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	<title>Link Estadão - Cultura Digital</title>
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		<title>Link Estadão - Cultura Digital</title>
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		<title>Feed &#8211; 20/5/2013</title>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 21:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Link</dc:creator>
				<category><![CDATA[link no papel]]></category>
		<category><![CDATA[Redação Link]]></category>
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		<description><![CDATA[UNIVERSO DOS APLICATIVOS &#124; Blog do ‘Link’ estreia série especial com 100 aplicativos para facilitar sua vida A partir de hoje, e pelos próximos dez dias, o blog Universo dos Aplicativos, do Link, inicia uma série especial com o tema “100 aplicativos para facilitar sua vida”, indicados para smartphones e tablets com os sistemas iOS, da Apple, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>UNIVERSO DOS APLICATIVOS |<br />
<strong>Blog do ‘Link’ estreia série especial com 100 aplicativos para facilitar sua vida</strong></p>
<p>A partir de hoje, e pelos próximos dez dias, o blog <a href="http://blogs.estadao.com.br/daniel-gonzales." target="_blank">Universo dos Aplicativos</a>, do <em>Link</em>, inicia uma série especial com o tema “100 aplicativos para facilitar sua vida”, indicados para smartphones e tablets com os sistemas iOS, da Apple, e Android.</p>
<p>A cada dia, o blog feito pelo jornalista Daniel Gonzales trará análises e comentários de dez aplicativos, divididos em categorias como produtividade, apps para escritório, de saúde, finanças, entretenimento, etc.</p>
<p>Hoje, a série aborda programas de produtividade. Há dicas sobre listas de tarefas inteligentes, gravador de voz e lembretes, programas para fazer listas de compras, assistente pessoal, para registrar ideias e projetos e outros. São aplicativos tanto gratuitos quanto pagos.</p>
<p>Os apps apresentados na série sairão da categoria dos convencionais. Serão aplicativos recém-lançados ou recém-atualizados, pouco conhecidos ou que são alternativas aos mais conhecidos, como Instagram, Flipboard, Skype, Evernote.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table class="image" border="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><img style="margin: 10px" src="http://blogs.estadao.com.br/link/files/2011/08/bbm.jpg" alt="" width="158" height="118" align="right" hspace="10" vspace="10" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>BLACKBERRY |<br />
<strong>BBM será lançado para iOS e Android</strong></p>
<p>A BlackBerry quer levar seu sistema de mensagens instantâneas BBM para um público maior do que os usuários dos seus celulares. O serviço será lançado para Android e iOS no terceiro trimestre deste ano. Terá de enfrentar nomes como WhatsApp e Viber, que hoje dominam a área.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table class="image" border="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><img style="margin: 10px" src="http://blogs.estadao.com.br/homem-objeto/files/2013/05/square390.jpg" alt="" width="170" height="115" align="right" hspace="10" vspace="10" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>PAGAMENTO MÓVEL |<br />
<strong>Square transforma iPad em caixa registradora</strong></p>
<p>A empresa de pagamentos móveis Square anunciou um novo modelo do seu hardware com sistema para o iPad. Com ele, o tablet da Apple é transformado em uma caixa registradora. O foco no aparelho se deve ao fato de 50% das transações no Square serem feitas por meio do iPad.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table class="image" border="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><img style="margin: 10px" src="http://blogs.estadao.com.br/homem-objeto/files/2013/04/bitcoin390reproducao.jpg" alt="" width="170" height="115" align="right" hspace="10" vspace="10" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>BITCOIN |<br />
<strong>FBI realiza ação contra site de moeda digital</strong></p>
<p>O FBI confiscou fundos do site Mt.Gox, que funcionava como câmbio para a moeda virtual Bitcoin. É a primeira vez que o governo norte-americano age contra o polêmico sistema monetário online.</p>
<p>O governo dos EUA vem cogitando intervir na moeda digital desde 2011, quando começaram a aparecer denúncias de que o sistema estaria sendo usado no comércio de drogas ilegais e em lavagem de dinheiro.</p>
<p>O Mt.Gox não tinha se registrado junto ao Tesouro americano, o que é contra a lei.</p>
<p>NÚMEROS |</p>
<p><strong>• 50 bilhões</strong> de aplicativos foram baixados na App Store desde o lançamento da loja da Apple em 2008. A marca foi atingida na quinta-feira, disse a empresa.<br />
<strong>• 800 apps</strong> por segundo são baixados no sistema da Apple. Os números excluem downloads de apps pela segunda vez e atualizações.<br />
<strong>• 850 mil</strong> programas para iPhone, iPads e iPod Touch estão disponíveis na loja; 350 mil deles para iPad.</p>
<p>&#8212;-<br />
<strong>Leia mais:</strong><br />
• <a href="http://blogs.estadao.com.br/link/?p=94347" target="_blank">Link no papel - 20/5/2013</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Projeto leva ensino da programação às escolas</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/link/projeto-leva-ensino-da-programacao-as-escolas/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 21:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Link</dc:creator>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[link no papel]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Redação Link]]></category>
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		<description><![CDATA[Para professora da PUC-Rio, conhecimento é essencial para se expressar no mundo digital]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Murilo Roncolato<br />
</strong><strong><em>Especial para o Link</em></strong></p>
<p><em>Para professora da PUC-Rio, conhecimento é essencial para se expressar no mundo digital</em></p>
<p>SÃO PAULO &#8211; Clarisse é a pior programadora que conhece. A professora do Departamento de Informática da PUC do Rio de Janeiro, Ph.D. em Linguística e especialista em engenharia semiótica, recorre a manuais básicos de linguagem Java para programar coisas simples. Ainda assim, Clarisse Sieckenius de Souza é a responsável por um projeto que pretende alfabetizar “computacionalmente” crianças e jovens de escolas cariocas.</p>
<p>—-<br />
• <em>Siga o ‘Link’ no <a href="http://twitter.com/EstadaoLink">Twitter</a>, no <a href="http://www.facebook.com/linkestadao">Facebook</a>, no <a href="https://plus.google.com/u/0/114099371922655059177/posts">Google+</a></em> <em> no <a href="http://linkestadao.tumblr.com/">Tumblr</a> e também no <a href="http://web.stagram.com/n/linkestadao">Instagram</a></em></p>
<p><img style="margin: 10px" src="http://blogs.estadao.com.br/homem-objeto/files/2013/05/ClarisseSieckenius-PUC-MarcosdePaula-Estadao600.jpg" alt="" width="600" height="350" align="middle" hspace="10" vspace="10" /><em><strong> Papel invertido.</strong> Clarisse de Souza defende que usuário também deve produzir tecnologia. FOTO: Marcos de Paula/Estadão </em></p>
<p>Desde 2010, Clarisse e uma equipe de dez pesquisadores aplicam uma versão brasileira de um projeto norte-americano em que os alunos aprendem a usar o “raciocínio computacional”, com base em exercícios de lógica e algoritmos, para programar jogos e simuladores. Um exemplo é um game no qual o objetivo é fazer um sapo atravessar um riacho cheio de troncos ou uma estrada movimentada. Cumprir os objetivos como jogador talvez seja uma tarefa simples; mas construí-los não é tão fácil assim.</p>
<p>O projeto chama-se Scalable Game Design e foi criado pelo professor Alexander Repenning, da Universidade do Colorado (EUA). “O ponto é que todos precisam poder criar o que tiverem na cabeça. Há uma grande mudança entre ser produtor e consumidor de tecnologia, e isso tem de começar na escola”, afirma a professora.</p>
<p>Nesses três anos, o grupo de Clarisse trabalhou com cerca de 70 alunos do ensino fundamental e médio de três escolas no Rio de Janeiro: o Colégio Universitário Geraldo Reis (público), a Escola Nova e a Escola Americana (ambas particulares. A última, por conta das suas raízes nos Estados Unidos, virou uma embaixada da comunidade brasileira do projeto).</p>
<p>Para ela, é com o domínio da linguagem de programação que as pessoas conseguem se expressar melhor no ambiente computacional e online, o que é fundamental para se ter “participação social plena”, explica. “A internet se tornou palco social e político. Tão importante quanto saber falar por si, para que ninguém fale por você, é saber programar por si, para não ser programado.”</p>
<p><strong>Interação.<br />
</strong> Recentemente, a professora foi nomeada para a Academia de Interação Homem-Computador (CHI Academy) em uma cerimônia em Paris, tornando-se a primeira da América Latina a integrar a associação composta por 90 membros do mundo inteiro.</p>
<p>Com formação em Letras, ela se dedica a estudar desde o fim da década de 1980 a interação entre máquinas e seres humanos a partir da semiótica. “Como fazer um software falar com seus usuários através de interfaces inteligíveis?” se tornou sua obsessão.</p>
<p>“O design da experiência do usuário é objeto de comunicação entre o homem e o computador, e a semiótica pode ajudar a estruturar esses meios para que o usuário não sinta tropeços.”</p>
<p>Nos últimos dez anos, Clarisse direcionou seu trabalho em busca do que chama de Santo Graal na sua área: como fazer uma pessoa desenvolver um software com uma linguagem que seja fácil para ela, uma linguagem própria? É nesse sentido que se encaixa o seu projeto de levar o ensino da programação para a grade curricular das escolas. Clarisse pretende expandir o número de instituições com as quais trabalha, até conseguir entender o melhor método e desenvolver um programa de código livre, mais adequado à proposta – o software usado é proprietário.</p>
<p><strong>Consciência.</strong><br />
Mais do que ensinar linguagem computacional, a “alfabetização” busca educar os alunos sobre como funciona o ambiente virtual e como se inserir nele. “A gente acaba criando um valor emocional achando que nossa vida é aquilo ali (na internet)”, diz. “Precisamos inserir na mentalidade dos pequenos a noção de que eles estão interagindo com softwares que representam pessoas, ideais e propostas sociais.”</p>
<p>A importância de ensinar isso às crianças é não perpetuar uma ideia de que os usuários de softwares e aplicações online são meros consumidores, enquanto um pequeno e seleto grupo são os produtores. Para ela, o resultado seria uma retração do número de profissionais em tecnologia.</p>
<p>A saída, opina Clarisse, é democratizar a produção da tecnologia. Em um futuro não muito distante, ela prevê que, embora certo tipo de conteúdo continue a ser produzido por grandes empresas, haverá tecnologias próprias, criadas por pessoas que queiram satisfazer suas necessidades. “A gente não pode ser refém do produto oficial, temos de ensinar a sociedade a fazer as suas propostas tecnológicas.”</p>
<p>&#8212;-<br />
<strong>Leia mais:</strong><br />
•  <a href="http://blogs.estadao.com.br/link/?p=94347" target="_blank">Link no papel &#8211; 20/5/2013</a></p>
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		<title>Impressora 3D (ainda) não é para ter em casa</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/link/impressora-3d-ainda-nao-e-para-ter-em-casa/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 21:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camilo Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[link no papel]]></category>
		<category><![CDATA[Camilo Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[homem-objeto]]></category>

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		<description><![CDATA[Impressoras disponíveis no mercado ainda se limitam a produzir pequenos objetos de plástico; testamos a The Cube]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Impressoras disponíveis no mercado ainda se limitam a produzir pequenos objetos de plástico; testamos a The Cube, que chegou ao Brasil em abril</em></p>
<p>SÃO PAULO &#8211; Imagine-se em 1958, falando da novíssima TV em preto e branco da Philco, com seu móvel de madeira, antena enorme e recepção chuviscada da TV Tupi. Quando falamos de impressão 3D em 2013, estamos nesse mesmo patamar.</p>
<p>—-<br />
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<p>As promessas de imprimir tênis, peças automotivas ou comida ainda estão bastante longe de chegar ao usuário comum. As impressoras disponíveis se limitam a produzir pequenos objetos de plástico.</p>
<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/homem-objeto/files/2013/05/impressoratresdum.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2024" src="http://blogs.estadao.com.br/homem-objeto/files/2013/05/impressoratresdum-e1368834872445.jpg" alt="" width="140" height="210" /></a> <a href="http://blogs.estadao.com.br/homem-objeto/files/2013/05/impressoratresddois.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2025" src="http://blogs.estadao.com.br/homem-objeto/files/2013/05/impressoratresddois-e1368834910933.jpg" alt="" width="140" height="210" /></a> <a href="http://blogs.estadao.com.br/homem-objeto/files/2013/05/impressoratresdtres.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2026" src="http://blogs.estadao.com.br/homem-objeto/files/2013/05/impressoratresdtres.jpg" alt="" width="140" height="210" /></a></p>
<p><em>(1) <strong>Começa o desenho </strong>O bico extrusor da Cube aplica a primeira camada de plástico PLA; (2) <strong>Algumas camadas depois </strong>Pacientemente, a máquina repete o mesmo traçado várias vezes; (3) <strong>Resultado</strong> Cerca de 40 minutos depois, a peça de plástico duro fica pronta</em></p>
<p>A boa notícia é que os preços começam a baixar e há mais opções de impressoras. Recentemente, a Staples, maior rede de lojas de material de escritório, começou a vender uma dessas máquinas, a The Cube, da 3D Systems, por US$ 1.299,99 (R$ 2,6 mil).</p>
<p>Confira o teste completo no <a href="http://blogs.estadao.com.br/homem-objeto/?p=2020">blog Homem Objeto </a></p>
<p>&#8212;-<strong><br />
Leia mais:</strong><br />
• <a href="http://blogs.estadao.com.br/link/?p=94347" target="_blank">Link no papel &#8211; 20/5/2013</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Google aquece briga pela música online</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/link/google-aquece-briga-pela-musica-online/</link>
		<comments>http://blogs.estadao.com.br/link/google-aquece-briga-pela-musica-online/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 May 2013 21:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Link</dc:creator>
				<category><![CDATA[link no papel]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[streaming]]></category>

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		<description><![CDATA[Empresa se adianta à Apple e lança seu serviço de música digital por streaming; novidade pode impulsionar setor]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Empresa se adianta à Apple e lança seu serviço de música digital por streaming; novidade pode impulsionar setor</em></p>
<p><em><strong>Camilo Rocha </strong></em><br />
<em><strong>Ligia Aguilhar</strong></em></p>
<p>Um dos anúncios mais esperados do Google I/O, conferência de desenvolvedores realizada semana passada, foi o lançamento do serviço de streaming musical da empresa, o Google Play Music All Access. Inicialmente disponível apenas nos Estados Unidos, o serviço tem versões para o sistema Android e a para a web por US$ 9,99 ao mês – US$ 7,99 até 30 de junho.</p>
<p>—-<br />
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<table class="image" border="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://blogs.estadao.com.br/homem-objeto/files/2013/05/googlemusicpre%C3%A7o390.jpg" alt="" width="300" height="203" align="right" hspace="10" vspace="10" /></td>
</tr>
</tbody>
<caption><em>Chris Yerga, diretor de<br />
engenharia do Android apresenta o Google Play Music All Access no Google I/O FOTO: John G. Mabanglo/EFE</em></caption>
</table>
<p>O Google já mantém o YouTube, considerado o maior site de streaming do mundo. Em 2012, os dez vídeos mais vistos pelos brasileiros no site eram todos de música. Com o novo serviço, a empresa oferece uma opção paga e mais organizada, além de reforçar a presença em um dos mercados mais quentes do entretenimento digital.</p>
<p>O Google chega num terreno ocupado por empresas menores e já estabelecidas, como o Spotify, atual líder mundial, Pandora, Rdio e Deezer. Juntas, essas empresas movimentaram mais de US$ 1 bilhão em 2012.</p>
<p>Nos serviços de streaming, o usuário paga uma assinatura mensal para ter acesso ilimitado a um vasto acervo online de músicas. “Esses modelos baseados em assinatura serão grandes pilares de crescimento da indústria musical nos próximos anos”, diz Cláudio Vargas, vice-presidente de novos negócios da Sony Brasil.</p>
<p>O streaming é considerado a salvação para uma indústria que passou a última década sendo atropelada pelo compartilhamento de música online. Embora refute essa ideia, Fabio Silveira, gerente de novas mídias da Deckdisc, maior selo independente do Brasil, considera o serviço uma arma poderosa contra a sangria desatada da pirataria. “É a resposta que as gravadoras deveriam ter sido capazes de dar anos atrás. O valor é acessível, todo mundo pode pagar.”</p>
<p>Mathieu Le Roux, diretor do Deezer para a América Latina, concorda. “Hoje, 90% da minha concorrência é a pirataria, que tem um impacto muito maior no negócio do que o Google e a Apple reunidos”, diz.</p>
<p>A chegada do Google pode ser um ponto de virada para um mercado que soma 20 milhões de assinantes no mundo. “É um número pequeno diante do potencial do serviço. A entrada de grandes players como o Google mostra que o streaming é um bom negócio”, diz Vargas.</p>
<p>No Brasil, esse mercado ainda é incipiente. Segundo a Associação Brasileira de Produtores de Disco (ABPD), em 2012, a música digital chegou a 28,37% do mercado total de música no País. O papel do streaming por assinatura ainda é pequeno: 25,3% da receita com o digital. Ou seja, o serviço ainda precisa crescer muito para causar impacto no bolo geral da indústria. “Sou defensor fervoroso do streaming. Mas a remuneração é muito baixa e o sistema é complexo e caro. Quem mais ganha hoje são as empresas de tecnologia”, diz Maurício Tagliari, sócio do selo YB Music, casa de artistas como Tulipa Ruiz.</p>
<p>Um estudo da Merlin, agência global de direitos autorais que representa selos e artistas independente aponta que os associados da agência esperam arrecadar US$ 65 milhões em royalties de serviços de streaming em 2013. Dividido entre os 20 mil membros, o valor total representa apenas US$ 3,2 mil para cada selo.</p>
<p>“O streaming não vai representar 100% da renda e artistas, mas vai ter uma posição importante na remuneração. Em alguns países já é maior do que as vendas em download”, diz Le Roux, da Deezer.</p>
<p>Vargas, da Sony, ameniza. “É um modelo diferente e, portanto, a remuneração é diferente para a cadeia como um todo. É uma nova economia para um novo consumidor”, diz.</p>
<p><strong>STREAMING</strong></p>
<p><strong>O que é?</strong><br />
Forma de transferência de dados que permite tocar vídeo ou música direto da internet, sem baixar.</p>
<p><strong>Como funciona?</strong><br />
Em vez de baixar o arquivo , o streaming permite que a música comece a ser escutada enquanto o arquivo é carregado.</p>
<p><strong>Velocidade</strong><br />
O sistema é mais rápido porque a música não fica armazenada no computador, mas apenas no cache. Dessa forma, a transmissão não viola os direitos autorais.</p>
<p>—-<br />
<strong>Leia mais:<br />
</strong>• <a href="http://blogs.estadao.com.br/link/streaming-e-ap…ra-a-industria/ ‎">Cenário: Streaming é apenas mais uma fonte de renda para a indústria</a><br />
• <a href="http://blogs.estadao.com.br/link/page-revela-la…soal-no-evento/">Page revela lado pessoal no evento</a><br />
• <a href="http://blogs.estadao.com.br/link/?p=94347" target="_blank">Link no papel &#8211; 20/5/2013</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Page revela lado pessoal no evento</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/link/page-revela-lado-pessoal-no-evento/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 21:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Link</dc:creator>
				<category><![CDATA[link no papel]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/link/?p=94372</guid>
		<description><![CDATA[Fundador do Google critica foco na competição]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Fundador do Google critica foco na competição</em></p>
<p><em><strong>Claire Cain Miller , The New York Times</strong></em></p>
<p>SÃO FRANCISCO &#8211; Faltavam anúncios de grande importância na conferência de desenvolvedores Google I/O. Mas o presidente executivo e fundador da empresa, Larry Page, agitou o evento ao chegar de surpresa no palco para responder a perguntas de desenvolvedores na plateia.</p>
<p>—-<br />
• <em>Siga o ‘Link’ no <a href="http://twitter.com/EstadaoLink">Twitter</a>, no <a href="http://www.facebook.com/linkestadao">Facebook</a>, no <a href="https://plus.google.com/u/0/114099371922655059177/posts">Google+</a></em> <em>no <a href="http://linkestadao.tumblr.com/">Tumblr</a> e no <a href="http://web.stagram.com/n/linkestadao">Instagram</a></em></p>
<table class="image" border="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://blogs.estadao.com.br/homem-objeto/files/2013/05/larrypageio390.jpg" alt="" width="300" height="203" align="right" hspace="10" vspace="10" /></td>
</tr>
</tbody>
<caption><em>Larry Page no palco do Google I/O FOTO: Jeff Chiu/AP Photo</em></caption>
</table>
<p>Larry Page em geral reluta em falar em público. Recentemente se mostrava muito reticente. Evitava eventos públicos por causa de problemas com a voz, que ficou mais baixa e nasal. Dois dias antes da conferência, revelou que uma das suas cordas vocais está paralisada.</p>
<p>Larry Page disse que gostaria de ter revelado o seu problema de saúde mais cedo.</p>
<p>“Eu sempre achei que este tipo de problema era um assunto muito particular, mas penso que, no meu caso, deveria ter feito isto mais cedo”, afirmou.</p>
<p>Depois ele mudou o assunto para fazer uma declaração mais ampla sobre a necessidade de uma reforma da saúde. Segundo ele, as pessoas não revelam seus problemas de saúde porque ficam preocupadas que o seguro se recuse a cobrir o tratamento. “Isso não tem sentido. Temos de mudar as regras do seguro médico de maneira que eles garantam o tratamento das pessoas”, afirmou.</p>
<p>Page também se referiu à necessidade de incentivar as crianças a se dedicarem à ciência da computação. Falou ainda da competição e do negativismo no setor de tecnologia e da resistência das pessoas às mudanças tecnológicas.</p>
<p>“A ciência da computação tem um problema de marketing”, declarou ele, depois de contar, com nostalgia, como passou a se interessar pela tecnologia ainda menino, quando seu pai o levou a uma feira de robótica.</p>
<p>Outro problema que retarda o avanço tecnológico, segundo ele, é a desnecessária competição entre as empresas de tecnologia e a sede da mídia para falar a respeito disso.</p>
<p>“Cada artigo que leio sobre nossa empresa sempre faz referência ao Google versus alguma outra companhia, ou algo estúpido do gênero, e isso não é nada interessante”, afirmou. “Devemos criar grandes coisas que não existem. Não é sendo negativo que vamos avançar.”</p>
<p>Entretanto, ele criticou duas rivais do Google. Falando sobre o desenvolvimento para a web, ele disse: “Certamente lutamos com empresas como a Microsoft”.</p>
<p>E em resposta a uma pergunta sobre o sistema operacional Android e o Java, da Oracle, afirmou: “Tivemos um relacionamento difícil com a Oracle, e fomos parar até nos tribunais”. E acrescentou: “acho que dinheiro é mais importante para eles do que qualquer tipo de colaboração”.</p>
<p><em><strong>/ TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO</strong></em></p>
<p>—-<br />
<strong>Leia mais:<br />
</strong>• <a href="http://blogs.estadao.com.br/link/google-aquece-…-musica-online/ ‎">Google aquece briga pela música online</a><br />
• <a href="http://blogs.estadao.com.br/link/streaming-e-ap…ra-a-industria/ ‎">Cenário: Streaming é apenas mais uma fonte de renda para a indústria</a><br />
• <a href="http://blogs.estadao.com.br/link/?p=94347" target="_blank">Link no papel &#8211; 20/5/2013</a></p>
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		<title>Link no papel &#8211; 20/5/2013</title>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 21:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Link</dc:creator>
				<category><![CDATA[link no papel]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja o ‘Link’ desta segunda-feira Streaming • Google aquece briga pela música online • Cenário: Streaming é apenas mais uma fonte de renda para a indústria Google I/O • Page revela lado pessoal no evento Vida Digital • Projeto leva ensino da programação às escolas Coluna&#124; Homem-Objeto (Camilo Rocha) • Impressora 3D (ainda) não é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blogs.estadao.com.br/homem-objeto/files/2013/05/link20-05-184.jpg" alt="" width="184" height="319" align="right" hspace="8" vspace="8" /><em></em></p>
<p>Veja o ‘Link’ desta segunda-feira</p>
<p><strong>Streaming</strong><br />
• <a href="http://blogs.estadao.com.br/link/google-aquece-…-musica-online/ ‎">Google aquece briga pela música online</a><br />
• <a href="http://blogs.estadao.com.br/link/streaming-e-ap…ra-a-industria/ ‎">Cenário: Streaming é apenas mais uma fonte de renda para a indústria</a></p>
<p><strong>Google I/O</strong><br />
• <a href="http://blogs.estadao.com.br/link/page-revela-la…soal-no-evento/">Page revela lado pessoal no evento</a></p>
<p><strong>Vida Digital</strong><br />
• <a href="http://blogs.estadao.com.br/link/?p=94350" target="_blank">Projeto leva ensino da programação às escolas</a></p>
<p><strong>Coluna| Homem-Objeto (Camilo Rocha)</strong><br />
• <a href="http://blogs.estadao.com.br/homem-objeto/impressora-3d-…ra-ter-em-casa/">Impressora 3D (ainda) não é para ter em casa</a></p>
<p><strong>Feed</strong><br />
• <a href="http://blogs.estadao.com.br/link/?p=94356" target="_blank">Blackberry leva BBM para outros sistemas, Square transforma iPad em caixa registradora, FBI realiza ação contra site de moeda digital e mais&#8230;</a></p>
<p><strong><a href="http://blogs.estadao.com.br/link/link-no-papel/">+ Outras edições</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Streaming é apenas mais uma fonte de renda para a indústria</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/link/streaming-e-apenas-mais-uma-fonte-de-renda-para-a-industria/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 21:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Link</dc:creator>
				<category><![CDATA[link no papel]]></category>

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		<description><![CDATA[Pena Schmidt O streaming não é a tábua de salvação da indústria musical porque ela não precisa ser salva. Pode não estar como em seus melhores dias, mas parou de derreter e agora lucra mais. O Brasil ainda é um mercado razoável. Roberto Carlos vende bem e há uma plataforma comercial, apoiada nas trilhas das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Pena Schmidt</strong></em></p>
<p>O streaming não é a tábua de salvação da indústria musical porque ela não precisa ser salva. Pode não estar como em seus melhores dias, mas parou de derreter e agora lucra mais. O Brasil ainda é um mercado razoável. Roberto Carlos vende bem e há uma plataforma comercial, apoiada nas trilhas das TVs e no rádio com jabá, que sustenta artistas de massa.</p>
<p>—-<br />
• <em>Siga o ‘Link’ no <a href="http://twitter.com/EstadaoLink">Twitter</a>, no <a href="http://www.facebook.com/linkestadao">Facebook</a>, no <a href="https://plus.google.com/u/0/114099371922655059177/posts">Google+</a></em> <em>no <a href="http://linkestadao.tumblr.com/">Tumblr</a> e no <a href="http://web.stagram.com/n/linkestadao">Instagram</a></em></p>
<p>A contribuição da internet no dinheiro da música do Brasil ainda é pífia. Em outros países, as receitas digitais já passam da metade. O streaming é apenas mais uma fonte, ao lado de lojas digitais. Para que haja dinheiro na música digital no Brasil, seriam necessárias mudanças profundas. Por exemplo, uma licença pública, como a do rádio, que permite a execução em troca do pagamento ao Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad). A internet é diferente. Seria necessário um Ecad para a ela, em sintonia com autores e protagonistas. É fundamental mudar a Lei do Direito Autoral para redefinir este campo.</p>
<p>Apoio uma proposta que se chama “compartilhamento legal”, que visa a descriminalizar a música que circula de forma não comercial, mediante uma taxa razoável. Algo como R$ 2 por mês na conta do celular.</p>
<p><em><strong>/ É PRODUTOR MUSICAL</strong></em></p>
<p>—-<br />
<strong>Leia mais:<br />
</strong>• <a href="http://blogs.estadao.com.br/link/google-aquece-…-musica-online/ ‎">Google aquece briga pela música online</a><br />
• <a href="http://blogs.estadao.com.br/link/page-revela-la…soal-no-evento/">Page revela lado pessoal no evento</a><br />
• <a href="http://blogs.estadao.com.br/link/?p=94347" target="_blank">Link no papel &#8211; 20/5/2013</a></p>
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		<title>Protestos na internet acabam na Justiça</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/link/justica-mantem-censura-a-morador-que-criticava-construtora/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 16:18:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anna Carolina Papp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redação Link]]></category>

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		<description><![CDATA[Em duas decisões recentes, tribunais proibiram acusados de fazer críticas na internet]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><em>Em duas decisões recentes, tribunais proibiram acusados de fazer críticas na internet; casos aumentam debate  sobre liberdade de expressão online<br />
</em></p>
<p dir="ltr">SÃO PAULO &#8211; Em junho de 2011, o engenheiro agrônomo e advogado Ricardo Fraga Oliveira iniciou um movimento chamado “O Outro Lado do Muro – Intervenção Coletiva”, a fim de questionar o uso de uma área de 10 mil m2 para a construção de um empreendimento imobiliário na Vila Mariana, zona sul de São Paulo.</p>
<p dir="ltr">Na quarta-feira, 15, os desembargadores da 5ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiram manter a decisão de março deste ano de proibí-lo de se manifestar contra o Ibirapuera Boulevard, da construtora Mofarrej Empreendimentos. Fraga também não está autorizado para circular no quarteirão da construção, na Avenida Conselheiro Rodrigues Alves.</p>
<p dir="ltr">Uma das principais ferramentas do autor do projeto de “reflexão sobre o espaço urbano” era seu perfil no Facebook, que contava com mensagens e fotos das manifestações da comunidade, bem como denúncias alegando irregularidades da construtora Mofarrej para a ocupação da área, devido à passagem de um córrego pela região.</p>
<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/homem-objeto/files/2013/05/ricardo_fraga.png"><img src="http://blogs.estadao.com.br/homem-objeto/files/2013/05/ricardo_fraga.png" alt="Facebook Ricardo Fraga Oliveira" width="567" height="544" /></a><em></em></p>
<p dir="ltr"><strong>Processo.</strong> Em março deste ano, a empresa solicitou a restrição da manifestação de Oliveira sobre o condomínio na internet, além de pedir indenização por danos morais e materiais que teriam sido causados pelos protestos. A Justiça proibiu o engenheiro de manifestação física em um raio de 1 km a área e de publicar qualquer mensagem sobre a obra nas redes sociais.</p>
<p dir="ltr">A defesa entrou com um recurso, o agravo de instrumento, a fim de acabar com as restrições. Já a construtora solicitou que o perfil do Facebook de Oliveira saísse do ar. A Justiça decidiu que o perfil de quase dois anos poderia ser mantida, mas que todas as menções ao empreendimento – entre duas e três mil publicações, segundo Oliveira – deveriam ser apagadas. O autor do projeto preferiu não fazê-lo, então a página foi censurada.</p>
<p dir="ltr"><strong>O outro lado do muro.</strong> Ricardo Fraga Oliveira, morador da Vila Mariana que já trabalhou na Secretaria do Meio Ambiente, afirmou que a intenção do projeto nunca foi parar o empreendimento, e sim fazer uma reflexão sobre a ocupação do espaço urbano.</p>
<p dir="ltr">“A área estava há 60 anos sem uso. Quando vimos um stand no local, mesmo sem saber quem era o proprietário, resolvemos fazer uma reflexão sobre a cidade”, afirmou. No muro que cerca a área, foi colocada uma pequena escada para que as pessoas pudessem olhar por cima dele e emitir suas opiniões sobre como aquele espaço poderia ser aproveitado.</p>
<table class="image" border="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://blogs.estadao.com.br/homem-objeto/files/2013/05/met38.jpg" alt="" width="300" height="203" align="right" hspace="10" vspace="10" /></td>
</tr>
</tbody>
<caption> <em>Pedestres são convidados a subir nos degraus e a olhar área por cima do muro. FOTO: Nilton Fukuda/Estadão</em></caption>
</table>
<p dir="ltr">“Queríamos saber, no imaginário da população, o que ela gostaria de ter para aquela área&#8221;, afirmou ele. Após a observação, as pessoas escreviam ou desenham suas opiniões em um pequeno quadro e fotos dos desenhos eram penduradas em um varal na frente do muro. Entre os projetos, estavam parques, praças e centros culturais.</p>
<p dir="ltr">A construtora afirmou que as manifestações afugentavam possíveis clientes do local e que as publicações de Oliveira no Facebook eram ofensivas e caluniosas. “O direito de expressão tem um limite, pois há o direito da empresa de livre iniciativa. O que há na verdade é um choque de direitos constitucionais – e o juiz vê qual deve prevalecer”, afirma Daniel Sanfins, advogado da Mofarrej.</p>
<p dir="ltr">Segundo o site da construtora, o empreendimento Ibirapuera Boulevard possui três torres de 27 andares, com dois apartamentos por andar. São 156 apartamentos e 6 coberturas duplex com, respectivamente, 246 e 391 m2. Estima-se que os valores das unidades podem chegar a R$ 5 milhões.</p>
<p dir="ltr">Um dos principais argumentações do engenheiro no início dos protestos era a respeito do impacto ambiental que a construção traria na região, uma vez que o córrego Boa Vista, hoje canalizado, passaria sob o terreno onde as torres estão sendo construídas – informação esta que não teria sido mencionada nos autos da empresa.</p>
<p dir="ltr">Juntando-se ao Movimento Defesa São Paulo, o projeto organizou um abaixo-assinado com 5 mil assinaturas a fim de encaminhar os pareceres a respeito da obra. Os alvarás da construtora foram suspensos duas vezes, mas depois foram restabelecidos. Em janeiro, foi instaurado um inquérito civil pelo Ministério Público, com o promotor Vicente Malaquias, para averiguar as irregularidades. Já a empresa afirma que Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) e a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesp) atestaram que não corre um rio pela região.</p>
<p dir="ltr">“A nossa ideia no início não era parar obra nenhuma, era fazer uma reflexão sobre a cidade, sobre a ocupação do espaço urbano; não havia essa pretensão. Todos falam sobre desenvolvimento sustentável, mas o que de fato está acontecendo?&#8221; questiona.</p>
<p dir="ltr">Quanto às proibições impostas pela Justiça, tanto offline como online, o engenheiro é categórico: “Guardadas as devidas proporções, eu me sinto um torturado dos tempos modernos. Isso é ser completamente castrado dos seus direitos”, afirmou.</p>
<p dir="ltr">A construtora alega que as publicações de Oliveira eram ofensivas e prejudiciais à sua reputação. O advogado nega e afirma que a página continha fotos do movimento projeto, das manifestações pacíficas entre moradores organizadas pelo projeto e informações sobre as denúncias ambientais contra a Morrajev. “Nunca fomos ofensivos; o máximo que fizemos foi uma brincadeira de ‘mandiguinha para os futuros moradores’, já que a responsabilidade não é só de quem constrói, mas de quem compra – mas em tom de brincadeira”, afirma.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sem precedente.</strong> Renato Silviano Tchakerian, advogado de defesa de Oliveira, disse que o processo continuará a correr no Tribunal de Justiça, retornando à primeira instância. “Apresentaremos novas provas e testemunhas para mostrar que ele não cometeu nenhuma ofensa; estava tão somente exercendo seu direito de liberdade de expressão”, diz. Há ainda um julgamento em segunda instância que, caso não seja satisfatório, pode levar a questão ao Supremo Tribunal Federal.</p>
<p dir="ltr">“Esse caso ele é simbólico, um caso histórico, porque nunca houve um igual. Ele afirma que, em casos assim, o comum é a citação de precedentes para serem usados na diretriz do julgamento; mas que, desta vez, &#8220;não havia parâmetro&#8221;.</p>
<p dir="ltr">&#8220;Esta decisão pode abrir um precedente muito perigoso para a liberdade de expressão, pois a limita de uma forma muito forte. Muitos casos semelhantes podem acabar recebendo a mesma repressão&#8221;, pontua.</p>
<p dir="ltr">Desde março, a organização de direitos humanos e liberdade de expressão Artigo 19 vem acompanhando o caso e emitindo pareceres com base em parâmetros no exterior. &#8221; A nossa avaliação é que a decisão continua sendo ofensa à liberdade de expressão, principalmente comparado aos padrões internacionais&#8221;, diz Camila Marques, advogada do grupo.</p>
<p dir="ltr">&#8220;O Marco Civil ainda está sendo retido no Congresso; ainda não temos uma legislação que paute essas questões de internet, o que faz com que a jurisprudência tenha que legislar&#8221;, afirma. &#8220;Este foi um dos primeiros casos em relação a protestos online, e isso abre um precedente muito negativo à liberdade de expressão na internet.&#8221;</p>
<p dir="ltr">
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Fundador do Groupon vai lançar CD</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/link/fundador-do-groupon-vai-lancar-cd/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 21:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ligia Aguilhar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Redação Link]]></category>
		<category><![CDATA[Andrew Mason]]></category>
		<category><![CDATA[cd]]></category>
		<category><![CDATA[Groupon]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>

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		<description><![CDATA[Após ser demitido da empresa que fundou, Andrew Mason anuncia novos planos, entre os quais está o um CD ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Três meses após ser demitido da empresa que fundou, Andrew Mason anuncia novos planos, entre eles, o lançamento de um CD motivacional </em></p>
<p>SÃO PAULO &#8211; Quase três meses depois de ter sido demitido do Groupon, o ex-CEO e fundador da empresa, Andrew Mason, publicou um texto em seu <a href="http://smandrew.com/blog/2013/5/16/yf3qah4f8p7oxvehlj0ib93jol421o" target="_blank">site</a> no qual fala sobre seus novos planos e conta o que tem feito desde que deixou a liderança da empresa, em 28 de fevereiro. O mais surpreendente deles foi a gravação de um CD.</p>
<p>—-<br />
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<table class="image" border="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://blogs.estadao.com.br/link/files/2011/08/andrew-mason-groupon-reuters-lucas-jackson.jpg" alt="" width="300" height="203" align="right" hspace="10" vspace="10" /></td>
</tr>
</tbody>
<caption><em> Mason foi demitido do Groupon no fim de fevereiro. FOTO: Reuters</em></caption>
</table>
<p>Mason anunciou sua saída do Groupon de forma inusitada. &#8220;Depois de quatro anos e meio intensos e maravilhosos como CEO do Groupon, eu decidi que quero passar mais tempo com a minha família. Brincadeira &#8211; eu fui demitido&#8221;, dizia a carta enviada aos funcionários na época.</p>
<p>Agora ele voltou a surpreender ao revelar que depois de ter vivido alguns &#8220;clichês básicos de quem fica desempregado&#8221;, como &#8220;viajar, perder peso e ler&#8221;,  gravou um CD de músicas motivacionais. &#8220;Gerenciei mais de 12 mil pessoas no Groupon, a maioria com menos de 25 anos. Me surpreendeu que muitos não tinham o mínimo entendimento básico sobre negócios&#8221;, afirmou.</p>
<p>Após questionar alguns funcionários e perceber que a maioria não havia lido nenhum livro de negócios, diz ter percebido que precisava difundir esse conhecimento de outra forma.</p>
<p>&#8220;Com isso em mente, passei uma semana em Los Angeles no início do mês gravando Hardly Workin&#8217;, um álbum com sete músicas motivacionais sobre negócios para pessoas que estão entrando no mercado de trabalho&#8221;, diz. &#8220;Essas músicas vão ajudar as pessoas a entender algumas das ideias que eu acredito serem essenciais para se tornar um funcionário produtivo.&#8221; As músicas, segundo ele, estarão disponíveis nas próximas semanas no iTunes.</p>
<p>O <em>TechCrunch</em> confirmou com Mason que o CD é real e não uma piada. E lançou até sugestões de <a href="http://techcrunch.com/2013/05/16/andrew-mason-hardly-workin/" target="_blank">capa</a> para o álbum.</p>
<p>Manson disse também que acumulou diversas ideias que serão transformadas em novos negócios. Por isso, vai deixar Chicago e  se mudar com a esposa para São Francisco, onde pretende trabalhar meio período na incubadora de startups Y Combinator, no Vale do Silício.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Governo quer levar internet para 90% da população até 2018</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/link/governo-quer-levar-internet-para-90-da-populacao-ate-2018/</link>
		<comments>http://blogs.estadao.com.br/link/governo-quer-levar-internet-para-90-da-populacao-ate-2018/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 May 2013 18:19:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agências</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redação Link]]></category>
		<category><![CDATA[governo banda larga]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[paulo bernardo]]></category>
		<category><![CDATA[telecomunicações]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/link/?p=94313</guid>
		<description><![CDATA[Ministro das Comunicações afirma que intenção do governo é expandir acesso à rede, apesar de baixos investimentos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ministro das Comunicações afirma que intenção do governo é expandir acesso à rede, apesar de baixos investimentos</em></p>
<p>SÃO PAULO &#8211; O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, ratificou a meta do governo federal de disponibilizar o acesso à internet para 90% da população até 2018.</p>
<p>—-<br />
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<p>A afirmação foi feita por ele ao comentar a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada na quinta-feira, 16, pelo IBGE, que apontou o crescimento de 20,9% para 46,5% na proporção do uso do serviço entre 2005 e 2011, ou seja, que mais de 53% dos brasileiros não utilizavam ainda o serviço à época.</p>
<p>Bernardo, no entanto, voltou a cobrar investimentos em infraestrutura na rede para cumprir a meta de universalizar o serviço até o início da próxima década.</p>
<p>&#8220;O mapa que publicaram é impressionante, pois pega diferença de volume de acesso entre Sul, Sudeste e Nordeste que é gritante. Você acha que o acesso no Piauí é menor que em São Paulo porque o usuário não quer?&#8221;, indagou. &#8220;É porque não tem disponível a infraestrutura&#8221;, respondeu o ministro.</p>
<p><em><strong>/ AGÊNCIA ESTADO</strong></em></p>
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