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Quem Faz

JULIA DUAILIBI é jornalista, trabalhou nas redações de Veja, Folha de S. Paulo e Estadão, em Brasília e em São Paulo.
quarta-feira 30/04/14

Esforço concentrado

Texto publicado ontem, no Estadão Noite Após uma série de notícias ruins no front petista, inclusive a divulgação da pesquisa CNT (Confederação Nacional dos Transportes) desta terça-feira, que mostra queda de 6,7 pontos porcentuais na intenção de voto da presidente Dilma Rousseff, a direção do PT prepara o contra-ataque. Os petistas acreditam que aparições da presidente no rádio e na TV, previstas para os próximos dias, a começar pelo pronunciamento em cadeia nacional no 1º de Maio, devem estancar a sangria ...

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segunda-feira 28/04/14

Padilha: quando a defesa torna-se o ataque

Quatro dias depois de seu nome aparecer nas investigações da operação Lava Jato, o pré-candidato do PT ao governo paulista, Alexandre Padilha, foi para o ataque contra o PSDB, do governador Geraldo Alckmin, candidato à reeleição. Em entrevista hoje ao programa Roda Viva, da Rede Cultura, Padilha usou a máxima "quem-não-bate-apanha" e entrou no ringue com um discurso ensaiado, treinado nos últimos dias com assessores. Ao polarizar com Alckmin, o ex-ministro da Saúde tenta se apresentar como o principal adversário do governador, posição ...

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segunda-feira 28/04/14

Vice de Aécio pode ficar para depois da convenção

A escolha do candidato a vice-presidente na chapa do tucano Aécio Neves tende a ficar para depois do dia 14 de junho, data da convenção nacional em que será formalizada a candidatura do senador ao Palácio do Planalto. A ideia é postergar eventuais desgastes com partidos que vão compor a chapa do PSDB e ataques de adversários. O mais provável para a indicação hoje é o senador Aloysio Nunes Ferreira (SP), que teve 11 milhões de votos em 2010. ...

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sexta-feira 25/04/14

Ex-assessor de Padilha atuou em entidade ligada a Saúde

O executivo Marcus Cezar Ferreira de Moura, que, segundo a Polícia Federal, teria sido indicado pelo ex-ministro e pré-candidato do PT ao governo paulista, Alexandre Padilha, para trabalhar em laboratório controlado pelo doleiro Alberto Youssef, foi funcionário da Geap, uma fundação de direito privado que vende planos de saúde para servidores da União e que tem indicados do Ministério da Saúde em seus quadros.

Logo que deixou o Ministério da Saúde, onde trabalhava com Padilha como coordenador de eventos, em agosto de 2011, Moura foi para a Geap, onde ficou até outubro de 2013, quando foi demitido por não ter o perfil técnico para o cargo, segundo a entidade. No mês seguinte, o deputado André Vargas (PT-PR) o indicou para o cargo no laboratório controlado por Youssef, ao citar, em mensagem interceptada pela PF, que a sugestão era de Padilha.

Durante sua gestão no Ministério da Saúde, que tem a maioria dos servidores atendida pelos planos de saúde da Geap, Padilha indicou funcionários para o conselho deliberativo. Na Geap, Moura foi assessor executivo parlamentar e assessor de desenvolvimento de produtos e clientes.

No ano passado, a Geap sofreu intervenção da Agência Nacional de Saúde Suplementar após críticas de má gestão e resultados financeiros negativos. Meses depois, a presidente Dilma Rousseff assinou decreto que privilegiava a entidade ao permitir que ela não participasse de licitações para vender os planos de saúde. O Supremo Tribunal Federal derrubou a decisão.

Nos últimos dez anos, o governo já repassou à entidade cerca de 1,9  bilhão para planos de saúde de cerca de 600 mil servidores.

 

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sexta-feira 25/04/14

Duas CPIs, um acordão

O governo ameaça a oposição com a criação de uma CPMI para investigar o cartel dos trens em São Paulo, numa operação encabeçada pelo líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), e como retaliação à criação da CPI da Petrobras, defendia principalmente pelo PSDB, do presidenciável Aécio Neves. Se vingar o plano governista, os parlamentares de oposição também vão apelar para a retaliação. Pretendem investigar os contratos firmados pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) e pela Empresa ...

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quarta-feira 23/04/14

Pré-candidatos se preparam para batalha jurídica

Os pré-candidatos a presidente começaram a se preparar para a batalha jurídica que envolve toda eleição. O PSB, de Eduardo Campos, deve fechar na próxima semana a contratação do escritório Malheiros, Penteado, Toledo e Almeida Prado para atuar nos tribunais eleitorais. O escritório é dos advogados Arnaldo Malheiros e Ricardo Penteado, que foi o principal nome da área jurídica nas campanhas do tucano José Serra, em 2010 e em 2012. O PSDB também fechará no começo da próxima semana um pool ...

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segunda-feira 21/04/14

Depois do PMDB, PSD defende chapa ‘Aezão’

Depois de um jantar com a bancada do PMDB do Rio, o pré-candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, se encontrará com os parlamentares do PSD no Estado. Na semana passada, deputados do PMDB fluminense lançaram a chapa Aezão numa referência ao palanque que reúna Aécio e o governador Luiz Fernando Pezão, pré-candidato do partido ao governo do Rio. Na próxima sexta-feira, está previsto um encontro com os deputados federais e estaduais do PSD, que deve indicar Ronaldo Cézar ...

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sexta-feira 18/04/14

Eleitor de Aécio tem menos certeza sobre comparecer às urnas

Pesquisa Ibope divulgada pelo Estado ontem mostra que o eleitor de Aécio Neves (PSDB) é o menos entusiasmado em comparecer às urnas. De acordo com os números, 76% dos que declararam voto no tucano disseram que vão votar "com certeza". Essa convicção chega a 83% entre os eleitores de Dilma Rousseff (PT) e de Eduardo Campos (PSB). O porcentual de eleitores de Aécio que dizem que "provavelmente" irão votar é de 17%, contra 14% dos eleitores de Dilma e ...

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quinta-feira 17/04/14

‘Nova política’ no discurso, velha política na prática

Campos.jpg O pré-candidato a presidente pelo PSB, Eduardo Campos, quer construir a imagem de um candidato com uma proposta alternativa para o País, num momento em que o eleitor já estaria cansado da polarização PSDB-PT. Quer se mostrar como alguém da "nova política", expressão usada por ele para criticar o fisiologismo e a política de alianças que os demais partidos fazem Brasil afora. “Eu e Marina estamos desconfiados de que a resposta que o Brasil vai ...

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