Google cria login social integrado ao Plus
- 26 de fevereiro de 2013|
- 16h56
Por Anna Carolina Papp
Semelhante ao Facebook, ferramenta do Google+ possibilita interação web/mobile com um clique e traz posts interativos
SÃO PAULO – Você deve estar acostumado a fazer login em sites ou aplicativos usando sua conta do Facebook ou do Twitter. Agora, vai ter mais uma opção: nesta terça-feira, 26, o Google anunciou o “Google+ sign-in”, uma ferramenta que permite que o usuário faça login em um site por meio do Google Plus, rede social da empresa. Para o lançamento, o gigante de buscas anunciou uma parceria com dez empresas que vão oferecer o novo login social.
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Atualmente, já é possível ao usuário se conectar a um site ou serviço com sua conta Google. No entanto, segundo a empresa, o login do Plus vai ser diferente, oferecendo mais ferramentas e mais interação, embora a opção antiga não vá ser desativada.
Com o Google+ sing-in, os usuários vão poder, ao se conectar em um site na internet ou utilizar um aplicativo em seu smartphone, carregar todo o seu perfil e contatos da rede social, evitando o tradicional processo de criação de usuário, com dados e senhas – uma ferramenta que o Facebook já oferece faz tempo. O usuário também pode habilitar a opção de verificação em duas etapas para autenticar sua conta.
Ao utilizar a ferramenta, você pode analisar e configurar a lista de permissões do Google sobre determinada aplicação, que determinará a que tipo de informação o serviço terá acesso, como os dados de sua conta e sua rede de amigos. Você pode também escolher se seu e-mail vai ser visto e se os amigos de seus círculos podem ver que você está utilizando aquele aplicativo.
Um clique. Uma novidade do login com o Google Plus é a interação entre a experiência móvel e no desktop. Segundo o Google, quando um usuário de celular ou tablet Android utilizar a ferramenta de login pelo navegador, o aplicativo vai aparecer para download no dispositivo e vai poder ser baixado com apenas um clique.
Isso pode ser bom para desenvolvedores, pois estimula a adoção de uma aplicação em múltiplas plataformas, mas pode incomodar usuário que gostam de ter serviços diferentes em plataformas distintas.
De acordo com a empresa, a ferramenta possibilita que os usuários configurem que tipo de atualização (como músicas ouvidas, quilômetros corridos ou pontuação) vai ser publicada em seu perfil e com quem vai ser compartilhada, assim como ocorre na própria rede social Google Plus — e também no Facebook.
Post interativos. O Google afirmou ainda que, entre as publicações de ações de um aplicativo com o login social, haverá “posts interativos” – com apenas um clique, será possível comprar, ouvir, ver e avaliar um vídeo, uma música, um serviço, entre outros.
Lançamento. Por ora, dez empresas firmaram parcerias para oferecer o novo login social: Banjo, Beautylish, Fancy, Fitbit, Flixster, The Guardian, OpenTable, Shazam, TuneIn Radio e USA Today.
O Google afirmou que a ferramenta será lançada globalmente nos próximos dias. Estará disponível para iOS, Android e serviços da web. A empresa declarou que o login pela conta Google não será desativado, mas que incentivará desenvolvedores a utilizar a novidade com o Plus (mais informações aqui).
A rede social do Google, com menos de dois anos, tem cerca de 350 milhões de usuários — e é a segunda maior rede social do mundo. Em 2012, o Plus cresceu 27%, ultrapassou o Twitter e agora só fica atrás do Facebook.
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Leia mais:
• Google+ ultrapassa Twitter
• Google+ cresce no ritmo do Facebook
• Um ano de Plus
Google+ ultrapassa Twitter
- 28 de janeiro de 2013|
- 17h08
Por Tatiana de Mello Dias
Rede social do Google agora é número dois do mundo – ela só perde para o Facebook no total de usuários ativos
O Google+ tem hoje 343 milhões de usuários – e é a segunda maior rede social do mundo. A rede do Google ultrapassou o Twitter e agora só fica atrás do Facebook. O YouTube, também do Google, tem aproximadamente 280 milhões de usuários ativos e é a terceira rede social do ranking.
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Os números são do Global Web Index (GWI). Na briga de números absolutos, isso significa que o
se somados o número de usuários do Google+ e do YouTube, o Facebook teria um competidor quase à sua altura.
Entre todos os usuários de internet no mundo, o ranking é o seguinte:
No total, o número de usuários do Google+ cresceu 27% em 2012. E o crescimento do YouTube, segundo a empresa de pesquisas, demonstra “a imensa oportunidade de integrar os serviços do Google através da camada social do G+”. Além disso, diz o comunicado, é uma indicação de “como o Google+ integrado ao conjunto de ferramentas do Google é fundamental para o futuro das buscas e da internet”.
O Facebook luta contra uma “fadiga”. Embora tenha comemorado seu primeiro bilhão de usuários em setembro do ano passado, a rede social deve ter agora, segundo o GWI, 903 milhões de contas.
O Twitter, apesar de ter sido passado para trás, fechou o ano com bons números. Sua base de usuários ativos (que tiveram atividade no último mês) cresceu 40% – foi o crescimento mais rápido. São 288 milhões de usuários ativos. Cerca de 21% dos usuários da internet do mundo usam o Twitter pelo menos uma vez por mês. É a quarta rede social do ranking.
Google+ cresce no ritmo do Facebook
- 7 de dezembro de 2012|
- 14h06
Por Vinicius Felix
Rede social tem a mesma velocidade de crescimento que o principal concorrente possuía em 2009
SÃO PAULO – Com cerca de 135 milhões de usuários ativos, número divulgado na quinta-feira, 6, a rede social do Google mostra que seu crescimento já está semelhante ao do Facebook.
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A última divulgação do Google +, realizada em setembro, falava em 100 milhões de usuários ativos. Considerando o atual crescimento, o fluxo mensal de novas pessoas ativas na rede social fica em cerca de 14 milhões.
Esse é o mesmo ritmo que o Facebook tinha em 2009, quando atingiu 200 milhões de usuários ativos. Hoje a rede criada por Mark Zuckerberg tem cerca de 1 bilhão de usuários ativos.
Também ontem, o Google + anunciou o lançamento do recurso de Comunidades, o modelo já conhecido para reunir pessoas em volta de assuntos em comum dentro de redes sociais, como o Orkut.
Um ano de Plus
- 28 de junho de 2012|
- 16h42
Por Carla Peralva
Rede social do Google completa um ano de vida, mas ainda tem muito a crescer antes de competir de fato com seu rival: o Facebook
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SÃO PAULO – Há um ano, o Google anunciava um projeto que contava com uma boa dose de audácia e outra tanta de ansiedade. Desafiar o Facebook é audacioso e apostar novamente em uma área em que já se fracassou mais de uma vez deixa qualquer um ansioso. No dia 28 de junho de 2011 era lançado o Google Plus, rede social que atualmente já conta com mais de 250 milhões de usuários cadastrados.
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Segundo anunciado nessa terça-feira, 27, durante o primeiro keynote do Google I/O (conferência anual para desenvolvedores que acontece em São Francisco, nos EUA), desses 205 milhões, 150 são usuários ativos. E, dentro desse último grupo, 50% loga-se diariamente à rede social. Vic Gundotra, vice-presidente de projetos sociais do Google, contou ainda há mais pessoas acessando o Plus por dispositivos móveis do que pelo computador.
Durante este primeiro ano, o Google+ mudou de visual, ficou mais clean, diminuiu a relevância do Sparks (navegação por temas de conteúdo), viu Mark Zuckerberg ser um de seus perfis mais populares, integrou socialmente diversos serviços da empresa, tornou o buscador do Google mais social com o unificado botão +1, chegou à era da mobilidade.
Agora, para comemorar o aniversário de sua rede social, o Google lançou duas novidades a ela ligada durante o I/O: Google+ Events e Google+ para tablets. As páginas de eventos, além de estarem integradas à Google Agenda, reunirão fotos do acontecimento posteriormente a ele. E o aplicativo para tablets, além de uma forma de navegação bem diferente da feita em smartphones, traz uma funcionalidade bastante necessária: vídeos do Hangout efetivamente adaptados à telas maiores.
Em um ano, o Plus se manteve bem. Não lembra, nem de longe, o fracasso absoluto que foi o Wave ou o Buzz. Mas ainda é uma rede de nicho e não chega perto de ameaçar a soberania do Facebook. Segundo um estudo da RJMetrics mostra que, na média, um post feito dentro do Plus recebe menos de um +1, menos de um comentário e menos de um compartilhamento; 30% dos usuários que fazem uma publicação pública nunca chegam a fazer uma segunda e a média de intervalo entre posts públicos por usuário é de mais de 12 dias.
Como bem diz o Guardian: o Plus é uma grande rede, mas ainda não há muito acontecendo por lá.
Google Plus sofre mudança radical
- 11 de abril de 2012|
- 18h45
Por Agências
Visualização de fotografias e customização melhorou; visual ficou mais próximo do Facebook
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LOS ANGELES – O Google divulgou nesta quarta-feira, 11, a nova versão da sua rede social Google+, que alcançou a marca de 170 milhões contas ativas, informou o vice-presidente da companhia, Vic Gundotra, no blog da empresa.
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Segundo Gundotra, com as mudanças, o Google+ ficou mais funcional e flexível do que sua versão anterior. A nova versão da rede social estará disponível a partir desta quarta, mas a atualização pode demorar alguns dias para determinados usuários.
Entre as principais novidades da página estão a mudança do menu de ícones da parte superior da página à margem esquerda e a possibilidade de o usuário configurar sua coluna de acordo com seu gosto.
A rede social também melhorou a visualização das fotografias, que podem ser baixadas automaticamente do aplicativo do Google+ do telefone. No entanto, a nova página possui mais semelhanças com a estética do Facebook que a anterior.
“Ainda estamos nos primeiros dias e há muitas coisas para serem feitas, mas estamos mais entusiasmados do que nunca para construir uma experiência social mais fácil”, escreveu Gundotra.
O vídeo abaixo mostra algumas das mudanças:
O Google estreou o Google+ em junho de 2011, como forma de incluir uma ferramenta social aos serviços que já oferecia e para disputar a hegemonia com o Facebook, que se transformou em um de seus grandes concorrentes pela publicidade na internet.
O Facebook tem cerca de 850 milhões de contas ativas e a expectativa é que neste ano ultrapasse o 1 bilhão de usuários.
/ EFE
Google pode lançar sistema de comentários
- 27 de março de 2012|
- 19h35
Por Redação Link
Empresa teria confirmado o desenvolvimento da plataforma integrada ao Google Plus em um evento na Arábia Saudita
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SÃO PAULO – O Google está para lançar um sistema de comentários atrelado ao Google Plus para concorrer mais de perto com a plataforma do Facebook.
Segundo o Next Web, que citou uma fonte anônima e um blog saudita, o projeto está em andamento e até foi abertamente discutido em um evento da empresa na Arábia Saudita no começo desta semana.
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A plataforma, que poderá ser incorporada a sites terceiros para funcionar como área de comentários, pretende, segundo a reportagem, integrar diversos serviços do Google e permitir que os comentários feitos nos sites que aderirem ao serviço também apareçam no Google Plus e na busca social da empresa.
Nesta terça-feira, 27, também foi anunciado que o Google pode estar prestes a lançar um sistema de armazenamento online de arquivos, semelhante ao Dropbox. Segundo Om Malik, fundador do GigaOm, o serviço se chamará GDrive e vai oferecer 1 gigabyte de espaço gratuitamente.
Ex-Google critica a gestão de Larry Page
- 14 de março de 2012|
- 18h19
Por Filipe Serrano
James Whittaker afirma que Google abandonou o lado inovador para brigar com o Facebook pelo futuro dos anúncios online
SÃO PAULO – O ex-diretor de engenharia do Google, James Whittaker, publicou na terça-feira, 13, um post em que culpa a nova postura da empresa – marcada, segundo ele, por um excessivo esforço nas redes sociais para combater o Facebook — pela sua saída e pela perda das características originais da empresa.
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Whittaker, que deixou a companhia em fevereiro, depois de dois anos e meio na empresa, afirma que o Google deixou de ser uma empresa que aposta em inovação acima de tudo e um lugar onde os funcionários eram incentivados a trabalhar em projetos paralelos que pudessem trazer coisas novas para empresa. Foi a partir desses projetos que surgiram produtos novos que fizeram sucesso, como o Gmail e o Chrome, por exemplo.
“O Google pelo qual eu era apaixonado era uma empresa de tecnologia que dava poderes para seus funcionários inovarem. O Google que eu deixei era uma empresa de publicidade com um único foco mandatório e corporativo”, escreveu ele em seu blog hospedado num site da Microsoft, onde Whittaker voltou a trabalhar.
Whittaker culpou a obsessão de Larry Page pelo Google+ pela mudança de ambiente de trabalho no Google. Page, que fundou o Google ao lado de Sergey Brin em 1998, assumiu o cargo de CEO em abril do ano passado no lugar de Eric Schmidt e passou a liderar o esforço para criar uma “camada social” nos serviços da empresa.
“O ‘social’ virou um decreto de Estado e corporativo chamado Google+”, escreveu Whittaker. “A busca tinha de ser social. Android tinha de ser social. O YouTube, que antes desfrutava de sua independência, tinha de ser… bom, você entendeu”, continua.
O ex-executivo relata que depois do Google+ qualquer projeto que não tivesse a rede social como ponto central era visto como “uma distração”.
Whittaker chegou a trabalhar como diretor de desenvolvimento da rede social do Google e disse que o discurso da empresa de que havia um problema com a forma como as pessoas compartilhavam coisa na web não era verdadeiro.
“No fim, o compartilhamento não estava errado. O compartilhamento estava funcionando bem, só que o Google não era parte disso. As pessoas continuavam compartilhando ao redor de nós e pareciam bastante contentes. Um êxodo de usuários do Facebook (para o Google+) nunca se materializou. Eu não conseguia nem que minha própria filha adolescente olhasse o Google+ duas vezes. ‘Social não é um produto’, ela me disse depois que eu fiz uma demonstração; ‘o social são as pessoas e as pessoas estão no Facebook’. O Google era o amigo riquinho que, depois de descobrir que não foi convidado para a festa, criou sua própria festa como vingança. O fato de que ninguém foi à festa do Google virou um elefante dentro da sala.”
Por fim, Whittaker reconhece que pode estar errado e que a estratégia do Google pode dar certo, mas, segundo ele, o Google não é mais o mesmo.
O Google não comentou as declarações do ex-diretor.
Microsoft reclama à UE sobre o Google+
- 28 de fevereiro de 2012|
- 15h43
Por Agências
BRUXELAS – A Microsoft e diversas outras companhias apresentaram reclamações aos reguladores antitruste da União Europeia sobre a rede social do Google, informaram duas pessoas familiares ao assunto, em uma medida que pode levar a UE a ampliar sua atual investigação sobre o Google.
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A reclamação da Microsoft ressalta o crescimento da rivalidade entre as duas companhias.
A Microsoft e outras empresas expressaram suas preocupações informalmente, informaram as fontes, que não forneceram detalhes sobre a natureza da queixa sobre a rede social Google+, por ser considerado um assunto sensível.
A Comissão Europeia rejeitou comentar e a Microsoft disse que não faria qualquer pronunciamento sobre “rumores ou especulações”.
/ REUTERS
No Google+, Obama critica censura na web
- 31 de janeiro de 2012|
- 16h13
Por Agências
Presidente americano disse que é preciso chegar a um consenso entre Hollywood que não afete a integridade da internet
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WASHINGTON – Em um bate-papo virtual com eleitores realizado na segunda-feira, 30, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, apresentou suas novas propostas econômicas e falou sobre os projetos de lei antipirataria, entre uma série de assuntos.
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Ao longo de 50 minutos, Obama respondeu perguntas dos cidadãos — cinco deles conectados ao vivo — na rede social Google+, passando de temas como economia e o auxílio financeiro ao Paquistão a questões mais pessoais como seu aniversário de casamento e sua técnica para dançar.
Sopa e Pipa. Perguntado se os projetos de lei Stop Online Piracy Act (Sopa) e Protect IP Act (Pipa) poderiam significar “censura na internet”, o presidente disse que é possível chegar numa solução que seja boa para Hollywood, sem “afetar a integridade fundamental da internet enquanto sistema aberto e transparente”.
“O que sugeri é que os dois lados — o lado do conteúdo e o lado do servidor — trabalhem juntos conosco para criar um sistema onde exista proteção.”
Outro participante quis saber do presidente porque ele estava “pessoalmente apoiando” a extradição do estudante inglês Richard O’Dywer para os EUA por crimes de direito autoral. O britânico é acusado de abrigar links para download ilegal de filmes em seu site TVShack.
Obama respondeu que “não está fazendo nada pessoalmente”. Segundo ele, o presidente “não se envolve” em assuntos cotidianos de fiscalização da lei. E concluiu: “O que posso dizer é que queremos ter certeza de que a propriedade intelectual está protegida.”
Crise. Respondendo a questões sobre a crise, o líder americano avaliou que a economia está retomando sua força, mas “é preciso fazer mais para impulsioná-la”.
O formato ao vivo também abriu as portas para perguntas mais duras, como as de um sem-teto que pôs em dúvida a necessidade de ajudar financeiramente países como o Paquistão, cujos laços com os EUA esfriaram nos últimos tempos.
Obama indicou que as relações com o Paquistão ficaram mais tensas devido aos extremistas em seu território, mas assegurou que prosseguirá em suas tentativas de se aproximar destes países.
O presidente ressaltou que a ajuda externa, que representa apenas 1% do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA, é necessária não só desde o ponto de vista moral, mas também de segurança nacional, para evitar que o radicalismo se estenda.
Em dos momentos mais insólitos do bate-papo, a participante Jennifer Weddel lamentou que seu marido, um engenheiro especialista em semicondutores, esteja desempregado há três anos enquanto estrangeiros recebem vistos para trabalhar neste setor.
Obama, que indicou que há uma enorme demanda de especialistas no setor, surpreendeu ao pedir a Jennifer que envie o currículo de seu marido.
“Falo sério. Se me enviar o currículo, tentaria descobrir exatamente o que está acontecendo”, apontou.
Ao longo de seu mandato, o presidente americano usou as redes sociais e as novas tecnologias para tentar chegar a um maior número de cidadãos de maneira mais direta e informal.
Depois de ser questionado sobre seus planos para comemorar os 20 anos do casamento com Michelle e acerca de sua técnica para dançar, o fim do bate-papo transcorreu quase como uma conversa entre amigos.
Uma das eleitoras apresentou-lhe seus filhos, enquanto outro o convidou para uma partida de tênis.
Por fim, Obama voltou a pedir o currículo do engenheiro desempregado para analisá-lo pessoalmente.
/ EFE
Google+ permitirá apelidos e pseudônimos
- 24 de janeiro de 2012|
- 13h48
Por Agências
Segundo um executivo da empresa, 60% dos registrados na rede preferiram usar apelidos
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SÃO PAULO – A rede social Google+ admitirá o uso de apelidos, nomes de solteira e a utilização de grafias alternativas junto ao nome original do usuário, assim como o uso de pseudônimos nos casos de as pessoas demonstrarem que os nomes são usuais na vida real.
O vice-presidente de produto do Google, Bradley Horowitz, explica em seu perfil da rede social a mudança da política com relação à designação de usuários.
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Segundo o diretor, só 0,1% dos usuários registrados no Google+ recorreu ao nome: 60% preferiam utilizar apelidos, 20% gostariam de ter adotado um pseudônimo e os 20% restantes eram companhias que tentavam abrir um perfil pessoal ao invés de uma página.
“Hoje estamos felizes em lançar ferramentas que tentam remediar a maior parte destas questões”, sustentou Horowitz.
A partir da próxima semana será possível usar no Google+, junto ao nome real, qualquer outra que designe o usuário.
Só há uma exceção. Os usuários que quiserem usar um pseudônimo no lugar do nome real terão de demonstrar à companhia por meio de documentos críveis de que se trata de uma designação reconhecida.
/ EFE
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