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Nosso Nobel

Por Rafael Cabral

Miguel Nicolelis não precisa ser reconhecido por mais ninguém – e nem ganhar o Nobel no qual é listado como eterno candidato – para provar que é o cientista brasileiro mais importante hoje. O paulistano da Bela Vista ganhou no ano passado um prêmio de mais de US$ 2,5 milhões (R$ 4,4 milhões) dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA (NIH, na sigla em inglês) que, distribuído ao longo de cinco anos, financiará sua pesquisa sobre a fusão entre homens e máquinas, cujos resultados vêm devolvendo a esperança para tetraplégicos e pacientes de Parkinson. Há mais vinte anos à frente de um laboratório na Universidade Duke, o neurocientista acaba de reunir suas ideias, teorias e descobertas em um livro publicado em março nos EUA e que chega em junho ao Brasil, pela Companhia das Letras, como Muito além do nosso eu – A nova neurociência que une cérebro e máquinas e como ela pode mudar nossas vidas.

Agora, ele se prepara para finalizar seus dois maiores projetos na vida: a construção de um polo de ciência em Macaíba, Natal, e a finalização de uma veste robótica que poderá fazer que tetraplégicos voltem a andar, usando só a força do pensamento. “É o que quero fazer com um adolescente brasileiro paralisado na abertura da Copa do Mundo de 2014. Não me interesso por prêmios. Esse sim é o meu maior sonho. Se tudo der certo, esse menino dará o pontapé inicial”, promete.

E, se tudo parece dar certo, o Nobel também parece mais próximo. O cientista foi convidado para apresentar um simpósio em plena Fundação Nobel, em Estocolmo, na Suécia. Pela primeira vez, os comitês responsáveis pelas premiações nas área da Medicina, Química e Física se reuniram para organizar um evento multidisciplinar, cujo tema é justamente a fusão homem-robô, assunto do qual ele é a maior autoridade no mundo.

Quais foram as descobertas mais importantes da neurociência nos últimos dez anos?
Primeiramente, ela possibilitou observar populações de células de uma dimensão que ninguém tinha visto ainda. No meu livro, separei dez princípios descobertos pela nova neurociência. Experimentos nos últimos dez anos mostraram, por exemplo, que o processamento não é localizado, mas distribuído. Que os neurônios podem participar de vários circuitos simultaneamente. Que o sistema incorpora ferramentas artificiais como extensões do modelo do seu próprio corpo. O nosso corpo não termina no epitélio, mas se estende até o limite da ferramenta que a gente usa sobre o controle do cérebro. E uma série de outras descobertas mais técnicas e específicas, mas que na minha opinião formam o corpo de uma nova ciência do cérebro.

A resposta de um membro biônico já é similar à do corpo? Pode explicar como o órgão se adapta a uma estrutura externa?
Mesmo se você enviar o sinal para o Japão e esperar ele voltar, é 20 milissegundos mais rápido do que o sinal que sai da cabeça e vai para o músculo do macaco. Mas, para que isso ocorra, o cérebro tem de ser retreinado. Esse é outro princípio, o da plasticidade, o cérebro pode se adaptar. Uma vez que você está usando um artefato robótico, artificial, o cérebro tem de remapear sua relação com ele. Nós medimos isso, pela primeira vez, em tempo real. Com isso, o que demonstramos foi a capacidade do corpo de se estender, a libertação dos limites físicos através do cérebro. A mente pode entrar em um diálogo bidirecional com outro dispositivo. Era isso que ninguém sabia ainda. Mas esse meu experimento ainda era uma parte básica da pesquisa. Na verdade, ele surgiu para tentar provar uma teoria de quase duzentos anos. Queríamos resolver essa questão, e conseguimos, mas, no processo, notamos que estávamos mexendo em uma área que tinha um enorme potencial clínico. Poderia realmente ajudar as pessoas.


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Quando isso poderá ser aplicado nas pessoas?
Nos próximos três anos e meio queremos fazer a demonstração do projeto Walk Again, um consórcio multinacional de pesquisadores de neurociência e robótica que está desenvolvendo uma estrutura robótica para fazer que tetraplégicos voltem a se movimentar com autonomia completa, apenas com a força do pensamento. Estamos concluindo a primeira fase, demonstrando que é possível extrair sinais de controle motor de todo o corpo. Já mostramos que isso é valido para os membros superiores e inferiores e agora podemos controlar o balanço e o equilíbrio, o que é fundamental para andar.

O primeiro protótipo do exoesqueleto já foi finalizado?
O exoesqueleto está sendo desenvolvido por um roboticista com o qual trabalho há muitos anos, Gordon Cheng. Está sendo finalizado agora, em Munique. Criamos uma versão que será controlada de forma autônoma por um macaco – o que ele pensar, a tecnologia reproduzirá. Será uma estrutura de corpo inteiro, muito similar à que estamos desenvolvendo para a aplicação clínica em pessoas. Claro que o macaco não vai sair jogando bola, mas, se demonstrarmos que ele pode ter autonomia de movimento, cumpriremos o objetivo final. Conseguimos mexer com três variáveis fundamentais: tempo – a tecnologia é mais veloz que o ‘hardware biológico’ –, espaço – o membro biônico pode estar em qualquer lugar do universo – e força – o cérebro pode movimentar um guindaste industrial ou uma ferramenta nanométrica com o mesmo esforço. O controle do robô mistura os sinais dos pensamentos com reflexos robóticos. É como se fosse o corpo da gente, que tem comandos central e local. Ele é movimentado por motores hidráulicos. É feito de um material muito leve, que, apesar de resistente, pode ser dobrado.

Que tecnologias podem surgir a partir do seu trabalho?
O aprimoramento da nanomedicina, por exemplo. Será possível fazer intervenções dentro da célula, retirar uma única célula cancerígena. Teoricamente, com a nossa tecnologia, no futuro, o operador poderia controlar essa ferramenta diretamente pela mente. Também seria possível controlar um foguete com a força do pensamento, ou mesmo um avatar.

Isso não é só ficção?
A prova de que isso não é ficção é que a maioria das grandes empresas de tecnologia do mundo já têm departamentos dedicados a estudar o impacto da tecnologia no cérebro e o desenvolvimento de interfaces entre a mente e os computadores. Google, Microsoft, Intel e IBM já têm essas divisões, o que é uma coisa inédita. Eu mesmo já fui palestrar no Google três vezes.

Muito picareta entrou nesse ramo nos últimos anos, puxado por essa onda do futurismo?
Sim, muitos. A maioria ligada a essa história de Singularidade, essa ideia de que as máquinas podem resolver todos os problemas humanos. Acho mais fácil ter uma invasão de aliens que isso que eles propõem acontecer. Eu tenho uma opinião totalmente oposta a deles. Não acredito na proposta filosófica de que as máquinas vão dominar o mundo e nos substituir. Acredito no oposto, que qualquer máquina é uma imagem do que nosso cérebro imaginou. Elas são continuações do nosso processo de pensar ou de tentar imitar a natureza. Acredito em um simbiose homem-máquina em que o cérebro humano vai continuar controlando e assimilando tudo. O cérebro assimila o que usa com frequência, não é a toa que somos viciados em celular, computador, TV. Aquilo é parte de nós. A imortalidade para mim vai chegar, mas vai acontecer de outra maneira: quando pudermos fazer um download dos nossos pensamentos, das nossas ideias, das nossas memórias. Isso é possível. Tudo o que fazemos é por meio de sinais elétricos e isso pode ser reproduzido até em avatares. Mas um avatar não inventa nada, não tem novas experiências. Eu gosto dessa ideia, acho até poética, mas não tem nada a ver com a imortalidade física. No futuro, quando criarmos métodos não-invasivos para captar a atividade cerebral com grande resolução – e esse equipamentos vão vir, é inevitável – ou mesmo se um dia as pessoas acharem que tudo bem implantar um chip, poderemos registrar milhares, um dia quem sabe milhões, de células individuais ao mesmo tempo. Hoje conseguimos registrar cerca de mil células ao mesmo tempo. Nesse patamar, já é possível sonhar com alguém andando, e é isso que eu quero fazer na abertura da Copa do Mundo, aqui no Brasil, com um adolescente brasileiro.


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O cérebro humano pode ser simulado por um computador?
Nunca. Não há como reduzir a nossa mente, que é o produto de uma infinidade de eventos aleatórios, a um simples algoritmo. Existe um conceito, de numero ômega, que é o número mais aleatório que se pode criar. O processo evolutivo humano é exatamente isso.

Como você vê o modelo de investimento científico nos Estados Unidos e no Brasil?
Os EUA estão em uma crise séria de pesquisa. Eles estão tendo um êxodo enorme. Ainda colocam uma quantidade enorme de dinheiro em ciência, mas o parque científico deles é muito grande. Para sustentar isso, mais de US$ 250 bilhões por ano, cerca de US$ 500 bilhões contando empresas privadas. O Brasil investe US$ 4 milhões. Quando eu falo que quero criar a Cidade do Cérebro em Natal, poucas pessoas me entendem. Mas existe algo bem previsível: alguém vai ter o primeiro parque neurotecnológico do mundo. E eu acredito que pode ser o Brasil. É o momento ideal para o Brasil se tornar um país que produz tecnologia de ponta, não dá só para ficar copiando o que os outros fazem. A nossa ciência precisa ser mais inovadora. O Brasil nunca pôde praticar a inovação. Quando conseguiu, se deu bem: Embraer, Petrobrás, Vale do Rio Doce. Mas um dia o minério de ferro vai acabar, precisamos produzir conhecimento. Temos de ensinar as crianças, desde bem cedo, a pensar criativamente. Não dá para importar inovação. Nos EUA, eles têm a ousadia no DNA, não sofrem com uma educação de colonizado como nós. Os norte-americanos não dormem no ponto. Muito menos na ciência. Quando eles veem que precisam investir, vão com tudo, como foi o caso da corrida espacial, que incentivou o pensamento criativo de uma maneira impressionante. Ainda hoje, os EUA vivem a última onda da inovação trazida pelo projeto espacial. Os engenheiros de ponta, matemáticos e molecada que cria ciência hoje, é toda daquela geração. O Brasil inteiro precisa ter uma educação libertadora. E não pode esperar que os talentos venham só de São Paulo. Pensa no Rivaldo, ídolo do meu Palmeiras. Ele foi visto na periferia de Pernambuco, jogando na rua. Se tem olheiro para futebol, por que não tem para a ciência? A academia brasileira não dá a cara para a sociedade. Nos EUA é diferente, o povo sabe que paga pela ciência. Meu vizinho chega para mim e pergunta o que estou fazendo com o dinheiro dele.

Você é um crítico do modelo de universidade adotado no Brasil, que chama de “colonial”. O que deve mudar? Como vocês estão conseguindo financiar o Campus do Cérebro, em Natal?
Somos um projeto privado, temos parcerias com o governo federal, mas temos de achar recursos no mundo inteiro. Estamos conseguindo. Para cada R$ 1 público que conseguimos, temos R$ 1 ou R$ 2 privados. Por isso, a Cidade do Cérebro, última fase do projeto, é nossa ideia de autossustentabilidade. Já a academia brasileira é muito provinciana. Vê mal quando um cientista escreve um livro como o meu, de divulgação científica. Bem, eu escrevi porque isso é importante. As pessoas têm imagens de pura ficção na cabeça, de Hollywood, e alguém precisa chegar para elas e explicar como funciona. Na área tecnológica, as pessoas têm essas fantasias de que as máquinas vão nos dominar, de que o Big Brother vai entrar nas nossas mentes. Isso tem de ser esclarecido. Nos EUA, isso é bem-vindo. Aqui não. Acredito que, no futuro, o conhecimento produzido por essas instituições será inteiramente colaborativo. É só ver o projeto Walk Again, que envolve duas instituições alemãs, uma suíça, a Universidade Duke e o nosso instituto em Natal. A lógica colaborativa é muito emblemática do que o cérebro faz, por isso funciona tão bem.

Como assim?
Eu tenho uma teoria, que ainda não posso provar cientificamente e que por enquanto é só uma hipótese, de que os modelos colaborativos funcionam tão bem porque a mente os reconhece como naturais. Somos animais sociais, não é à toa que as redes sociais são um sucesso. Temos de ter contato com os nossos pares. Nossas ações o muitas vezes são mímicas de como nossa mente age, até nossos modelos políticos refletem isso – nosso cérebro é uma grande democracia. Nós nos sentimos bem nesse modelo distribuído, exemplificado pela internet. Nossa cabeça funciona assim.

52 Comentários
  • 01/05/2011 - 22:10
    Enviado por: Pereira Luiz

    De fato o trabalho deste pesquisador deve ser divulgado, assim como o de tantos outros pesquisadores brasileiros. O único problema que acho importante ressaltar é o excepcional trabalho da assessoria de imprensa do Dr. Miguel, isto sim é degno de um Nobel.

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    • 04/05/2011 - 13:47
      Enviado por: Milena

      E por que o fato do cientista ter uma boa equipe de divulgação é um problema? As pesquisas cientificas devem ficar apenas na academia?

  • 02/05/2011 - 01:17
    Enviado por: Paulo Andrade

    Sujeito notável este Nicoletis.

    O ser humano pilota automóveis, aviões e vai ao espaço – Isso, por si só, já é uma evidência da adaptabilidade do nosso cérebro – O desenvolvimento de próteses que se utilizem de intefaces naturais é uma revolução.

    Ver as coisas sob uma nova óptica pode ser o melhor caminho para evoluir.

    Einstein revolucionou o conhecimento e usou pouco mais do que lapis, papel e troca de conhecimento. Um “cabeçudo” do terceiro mundo pode sim criar uma coisa nova.

    Vou esperar a copa para converir

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    • 02/05/2011 - 12:44
      Enviado por: NaoDigo

      Um

      “cabecudo” do terceiro mundo jamais criaria isso no terceiro mundo.

      Seu talento de nada vale se ninguem der valor.Valor dado pelo EUA e nao pelo Brasil dos brasileiros.

      Muita cara de pau querer associar a mentalidade progressita americana que o permitiu ele florecer com essa falacia que o Brasil.

    • 01/07/2011 - 18:33
      Enviado por: Gleice Rezende

      Quero mais é que chegue a hora de podermos fazer downloads de pensamentos e memórias de pessoas fantásticas e baixarmos em nossos próprios cérebros. A proprósito, parabéns para esse brilhante cientista brasileiro

  • 02/05/2011 - 08:38
    Enviado por: Carmen Patrícia C. Nogueira

    Parabenizo nosso cietista brasileiro.
    Seu conhecimento é uma árvore que dá belos frutos em benefício da sociedade.
    As pessoas generosas como ele são abençoadas. Que o Criador continue abençoando nosso cientista e suas obras.

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  • 02/05/2011 - 09:02
    Enviado por: Eder

    Nossa, que legal !!!!!!

    Um brazuca vai ser o pai do ROBOCOP.

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  • 02/05/2011 - 09:35
    Enviado por: RODOLFO

    Chute inicial em 2014. E em 2018 será que teremos algum atleta em campo utilizando estas novas tecnologias? Seria legal.

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  • 02/05/2011 - 09:45
    Enviado por: joao alberto saches

    Tem algumas pessoas neste mundo que enxergam alem das nossas retinas, são seres que so agem em pro da humanidade e logicamente a sua extensão de sua existencia terrena. Sera que este seres humanos são guiados pela mão do Divino, são seres sensionados pelo Altissimo, pois são dotados de rara inteligencia e visão do futuro, infelizmente estes seres sempre foram perseguidos, na historia da humanidade, pela a inquisição burra e eram tratados como bruxos, demonios e tantos outros adjetivos, eram torturados, executados, queimados execrados sociedade, mas felizmente a humanidade esta a cada dia mudando os seus pensamentos, temos sim que acreditar em um Ser Supremo, um Ser dotado de Amor ao proximo, de inteligencia suprema e que me faz acreditar mais ainda em sua existencia qdo vejo um cientista como o Sr e DR Miguel Nicoletis que age em pro dos seus semelhantes mais necessitados.
    Parabens a VC DR MIGUEL, se não ganhar o premio NOBEL, com certeza VC ja ganhou meu apreço e de muitos que usufriram de suas descobertas, e que o ALTISSIMO continue a conduzi-lo nesta caminhada, VIVA A SUA REALIZAÇÃO, VIVA O DR MIGUEL UM SER DE GRANDE LUZ PROPRIA.

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    • 02/05/2011 - 22:45
      Enviado por: Juca

      …querido deus das lacunas …
      o dia que o paralitico andar … o que será feito desses
      dogmas ultrapassados?

  • 02/05/2011 - 09:47
    Enviado por: Roberto CM

    Um dos pontos que mais me choca nesta ótima entrevista é o da disparidade dos investimentos em pesquisa entre os EUA e o Brasil. Como um país que tem a pretensão de se tornar um líder mundial (o Brasil) pode investir tão pouco em pesquisa? Pode desprezar tanto, nos orçamentos governamentais, a educação em geral e a cultura? O atual boom econômico brasileiro corre o risco de ser somente uma grande bolha de sabão se não for feito nada (o que significa muito), urgentemente, para se elevar muito o nível da instrução no país.

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    • 03/05/2011 - 01:20
      Enviado por: Igor Máximo

      Isso é verdade! O atual crescimento economico do Brasil só é um efeito dos planos economicos bem feitos da segunda metade dos anos 90 que só tiveram resultado na ótima economica mundial dos anos 2000!

      Depois da crise de 2008 ficou claro que o Brasil não estava conduzindo o seu própio destino por conta própia.

      Sem grandes investimentos com resultados eficientes em educação, ciência, tecnologia, infraestrutura e saúde pública, essa maré boa economica vai durar só 1 década e nas próximas décadas iremos continuar como sempre, dependentes dos cenários mundiais dos USA, Europa, China, Ásia e etc.

      Que tal o governo federal admitir todas suas falhas e começar a fazer um Plano Real para a Educação na qual dure pelo menos 20 anos antes que precisem de outro plano mais moderno para os anos de 2030, 2040, 2050!

      Já deveriam ter começado há pelo menos 1 década a investir em educação como a grandes nações investem!

  • 02/05/2011 - 09:51
    Enviado por: REGINA PEREIRA RAMOS

    Notícias como esta realmente merecem a 1ª página em todos os jornais.
    Os potiguares sentem-se honrados por Macaíba/R,N sediar a construção de um POLO DE CIÊNCIAS.
    Valeu “NICOLELIS”!

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  • 02/05/2011 - 10:01
    Enviado por: Kadrunkomaluco

    EIS ENFIM UM CASO EMBLEMÁTICO DE ESTRATÉGIA BEM CONDUZIDA.
    PENA QUE ESTE TRABALHO RENDA FRUTOS NOS EUA, JUSTAMENTE O SANTUÁRIO DA ESTRATÉGIA CIENTÍFICA MUNDIAL.
    SERÁ QUE DENTRO DE UNS 5000 ANOS, AS AUTORIDADES DO NOSSO LINDO PAÍS, TAMBÉM PROCEDERÃO DESTA FORMA ?

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  • 02/05/2011 - 10:51
    Enviado por: vivi

    PARABÉNS AO NOSSO NICOLELIS!!!
    MESMO TENDO SIDO DESACREDITADO PELOS PRÓPRIOS CIENTISTAS, BRASILEIROS, NÃO DEU TRELA …E SEGUI EM FRENTE!
    NOSSAS MENTES COLONIZADAS AINDA NÃO SE ACOSTUMARAM A INVESTIGAR ALÉM. ATÉ PORQUE ESSE NÃO É UM CAMPO ONDE OS GOVERNOS E AS CORPORAÇÕES, AQUI, INVESTEM PRA VALER….PRAQUE? IMPORTAR PARECE QUE É MELHOR ….PRA QUEM IMPORTA DE FATO?!

    SALVE E MUITALUX EM SEUS NOVOS DESAFIOS….SAIBA QUE ISSO ENCHE DE ALEGRIA MEU CORAÇÃO E ANIMA MINHA VIDA!

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  • 02/05/2011 - 11:29
    Enviado por: Nicolau Werneck

    Aplausos ao Nicolelis por seu brilhante trabalho. Adoraria um dia ter acesso aos dados que devem ser levantados nestes experimentos.

    Ficam aqui alguns comentários e humildes sugestões…

    1_ Busque evitar esse papo de “força do pensamento”. Entendo que pode ser um gimmick super atrativo, ótimo para a Superitneressante, mas vamos maneirar, vai. A força, afinal, vem de atuadores eletromecânicos. Seu trabalho não seria mais sobre controle, processamento de sinais, reconhecimento de padrões?… Seria ótimo ouvir mais estes termos, reforçar a forma como as coisas funcionam, e se afastar da noção mágica de que uma tal “força do pensamento” provoca qualquer fenômeno. Registro aqui minha pequena birra de engenheiro eletricista.

    2_ Sobre a teoria da “singularidade”, devo concordar que é um espaço que beneficia a proliferação de hipóteses meio afastadas da realidade. Mas me surpreendeu ver que vc se distancia tanto assim desses autores ao mesmo tempo em que desenvolve tecnologias tão revolucionárias, e fala em “download” de cérebro e em tornar quase trivial o controle de equipamentos giga e nanométricos por uma pessoa… Aposto que muitos deles até enxergam em seu trabalho exemplo de uma área em que o desenvolvimento está atingindo algum tipo de situação “crítica”. É certamente algo necessário para desencadear todos acontecimentos revolucionários sendo preditos. Você crê que seu trabalho, ao permitir a comunicação entre pessoas, etc de forma sem precedentes, vai ter impacto apenas na “escala” da forma como as coisas funcionam? Não vai chegar um ponto em que haverão mudanças qualitativas ao invés de apenas quantitativas, uma certa não-linearidade? Não tem uma parede ou precipício em que vamos bater em algum momento?

    3_ Sobre a simulação computacional de um cérebro, fiquei surpreso também com sua negação absoluta. Você está falando só a respeito da complexidade computacional, sobre o problema que seria uma simulação em tempo real, ou de efetividade em geral? No que o trabalho seria muito diferente de simular fenômenos climáticos, por exemplo?… Você conhece bem o trabalho de pesquisadores que estão fazendo simulações de grupos de neurônios em larga escala?

    Novamente, parabéns por todos seu trabalhos, tanto o acadêmico quanto como empreendedor da ciência Brasileira. Espero sempre poder colaborar com suas iniciativas, mesmo quando às vezes parece que não somos pares que se reconheçam de forma natural.

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    • 02/05/2011 - 23:46
      Enviado por: Ignorante

      Pode deixar, caro engenheiro, vou levar em consideração suas observações tão importantes…
      Tem algum conselho pro discurso do Nobel?

  • 02/05/2011 - 11:37
    Enviado por: Marcus

    O trabalho desse cientista é maravilhoso, mas em relação a paralisia por lesão medular, o que a maioria dos indivíduos com essa deficiência sonham é um tratamento que reestabeleça as conexões nervosas perdidas, trazendo de volta movimentos e sensibilidade.

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  • 02/05/2011 - 11:51
    Enviado por: Pmarsula

    Esse cara ainda me impressiona… Verdadeiro Herói Nacional! Como consegue botar essas idéias na mesa e praticá-las num ambiente tão adverso como é esse nosso país? Será que nossas instituições não poderiam investir mais em pesquisa, ou só eu que me empolgo com essas conquistas?

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  • 02/05/2011 - 12:17
    Enviado por: Paulo

    “O Brasil investe US$ 4 milhões.”

    Bilhões, não milhões. De qualquer jeito duvido desse valor, os orçamentos das universidade estaduais paulista já passam esse valor…

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    • 02/05/2011 - 14:38
      Enviado por: Krika

      Orçamento de universidade nao significa que é verba para pesquisa. Tem verba de custeio e mais um monte de coisa. Entendo que o texto se refere exclusivamente ao destinado a financiar, de modo espefícico, projetos de pesquisa. Que é muito aquém do orçamento de uma universidade (nao me surpreenderia se o gasto com custeio fosse maior que o gasto com pesquisa, mas nao tenho nenhum dado a este respeito).

    • 02/05/2011 - 21:54
      Enviado por: Raphael

      Sem contar que o segundo plano dado à pesquisa e a falta de encaminhamento para que o resultado dessas pesquisas transformem-se em realidade é a principal causa de não haver sequer uma universidade brasileira entre as top 100 do mundo.
      Infelizmente a proximidade do pesquisador e a indústria é visto como algo “feio” por aqui, ainda.
      Existem bons institutos patrocinadores de pesquisa, mas são poucos e burocráticos.Meu orientador passava mais tempo prestando contas que trabalhando na bendita pesquisa (o que é certíssimo, mas deveria haver algum tipo de facilitador).
      Cada universidade tinha que ser uma fomentadora por si só.Cada universidade tinha que ter uma incubadora, e assim vai.
      Não basta um orçamento grande.Veja as universidades estaduais:muito dessa verba vai para professores que passam até décadas sem se reciclar e não podem ser demitidos por incompetência.

  • 02/05/2011 - 12:38
    Enviado por: NaoDigo

    Sem tirar o merito desse senhor ,mas dizer que e Nosso?????????????/

    O senhor mora nos EUA,Trablha em universidade americana,com verba americana,com technologia americana e com suporte americano e o pessoal ainda tem a cara de pau de dizer que e “nosso”.

    A unica razao que senhor conseguiu o que consegui nao foi por causa do Brasil mas sim por causa da ideias progressistas dos americanos.Se ele tivesse ficado no Brasil seu conhecimento teria sido perdido como muito outro que o Brasil perde todo ano.

    E muito cara de pau querer conectar o seu sucesso com sua “brasilidade”

    .

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    • 02/05/2011 - 21:19
      Enviado por: athalyba

      Não alimente os Trolls !!!

    • 03/05/2011 - 09:03
      Enviado por: Roberto Almeida

      Desse senhor? Prezado, é Miguel Nicolelis. O mundo reconhece o valor “desse senhor”, menos os ignorantes e invejosos.

    • 03/05/2011 - 12:30
      Enviado por: NaoDigo

      Bom tentativa de desviar o assunto e tentar de maneira baixa colocar o meu comentario como se fosse algo pejorativo ao senhor cientista.

      REPITO

      Muita cara de pau mesmo querer levar credito como brasileiros e Brasil para algo que so foi possivel gracas a maneira progressistas dos EUA de fazer pesquisa. Novamente,ele mora nos EUA,trabalha em universidade americana,com dinheiro americano,equipamento americano,funcionarios de apoio na sua maioria americanos e com o apoio americano.

      Pior que nao fzzer nada essa “falacia” chamada Brasil temos esse “patriotas oportunista” que querem levar a gloria no nome dos outros.

      Brasil, Pais de Tolos.

  • 02/05/2011 - 12:48
    Enviado por: pery

    Brasileiro só pensa em ciência na hora de ganhar prêmio. Em terra de oba-oba é assim.

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    • 07/05/2011 - 15:16
      Enviado por: Ivan

      E você não é brasileiro? Acha que é melhor do que o resto de nós? Faça algo de bom por nosso país, como o Nicolelis, ou nos deixe em paz. Chega de reclamar que sua casa é uma porcaria. Arrume-a!

  • 02/05/2011 - 13:06
    Enviado por: Gilson

    Vendo cientistas como esse, dá gosto de ser brasileiro. Dá até para esquecer que o Brasil produz muitos sarneys, calheiros, lulas, etc.

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  • 02/05/2011 - 13:18
    Enviado por: Eduardo Augusto

    Parabéns ao trabalho deste brasileiro que se preocupa com seu povo, diferente de muitos outros que a imprensa idolatra, mas na verdade, não passam de firuleiros…

    Sucesso!

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  • 02/05/2011 - 14:02
    Enviado por: Flávia

    Este tipo de matéria merece divulgação em primeira página! Divino trabalho! Divina notícia!

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  • 02/05/2011 - 19:05
    Enviado por: Claudia

    Se esse cientista tivesse um QI menos avançado e escolhesse a profissão de jogador de futebol, com certeza conseguiria financiamento em sua carreira no Brasil. Infelizmente aqui é assim, os gênios vão embora para buscar apoio em suas pesquisas em outros países. Absurdo saber que nos EUA investem mais de US$ 500 bilhões em ciência/ tecnologia, enquanto no Brasil uma merreca de US$ 4 milhões. Como nos tornaremos uma nação desenvolvida frente outros países se continuarmos assim?

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  • 02/05/2011 - 19:55
    Enviado por: Nilson Zoccaratto

    Parabéns Dr Miguel Nicolelis. Espero poder ler esse livro “Muito além do nosso eu – A nova neurociência que une cérebro e máquinas e como ela pode mudar nossas vidas”. Independentemente de seu local de trabalho ser aqui ou nos EUA, a sua prática de pesquisa e de divulgação científica, colocam na ordem do dia as necessidades e as possibilidades de um aumento revolucionário dos investimentos em educação e ciência para a nossa juventude e para toda a sociedade “distribuida”. Viva o conhecimento!

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  • 02/05/2011 - 20:00
    Enviado por: Leandro Campos

    Não podemos esquecer que Peter Brian Medawar, Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia em 1960, era brasileiro, nascido no Hospital Santa Teresa, em Petrópolis, onde viveu até os 14 anos de idade.

    para mais informações sobre Peter acessem:

    http://www2.brasil-rotario.com.br/revista/materias/rev987/e987_p20.htm

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  • 02/05/2011 - 21:32
    Enviado por: Bebedouro

    Será que isso funciona mesmo? Pra mim tudo pega-trouxa!!

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  • 02/05/2011 - 22:19
    Enviado por: TAMUS FERRADUS

    Nicolelis me parece um farsante, uma fraude. Não tenho nada contra suas próteses, que aliás são encontradas na Internet em estado mais avançado. Sou cético com sua pretensão de transformar e transferir pensamento em ação reflexa entre seres diferentes. Acho isso uma coisa de charlatão.

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  • 03/05/2011 - 13:26
    Enviado por: Rodrigo

    Parabéns por conseguir pensar e principalmente participar no desenvolvimento humano e social! Tenho grande respeito pelos cientistas, médicos e pessoas ligadas a ciência de desenvolvilmento, pois, nosso futuro depende dessas respostas do qual estudamos a anos a pergunta feito pelo destino!

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  • 03/05/2011 - 13:51
    Enviado por: Raul

    O povo brasileiro se sentirá feliz e orgulhoso quando em 2014, um tetraplégico dará o pontapé inicial da copa do mundo.

    Mas essa alegria irá acabar assim que os primeiros robôs norte-americanos controlados pelo pensamento começarem a invadir nosso País para dominar nossas reservas de petróleo.

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  • 03/05/2011 - 21:23
    Enviado por: Robert Nesta

    Sr. Miguel, O senhor criará também alguma espécie de LSD-virtual?

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  • 06/05/2011 - 11:36
    Enviado por: Mariana

    Que ideas maravilhosa Sr Miguel que Deus continue te abencoando muitopara que tu possas mudar muitas vidas e que bom que EUA apostou em ti, fico muito feliz mesmo, vou ajudar a divulgar ainda mais o teu trabaho pelo mundo todo,porque e isso que devemos fazer com Brasileiro e nao ficar debatento nos comentarios se tu tens ou nao uma equeipe boa de divulgacao ou nao, isso nao importa.
    sucesso Sr Miguel sempre!

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  • 06/05/2011 - 12:52
    Enviado por: Elaine

    Quando eu era um bebê de 10 meses fui atropelada e fiquei paraplégica. Estou há anos procurando cura para mim. Tomara que algum doutor que possa me ajudar leia isso e entre em contato comigo.

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  • 06/05/2011 - 18:49
    Enviado por: Arthur

    Engraçado vários comentários de pessoas atribuindo sua inteligência (Do Miguel) a deus…

    Como diria ele próprio na aula da iquietação realizada na UNB “Minha relação com deus é ótima, ele não acredita em mim e nem eu nele”. Isso é fruto de muita batalha, muita leitura, muita noites de sono perdido, muitas aulas, muitas palestras, muitos debates e muita coragem! Não diminuam sua genialidade atribuindo o seu esforço a deus!

    Tenho dito!

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    • 17/05/2011 - 17:36
      Enviado por: Oswaldo

      Sem Deus, ie, sem uma inteligência criadora, nenhum de nós estaria aqui, e nem o universo existiria. Ou então, tudo veio só do “acaso”… No fundo, tudo se resume a uma questão de fé: resta-nos apenas escolher qual. As consequencias dessa escolha é que serão imensamente diferentes…

  • 27/05/2011 - 07:03
    Enviado por: Cesar Rossi

    Poxa, um genio destes e brasileiro!!!! E eu não conhecia….. Uma pena que no Brasil, disperdiçamos tanto os nossos talentos, com essa política provinciana e a falta de oportunidades e investimentos. Comparar o nosso com o dos EUA cheg a ser ridículo. Fiquei orgulhoso com o nosso conterraneo. Faço votos que continue usando sua energia e inteligencia em prol da melhoria das condições humanas nessa terra. Fazer um tetraplegico voltar a andar, a sentir a sensação, se isso não vem de Deus através do nosso Nobel, não sei de onde vem!!

    Paz!

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  • 29/05/2011 - 20:00
    Enviado por: Maria Machado

    Essa é o tipo de notícia que deveria preencher os horários nobres da tv brasileira. Gastamos tempo e muito dinheiro com os BBBs da vida e não difundimos a produção dos pesquisadores brasileiros, especialmente os que podem tornar a vida mais justa para todos.
    Parabéns ao trabalho do Dr Nicolelis.

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  • 07/06/2011 - 07:55
    Enviado por: daniel

    Porque razão o hospital Sírio Libanes rompeu a parceria para a investigação do mal de Parkinson??? PORQUÊ??????

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  • 13/06/2011 - 14:13
    Enviado por: Maria Regina Adoglio Netto

    Ciencia no Brasil, recursos para pesquisa e reconhecimento de educadores, uma formula para promover o up grade de crianças e erradicar a ignoracia e acelerar a educação principalmente nos primeiros anos de vida,
    Admiração pelo Dr.Miguel

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  • 22/06/2011 - 02:18
    Enviado por: Vanna

    Este cara é um MONSTRO ! A crueldade e o terrível sofrimento inflingido aos animais nos laboratórios é algo tão horripilante que não pode ser filmado e mosntrado ao público na TV. Animais completamente indefesos, que não falam e não podem contratar um advogado, inocentes gritam de dor são enjaulados e forçados e serem cobaias vivas nas mãoes dos covardes. Operações e maquinas são colocados nos corpos deles, liquidos e tudo mais de monstrusos fazem com ests pobres animais. Tenho HORROR E NOJO destes demonios em forma de pessoas que se dizem médicos em nome da honra e da Gloria pessoal. A doença vem de karma, de malfeitos de vidas passadas, De comer o LIXO que a sociedade come. Quem come morte verá a morte. Tem que comer VIDA ! Alimentos saudáveis sem crueldade e sem matança de animais terá vida. Tenho certeza que este suposto médico não acredita em Deus e não acredita em vida após a morte. Eles são todos ateus o que facilita a eles fazer todo o mal que fazem pois acham que nunca terão nenhum castigo porque pensam que quando morrerem tudo vai se acabar.

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    • 27/07/2011 - 18:23
      Enviado por: Marcos Castro

      Vanna,
      Sua forma de pensar é arcaica. Estude, aprenda. Os testes são necessários sim, e devem ser feitos. Graças aos ditos monstros – estes gênios que fizeram e fazem o engenho humano evoluir – é que você hoje tem, por exemplo, uma expectativa de vida de cerca de 73 anos. Cem anos atrás era próxima a 35 anos. Tenho orgulho em saber que Miguel Nicolelis é brasileiro, e é hoje reconhecido como uma das maiores autoridades mundiais em neurociência, como o pioneiro em neuroprótese, como nosso primeiro e mais factível Nobel. Seus esforços devem ser ovacionados. Se você tem estas crenças, por favor, as guarde com você. Não difame o que ou quem você não conhece. Repito: Estude, aprenda. Um pouco de conhecimento certamente lhe fará bem! :)

  • 22/06/2011 - 02:23
    Enviado por: Vanna

    E ainda ganhou um premio > o neurocientista paulistano Miguel Nicolelis ganhou, por seu pioneirismo, de um prêmio de US$2,5 milhões (R$ 4,4 milhões), um dos mais cobiçados dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH, na sigla em inglês).
    UMA CRUELDADE QUE DÁ MUITO DINHEIRO !!

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  • 09/07/2011 - 18:54
    Enviado por: Jucelha Carvalho

    Demais…o que este cientista faz, é simplesmente Demais….Tenho orgulho de ser Brasileira quando vejo pessoas como ele!!!! Parabéns!

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  • 11/08/2011 - 13:10
    Enviado por: Kaos

    E tem gente que acredita em alma, espírito, deuses. Somos apenas, mas MARAVILHOSAMENTE, reações/configurações químico-elétricas. Mas isto não interssa aos governos, religiões, etc que só querem um povo sem educação para poder ser manipulado e explorado.

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