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O tablet em 1994

Por Rafael Cabral

Em época de crise, não faltam gurus para apontar caminhos. Antecipando-se, a editora Knight-Ridder, que hoje publica 32 jornais diários nos Estados Unidos, deu o seu pitaco para o futuro do jornalismo já nos idos de 1994. Para o grupo de mídia, não havia como fugir da digitalização e nem da queda do suporte papel. Até aí, tudo bem. O engraçado é que a visão deles, que completa 16 anos em 2010, é praticamente a mesma que antecede um provável novo produto da Apple: o tablet.  

O protótipo feito nos laboratórios da Knight-Ridder, divulgado no vídeo promocional abaixo, se parece muito com o que se fala do iPad ou iSlate de Steve Jobs:

Pesquisadores do grupo de mídia apontavam, já naquela época, que as notícias migrariam para um dispositivo portátil (que fica no meio termo entre o Kindle e a nova geração de tablets). Em uma entrevista sobre o projeto, abandonado há anos, o chefe de tecnologia da empresa, Roger Fidler, disse que o tablet não decolou porque era pesado e sua tela consumia energia demais.

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1 Comentário
  • 21/01/2010 - 00:25
    Enviado por: Jonas

    Eu realmente não entendi qual a relação entre a reportagem e o suposto tablet, ou islate da Apple.
    Tablets já exitem há muito tempo. Obviamente que com o passar do tempo eles vieram evoluindo em termos de resposta da tela, capacidade, peso, autonomia de bateria, etc, mas no fundo ele se mantiveram o mesmo, só variando o sistema operacional. Eu mesmo tenho um já faz 3 anos, não tão leve e fino como os apresentados este ano mas que ainda me serve muito bem e que também uso para fazer anotações em reuniões, ler jornais e livros e ver vídeos do youtube. E até faço vídeo-chamada pelo Skype.
    Enfim, não consigo de maneira alguma entender todo este auê em cima de um produto que nem existe oficialmente ainda e que, mesmo ser for lançado agora em fevereiro como vocês tanto alardeiam, será igual a tantos outros que já estão por ai no mercado, com a única diferença de ser branco e custar 5x mais, no mínimo.

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