Antes publicidade do que pagar por conteúdo
- 28 de julho de 2010|
- 9h21|
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Por Redação Link
Uma pesquisa com quase duas mil pessoas feita pelo Centro de Futuro Digital da Universidade da Carolina do Sul atestou que 55% das pessoas preferem que o conteúdo que acessam na internet venha acompanhado de propagandas ao invés de pagar por ele, segundo disse o jornal inglês Guardian
.
O estudo da Universidade da Carolina do Sul também atestou o que todo mundo já sabe na prática: ninguém está disposto a pagar para entrar em redes sociais. Segundo Jeffrey Cole, diretor do Centro de Futuro Digital, a pesquisa serve para mostrar que é “extremamente difícil convencer às pessoas a pagarem por algo que podem encontrar de graça”.
O Twitter nunca anunciou nenhum plano de cobrar por seu serviço e o Facebook já declarou que será gratuito para sempre.
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28/07/2010 - 16:03 Enviado por: Laura
Sou toralmente a favor do acesso gratuito na internet !
denunciar abuso -
28/07/2010 - 18:15 Enviado por: Tetsuo Shimura
Antes a publicidade do que pagar por conteúdo.
Numa primeira análise parece que o público, sovina, deseja tudo sem custo algum, ou seja, o público se submete a ver qualquer página recheada de publicidade e pop-up, desde que ele possa ler qualquer coisa e “de gratis”. Seria verdade? Qual a garantia que em se pagando, o conteúdo seria bom e limpo como num livro? Até em cinemas ocorrem inserções de propagandas.
Há anos atrás fiquei revoltado com a revista Veja pelo excesso de publicidade; tomei a ira a tal ponto que calculei a área total de páginas com matérias ainda que algumas fossem de gosto duvidosos, versus a área ocupada por publicidade. A conclusão, na época, dava algo muito inferior a 40% de matérias e 60% de publicidade. Pela quantidade de publicidade, a revista deveria ser vendida pelo valor simbólico de R$ 0,50. Outro paralelo é a TV por assinatura da Net; numa versão básica, a pretexto de que oferecem um grande número de canais, recheiam com TVBR, TV Senado, TV STF, TV Assembleias, TV Itinerante (utilizado por vários segmentos), TV Religiosos em número de três ou quatro canais, TV Shop, dois canais TV Propaganda, Canal Futura, TV National Geographic, Globo New, MTV, Universal e é lógico, as TV abertas; podem existir pessoas que gostam destes canais mas será que todos gostam? Com a tecnologia hoje disponível, a Net poderia vender apenas os canais desejados pelo cliente, mas aí, como prestar conta aos investimentos feitos pelos orgãos de governo ou aquelas que vivem apenas de propaganda? Lembrando que Natgeo e Universal são dois canais que vivem de reproduzir os mesmos assuntos e filmes dia-a-dia, semanas, meses…
Se e quando existir alguma empresa séria que não substimem os clientes, talvez possa se pensar em pagar. Até lá…
denunciar abuso
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