Estadão.com.br

Google negocia compra da Waze por US$ 1 bi

  • 24 de maio de 2013|
  • 15h49

Por Agências

De acordo com a agência Bloomberg, a empresa também está interessada no aplicativo de GPS social

EUA – O Google está considerando comprar a companhia israelense de navegação por satélite Waze, o que pode gerar uma guerra de ofertas da empresa com o Facebook, informou a agência de notícias Bloomberg citando fontes próximas do assunto.

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A Waze, empresa iniciante que desenvolveu aplicativo de navegação que usa recursos de redes sociais, está interessada em um preço acima de US$ 1 bilhão e está recebendo manifestações de múltiplas partes, disse a agência citando a fonte.

Outras informações publicadas pela imprensa afirmaram que o Facebook manteve negociações para comprar a Waze por até US$ 1 bilhão.

O Google e outras empresas se aproximaram da companhia israelense depois que as negociações com o Facebook se tornaram públicas, mas nenhuma das partes está próxima de um acordo, segundo a agência, que acrescentou que a Waze pode optar por continuar independente.

Representantes da Waze não puderam ser contatados de imediato. O Google não respondeu de imediato.

O aplicativo a Waze usa dados dos celulares inteligentes de seus usuários para gerar mapas e dados de tráfego de veículos. As informações são compartilhadas com outros membros do serviço, oferecendo dados de condições de congestionamento em tempo real.

/ REUTERS

Google inclui Galápagos no Street View

  • 23 de maio de 2013|
  • 15h59

Por Filipe Serrano

Até o fim do ano, será possível explorar imagens em 360º da região que serviu de base para estudo de Charles Darwin

SÃO PAULO – Um dos ecossistemas mais ricos do mundo, o arquipélago de Galápagos, logo poderá ser explorado por meio do Street View, serviço de mapeamento visual do Google que permite ver imagens panorâmicas reais de lugares pelo mundo. Pessoas carregando mochilas especias com câmeras do Street View vão explorar as ilhas vulcânicas do arquipélago de Galápagos para montar um passeio virtual por uma das regiões mais biologicamente ricas do planeta e que foi objeto para a pesquisa mais importante de Charles Darwin, sobre a evolução das espécies.

Foto: Divulgação

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O Google disse nesta quinta-feira, 23, que o projeto faz parte de uma parceria com a Fundação Charles Darwin e a Direção dos Parques Nacionais de Galápagos. As imagens, de acordo com o Google, serão disponibilizadas até o fim deste ano. Quando estiverem no ar, será possível ver as tartarugas gigantes,  patolas de pés azuis, além de passear pelas trilhas, campos de lava da região e pela cratera do vulcão Sierra Negra.

Durante dez dias, exploradores do Google passearam pelas trilhas, navegaram pelos rios e mergulharam na costa do arquipélago com os equipamentos do Street View que capturam imagens em 360º. Foram mapeados dez locais selecionados pelos parceiros do Google, segundo a empresa.

Não é a primeira vez que o Google mapeia parques e lugares protegidos. Usando veículos e equipamentos especiais, a empresa já incluiu no Street View os picos mais altos do mundo, o Grand Canyon (EUA), pistas de esqui, a Amazônia, parques nacionais na Califórnia, regiões da Antártica e do Ártico, e dentro de oceanos. É a primeira vez, porém, que um projeto do tipo mapeia uma região tanto na superfície quanto sob o mar.

Segundo o Google, o projeto servirá para chamar a atenção para a proteção da natureza e de animais ameaçados. “Esperamos que as imagens do Street View não apenas promova importantes pesquisas científicas, mas também inspire você a aprender mais sobre este local especial”, escreveu o diretor de projetos do Google Maps, Raleigh Seamster, no blog da empresa.


Ver mapa maior

STJ mantém multa de R$ 12 mil ao Google

  • 20 de maio de 2013|
  • 21h01

Por Anna Carolina Papp

Empresa foi multada por não retirar conteúdo do ar depois de ser notificada por empresa sobre conteúdo irregular

SÃO PAULO – A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve multa ao Google no valor de R$ 12 mil por não ter retirado do ar conteúdo plagiado logo após ser ter sido notificado. A decisão foi divulgada nesta segunda-feira, 20.

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De acordo com o STJ, o provedor de conteúdo que não retirar conteúdo do ar imediatamente após a notificação da empresa em questão também responde por violação a direitos autorais.

O Google havia sido multado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) após uma empresa produtora de material didático ter alegado que seu conteúdo fora reproduzido sem autorização em blogs hospedados na plataforma. A empresa, Sette Informações Educacionais, notificou o provedor, solicitando a remissão do conteúdo. No entanto, a exclusão só aconteceu após a ordem judicial.

O TJ-MG decidiu que o Google deveria pagar R$ 12 mil em indenizações à empresa pela hesitação em retirar o conteúdo pirateado do ar. A empresa recorreu da decisão ao STJ, alegando que não deveria ser responsabilizada pelas ações dos usuários da internet e solicitando a redução do valor da indenização determinada na decisão mineira.

O ministro Sidnei Beneti, relator do processo no STJ, negou o recurso em decisão individual, mas o Google recorreu e o caso foi decidido pela Terceira Turma.

“O provedor não responde objetivamente pelo conteúdo inserido pelo usuário em sítio eletrônico, por não se tratar de risco inerente à sua atividade. Está obrigado, no entanto, a retirar imediatamente o conteúdo moralmente ofensivo, sob pena de responder solidariamente com o autor direto do dano”, disse Beneti, segundo o site do STJ.

De acordo com o ministro, a reversão da decisão em Minas só seria possível mediante nova análise de provas, o que é vedado. Quanto ao pedido de redução da indenização, o STJ só faria negociações se considerasse o valor “ostensivamente exorbitante ou a tal ponto ínfimo que [...] deponha contra a dignidade do ofendido”. No entanto, segundo o relator, este não foi o caso.

O Google entrou com embargos de declaração, que ainda serão analisados. Procurado pelo Link, o Google não comentou o caso.

Notificação e retirada. Como não há nenhuma lei que regule a remoção de conteúdo pirata do ar, entidades e empresas de internet acabaram adotando espontaneamente no País o mecanismo conhecido pelo termo em inglês “notice and take down”, ou notificação e retirada.

Os detentores de direitos autorais enviam uma notificação a uma empresa, como Google ou Facebook, pedindo a remoção do conteúdo. A pessoa que postou é notificada e, se não assumir a responsabilidade – ou não quiser comprar briga com a empresa –, o conteúdo é removido.

O mecanismo foi criado nos EUA para dar segurança para as empresas de internet operarem. Como são plataformas para o conteúdo gerado pelos usuários, sites como YouTube e Facebook não poderiam assumir a culpa pelo que terceiros postavam. O “notice and take down” deu a segurança jurídica para as empresas, mas tem um efeito colateral: a censura. Afinal, os usuários têm conteúdo removido – ou preferem removê-lo – a comprar brigas com a indústria. As avaliações ficam para depois ou nem sequer acontecem.

Lacuna. O Marco Civil da Internet, projeto de lei que surgiu há três anos com o objetivo de regulamentar a web em áreas como liberdade de expressão, privacidade e garantia de acesso igualitário à rede, propunha originalmente que as empresas só deveriam remover conteúdo mediante ordem judicial – o que isentaria as plataformas da responsabilidade sobre conteúdo plagiado.

Mas a ministra da Cultura, Marta Suplicy, interveio no artigo 15 para fazer uma exceção justamente nos casos envolvendo direitos autorais. Em entrevista ao Estado no ano passado, a ministra afirmou que já havia se decidido pelo mecanismo de notificação e retirada e que retomaria a reforma da Lei de Direitos Autorais (LDA). Na ausência de legislação em ambos os setores, a análise e decisão nos casos com em que há alegação de conteúdo pirata ficam exclusivamente nas mãos da Justiça./Colaborou Tatiana de Mello Dias


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Leia mais:
• Remoção sem volta
• Google remove 50 milhões de links piratas em 2012

SP quer que Google diga velocidade dos ônibus

  • 20 de maio de 2013|
  • 16h53

Por Redação Link

Cobertura em tempo real do desempenho de carros e coletivos ajudaria cidadãos a escolher melhores trajetos

Bruno Ribeiro, de ‘O Estado de S. Paulo’

SÃO PAULO – A Prefeitura de São Paulo anunciou estar em negociações com o Google para que a empresa tenha acesso aos dados da São Paulo Transporte (SPtrans) sobre a velocidade dos ônibus.

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Prefeitura quer que Google informe velocidade dos ônibus de São Paulo
FOTO: Reprodução

A ideia é que pessoas que usem o mapa (na internet ou em aplicativos) da empresa norte-americana possam saber, ao calcular suas rotas, quanto tempo vão demorar para chegar de ônibus.

O serviço, com cálculo do tempo gasto feito online, levando em conta o trânsito do momento, já existe para quem calcula rotas para serem percorridas de carro.

A SPTrans já mede a velocidade desenvolvida pelos 15 mil ônibus da frota municipal porque os coletivos têm aparelhos de GPS embarcados. São usados para que a empresa monitore os coletivos e dá a velocidade percorrida por eles.

“Para a gente, também tem a vantagem que é como uma pesquisa Origem/Destino”, diz o secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto. Sabendo as rotas mais usadas pela população, ou demandas sobre traçados que não existem, a Prefeitura poderia planejar melhor as linhas, explica o secretário.

Para o usuário, a vantagem é que será possível calcular, antes de sair de casa, qual será o modal mais rápido para chegar ao destino desejado, de acordo com o trânsito do momento.

O Google foi procurado, mas informou que não comenta eventuais negociações que ainda estão em andamento. O secretário Tatto disse que ainda não chegou a um acordo para poder divulgar data para o serviço começar.

Google aquece briga pela música online

  • 19 de maio de 2013|
  • 18h00

Por Redação Link

Empresa se adianta à Apple e lança seu serviço de música digital por streaming; novidade pode impulsionar setor

Camilo Rocha
Ligia Aguilhar

SÃO PAULO – Um dos anúncios mais esperados do Google I/O, conferência de desenvolvedores realizada semana passada, foi o lançamento do serviço de streaming musical da empresa, o Google Play Music All Access. Inicialmente disponível apenas nos Estados Unidos, o serviço tem versões para o sistema Android e a para a web por US$ 9,99 ao mês – US$ 7,99 até 30 de junho.

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Chris Yerga, diretor de
engenharia do Android apresenta o Google Play Music All Access no Google I/O. FOTO: John G. Mabanglo/EFE

O Google já mantém o YouTube, considerado o maior site de streaming do mundo. Em 2012, os dez vídeos mais vistos pelos brasileiros no site eram todos de música. Com o novo serviço, a empresa oferece uma opção paga e mais organizada, além de reforçar a presença em um dos mercados mais quentes do entretenimento digital.

O Google chega num terreno ocupado por empresas menores e já estabelecidas, como o Spotify, atual líder mundial, Pandora, Rdio e Deezer. Juntas, essas empresas movimentaram mais de US$ 1 bilhão em 2012.

Nos serviços de streaming, o usuário paga uma assinatura mensal para ter acesso ilimitado a um vasto acervo online de músicas. “Esses modelos baseados em assinatura serão grandes pilares de crescimento da indústria musical nos próximos anos”, diz Cláudio Vargas, vice-presidente de novos negócios da Sony Brasil.

O streaming é considerado a salvação para uma indústria que passou a última década sendo atropelada pelo compartilhamento de música online. Embora refute essa ideia, Fabio Silveira, gerente de novas mídias da Deckdisc, maior selo independente do Brasil, considera o serviço uma arma poderosa contra a sangria desatada da pirataria. “É a resposta que as gravadoras deveriam ter sido capazes de dar anos atrás. O valor é acessível, todo mundo pode pagar.”

Mathieu Le Roux, diretor do Deezer para a América Latina, concorda. “Hoje, 90% da minha concorrência é a pirataria, que tem um impacto muito maior no negócio do que o Google e a Apple reunidos”, diz.

A chegada do Google pode ser um ponto de virada para um mercado que soma 20 milhões de assinantes no mundo. “É um número pequeno diante do potencial do serviço. A entrada de grandes players como o Google mostra que o streaming é um bom negócio”, diz Vargas.

No Brasil, esse mercado ainda é incipiente. Segundo a Associação Brasileira de Produtores de Disco (ABPD), em 2012, a música digital chegou a 28,37% do mercado total de música no País. O papel do streaming por assinatura ainda é pequeno: 25,3% da receita com o digital. Ou seja, o serviço ainda precisa crescer muito para causar impacto no bolo geral da indústria. “Sou defensor fervoroso do streaming. Mas a remuneração é muito baixa e o sistema é complexo e caro. Quem mais ganha hoje são as empresas de tecnologia”, diz Maurício Tagliari, sócio do selo YB Music, casa de artistas como Tulipa Ruiz.

Um estudo da Merlin, agência global de direitos autorais que representa selos e artistas independente aponta que os associados da agência esperam arrecadar US$ 65 milhões em royalties de serviços de streaming em 2013. Dividido entre os 20 mil membros, o valor total representa apenas US$ 3,2 mil para cada selo.

“O streaming não vai representar 100% da renda e artistas, mas vai ter uma posição importante na remuneração. Em alguns países já é maior do que as vendas em download”, diz Le Roux, da Deezer.

Vargas, da Sony, ameniza. “É um modelo diferente e, portanto, a remuneração é diferente para a cadeia como um todo. É uma nova economia para um novo consumidor”, diz.

STREAMING |

O que é?
Forma de transferência de dados que permite tocar vídeo ou música direto da internet, sem baixar.

Como funciona?
Em vez de baixar o arquivo , o streaming permite que a música comece a ser escutada enquanto o arquivo é carregado.

Velocidade
O sistema é mais rápido porque a música não fica armazenada no computador, mas apenas no cache. Dessa forma, a transmissão não viola os direitos autorais.

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Leia mais:
• Cenário: Streaming é apenas mais uma fonte de renda para a indústria
• Page revela lado pessoal no evento
Link no papel – 20/5/2013

Galaxy S4 terá versão com Android ‘puro’

  • 15 de maio de 2013|
  • 18h09

Por Anna Carolina Papp

Smartphone começará a ser vendido nos EUA em 26 de junho, por US$ 649; aparelho terá o Android ‘puro’, como o Nexus

SÃO PAULO – Nesta quarta-feira,15, o Google informou que será lançada uma versão do smartphone Galaxy S4 com Android “puro” – sem alterações no sistema operacional feitas pela fabricante do produto, a Samsung. O anúncio foi dado durante a conferência da empresa para desenvolvedores Google I/O, que acontece em São Francisco, nos EUA.

Samsung Galaxy S4 com Android puro

Segundo o  vice-presidente de produtos de Android, Hugo Barra, o smartphone com a versão Jelly Bean 4.2.2 vai oferecer “a mesma experiência visual do Nexus” – linha de produtos do Google em parceria com os fabricantes HTC, LG e Samsung.

O Galaxy S4 com Android “puro” terá 16 GB de memória e conexão 4G. O smartphone começará a ser vendido nos Estados Unidos no dia 26 de junho, pela Google Pay, loja virtual da empresa.

O preço sugerido é de US$ 649 em uma versão desbloqueada compatível com a rede 4G LTE das operadoras T-Mobile e AT&T. As especificações de hardware são as mesmas da versão tradicional; a única mudança ocorre interface do sistema operacional Android.

O novo smartphone da Samsung foi anunciado em 14 de março nos Estados Unidos. O aparelho chegou às lojas da região Sudeste e de Brasília no dia 8 de maio,  por R$ 2.399 (versão 3G) e R$ 2.499 (versão 4G). O S4 deve chegar às outras regiões do País nesta quinta-feira,16.

SAMSUNG GALAXY S4

Processador | 1,6 GHz + 1,2 GHz (3G) ou 1,9 GHz (4G)
Armazenamento | 16 GB (aceita cartão microSD até 64 GB)
Sistema operacional | Android 4.2.2
Tela | 5 polegadas / 441 ppi (pixels por polegada)
Peso | 130 gramas
Espessura | 7,9 milímetros
Preço | Entre R$ 2.399 (3G) e R$ 2.499 (4G)

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Leia mais:
• O show deve continuar

Google apresenta mudanças no Maps

  • 15 de maio de 2013|
  • 17h10

Por Ligia Aguilhar

Ferramenta de mapas da empresa ganhará um novo aplicativo e mais interatividade 

SÃO PAULO – O Google anunciou nesta quarta-feira, 15, durante a conferência de desenvolvedores Google I/O a nova versão do seu serviço de mapas Google Maps.

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Usuário poderá inserir dentro do Maps imagens panorâmicas de um ambiente. FOTO: Reprodução

Segundo o Google, atualmente 200 países são cobertos pelo sistema, incluindo a Coreia do Norte. Destes, 50 já contam com o serviço Street View.

O Maps ganhará uma nova versão para os sistemas iOS e Android. O app será capaz de refazer automaticamente uma rota, assim como enviar alertas sobre acidentes e mostrar mais detalhes sobre o caminho a ser percorrido. Também terá um zoom mais suave e imagens de prédios em 3D.

Nos Estados Unidos, o usuário poderá usar a ferramenta para avaliar serviços, como um restaurante, por exemplo, por meio da integração com a tecnologia da Zagat, empresa adquirida pelo Google que criou um site de avaliações. Os estabelecimentos, por sua vez, poderão fazer anúncios e divulgar cardápios e promoções no Google. A estreia do serviço será com o Starbucks.

Um botão chamado “Explore” vai ajudar o usuário a encontrar mais opções sobre o que fazer. A ideia, segundo o Google, é que o serviço seja cada vez mais customizado e interativo.

Outra grande novidade é que o Google Maps vai ter um sistema semelhante ao Street View para ambientes fechados e vai  permitir ao usuário fazer um “passeio” dentro desses locais . Isso será possível porque qualquer pessoa poderá inserir imagens panorâmicas de um local para outras pessoas verem.

O Maps também será mais integrado ao Google Earth. Ao retirar totalmente o zoom, o usuário poderá ver a Terra, sua posição no espaço e a influência do Sol na superfície do planeta.

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Google lança serviço de música

Google remodela rede social e integra chat

  • 15 de maio de 2013|
  • 17h10

Por Anna Carolina Papp

Google+ terá novo visual com publicações dinâmicas e edição de imagens; Hangouts integra serviços de chat e vídeo da empresa

SÃO PAULO – Nesta quarta-feira, 15, o Google apresentou mudanças na rede social Google+, durante a conferência para desenvolvedores Google I/O, realizada em São Francisco, nos EUA. Segundo a empresa, foram feitas 41 mudanças na rede social.

 FOTO: Reprodução

O Google+ ganhou uma nova interface:  as atualizações agora aparecem em três colunas. Fotos e vídeos ganharam destaque, podendo ocupar duas colunas, por exemplo. Cada publicação agora também roda, alternando-se em diferentes “cartões” para mostrar mais conteúdo relacionado ou outras publicações relevantes para o usuário.

O sistema também ganhou hashtags, tanto para palavras – como ocorre no Twitter e no Instagram – como para imagens. Ao clicar em uma hashtag, a publicação se transformará em um cartão e mostra mais conteúdo sobre aquele tópico.

Google Hangouts
FOTO: Reprodução

A rede social também ganhou novidades no Hangouts. O serviço de videochamadas descola-se do Google+ e passa a integrar todos os serviços de chat,  mensagens e vídeo da empresa.  O app, que poderá ser acessado em diferentes dispositivos, se transforma em uma plataforma unificada que agrega o velho Hangouts, o Gtalk e o bate-papo do Google+.

Fotos. A rede social da empresa ganhou recursos para melhorar as fotos do usuário logo que são carregadas na plataforma. O Google poderá escolher as melhores imagens dentre centenas de fotos, fazendo a seleção automática das fotos de um álbum de viagens, por exemplo.

Com base em foco, exposição à luz, repetições e até identificação de pessoas sorrindo, o sistema escolhe as melhores imagens e as carrega automaticamente para formar o álbum escolhido.

O serviço também ganhou uma ferramenta chamada “auto-enhance”, um “botão simples para tornar suas imagens belas”, segundo a empresa. O recurso reduz granulação, equilibra luminosidade e lança mão de alguns filtros para limpar e suavizar ruídos da imagem.

O Google+ dedicará 15 GB de espaço para armazenar imagens em alta resolução e espaço infinito para fotos menores. A rede social carregará fotos de até 8 MP, maior do que outras redes como Facebook, Twitter e Instagram.

Google lança serviço de música

  • 15 de maio de 2013|
  • 14h23

Por Ligia Aguilhar

Serviço de streaming Google Play Music All Access está disponível a partir de hoje nos Estados Unidos

SÃO PAULO – O Google confirmou os boatos e lançou nesta quarta-feira, 15, durante durante a conferência de desenvolvedores Google I/O, o seu serviço de streaming de  música, o Google Play Music All Access.

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FOTO: Reprodução

O serviço concorrente do Rdio, Deezer, Spotify e do recém-lançado #music, do Twitter, oferece a possibilidade de ouvir online milhões de álbuns a partir da já existente loja de música dentro do Google Play. O serviço também oferece sugestões personalizadas de músicas e artistas para ouvir e permite transformar qualquer faixa em uma estação de rádio.

Tudo que o usuário ver na tela poderá ser escutado imediatamente. O usuário também tem total autonomia para mudar as músicas de ordem e excluir as que não quer ouvir em uma lista. Para isso, basta clicar no nome da música e arrastá-la para fora da tela.

Já a ferramenta “Listen Now” mostra sugestões de músicas. A lista é formada por faixas recentemente escutadas e sugestões do Google, sugerindo novas opções todos os dias.

O serviço funciona no sistema Android e tem uma versão para a web. O Google Play Music All Access  está disponível a partir desta quarta-feira, 15, nos Estados Unidos e, segundo o Google, chegará a outros países em breve.

O preço é de US$ 9,99 por mês e 30 dias gratuitos para teste. Segundo Chris Yerga, do Google, outros países terão acesso ao serviço “em breve”. Quem testar a versão até 30 de junho vai pagar um valor menor, de US$ 7,99 por mês.

Assista a conferência Google I/O ao vivo.

Dois serviços de streaming do Google?

  • 15 de maio de 2013|
  • 13h01

Por Camilo Rocha

Anúncio deve ocorrer na conferência de desenvolvedores I/O, nesta quarta

SÃO PAULO – O Google deve anunciar dois serviços de streaming musical por assinatura em sua conferência de desenvolvedores, Google I/O, nesta quarta-feira, 15.

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A empresa teria assinado acordos de licenciamento com as gravadoras Universal e Sony para esse fim, segundo informou o site The Verge, citando fontes na indústria musical. Um acordo com a Warner teria sido firmado no começo deste ano.

A imprensa estrangeira tem reportado informações diversas sobre o assunto. O The Verge disse que os serviços seriam vinculados ao YouTube e à loja Google Play, segundo o The Verge. Já o Wall Street Journal informou que o acordo relacionado ao YouTube seriam “extensões” de áudio das licenças já existentes para os vídeos. O New York Times escreveu que nenhum dos dois serviços oferecerá uma opção gratuita de assinatura.

Analistas comentam que o Google chega atrasado na área, mas que ainda assim está à frente da Apple, que tem no streaming uma ameaça ao reinado do seu iTunes.

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