Estadão.com.br

Kevin Rose pode ir para o Google

  • 15 de março de 2012|
  • 20h24

Por Redação Link

Cofundador do Digg deve integrar a equipe do Google Plus, diz o blog All Things Digital

SÃO PAULO – Kevin Rose, fundador do Digg, está indo para o Google, diz o blog All Things Digital, ligado ao jornal Wall Street Journal.

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Segundo a reportagem, que cita fontes anônimas, ele e alguns colegas de sua recém lançada startup Milk irão trabalhar para o gigante das buscas.

Já o TechCrunch defende que toda a empresa esteja sendo comprada.

Os rumores dão conta que, uma vez no Google, Rose integraria a equipe do Google Plus.

As especulações surgem um dia depois que o primeiro projeto da Milk, o aplicativo Oink, foi cancelado pelo próprio Rose, que se justificou dizendo que a empresa estava descontinuando o app, que estava em testes, para se focar em outras coisas.

Rose fundou o Digg, site de agrega links populares em 2044 com três colegas e deixou a empresa em março do ano passado para fundar a startup Milk.

Google+ quer ser você online

  • 17 de julho de 2011|
  • 21h35

Por Tatiana de Mello Dias

Há quem já tenha transformado a nova rede social no centro de sua identidade digital

O anúncio de Kevin Rose, empreendedor da web e criador de ferramentas como a rede social de bookmarks Digg, foi um dos mais comentados no Google+ na semana passada.

“Decidi direcionar o KevinRose.com para o meu perfil no Google+.” A partir de agora, quem procurar por seu blog pessoal cairá em seu perfil na rede social do Google. Sem site, sem blog, sem domínio próprio. “O G+ me dá mais feedback em tempo real e engajamento do que meu blog jamais deu”, explicou.

Mais de 1.100 pessoas apertaram o botão +1 em seu post (o “Curtir” do Google), que foi compartilhado mais de 400 vezes. E não faltaram comentários de apoio à decisão. Seria o Google+ uma plataforma para as pessoas criarem sua identidade online?

O Google+ já completou três semanas. E, aos poucos, o contorno da nova rede social vai ficando mais claro. Há os círculos e hangouts, anunciados como a principal diferença em relação ao Facebook. Mas o Google tem muito mais do que um buscador. Parece que, além de ser o já onipresente índice de sites e buscas, o Google quer ser o centro da vida social das pessoas na web. E parece que está dando certo.

Aos números: em duas semanas, já são 10 milhões de usuários na rede que só foi aberta para o público em geral na semana passada e ainda nem teve lançamento oficial (previsto para o dia 31 de julho). Por enquanto, porém, o G+ continua predominantemente masculino (70% dos usuários) e nerd. Ali se fala sobre programação e questões técnicas (60% dos usuários são desenvolvedores, engenheiros e afins). Mas esse é o retrato de uma rede na infância, cheia de entusiastas e early adopters.

Na postagem de Kevin Rose, outros usuários anunciaram que redirecionariam o seus domínios para o perfil do Google. Pessoas como o empreendedor Bill Gross, da incubadora tecnológica Idealab, e Dmitry Shapiro, ex-chefe de tecnologia do MySpace. E por aí vai. O processo foi facilitado, ainda de forma independente, pela criação do encurtador Gplus.to. Basta acrescentar ID e nome para criar o domínio Gplus.to/SEUNOME.

Do lado de lá, o Google se movimenta para completar a fusão de seus serviços. Deve mudar os nomes de dois de seus principais serviços, o Picasa e o Blogger, que passarão a ser Google Photos e Google Posts. A ideia é unificar o nome da marca para fortalecer o Google+. A transição deve ocorrer em um ou dois meses, segundo o site Mashable.

Só que a adesão em massa ao G+ também provoca um movimento contrário. “Eu não acho que eles deveriam dar suas identidades e domínio para o serviço”, escreveu o blogueiro e consultor de tecnologia do Vale do Silício Louis Gray. “Porque em dez, 20 ou 30 anos, você continuará sendo você, mas os serviços e empresas mudam.”

O escritor americano Dan Gillmor, diretor do Knight Center for Digital Media, vai na mesma linha. Em artigo no jornal britânico Guardian, ele diz que não tem intenção de transferir seu domínio para a página do G+ porque não quer dar às empresas controle sobre o conteúdo criado por ele. “Se você torna o G+ –ou Facebook, Twitter, Linkedin ou Tumblr – sua presença online primária, você estará abrindo mão de algo que tem um valor enorme. Você estará dando suas contribuições para a emergente conversa global a uma empresa em que vê você principalmente como um contribuidor de dados que podem ser transformados em dinheiro.”

Defensor do estabelecimento de uma identidade na web, Gillmor sugere a criação de um site totalmente controlado pelo usuário (o dele está no domínio DanGillmor.com). “Se você coloca o meu nome em um mecanismo de buscas, meu site estará no topo da lista de resultados. Eu ficaria horrorizado se a minha conta no Google+ ficasse no topo e poderia muito bem fechá-la se isso acontecesse.”

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Link no papel – 18/07/2011

Kevin Rose deixa o Digg

  • 19 de março de 2011|
  • 11h46

Por Redação Link

O jovem executivo Kevin Rose, de 34 anos, fundador do Digg e exemplo do empreendedorismo na web 2.0, decidiu renunciar à sua posição na empresa que ele mesmo criou em 2004. Quando foi lançado, em um mundo em que o Facebook, seu botão ‘curtir’, e o Twitter mal existiam, o Digg chamou a atenção ao desenvolver um sistema para reunir as notícias, vídeos e posts mais populares no momento publicados em blogs e sites de notícias — modelo que foi exaustivamente copiado por outras startups, incluindo no Brasil.

A revista Business Week chegou a estampar Kevin Rose na capa, destacado o sucesso do Digg. FOTO: REPRODUÇÃO

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A saída de Rose foi noticiada na sexta, 18, pelo Techcrunch e confirmada pelo fundador do site em seu Twitter. Segundo fontes ouvidas pelo Techcrunch, Rose deixou a empresa e reuniu US$ 1 milhão para lançar um novo projeto, ainda desconhecido. Em 2008, também de acordo com o Techcrunch, o Google teria oferecido US$ 200 milhões pelo site — que nunca foi vendido — e depois retirado a oferta.

Rose já estaria se afastando da rotina da empresa desde o ano passado. Em agosto, ele deixou o cargo de CEO para um executivo da Amazon, Matt Williams. No mesmo mês, a empresa relançou o seu agregador de notícias para tentar recuperar a relevância que teve um dia.

Em junho, Rose foi notícia ao publicar no Twitter que o Google estaria planejando lançar uma rede social nova chamada de Google Me, o que nunca se confirmou.

Pelo Twitter, o fundador do Digg disse que ainda continuará a servir como conselheiro da empresa.

Livro social

  • 8 de agosto de 2010|
  • 20h00

Por Carla Peralva

Kevin Rose, criador do Digg, se incomoda ao ler e-books em aparelhos conectados à internet e não tirar nenhum proveito disso. Para ele, a leitura pode se tornar um experiência social. Por isso, fez uma lista com as cinco coisas que mais gostaria de poder fazer nos próximos e-readers.

digg

digg kevin rose

Outra rede social do Google?

  • 28 de junho de 2010|
  • 19h58

Por Redação Link

kevinrosegoogleme

O criador do Digg, Kevin Rose, atiçou os rumores com um tweet durante o fim de semana dizendo que o Google estaria para lançar “muito em breve” um “concorrente do Facebook” que se chamaria Google Me. A mensagem, capturada por sites de tecnologia, porém, foi apagada.

Apesar de o Google já ter o Orkut como um concorrente do Facebook ao menos no Brasil, Kevin Rose afirma que a informação vem de “uma fonte muito confiável”. Além do Orkut, o Google também tem outro serviço parecido com uma rede social, o Google Profiles.

A revista Fast Company lembra que o criador do Digg é famoso por lançar rumores, principalmente sobre produtos da Apple, muitos certos e muitos errados.

Caso o Google Me — ou algo parecido — se confirme, não será a primeira vez que o Google tenta criar um serviço copiado de algum outro na internet. Quando o YouTube foi lançado, o Google logo se apressou para criar o Google Video. Meses depois de não conseguir tomar o lugar do site criado por Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim, o Google comprou o promissor site de vídeos. Na mesma época, quando a Linden Lab convencia o mundo de que realidades alternativas em 3D eram o futuro da internet, o Google criou uma cópia do Second Life, o Lively — que durou 6 meses. E em fevereiro deste ano, o Google lançou um concorrente do Twitter, o Buzz, que também não serviu para tomar o lugar do líder das mensagens em 140 caracteres.

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