Facebook atinge 1 milhão de anunciantes
- 19 de junho de 2013|
- 12h56
Por Anna Carolina Papp
Publicidade é responsável por 85% da receita da rede social; Google, principal concorrente, atingiu 1 milhão em 2007
SÃO PAULO – O Facebook divulgou nesta terça-feira, 19, que agora tem 1 milhão de anunciantes globais ativos que utilizaram a plataforma nos últimos 28 dias – um marco para a empresa que está tentando reavivar o crescimento de sua receita.
—-
• Siga o ‘Link’ no Twitter, no Facebook, no Google+ no Tumblr e no Instagram
![]() |
A maioria dos anunciantes são pequenos empresários. Executivos do Facebook estão esperando obter ainda mais pequenos anunciantes locais porque 16 milhões de empresas, que vão desde a venda de joias a lojas de roupas, criam páginas gratuitas na rede social.
“A maioria dos proprietários de pequenas empresas começa como usuários do Facebook, em seguida, migram para se tornar proprietários de páginas, e de lá migram para se tornar anunciantes”, disse Dan Levy, diretor da área de empresas de pequeno porte.
Segundo Levy, o Facebook não tem planos de começar a cobrar as empresas para configurar páginas. A propaganda é responsável por 85% da receita do rede social – que também inclui dólares de maiores marcas do mundo e agências de publicidade. Mas a empresa está tentando elevar seu crescimento depois de uma forte desaceleração no ano passado.
“Anunciantes de todos os tipos ajudam a definir o que é fundamental para os nossos 1,1 bilhão de usuários, por isso nossas equipes trabalham com uma série de empresas para garantir que suas principais mensagens e valores sejam entregues também”, disse em comunicado Carolyn Everson, vice-presidente de soluções de marketing da empresa.
Corrida. A rede de Zuckerberg, como é de se esperar, ainda fica muito atrás do Google, que domina os anúncios online. A gigante de buscas atingiu 1 milhão de anunciantes em 2007, mas não divulgou atualizações desde então. Alguns estimam o número atual em mais de 2,5 milhões de anunciantes.
A corrida também se dá nos dispositivos móveis. Segundo estudo da eMarketer divulgado na semana passada, o Google continua líder na publicidade móvel, tendo embolsado US$ 4,61 bilhões em anúncios veiculados em smartphones e tablets no ano passado– mais da metade (52,3%) do total. Em 2013, esse valor deve atingir US$ 8,85 bilhões, quase o dobro.
No entanto, o Facebook já aparece como um concorrente a ter em vista. Estima-se que a rede social, que arrecadou 470 milhões em anúncios em dispositivos móveis no ano passado, pode quadruplicar a receita em 2013 – alcançando US$ 2,04 bilhões. Com esse valor, o Facebook, que em 2011 ainda não gerava qualquer renda com publicidade móvel, terá uma fatia de 12,5% do mercado.
/Com REUTERS
Facebook sai do ar por cerca de 15 minutos
- 19 de junho de 2013|
- 10h30
Por Redação Link
Anna Carolina Papp
Mariana Congo
Queda da rede social gera ‘teoria da conspiração’ entre usuários brasileiros devido à repercussão de protestos no País
SÃO PAULO – O Facebook ficou fora do ar por volta das 22h desta terça-feira, 18, no Brasil e em países como Chile, México, Argentina e Estados Unidos, segundo relato de usuários. Após 15 minutos, a rede social voltou ao ar gradativamente.
—-
• Siga o ‘Link’ no Twitter, no Facebook, no Google+ no Tumblr e no Instagram
![]() |
A queda do site virou um dos assuntos mais comentados no Twitter e gerou uma hipóteses de “teoria da conspiração” entre usuários brasileiros. Surgiram até hashtags como “culpa da Dilma” e “Dilma, devolve o Facebook”.
Nos últimos dias, o tráfego na rede social tem sido particularmente intenso devido à repercussão dos protestos pelo País contra o aumento da tarifa de ônibus.
“O Facebook caiu e fechou o tempo na Augusta? Tá louco”, tweetou um usuário, se referindo aos conflitos no centro durante a sexta manifestação ocorrida na capital paulista. “Cara, sem zoação. Foi a Dilma mesmo. Ela desativou o Facebook pros brasileiros”, disse outro usuário.
Outros brincavam com a própria causa dos protestos: ”Até o Facebook caiu e o preço das passagens dos ônibus em São Paulo nada. Francamente, viu Haddad?”, disse um usuário.
O FACEBOOK CAIU. MARK ZUCKERBERG ESTÁ MORTO. ELES ESTÃO VINDO.
— bárbara (@parbarabenteado) June 19, 2013
A tarifa não caiu, mas o Facebook foi fundo.
— Márvio dos Anjos (@marvio) June 19, 2013
Agora que o chat do facebook caiu eu imagino todos os cinco usuários do Google + rindo da nossa cara.
— João Carvalho (@assimdisseojoao) June 8, 2013
Dilma quando soube que o Facebook está fora do ar: pic.twitter.com/JTc7j4JqgD
— Mãe Vs Filho ™ (@MaeContraFilho) June 19, 2013
Nooooooo Nooooooooooo, no tengo forma de comunicarme al mundo! Messenger volveeeeeeeee #FacebookDown
— Lulu Fernandez (@lulufernandezz) June 19, 2013
#Facebook is down! Maybe a Government act? (Facebook caiu.. será manobra do governo?)
— Mario Junior (@mariojunior) June 19, 2013
A rede social não confirmou os países afetados pela queda do serviço. Em nota, afirmou: “Ontem à noite, por conta de um problema interno em nossa infraestrutura de rede, nosso site ficou lento ou indisponível por um breve período. No entanto, tudo foi resolvido rapidamente e ele voltou a funcionar 100%. Pedimos desculpas por qualquer inconveniente.”
Alguns rumores apontam que a instabilidade poderia estar relacionada a alguma atualização de sistema, uma vez que o Facebook realizará um evento para a imprensa nesta quinta-feira, 21, em que pode apresentar algum novo serviço.
Excesso. Nos últimos dias, o tráfego na rede social tem sido particularmente intenso devido à repercussão dos protestos pelo País contra o aumento da tarifa de ônibus. De acordo com monitoramento feito pela empresa Scup, as publicações e compartilhamentos no Facebook, Twitter e YouTube impactaram potencialmente mais de 79 milhões de usuários até a noite desta segunda-feira, 17.
“Facebook vai voltar logo para a organizações dos manifestos. Calma pessoal”, escreveu o grupo ativista Anonymous do Brasil, que por vezes assume a autoria de ataques a certos sites. O grupo negou ter relação com o problema: “Infelizmente o Facebook está fora do ar, não sabemos o motivos e não temos nada a ver com isso”. E aproveitou a oportunidade para convocar usuários às ruas:
O Facebook é essencial no momento atual do Brasil para a organizações das manifestações. Mas no tempo do Collor, não havia facebook.
— Anonymous Brasil (@AnonymouBrasil) June 19, 2013
Pelas redes, 79 milhões falam de um só tema
- 18 de junho de 2013|
- 15h25
Por Agências
O mapeamento das redes sociais indica uma curva crescente das publicações sobre o tema desde quinta-feira
![]() |
SÃO PAULO – Quem está conectado às redes sociais percebeu que os protestos se tornaram quase um tema único nos últimos cinco dias, dominando publicações no Twitter, Facebook e também no YouTube. Os compartilhamentos impactaram potencialmente mais de 79 milhões de internautas até a noite de ontem.
—-
• Siga o ‘Link’ no Twitter, no Facebook, no Google+ no Tumblr e no Instagram
O mapeamento foi realizado online pela empresa Scup. “O monitoramento mostra que essas mensagens chegaram a todas essas pessoas”, explicou o gestor de comunicação da empresa, Eliseu Barreira Junior. Essa abrangência foi alcançada entre quarta-feira e as 21horas de ontem.
O mapeamento das redes indica uma curva crescente das publicações sobre o tema desde quinta-feira, dia da manifestação marcada pela violência policial, alcançando ontem um pico de menções. Os termos mais citados foram “Protesto”, “O gigante acordou”, “Vem pra rua” e “Acorda, Brasil”. A plataforma contabilizou mais de 236 mil itens publicados no período.
“A paciência acabou e a gente acordou”, escreveu pelo Twitter o internauta @givejustinfood. “Pastores se posicionem… Despertem suas igrejas!!!”, pediu David Castilho pelo Facebook. Ontem, a alta de publicações ocorreu entre 15h e 16 horas, com 19 mil tens.
A internet teve papel fundamental na organização dos atos. Em São Paulo, por exemplo, o evento no Facebook para a manifestação de ontem teve 276 mil confirmações. O ato foi grande, mas se percebe que muita gente fez questão de demonstrar o apoio virtual. Mas não foi só isso.
Vilões a heróis
Para o pesquisador de comportamento jovem Daniel Gasparetti, as redes tiveram papel mais preponderante na guinada da opinião pública. “Foi nas redes sociais que se viu os manifestantes passarem de vilões a heróis”, diz ele. “Além do contato direto, da informação feita do local, houve um intenso debate sobre os motivos dos atos.”
/ Agência Estado
—-
Leia mais:
• Mapa organiza relatos dos protestos
Turquia estuda restringir o uso das redes sociais
- 18 de junho de 2013|
- 15h24
Por Agências
Governo analisa 5 milhões de tweets postados durante os protestos; rede social estaria proporcionando ‘caça às bruxas’
ANCARA – O governo turco analisa restringir o uso das redes sociais da internet no país, em uma aparente reação ao uso que milhares de manifestantes de plataformas como o Twitter e o Facebook fizeram para se informar sobre os protestos que sacodem a Turquia há várias semanas.
—-
• Siga o ‘Link’ no Twitter, no Facebook, no Google+ no Tumblr e no Instagram
![]() |
|
Foto: Georgi Licovski/EFE |
Segundo a versão online desta terça-feira, 18, do diário Hurriyet, o Ministério da Justiça está trabalhando em um projeto de lei sobre crimes cometidos na internet.
“Estamos revisando implementações internacionais sobre o assunto”, acrescentaram as fontes oficiais citadas pelo jornal, sem oferecer mais detalhes a respeito.
Um departamento especial do governo já está trabalhando na análise de cerca de 5 milhões de tweets postados durante as manifestações, acrescenta Hurriyet.
O ministro do Interior turco, Muammer Güler, disse ontem à imprensa que a polícia está fazendo esforços contra supostas incitações provocativas em Twitter.
“Temos um estudo sobre aqueles que provocam pelo Twitter e pelo Facebook a cidadania com manipulações e notícias falsas, que levam a ações que poderiam pôr em perigo a segurança pública e a propriedade”, disse o ministro.
“Pensamos que esse assunto precisa de uma regulação separada”, concluiu Güler, segundo Hurriyet.
Desde o começo dos protestos contra o governo turco, o primeiro-ministro, Recep Tayyip Erdogan, não se cansa de culpar a imprensa internacional e as redes sociais de estar por trás das manifestações, que começaram com um protesto contra a destruição do parque Gezi em Istambul.
O presidente turco, Abdullah Gül, também chegou a dizer que no Twitter estava havendo uma “caça às bruxas”. Dezenas de pessoas já foram detidas pela polícia por incitar os manifestantes com mensagens enviados via Twitter.
/EFE
Instagram pode ter publicação de vídeo
- 17 de junho de 2013|
- 19h58
Por Redação Link
O rumor sobre a possível novidade surgiu depois que o Facebook convidou a imprensa para um evento misterioso
Mariana Congo, do Radar Tecnológico
![]() |
SÃO PAULO – O Instagram, aplicativo de compartilhamento de fotos, poderá ter um serviço de publicação de vídeos curtos (de até 10 segundos) – seguindo o modelo do app Vine, comprado pelo Twitter no ano passado.
—-
• Siga o ‘Link’ no Twitter, no Facebook, no Google+ no Tumblr e no Instagram
O rumor sobre a possível novidade surgiu depois que o Facebook convidou a imprensa para um evento misterioso nesta quinta-feira, 20. Em tempo: Facebook adquiriu o Instagram em abril do passado.
O convite do evento desta semana chegou por correio para jornalistas e tem apenas as frases: “Uma equipe pequena está trabalhando em uma grande ideia. Tome um café conosco e aprenda mais sobre um novo produto”.
Segundo o site de tecnologia TechCrunch, a publicação de vídeos via Instagram poderia ser uma estratégia acertada para o Facebook não perder mercado.
Isso porque, o compartilhamento de vídeos do Vine ultrapassou o de fotos do Instagram no Twitter no fim de maio.
Além disso, há o crescimento de aplicativos como o Viddy, Cinemagram e Socialcam, apelidados de “Instagram para vídeo”.
O Instagram tem 100 milhões de usuários e 40 milhões de fotos são publicadas por dia. O Vine permite a criação de vídeos de até seis segundos nas plataformas iOS e Android.
Facebook ouve queixa sobre preços de ações
- 12 de junho de 2013|
- 16h33
Por Agências
Mark Zuckerberg enfrentou críticas e perguntas sobre a queda na valorização da empresa desde o lançamento de ações
SÃO FRANCISCO – O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, enfrentou uma enxurrada de perguntas na terça-feira, 11, sobre a queda no preço das ações da empresa, durante a primeira reunião de acionistas da maior empresa de redes sociais, desde a sua conturbada oferta pública inicial, em maio passado.
—-
• Siga o ‘Link’ no Twitter, no Facebook, no Google+ no Tumblr e no Instagram
Zuckerberg afirmou que acredita que o Facebook está no caminho certo para o sucesso a longo prazo, mesmo estando decepcionado com o desempenho em Wall Street. A ação da companhia acumula queda de 37% desde a estreia a 38 dólares.
Nada “me fez pensar realmente que a estratégia fundamental está errada, ou que o que estamos construindo não é valioso”, disse o cofundador do Facebook, de 29 anos, no evento realizado na Califórnia.
No que Zuckerberg reconheceu ter se tornado o “tema” da reunião, vários acionistas do Facebook queixaram-se durante a sessão de perguntas e respostas sobre como eles sofreram com o declínio das ações. Eles fizeram comentários irônicos sobre compra dos papéis inflados por altas expectativas
A empresa agido para recuperar o valor de suas ações por meio do desenvolvimento de anúncios móveis mais adequados para pequenas telas de smartphones, que os usuários usam cada vez mais para acessar o serviço.
Os anúncios para celular são responsáveis por 30 por cento da receita de propaganda do Facebook. Mas o crescimento da receita permanece nitidamente abaixo do registrado dois anos atrás, e a popularidade de novos aplicativos móveis destinados a usuários mais jovens tem levantado preocupações de que o Facebook pode sofrer risco de perder atratividade entre os usuários.
Zuckerberg disse que o Facebook continuará a crescer junto com os recentes serviços rivais.
Ele também reiterou comentários anteriores de que o Facebook não dá acesso direto a seus servidores ou a dados de seus usuários à Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos.
/ REUTERS
Facebook agora reconhece hashtags
- 12 de junho de 2013|
- 16h27
Por Redação Link
Seguindo outras redes sociais, o Facebook agora permite marcar posts com palavras-chave
Por Mariana Congo, do Radar Tecnológico
SÃO PAULO – Os rumores que surgiram em março, de que o Facebook iria permitir #hashtags em sua timeline, se confirmaram nesta quarta-feira, 12. As hashtags começaram a funcionar hoje no Facebook, seguindo outras redes sociais que usam o recurso há mais tempo, como o Instagram, Twitter, Tumblr e Pinterest.
![]() |
|
Sistema permite buscar hashtags. Foto: Divulgação |
—-
• Siga o ‘Link’ no Twitter, no Facebook, no Google+ no Tumblr e no Instagram
O recurso está disponível primeiro somente para 1% dos usuários (entre aqueles que usam o Facebook em inglês). Ao longo das próximas semanas, as hashtags vão começar a funcionar para todos.
Ao clicar na hashtag (identficada pelo símbolo #), é possível ver um feed com todo o conteúdo compartilhado por outros usuários sobre aquele assunto. Mas só poderá ser visualizado o que foi postado pelo amigos na rede social ou por pessoas que têm perfil público.
As hashtags de publicações do Instagram republicadas no Facebook também serão clicáveis. E o recurso funciona também para fazer buscas na barra de pesquisas.
Conversas públicas. O Facebook destaca que, diariamente, milhões de usuários compartilham na rede suas opiniões sobre o que está acontecendo no mundo.
Durante um episódio recente da série televisiva Game of Thrones, por exemplo, o programa recebeu mais de 1,5 milhões de menções no Facebook. Segundo a empresa, isso representa uma parcela significativa dos 5,2 milhões de pessoas que assistiram ao seriado.
“As hashtags são apenas o primeiro passo para ajudar as pessoas a descobrirem o que os outros estão dizendo sobre um tema específico e participarem de conversas públicas”, diz a empresa.
O que são? As hashtags identificam o conteúdo e permitem ao usuário visualizar tudo o que está sendo dito sobre um mesmo assunto. A palavra ou frase é precedida do símbolo “#”. Por exemplo: #copadasconfederações. Mais que um recurso para organizar informações, a hashtag funciona também como uma forma de expressão criativa dos usuários. O recurso foi popularizado no Twitter há cinco anos.
Google e Facebook negam monitoramento
- 7 de junho de 2013|
- 20h02
Por Redação Link
CEOs das empresas declararam nunca ter ouvido falar do Prism, programa de coleta de dados do governo dos EUA
Mariana Congo, do Radar Tecnológico
![]() |
SÃO PAULO – Em uma postagem publicada nesta tarde em seu blog oficial, o Google negou que a empresa participe de um programa que fornece ao governo dos Estados Unidos acesso direto aos dados armazenados nos servidores da empresa.
O CEO do Google, Larry Page, e o diretor jurídico, David Drummond, assinam o texto e afirmam que nunca tinham ouvido falar no programa Prism até ontem.
O mesmo foi feito pelo CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, em postagem em seu perfil na rede social no início da noite. Zuckerberg também afirmou, categoricamente, que o Facebook não é e nunca foi parte de qualquer programa para fornecer informações ao governo norte-americano ou acesso aos servidores. Ele também diz que, até ontem, não tinha ouvido falar no Prism.
Entenda o caso
O assunto veio a tona depois que reportagens dos jornais The Guardian e The Washington Post mostraram documentos secretos do governo norte-americano que revelam a existência do programa Prism, de monitoramento de telefonemas, redes sociais, sites de buscas, chats e e-mails e outros dados. O Prism surgiu há sete anos, no governo do presidente George W. Bush, foi mantido e expandido na gestão do democrata Barack Obama.
Os governo teria acesso livre a dados da empresa de telefonia Verizon e de outros gigantes digitais como Google, Facebook, Yahoo e Apple, para monitorar ameaças terroristas. A existência do Prism foi confirmada na noite de quinta-feira, 6, pelo diretor da Agência de Inteligência Nacional dos Estados Unidos, James Clapper.
Segundo Mark Zuckerberg, o Facebook nunca recebeu do governo pedidos de acesso a dados em massa, como teria acontecido com a Verizon. “E se tivéssemos [recebido pedidos do governo], nós teríamos lutado contra isso agressivamente”, escreveu.
Transparência
O Google afirma que fornece dados ao governo somente de acordo com a lei e que sua equipe de advogados analisa todos os pedidos que são, inclusive, negados quando as solicitações são muito amplas ou não seguem os procedimentos corretos. O Facebook afirma o mesmo e Zuckerberg diz que continuará a lutar para manter os dados de usuários seguros.
O episódio levanta um debate sobre transparência, na avaliação dos executivos do Google. Segundo Page e Drummond, a empresa publica em seu relatório de transparência todos os pedidos de acesso a informação recebidos e foi a primeira companhia a abrir essas informações ao público. Em 2012, por exemplo, o Google recebeu 16.407 solicitações de dados de usuários dos Estados Unidos.
O Facebook diz que incentiva os governo a serem transparentes. Segundo Zuckerberg, somente assim seria possível proteger as liberdades civis e criar uma sociedade segura e livre.
Zynga demite 18% dos funcionários
- 3 de junho de 2013|
- 19h46
Por Redação Link
Medida reduz o prejuízo da produtora de games sociais, que tem tido dificuldade para concorrer em plataformas móveis
![]() |
Camilo Rocha
Filipe Serrano
SÃO PAULO – A empresa de jogos sociais Zynga confirmou a demissão de 520 empregados, o equivalente a 18% de todo seu quadro de funcionários. A medida drástica foi justificada como maneira de reduzir custos em uma empresa que enfrenta problemas financeiros e de reposicionamento, com a concorrência maior de jogos para smartphones e tablets.
—-
• Siga o ‘Link’ no Twitter, no Facebook, no Google+ no Tumblr e no Instagram
Segundo a empresa, o plano também inclui o fechamento de escritórios regionais, como os de Nova York, Los Angeles e Dallas. Com isso, a Zynga espera economizar entre US$ 70 milhões e US$ 80 milhões anualmente. As demissões, que vão ocorrer em todos os níveis, devem ser concluídas até agosto, de acordo com comunicado. Ao todo, a empresa tinha 2.900 funcionários.
A produtora, que fez sucesso entre usuários do Facebook com jogos sociais como Farmville, CityVille e outros, revisou as estimativas de prejuízo para o segundo trimestre de 2013, que deve ser de US$ 28,5 milhões. Antes dos cortes, a perda prevista era de US$ 39 milhões.
Os resultados ruins das receitas com os jogos são um dos motivos para o desempenho ruim da Zynga. Segundo ela, embora a franquia Farmville continue bem, outros jogos não estão conseguindo atingir as receitas esperadas.
O presidente executivo e fundador da Zynga, Mark Pincus, disse em uma carta aos funcionários que a dificuldade para manter o sucesso dos jogos em plataformas móveis (smartphones e tablet) é o principal desafio para o futuro da Zynga.
“Nenhum de nós esperava enfrentar um dia como esse, especialmente quando muito da nossa cultura tem sido sobre crescimento. Mas acho que todos nós sabemos que é necessário seguir em frente”, escreveu Pincus. “A estrategia que nos serviu tão bem para construir e entregar o serviço de game social líder na web agora está sofrendo para liderar com sucesso nos aparelhos móveis e em multiplataformas, em que os games sociais vão ser jogados.”
A Zynga tem sofrido com resultados financeiros ruins desde o ano passado. Altos executivos da empresa deixaram a Zynga ao longo do segundo semestre e, em outubro, a produtora anunciou demissões.
A Zynga teve sucesso enorme com seus jogos para Facebook como CityVille, Farmville eWords with Friends. Em 2011, o faturamento da companhia atingiu US$ 1,1 bilhão. Quando abriu seu capital, no fim de 2011, levantou US$ 1 bilhão de dólares na oferta pública inicial de ações.
Além de ter sido afetada pelo esgotamento de seus jogos perante boa parte do público, a empresa também não soube adaptar seus jogos para as plataformas móveis e perdeu terreno. Suas ações desvalorizaram rapidamente. Quando lançadas, as ações valiam US$ 11. Um ano depois, estavam em US$ 2,11.
Em outubro, a empresa anunciou um corte de 5% da equipe. Um mês depois, fez mudanças no comando da empresa.
Feed – 3/6/2013
- 2 de junho de 2013|
- 18h00
Por Camilo Rocha
AUTENTICAÇÃO
Facebook coloca selo de certificação em páginas de pessoas e marcas famosas
O Facebook lançou na quinta-feira a ferramenta “contas verificadas” para oficializar páginas de marcas e artistas. Recurso similar já existe no Twitter para certificar contas de pessoas conhecidas.
Segundo o Facebook, o sistema foi lançado inicialmente para um pequeno grupo de figuras públicas, como celebridades, jornalistas, membros do governo, marcas famosas e negócios.
Entre as celebridades que já contam com página verificada estão a atriz Megan Fox, o cantor Justin Bieber e os rappers Drake e Lil Wayne.
A rede social informou ainda que não há como pedir para uma página ser verificada. A opção será oferecida para os perfis que a rede considerar que precisam desse tipo de validação.
TV ONLINE
Amazon vai produzir cinco séries próprias
A Amazon.com anunciou a realização de cinco séries de TV originais. A escolha dos títulos se baseou na reação de espectadores, que assistiram a um total de 14 pilotos gravados pela varejista online. Entre os programas escolhidos estão: Alpha House, com John Goodman; Betas, sobre a cultura de startups no Vale do Silício; e Annebots, um programa infantil sobre robôs.
—-
Leia mais:
• Apps da semana
• Link no papel – 3/6/2013
Últimas
-
POR Ligia Aguilhar
Startup da semana: Protestaí
Empresa que permite registrar queixas por aplicativo e pela internet pretende se tornar espécie de rede socia[...] Leia mais
-
POR Redação Link
Rússia pede ‘botão de desligar’ a web
Chefe do órgão regulador da internet do país quer que poder de fechar a internet saia das mãos dos EUA e s[...] Leia mais
-
POR Camilo Rocha
Feedly cria opção independente do Gmail
Leitor de notícias se descola do Google Reader com versão web aberta a qualquer usuário Leia mais
-
POR Ligia Aguilhar
Wayra e Evernote anunciam parceria
Aceleradora vai patrocinar a participação de uma startup no programa anual de residência da Evernote, no Va[...] Leia mais
Blogs do Link
-
David Pogue | 17h13
A ética das chamadas gratuitas
-
Nhom | 13h00
De trenó
-
Renato Cruz | 11h33
X-Men: First Class
A Marvel divulgou o primeiro trailer de X-Men: First Class, que mostra a origem do grupo de mutantes, com os jovens Charles X[...] Leia mais
-
Alexandre Matias | 10h54
Thomas Google Edison
Um dos maiores inventores norte-americanos nascia há 164 - e o Google presta homenagem Leia mais
-
Sempre à mão | 9h47
Twitter para Android ganha atualização
-
LOL | 9h46
A estreia do nervoso Steve Jobs na TV
-
P2P | 19h18
Robô-rainbow
-
Retrospectiva em tempo real | 9h27
9 de fevereiro
-
TV sem TV | 18h50
NY Fashion Week no YouTube
Site transmite ao vivo os desfiles da semana de moda de Nova York Leia mais
-
Gabi e Groc | 15h08
Infográficos de uma vida
O designer gráfico Nicholas Felton publica infográficos que contemplam aspectos sua vida no período de um ano. O projeto e[...] Leia mais
-
Personal Nerd | 17h11
Controle seus torrents remotamente
-
Pedro Doria | 20h08
A revolução no Egito depende necessariamente da internet
-
Que Mario? | 18h39
Killzone 3
-
Rodrigo Martins | 17h56
Shorty Awards: vote e eleja o @estadao o melhor Twitter de notícias
O @estadao entrou na corrida para o The Shorty Awards, um dos prêmios mundiais para twitteiros que mais bombaram no ano pass[...] Leia mais







