BBB cria um novo romance para Monique
- 18 de janeiro de 2012 |
- 23h00 |
- Tweet este Post
ALINE NUNES
O suposto estupro cometido por Daniel Echaniz no Big Brother Brasil tomou as redes sociais, virou caso de polÃcia e assim que o reality show entrou no ar, na noite de anteontem, o apresentador Pedro Bial não teve mais como desviar do assunto. Sem falar, em nenhum momento, sobre ‘estupro’ ou ‘abuso’, ele deu explicações: “Depois de uma avaliação, a emissora decidiu afastar Daniel. Até para que ele pudesse dar esclarecimentos formais à polÃcia. A TV Globo avalia que o comportamento de Daniel foi inadequado, o que impede o retorno dele à casaâ€.
Horas antes, no Jornal Nacional, William Bonner havia lido a mesma nota oficial, emitida pela emissora, e completou: “O delegado recolheu roupas Ãntimas, de cama e imagens do programaâ€. Mesmo após Monique Amin ter negado ao delegado Antônio Ricardo Nunes, da 32ª Delegacia de PolÃcia, do Rio, que sofrera abuso, Daniel não voltou à competição. O diretor Boninho, a princÃpio, disse que não irá substituÃ-lo.
Novo casal
Para tentar dar a volta por cima no caso entre o paulistano Daniel e a gaúcha Monique, anteontem, o reality já lançou um novo pretendente para a estudante e criou um conto de fadas entre ela e o carioca Rafael Oliveira. Segundo Bial, a Fiona e o Shrek. Dias antes de Monique ir para debaixo do edredom com Daniel, os apelidos já haviam sido dados por Bial.
Num clipe exibido durante o programa, Rafa e Monique trocam abraços e, no final, suas imagens são associadas a um coração. “Rafa, meu ogro, o que te comove na Fiona Monique?â€, perguntou Bial. Ele respondeu: “É uma amizade incondicional. De cara, a gente se deu bemâ€. Na sequência, Bial perguntou para Monique se ela se sentia segura com Rafa. “Bastanteâ€, disse ela.
Assim, o que era para ser uma noite de eliminação, com foco em duas emparedadas – a mineira Analice Souza e a baiana Jakeline Leal – deu espaço para, ao que tudo indica, o novo casal. E a saÃda de Analice, com 53% dos votos, quase passou batida. ::
Enquanto isso, no Twitter: Daniel fala sobre o caso
Após expulsão, anteontem, o modelo Daniel se pronunciou no Twitter. “Não posso dizer que fiquei feliz com a decisão, mas foi melhor sair e esclarecer tudo, do que ficar três meses sendo acusado pelo públicoâ€, escreveu Daniel Echaniz. Nem por isso ele deixou de ficar impressionado com a repercussão. “Fiquei muito chocado ao saber de tudo que estava acontecendo aqui fora, não acreditei. A eliminação foi melhor para a minha imagem e para o andamento do programaâ€, completou. A partir de segunda-feira, ele disse que irá se pronunciar, via assessoria.
A estreia da filha número 4 de Silvio Santos
- 17 de janeiro de 2012 |
- 23h00 |
- Tweet este Post
ALINE NUNES
“Você estava no banco, mas te roubaram o banco. AÃ, você foi para a Jequiti e não ficou também. Depois, não ficou na construtora. Agora, se você não ficar aqui, vai ficar desempregada!†No ar, Silvio Santos dá o puxão de orelha em PatrÃcia Abravanel, a sua filha número quatro, mas não demora para soltar o famoso‘ha-ha-ha-hi-hi-hi’ e fazer a plateia do Programa Silvio Santos cair na gargalhada. Em março de 2011, enquanto o homem-forte do Grupo Silvio Santos brincava com a filha – fruto do segundo casamento, com Ãris Abravanel –, os passos da herdeira, que cuidava do banco Panamericano, já estavam sendo planejados na TV.
Numa espécie de estágio, ela apareceu no Jogo dos Pontinhos, comandou o especial Festival SBT 30 anos e, em um dos programas em que Eliana estava de licença-maternidade, a substituiu. A cúpula do canal parece ter gostado do resultado e, hoje, a partir das 22h30, ela lidera a competição musical entre famosos Cante Se Puder, ao lado do humorista Márcio Ballas, diretor do Improvável, da Cia. Barbixas de Humor. Nem por isso, PatrÃcia, aos 33 anos, considera o jogo da TV uma partida ganha em sua vida. “Desafios sempre são bem-vindos. Quando estamos sendo desafiados, estamos crescendo, nos surpreendendoâ€, diz a apresentadora, irmã de CÃntia, Silvia, Daniela, Rebecca e Renata. “Quero me entregar, me divertir com o telespectador.â€
Bastidores da atração
Para o diretor Ricardo Mantoanelli, a herdeira tem feito bem a lição de casa. “A Pati sabe que está começando, tem consciência de suas limitações e está fazendo de tudo para evoluir. Ela me respeita como diretor e fico cada dia mais admirado com a sua evoluçãoâ€, conta ele, que garante não lidar com interferências de Silvio. “Talvez tenha (interferência), como pai e professor da PatrÃcia, mas isso é entre eles (risos).†Ela, por sinal, admite que o pai é linha-dura. “Ele é super exigente, detalhista, mas faz tudo com muito bom humor e alegria. Ele está ligado em tudo.â€
Diante da responsabilidade – e para não desapontar o patrão –, PatrÃcia e Márcio Ballas têm se dedicado ao formato. Além de enviar e-mails para o diretor sugerindo mudanças no roteiro, antes de iniciar as gravações, a dupla se encontra no camarim e ensaia o texto. Em três programas, de uma série de 13, a parceria já pareceu funcionar. Numa passagem ou outra, é preciso dizer, PatrÃcia até escorregou. Mas, segundo Mantoanelli, corrigiu-se rapidamente. “Ela se irrita quando erra e volta rápido ao texto. Nesse ponto, interrompo e digo para esperar o ‘ação’, mas ela não espera. A ansiedade e a vontade de acertar falam mais alto. Resultado: diversão para a plateia.â€
Isso, no final, acaba sendo um ingrediente a mais do Cante Se Puder, que investirá na arte do improviso. Afinal, as celebridades competidoras só sabem que terão de cantar. A situação só virá na hora ‘h’. Quem se sair melhor nas provas Passarela do Horror, Microfone Voador e Puxa-Puxa e convencer os jurados – a russa Lola Melnick, o cantor Nahim e a artista Nany People – leva um prêmio, de até R$ 10 mil.
Na estreia, o duelo será entre os irmãos Márcio e Vavá, a baiana Gilmelândia e o vocalista da Banda Molejo, Anderson. PatrÃcia e Ballas, segundo Mantoanelli, ajudam na escalação dos participantes. “Estão muito disciplinados.â€
Em dia de gravação, PatrÃcia, por exemplo, é a primeira a chegar ao estúdio. E naquele mesmo Programa Silvio Santos, citado anteriormente, PatrÃcia retrucou: “Ele (Silvio) chama a famÃlia para trabalhar e todo mundo acha que é mamata. Não é não. O salário é mais baixo, tem de ralarâ€, disse ela, ao risos.
Para Mantoanelli, isso não faz diferença. A única coisa que conta para a atração, já testada na Inglaterra e no Peru, é o bom humor de PatrÃcia. “Ela é divertida e se mata de rir durante o programa. E essa é a essência do Cante Se Puder.†::
Posts Relacionados
Tópicos Relacionados
Cante Se Puder, Homem do Baú, PatrÃcia Abravanel, SBT, silvio santos
‘Dramalhão com jeito mexicano chega ao SBT’
- 14 de janeiro de 2012 |
- 23h30 |
- Tweet este Post
ALINE NUNES
Em 2009, a autora e primeira-dama do SBT Ãris Abravanel despediu-se dos escritos românticos de Vende-se um Véu de Noiva, de Janete Clair, e foi em busca de novos remakes. No arquivo do SBT, que inclui obras mexicanas, uma chamou a sua atenção: La Mentira, exibida em 1998, no México. Silvio Santos, com quem Ãris diz compartilhar ideias, gostou da história de Eduardo, que retorna de Paris para vingar a morte do irmão. Sendo assim, o diretor Del Rangel correu para reunir um elenco de peso. Nomes como Cynthia Falabella (irmã de Débora Falabella), Antonio Abujamra e PatrÃcia Barros (irmã da top Ana Beatriz Barros) toparam o convite e a gravação teve inÃcio. Em outubro de 2010, o elenco comemorou a data de estreia, marcada para 8 de novembro daquele ano. Mas Corações Feridos foi engavetada outra vez.
Amanhã, três meses após a demissão de Del Rangel e com três atores do elenco na novela das 7 Aquele Beijo, da Globo – Victor Pecoraro, Cynthia Falabella e Jacqueline Dalabona –, a trama irá estrear, à s 20h30. Ao JT, Ãris, a responsável pela adaptação, explica: “Quem decide quando vai ao ar é o SBT. Mais importante é manter a máquina da teledramaturgia gerando empregosâ€. Ela, aliás, também não vê problemas em exibir uma novela com elenco já em outro canal. “Sempre acreditei que não há nenhum problema em um ator trabalhar em várias novelas ao mesmo tempo.â€
Coincidências no papel
No caso de Victor Pecoraro, o público poderá, inclusive, enxergar semelhanças entre Vitor (de Corações Feridos) e Rubinho (de Aquele Beijo). Afinal, os dois são manipulados por suas respectivas mães. No SBT, ele será Vitor, apaixonado por Amanda (PatrÃcia Barros), mas, por insistência da mãe Vera (Jacqueline Dalabona), irá se casar com Aline (Cynthia Falabella), prima de sua amada. Amanda, por sua vez, irá se envolver com Eduardo (Flávio Tolezani).
Na trama, Eduardo retorna da Europa e descobre que o irmão Rodrigo (Paulo Zulu) sofreu um acidente, sem mais informações. A única prova material é que uma antiga namorada, que carregava um pingente com a letra A, é suspeita. Ele, claro, acha que é Amanda. Então, a pede em casamento para vingar a morte do irmão.
O diretor Del Rangel, que foi demitido em outubro de 2011, ainda assim, torce pelo folhetim. “Ver que a novela vai ao ar sem a minha mão (ele dirigiu 70% da trama) me deixa mal. Sinto como uma facada. Mas acredito no materialâ€, diz ele. A edição final, agora, é de Reynaldo Boury, de Amor e Revolução. ::
Posts Relacionados
Tópicos Relacionados
Nos bastidores do poder
- 14 de janeiro de 2012 |
- 23h30 |
- Tweet este Post
ALINE NUNES
Escutar os discursos polÃticos e folhear algumas revistas setorizadas passaram a incomodar o escritor Euclydes Marinho. Para não fazer vistas grossas aos problemas governamentais, Euclydes resolveu dedicar-se a uma minissérie que flertasse com o tema. Em pauta, as demissões parlamentares, os escândalos, as maletas abarrotadas de dinheiro de propina.
Para retratar esse cenário, ele buscou o reverso do polÃtico amoral para falar sobre corrupção. Apegou-se à figura de um homem, sim, cheio de defeitos, mulherengo, mas que não se deixa subornar. Como a produção dramatúrgica desse gênero caminha a passos curtos na TV brasileira e a Globo, segundo o escritor, é uma empresa “visadaâ€, ele montou um partido de peso. A oito mãos, incluindo as de Nelson Motta e de Guilherme Fiuza (autor de 3000 Dias no Bunker e Meu Nome Não é Johnny), O Brado Retumbante foi submetida à aprovação da cúpula da emissora. E foi eleita.
Em 2009, a história de Paulo Ventura, um homem público que é eleito presidente da Câmara dos Deputados e, de repente, recebe a tarefa de assumir a poltrona presidencial, estava pronta. Era para entrar no ar em 2010. “Mas como não temos o hábito de fazer coisas polÃticas e estamos vivendo no governo do PT, que, em tese, é contra a Globo, então, foi delicadoâ€, diz Euclydes. O ano era de eleições e a atração foi transferida para 2011. Mais uma vez, um impasse: a grade de programação do ano passado estava lotada.
É na próxima terça, à s 23h30, que Domingos Montagner, que despontou como o cangaceiro Herculano, da novela Cordel Encantado (2011), finalmente assumirá a faixa de presidente da República. A produção terá oito episódios. “Virei fã de carteirinha dele. Ele é um sucesso com as mulheres. Já é um grande galãâ€, elogia o diretor de núcleo Ricardo Waddington, que diz ter problemas para escalar homens de sua faixa etária, entre 45 e 50 anos, para o posto. “Os galãs de 30 anos não envelheceram o suficiente e os de 50 anos já passaram. Ele é uma solução.â€
Elenco afiado
Domingos convive bem com o rótulo. “Encaro como uma questão dramatúrgica. Busco não me perder, manter o foco no meu trabalho e ficar grato pela repercussão positivaâ€, diz ele, que, mesmo diante do assédio que veio com Cordel, mantém moradia em São Paulo e a companhia La MÃnima, com a qual estreia, em março, na capital, Mistério-Bufo.
Para criar o anti-herói Paulo Ventura, ele observou a postura de alguns lÃderes polÃticos, aprendeu a tocar clarinete e manteve suas leituras sobre o universo em discussão. “Não gosto de me encharcar de informação, porque prefiro seguir o meu instintoâ€, conta o ator. Maria Fernanda Cândido, que interpreta a mulher do presidente, tomou o mesmo rumo. “Nenhum personagem é cópia de alguém, é ficção. Então, focamos no textoâ€, explica a intérprete de uma professora de História. “Ela só é uma primeira-dama com muito censo crÃtico.†Uma crÃtica à s primeiras-damas? Talvez. “Em ficção, sempre há uma crÃticaâ€, diz Waddington.
No entanto, para não frisar somente os embaraços de bastidores – durante os 15 meses de mandato, Ventura demite quatro ministros –, Euclydes Marinho apimentou os dramas familiares. Além de ser mulherengo, Ventura será abandonado pela mulher e terá de lidar com um filho transexual, Julio/Ene (Murilo Armacollo). “DaÃ, nos braços da Fernanda, ele vai encontrar segurançaâ€, conta Mariana Lima, intérprete da deputada Fernanda, que emendou o trabalho depois de Cordel. “Essa estética de cinema me encanta. Não podia recusarâ€, afirma ela.
Outras feras, como José Wilker (Floriano, o ministro da Justiça) e Hugo Carvana (Mourão, um antigo presidente), também foram fisgadas pelo formato e vão circular por esse gabinete. ::
Posts Relacionados
Tópicos Relacionados
Uma vida contada em videoclipe, sem muita verdade
- 11 de janeiro de 2012 |
- 23h15 |
- Tweet este Post
ALINE NUNES
Dolores Gonçalves Costa (1907-2008), a Dercy Gonçalves, levou uma infância dura em Santa Maria Madalena, no Rio de Janeiro. Apanhava do pai, carregava fama de puta e vivia de peraltices. Como certa vez que chegou a quebrar um dente com um martelo só para poder ir ao dentista. Os anos se passaram. Ela fugiu da cidade junto de Pascoal, dono de uma cia. de circo, e construiu uma carreira sólida. No meio do caminho, fez oito abortos, fugiu de pensões pela janela por causa da falta de grana e passou por um bordel em São Paulo. Mais tarde, já bem-sucedida como artista, até mãe de santo virou no Rio e para Oscarito (1906-1970), seu amigo, fez algumas ordens de despacho.
Resumir esse caminhão de memórias em quatro episódios, realmente, deve ter sido laborioso. Mas, no primeiro capÃtulo da minissérie Dercy de Verdade, que foi ao ar anteontem, a Globo já mostrou que não deveria ter apostado nesse tÃtulo para homenagear Dercy Gonçalves. A recriação da cidade de Santa Maria Madalena foi bacana. Usar o recurso narrativo de alguns depoimentos da própria Dercy para explicar a sua história também foi genial. Mas dizer que iriam contar, de fato, ‘a verdade’ sobre a vida da atriz foi audacioso demais. Antes da estreia, Maria Adelaide Amaral explicou que a intenção era mostrar que Dercy “não era apenas uma velha que falava palavrão.†Ainda assim, na edição do primeiro episódio, o diretor Jorge Fernando frisou que ela falava palavrões com facilidade.
Por outro lado, a interpretação louvável de HeloÃsa Périssé arrancou risos. Mas foi tudo rápido demais. O tempo é curto? Ok, então, vamos priorizar. Na cena em que Dercy foi a um bordel fazer programa para pagar o tratamento do marido, o Pascoal, por exemplo, tudo poderia ter sido mais lento. Ela conversou com a dona do local, foi para o quarto e o cliente, Waldemar (Cássio Gabus Mendes), apareceu. Dercy (HeloÃsa Périssé) contou sua história para Waldemar, foi à s lágrimas e o público? Nem deu tempo de se emocionar, já que a cena foi cortada bruscamente.
No Ibope, a estreia foi bem e marcou 24 pontos – média boa para o horário. Ainda assim, uma pena a estética do videoclipe ter chegado também à dramaturgia. ::
Posts Relacionados
Tópicos Relacionados
- : ‘Chegar aos 40 é o auge. Quero mantê-lo por 20 anos’ http://t.co/twh5FLR0 1 day ago
- : O nova força dos Cavaleiros do ZodÃaco http://t.co/qfYzTmxS 1 day ago
- : Diretor austrÃaco ganha sua segunda Palma de Ouro http://t.co/eimwl9Og 1 day ago
- : Domingão do Rafinha http://t.co/c7nUoQ6a 2 days ago
- : Wagner Moura assume lugar de Renato Russo http://t.co/xTnLMnt5 3 days ago
- More updates...
Posting tweet...
Powered by Twitter Tools


RSS