Estadão.com.br

Brasil chega a 264,5 milhões de celulares

  • 20 de maio de 2013|
  • 18h22

Por Redação Link

Entre março e abril, 500 mil novas linhas de celulares foram registradas no País de acordo com a Anatel

Ayr Aliski

BRASÍLIA –  O Brasil terminou o mês de abril com 264,551 milhões de linhas ativas na telefonia móvel. O número foi divulgado nesta segunda-feira, 20, pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e representa quase 500 mil novas habilitações no mês. Isso significa um crescimento de 0,19% em relação a março.

Foto: Reuters

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Com a alta de abril, o País já alcançou uma “teledensidade” de 133,83 terminais móveis para cada grupo de cem habitantes. O Distrito Federal apresentou a maior concentração, com 218,03 celulares para cada cem habitantes.

A mais baixa teledensidade foi registrada no Maranhão, com 92,17 celulares para cada grupo de cem habitantes. São Paulo, que é o maior mercado (63,952 milhões de celulares, ou seja, 24% de todos os acessos móveis do País) registrou uma teledensidade de 151,69 celulares para cada cem habitantes.

Em relação à forma de pagamento, a Anatel informa que em abril o País tinha 211,22 milhões (79,84%) de acessos pré-pagos e 53,33 milhões de acessos pós-pagos (20,16%). Desse total, a banda larga móvel — que permite acesso à internet — representava 70,93 milhões de terminais dentro do número total.

Na divisão do mercado, a liderança ficou com a Vivo, com 76,273 milhões de acessos (28,83%). A segunda posição foi ocupada pela TIM, com 71,453 milhões de celulares (27,01%). Em terceiro lugar ficou a Claro, com 66,084 milhões de terminais (24,98%). A quarta posição foi obtida pela Oi, com 49,649 milhões de celulares (18,77%). Também são citadas CTBC, Nextel, Sercomtel, Porto Seguro e Datora que, juntas, representam 1,091 milhão de acessos (0,41%).

/ AGÊNCIA ESTADO

http://blogs.estadao.com.br/link/files/2012/11/celular-caracas_reuters-jorge-silva.jpg

Claro, Net e Embratel terão Wi-Fi em 9 cidades

  • 16 de maio de 2013|
  • 19h58

Por Redação Link

Clientes das três operadoras terão acesso gratuito à internet em cerca de 6 mil locais onde a rede foi instalada

Mariana Durão

RIO - Em um possível primeiro passo para unificar as operações do grupo América Móvil no Brasil, Claro, NET e Embratel lançaram nesta quinta-feira, 16, uma nova rede Wi-Fi (internet sem fio) para clientes das três empresas por meio de 6 mil hotspots em locais públicos de nove cidades: Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Campinas, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Curitiba e Porto Alegre.

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Batizadas de Claro Wi-Fi Max e NET Vírtua Wi-Fi, as redes já estão operando. O objetivo é aumentar as sinergias das empresas da América Móvil, do bilionário mexicano Carlos Slim, no Brasil.

O melhor atendimento aos clientes na Copa de 2014 e nas Olimpíadas 2016 também está na mira. Os investimentos foram compartilhados pelas três companhias para otimizar a cobertura 3G e complementar a cobertura 4G do grupo.

Pontos de acesso como aeroportos, shoppings e hospitais terão acesso gratuito aos clientes das operadoras. No caso da Embratel a nova infraestrutura será ofertada para o acesso externo de Wi-Fi por seus clientes corporativos. Em São Paulo a tecnologia está disponível em 1700 pontos e, no Rio, em mil pontos de 77 bairros como Maracanã, Leblon, Ipanema, Copacabana e Centro.

/ AGÊNCIA ESTADO

Ranking App Store Brasil – 6 a 12 de maio

  • 16 de maio de 2013|
  • 19h45

Por Redação Link

SÃO PAULO – Veja a lista dos aplicativos mais baixados na App Store, da Apple, na semana de 6 a 12 de maio de 2013*:

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TOP APPS PARA IPHONE

PAGOS
(nome/desenvolvedor)

1 – WhatsApp Messenger
2 – Pou
3 – Facetune
4 - LeiSeca Maps
5 – Camera+
6 – AfterLight
7 – Coelhadas da Mônica
8 - Free Music Download Pro – Downloader and Player
9 - Minecraft – Pocket Edition
10 - Cut the Rope: Time Travel

GRATUITOS

1 – Candy Crush Saga ®
2 – Avocado Scanner Deluxe – Scan and Fax Documents, Receipts, Business Cards to PDF
3 – Facebook
4 – Instagram
5 – Minha Conta PF
6 - YouTube
7 - Angry Birds Friends
8 - Mobli – Share Photos AND Videos!
9 - Asphalt 7: Heat
10 - From Cheese

TOP APPS PARA IPAD

PAGOS

1 - Pou
2 - Minecraft – Pocket Edition
3 - Coelhadas da Mônica
4 - LEGO Batman: DC Super Heroes
5 - Survivalcraft
6 - Plants vs. Zombies HD
7 - Pages
8 - Hora de Brincar com a Dora, a Aventureira
9 - Virtual do Corpo Humano
10 - Keynote

GRATUITOS

1 - My Penguin
2 - Angry Birds Friends
3 - Asphalt 7: Heat
4 - Homem de Ferro 3 – O Jogo Oficial
5 - Candy Crush Saga ®
6 - Running with Friends HD
7 - Blitz Brigade – Ação Multiplayer Online!”
8 - O aniversário do Ginger – Ginger’s Birthday
9 - Skype para iPad
10 - YouTube

* Os dados são fornecidos semanalmente pela própria empresa no início de cada semana e se referem aos aplicativos mais baixados no País durante sete dias anteriores. É bom lembrar que a a lista considera apenas os aplicativos para o sistema da Apple, o iOS, baixados nos celulares iPhone e no tablet iPad por usuários registrados na App Store brasileira.

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• O ranking da semana passada

Fim da televisão analógica fica para 2018

  • 16 de maio de 2013|
  • 19h11

Por Redação Link

A transição total para o sinal digital agora será feita gradualmente, entre 2015 e 2018; prazo anterior era junho de 2016

Gustavo Porto

SÃO PAULO – O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, revelou nesta quinta-feira, 16, que o governo revisou o cronograma para a digitalização de todo o sinal de televisão no País. Com isso, o fim do sinal analógico, marcado para 30 de junho de 2016, ocorrerá, gradualmente, entre 2015 e 2018.

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Segundo o ministro, a decisão ocorreu para evitar o gargalo na procura por conversores de televisão analógica para digital ou mesmo de aparelhos de televisão digital em um curto período de tempo.

“Como está previsto, teríamos a necessidade de conversor e televisão superior a 20 milhões, 25 milhões. Essa concentração pode dar um problema de faltar aparelho, subir preço, por isso vamos distribuir no tempo, o que parece mais razoável”, afirmou Bernardo, antes de participar de uma palestra para ex-alunos da escola de negócios Insead, em São Paulo (SP).

Segundo o ministro, a digitalização do sinal de TV no País escalonado terá início pelas maiores regiões metropolitanas, como São Paulo e Rio de Janeiro, e será ampliado para outras áreas até 2018.

4G. Bernardo afirmou, na palestra, que na semana que vem terá uma reunião com operadoras telefonia celular para avaliar como está a implantação da tecnologia 4G no País e ainda, consequentemente, o plano das operadoras para a telefonia rural no País. Aos jornalistas, o ministro avaliou que a implantação está ocorrendo normalmente.

O ministro disse ainda não ter recebido qualquer pedido da área de Defesa do governo para que fosse disponibilizada aos militares um pedaço da faixa de 700 MHz de telefonia para seu uso exclusivo. “Para nós, não pediram”, concluiu.

/ AGÊNCIA ESTADO

Metade da população não tem acesso à web

  • 16 de maio de 2013|
  • 10h47

Por Redação Link

Pnad 2011 mostra que, embora o número de internautas tenha crescido, ainda metade da população não usa a web

O Estado de S. Paulo

RIO – O aumento da renda, o acesso mercado de trabalho, o crédito fácil e a perda do “medo” da tecnologia entre os mais velhos foram fatores decisivos para a inclusão digital no País, entre 2005 e 2011, porém mais da metade da população de 10 anos ou mais de idade ainda não tem acesso à internet.

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Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2011 divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a proporção de pessoas que utilizaram a internet passou de 20,9% para 46,5%.

Em seis anos, houve um aumento de 45,8 milhões de internautas – média de quase 21 mil por dia. Utilizaram a internet no período de três meses antes da data da entrevista 77,7 milhões de brasileiros com 10 anos ou mais de idade, em 2011.

Embora ainda sejam as mais resistentes à rede mundial de computadores, as pessoas de 50 anos em diante tiveram peso decisivo no aumento da legião de internautas: passaram de 7,3% para 18,4% do total da população nesta faixa etária. Em números absolutos, foi o maior crescimento, passando de 2,5 milhões de usuários nesta faixa etária para 8,1 milhões – crescimento de 222%.

Outro crescimento significativo aconteceu no outro extremo, com os internautas de 10 a 14 anos. Em 2005, 24,3% das crianças acessavam a internet, proporção que saltou para 63,6% em 2011.

A pesquisa levou em consideração apenas os acessos à internet por computador, não houve perguntas sobre acesso por meio de telefones celulares e tablets.

“A inclusão digital se dá sem medo entre os jovens. Entre os mais velhos, demora um pouco, mas é crescente, inclusive para acesso a banco, para declarar imposto de renda”, diz o coordenador de trabalho e rendimento do IBGE, Cimar Azevedo.

Embora a renda seja um fator importante de acesso à internet, é interessante notar que as mulheres jovens, que têm renda menor que os homens, porém maior escolaridade, estão mais na rede mundial de computadores do que os homens. E há mais usuários da internet na população com renda de 3 a 5 salários mínimos do que entre os que ganham mais de 5 salários mínimos. A explicação é que a faixa mais rica da população é também a faixa mais velha, ainda “engatinhando” no mundo virtual.

Os técnicos do IBGE chamam atenção para o grande salto entre os alunos da rede pública que passaram a ter acesso à internet no espaço de seis anos. A pesquisa não investigou o local de acesso (se o trabalho, a residência, a escola ou locais públicos como bares e lan houses) e por isso não é possível associar o crescimento à distribuição de computadores nas escolas públicas, mas, para Cimar Azevedo, é um forte indicativo da inclusão digital entre os mais pobres. Em 2005, apenas 24,1% dos alunos da rede pública usavam a internet, proporção que cresceu para 65,8% em 2011.

Celular.  Também segundo o IBGE, chegou a 115,4 milhões o número de brasileiros com 10 anos ou mais de idade que têm celular de uso pessoal. O número corresponde a 69,1% da população.

Em 2005, eram 55,7 milhões, ou 36,6% da população. A população com celular cresceu 107,2%, enquanto a população geral nesta faixa etária cresceu 9,7%.

Os mais velhos e os mais novos foram os que mais fizeram crescer o contingente de usuários de celulares. A proporção de pessoas com 60 anos ou mais com celular aumentou 161,3%. E a proporção das crianças de 10 a 14 anos com celular cresceu 118,2%. Os trabalhadores agrícolas são os que menos têm celular: apenas 43%.

Ranking App Store Brasil – 29 de abril a 5 de maio

  • 8 de maio de 2013|
  • 16h16

Por Redação Link

SÃO PAULO – Veja a lista dos aplicativos mais baixados na App Store, da Apple, na semana de 29 de abril a 5 de maio de 2013*:

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TOP APPS PARA IPHONE

PAGOS
(nome/desenvolvedor)

1 – WhatsApp Messenger
2 – Pou
3 – FIFA 13 by EA SPORTS
4 - LeiSeca Maps
5 – Camera+
6 – AfterLight
7 – Stickers for WhatsApp
8 - Cut the Rope: Time Travel
9 - Minecraft – Pocket Edition
10 - «Downloader e múscia gratuita» – baixa e ouve a música gratuitamente – Free Music Download Pro Plus

GRATUITOS

1 – Minha Conta PF
2 – Homem de Ferro 3 – O Jogo Oficial
3 – Mobli – Share Photos AND Videos!
4 – FaceFusion
5 – Candy Crush Saga ®
6 - PDF Printer for iPhone
7 - Angry Birds Friends
8 - Instagram
9 - YouTube
10 - Facebook

TOP APPS PARA IPAD

PAGOS

1 - Pou
2 - Berlitz® English Intensive – Comprehensive method to quickly master the language
3 - LEGO Batman: DC Super Heroes
4 - FIFA 13 by EA SPORTS
5 - Survivalcraft
6 - Minecraft – Pocket Edition
7 - Pages
8 - Virtual do Corpo Humano
9 - Tartarugas Ninja – Corrida no Telhado
10 - Plants vs. Zombies HD

GRATUITOS

1 - Homem de Ferro 3 – O Jogo Oficial
2 - Angry Birds Friends
3 - O aniversário do Ginger – Ginger’s Birthday
4 - LEGO® STAR WARS™ THE YODA CHRONICLES
5 - Candy Crush Saga ®
6 - Minha Conta PF para Tablet
7 - Skype para iPad
8 - MAI Crafted HD FREE
9 - Megapolis HD
10 - Buraco Jogatina HD

* Os dados são fornecidos semanalmente pela própria empresa no início de cada semana e se referem aos aplicativos mais baixados no País durante sete dias anteriores. É bom lembrar que a a lista considera apenas os aplicativos para o sistema da Apple, o iOS, baixados nos celulares iPhone e no tablet iPad por usuários registrados na App Store brasileira.

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• O ranking da semana passada

Limitada, telefonia 4G chega ao Brasil

  • 28 de abril de 2013|
  • 18h00

Por Filipe Serrano

Quarta geração tem capacidade de fazer que a internet fique mais rápida e estável nos smartphones e tablets

SÃO PAULO – Uma tecnologia ainda cara, compatível com poucos celulares e disponível apenas em certos bairros de algumas cidades do País. É nesse cenário que começa a funcionar no Brasil a quarta geração de tecnologias de telefonia móvel (4G), uma aposta que tende a melhorar a velocidade do serviço de internet móvel – isto é, a conexão usada nos smartphones e tablets.

Clique na imagem para ampliar

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O cronograma definido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) dá um prazo até amanhã para que as operadoras de celular comecem a operar suas redes 4G nas seis cidades que vão sediar a Copa das Confederações entre 15 e 30 de junho.

Algumas empresas como Claro e Oi já se adiantaram ao prazo limite e começaram a vender o serviço para os consumidores. Na semana passada, a Claro inaugurou sua rede também na cidade de São Paulo – que não sediará o evento esportivo em junho, assim como Curitiba e Porto Alegre, que também começaram a ser atendidas pela operadora antes do cronograma oficial.

Até sexta-feira, Vivo e TIM não tinham divulgado os valores dos seus planos 4G e as cidades cobertas, o que deve ser anunciado nesta semana.

Inicialmente, poucas pessoas terão acesso à nova tecnologia. Apenas smartphones compatíveis captam o sinal e existem 11 modelos homologados (autorizados) no País com a tecnologia 4G. O mais barato deles é encontrado no varejo por R$ 1.240, sem descontos de operadoras.

Já os consumidores que compraram celulares 4G nos Estados Unidos (como o iPhone 5) não vão se beneficiar da conexão que pode ser até dez vezes mais rápida do que o 3G. Isso ocorre porque a frequência adotada nos EUA – e em muitos outros países – é diferente da que opera no Brasil.

Além disso, a instalação da infraestrutura está em fase inicial. A Anatel exigiu a cobertura de pelo menos 50% da área dos municípios com a nova tecnologia e, por enquanto, o 4G está disponível em apenas alguns bairros. O Link usou um celular 4G da Claro na semana passada em parte das zonas norte e oeste de São Paulo e não encontrou o sinal de quarta geração nesses locais.

“A tecnologia ainda é nova, está sendo testada e a cobertura é baixa. Existe o risco de o usuário ter uma experiência de uso ruim, mas as operadoras têm que lançar porque têm as obrigações”, diz a analista Marceli Passoni, da consultoria Informa Telecoms & Media. “A partir do próximo ano, as empresas devem migrar os usuários mais ativos para a rede 4G, mas a tecnologia ainda não vai ser adotada pelos consumidores em larga escala. Isso vai ocorrer em 2015 ou 2016.” Segundo ela, o alto preço do serviço contribui para que o 4G atraia poucos consumidores nesta primeira fase de instalação.

A consultoria estima que o Brasil tenha 930 mil assinantes de serviços 4G até o fim do ano. O número é pequeno comparado aos 264 milhões de linhas móveis ativas no País – das quais 61,3 milhões são celulares com tecnologia 3G. Relatório da Anatel de março registrava 14 mil aparelhos 4G ativos no Brasil. Mas a previsão é que a quarta geração cresça muito nos anos seguintes. Em 2017 a quantidade de linhas ativas pode chegar a 28 milhões, segundo a Informa.

Para Erasmo Rojas, diretor para América Latina da 4G Americas – associação da indústria de celulares –, as operadoras têm de usar o tempo antes da Copa das Confederações e da Copa do Mundo no Brasil para testar a rede e, assim, oferecer um serviço de boa qualidade. “A tecnologia vai funcionar. A questão é se vai haver capacidade e cobertura suficientes para garantir o funcionamento não só nos estádios, mas também no uso diário”, diz. “É importante que essa experiência em junho seja bem feita para que os brasileiros não tenham a mesma dúvida que hoje têm em relação ao 3G e que a 4G seja uma rede em que se possa confiar.”

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Leia mais:
‘O serviço 3G está insatisfatório’, diz ministro das Comunicações
• Link no papel – 29/4/2013

Ranking App Store Brasil – 15 a 21 de abril

  • 23 de abril de 2013|
  • 16h16

Por Redação Link

SÃO PAULO – Veja a lista dos aplicativos mais baixados na App Store, da Apple, na semana de 15 a 21 de abril de 2013*:

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TOP APPS PARA IPHONE

PAGOS
(nome/desenvolvedor)

1 – WhatsApp Messenger
2 – Pou
3 – Cut the Rope: Time Travel
4 - Camera+
5 – Assistente de Voz – O Assistente Inteligente
6 – LeiSeca Maps
7 – AfterLight
8 - Free Music Download Pro
9 - Temple Run: Oz
10 - Minecraft – Pocket Edition

GRATUITOS

1 – Mobli – Share Photos AND Videos!
2 – Wireless Transfer App
3 – Segredo Fotos KYMS
4 – Cardiógrafo (Cardiograph)
5 – Wrapframe
6 - Facebook
7 - YouTube
8 - Candy Crush Saga
9 - Instagram
10 - Sonic Dash

TOP APPS PARA IPAD

PAGOS

1 - Pou
2 - Assistente de Voz – O Assistente Inteligente
3 - Tartarugas Ninja – Corrida no Telhado
4 - Minecraft – Pocket Edition
5 - Cut the Rope: Time Travel HD
6 - Pages
7 - Temple Run: Oz
8 - Plants vs. Zombies HD
9 - Keynote
10 - Fish Out Of Water!

GRATUITOS

1 - Talking Larry, o pássaro, para iPad
2 - Wireless Transfer App
3 - Buraco Jogatina HD
4 - Injustice: Gods Among Us
5 - Max : Rise of the Lions
6 - Fruit Ninja HD
7 - Skype para iPad
8 - Dentist Office
9 - Ace-Craft Online
10 - YouTube

* Os dados são fornecidos semanalmente pela própria empresa no início de cada semana e se referem aos aplicativos mais baixados no País durante sete dias anteriores. É bom lembrar que a a lista considera apenas os aplicativos para o sistema da Apple, o iOS, baixados nos celulares iPhone e no tablet iPad por usuários registrados na App Store brasileira.

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Leia mais:
O ranking da semana passada

Rumo à política

  • 14 de abril de 2013|
  • 18h58

Por Ligia Aguilhar

Em sua primeira visita ao Brasil, cofundador do Twitter apresenta suas novas aspirações: quer emplacar no País as duas startups que administra até a Copa do Mundo e a Olimpíada, e, no futuro, se candidatar à prefeitura de Nova York

FOTO: Daniel Teixeira/ESTADÃO

SÃO PAULO – Jack Dorsey já foi considerado a personificação do seu negócio mais famoso, o Twitter. Reservado e de poucas palavras, parecia falar também em 140 caracteres. Não foi esse Dorsey, porém, que desembarcou no Brasil na semana passada, em sua primeira visita ao País. Sereno, elegante e seguro, Dorsey, aos 36 anos, está mais maduro e nada tem a ver com o jovem tímido que surgiu como promessa em 2006. Não à toa tem se tornado um nome cada vez mais influente no Vale Silício, por vezes comparado a Steve Jobs.

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O fundador do Twitter fez uma passagem relâmpago pelo País. Desembarcou no Rio de Janeiro na quarta-feira, onde jantou com o apresentador Luciano Huck. No dia seguinte, participou de um bate-papo com estudantes da Fundação Getúlio Vargas (FGV) em São Paulo. E, na sexta-feira, voltou à Califórnia pela manhã. Mas ele não veio só para “falar com pessoas e ver o que está acontecendo aqui”, como relatou ao Link.

O Brasil é hoje o segundo país que mais utiliza o Twitter, atrás apenas dos Estados Unidos, segundo a SocialBakers. A companhia está de olho nas oportunidades de negócios em razão dos eventos esportivos que o País vai sediar. Em novembro do ano passado, o Twitter abriu um escritório local para estreitar relações com empresas e agências de publicidade. O seu modelo de negócio – que Dorsey faz questão de frisar, vai muito bem – tem como principal fonte de renda tweets, contas e trending topics pagos.

O empreendedor também quer emplacar por aqui sua nova aposta, o aplicativo Vine, que permite o registro e o compartilhamento de vídeos curtos de até seis segundos. Desde que foi lançado em janeiro, o app se tornou sensação nos Estados Unidos, chegando ao topo da lista de mais baixados da App Store. Dorsey é o maior embaixador da rede e só faz postagens no Twitter com o Vine. “Agora todas as imagens parecem chatas para mim. Com o Vine você escuta e vê o movimento.”

Ele também veio buscar mais informações sobre o sistema financeiro e, possivelmente, construir bases para trazer outra  empreitada sua para o Brasil, o sistema de pagamento móvel Square, que permite a qualquer pessoa aceitar pagamentos no cartão de crédito acoplando um pequeno leitor ao smartphone. O usuário do sistema pode pagar uma conta sem tirar a carteira e o celular do bolso – o comerciante identifica o cliente pelo nome e faz o débito direto da conta.

Mapas. Twitter nasceu da paixão de Dorsey na infância por cidades e mapas. Aos 14 anos ele aprendeu a programar e criou um sistema no qual motoristas podiam indicar sua localização em tempo real. A vontade de tornar essa informação acessível e permitir que todos soubessem o que está acontecendo ao redor gerou as bases da rede de microblogs. A ideia foi parar nas mãos de Evan Willians, dono da startup Odeo e antigo chefe de Dorsey, que acabou se associando a ele junto de Biz Stone.

Em 2008, Dorsey deixou o comando do Twitter. Na época a imprensa noticiou que ele foi convidado a sair – mas ele diz que apenas trocou de lugar com Williams, que se tornou CEO enquanto ele foi para o conselho de administração. A saída, segundo ele, foi “difícil”, mas gerou uma nova oportunidade.

Ao voltar para cidade de St. Louis, onde nasceu, Dorsey ouviu a história que culminaria na criação do Square, quando um amigo relatou a dificuldade de fazer uma venda por não aceitar cartão de crédito. Assim como Jobs criou a Pixar durante seu afastamento da Apple e depois retornou à empresa, Dorsey voltou ao Twitter há dois anos e hoje pode se gabar de um feito que poucos conseguiram: administrar duas startups de sucesso ao mesmo tempo.

Para ele, a receita para ser um empreendedor bem-sucedido, é simples: não ter medo de tirar ideias da cabeça. “Se você tem uma ideia, precisa mostrar para outras pessoas. Empreender é assumir um risco financeiro para fazer algo”, diz. Isso não quer dizer que seja fácil. “Em 2001, quando tentei criar o Twitter pela primeira vez, fui a um parque e escrevi o que estava fazendo. Ninguém se importou. Seis anos depois deu certo.”

O fundador do Twitter continua aficionado por cidades. Faz questão de ir ao trabalho de ônibus todos os dias “para observar os problemas reais” e volta de táxi apenas por uma questão de horário – quando deixa o escritório, geralmente depois das 10 da noite, o último ônibus já passou.

Ele não nega interesse em política. Diz que gostaria de ser prefeito de Nova York, mas que essa é mais uma aspiração do que uma meta. “Antes de me candidatar a qualquer coisa eu preciso mudar para Nova York” diz.  Em dez anos, Jack Dorsey estará trabalhando com tecnologia ou administrando a Big Apple?, eu pergunto. “Talvez os dois”, ele responde, entre risos.

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Leia mais:
‘Twitter pode ser mais relevante’
Link no papel – 15/04/2013

Criador do Twitter quer Square em mais países

  • 11 de abril de 2013|
  • 19h33

Por Redação Link

Em passagem por São Paulo, Jack Dorsey afirma que pretende expandir atuação da sua empresa de pagamento móvel

Por Nayara Fraga
do Economia & Negócios

SÃO PAULO – O cofundador e o presidente do conselho do Twitter, Jack Dorsey, parece estar interessado em trazer a Square, sua companhia de pagamento móvel, para o Brasil. Apesar de não ter revelado os detalhes de sua visita ao País, ele afirmou nesta quarta-feira, 10, que a companhia pode se expandir para outras regiões. Um dos motivos de sua passagem pelo Brasil é conhecer melhor o mercado local.

Regulação bancária é uma das barreiras
à expansão do Square. Foto: Daniel Teixeira/Estadão

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Depois de passar pelo Rio de Janeiro, o executivo participou na quarta-feira de um encontro com alunos da Fundação Getúlio Vargas (FGV), na sede da instituição, em São Paulo. “Acho que o Square pode ir para outros países, mas um dos fatores que pedem atenção é a questão da regulação bancária”, disse Dorsey. Até nos Estados Unidos, segundo ele, foi demorado o procedimento para lançar o produto.

A Square é uma jovem empresa com sede em São Francisco, na Califórnia, e é considerada uma companhia promissora no mercado de tecnologia. Seu negócio é facilitar o pagamento de compras, usando um dispositivo que pode ser acoplado a smartphones para realizar transações com cartões de crédito. O comerciante pode usar o próprio celular da empresa para receber os pagamentos de clientes. A vantagem está nas taxas menores do que as cobradas pelas administradoras de cartão, o que pode reduzir os custos. O dispositivo é um pequeno leitor em formato quadrado e cerca de 2 centímetros de largura e altura. Nele, os consumidores podem fazer os pagamentos com cartão.

Outro produto da empresa é o Square Wallet, um aplicativo em que o usuário pode cadastrar seus dados de cartão de crédito para fazer as compras mais rapidamente nos estabelecimentos comerciais. A proposta é: em vez de tirar a carteira do bolso, o cliente diz apenas o seu nome. O atendente vê o nome e a foto da pessoa no caixa (para comprovar que você é você) e finaliza o pagamento.

Concorrentes. Uma “carteira digital” dessa espécie ainda não existe no Brasil, mas já há iniciativas voltadas para o leitor. Uma delas é a Payleven, que já tem cerca de mil lojas no País em sua rede. Seu foco, como disse o diretor da empresa em novembro passado ao Estado, é atingir empresários que não conseguem ter outras soluções para aceitar cartão de crédito.

Assim com a Payleven, existem várias outras empresas que fazem o mesmo que a Square em outros países. Mas Dorsey diz não se preocupar com isso. “Não é importante ser o primeiro, e sim ser o melhor. Muitas das copycats (empresas que copiam o modelo de negócio) são superficiais. Elas não conseguem copiar a alma do negócio.”

O empreendedor vê um potencial muito grande no Brasil. Ele diz que o País se move rapidamente e que os eventos que estão por vir, Copa do Mundo e Olimpíada, favorecem isso. “Nós estamos aprendendo muito aqui (com o Twitter, que tem escritório em São Paulo). É um país muito sofisticado no campo da tecnologia.” / COLABOROU LIGIA AGUILHAR

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