiros e desenvolvedores.
Novo presidente. O Google informou que o presidente-executivo da Motorola, Sanjay Jha, deixou o cargo e foi sucedido por Dennis Woodside, ex-presidente do Google para Américas e responsável por fiscalizar a integração da Motorola.
Estados Unidos e União Europeia aprovaram em fevereiro a compra. Nesta semana, foi a vez da China aprovar a operação. As condições do Ministério do Comércio chinês dizem que o Google deve manter seu Android gratuito e aberto por pelo menos cinco anos.
As agências reguladores americanas enfatizaram que irão monitorar a empresa californiana para que ela não utilize sua aquisição para obter vantagens desleais no mercado.
/AFP e Reuters
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Leia mais:
• Comissão Europeia exige mudanças do Google
China aprova compra da Motorola pelo Google
- 21 de maio de 2012|
- 13h12
Por Agências
Autoridades exigiram, porém, que Android seja gratuito e com código aberto por pelo menos cinco anos
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PEQUIM – A China aprovou, com condições, a compra da Motorola Mobility pelo Google, eliminando o último entrave para o negócio que ajudará a companhia de internet a desenvolver seus próprios smartphones, anunciaram autoridades chinesas no domingo, 20.
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A aprovação, que o Google havia adiantado no sábado, 19, acontece quase oito meses após o anúncio do negócio de US$ 12,5 bilhões e exige que o Google mantenha o Android gratuito e com código aberto por pelo menos cinco anos.
“No fim desses cinco anos, o Ministério do Comércio continuará a analisar o mercado chinês de smartphones”, afirmou o órgão chinês.
Reguladores dos Estados Unidos e da Europa aprovaram a operação em fevereiro.
/ Reuters
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