Projeto tenta aumentar duração de baterias
- 27 de outubro de 2010|
- 13h57|
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Por Agências
Fazer com que a bateria de um celular dure 10 vezes mais é a primeira meta de um grande projeto de pesquisa que a IBM, Infineon e algumas universidades europeias revelaram na quarta-feira, 27.
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O novo projeto de pesquisa, conhecido como Steeper, também quer reduzir a necessidade de energia de outros aparelhos eletrônicos, tais como televisores ou supercomputadores, em até 10 vezes quando estiverem ativos e praticamente eliminar o consumo de eletricidade quando estiverem em standby.
A vida de bateria curta é um problema cada vez mais grave para os consumidores que precisam recarregar seus celulares diariamente, e também para os grandes fabricantes de smartphones como Nokia, Apple e RIM.
“A tecnologia de baterias não acompanhou a crescente demanda de energia dos smartphones atuais. Portanto, a administração e eficiência energética é o maior desafio que os fabricantes de celulares inteligentes enfrentam para oferecer aos consumidores uma experiência simples e satisfatória de uso”, disse Tim Shepherd, analista da Canalys.
Os aparelhos eletrônicos hoje respondem por 15 por cento do consumo de energia de um domicílio, de acordo com a Agência Internacional de Energia (AIE), e sua necessidade de energia triplicará até 2030.
“Nossa visão é divulgar essa pesquisa de modo a permitir que fabricantes produzam o aparelho ideal da eletrônica, um computador que utilize pouquíssima energia quando estiver em pausa, o que chamamos de PC zero watt”, disse Adrian Ionescu, da École Polytechnique Féderale de Lausanne, coordenador do projeto.
Os cientistas aplicarão nanotecnologia para reduzir o consumo de energia, o custo e estender a duração da bateria dos aparelhos, com o objetivo de reduzir ao menos para a metade a voltagem operacional de que os transistores precisam para operar.
“Uma melhora de mil vezes no desempenho de um supercomputador significa a necessidade de mil vezes mais energia para que funcione. Seria preciso uma usina de energia ao lado da central de processamento de dados”, disse Heike Riel, que comanda o grupo de nanotecnologia eletrônica no centro de pesquisa da IBM em Zurique.
Centrais de processamento de dados de empresas como o Google já utilizam mais de 1 por cento da energia mundial, e sua demanda por energia vem subindo rapidamente devido à tendência de terceirização da computação.
O uso de energia em modo de espera já responde por 10 por cento de consumo de eletricidade em residências e escritórios, estimou a União Europeia.
/ Tarmo Virki (REUTERS)
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27/10/2010 - 22:50 Enviado por: xukrutiz
mas é cada absurdo que a gente le! quanto menor a frequencia menor a energia utilizada! como vão mudar essa lei simples? baixando a frequencia 3g pra menos de 1000? e outra: não existe melhor sinônimo de ‘stand by’ do que smartphones! com tanta porcaria pra ficar ali aguardando o toque de um botão pra funcionar, ou até ativar por voz como vão conseguir essa proeza?
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