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Terça-feira, 29 de Maio de 2012
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‘Meus papéis são o que sou’

Categoria: Antenado, Cinema

FERNANDA BRAMBILLA
Cidade do México
Os 1,96 m de altura e outros tantos imensuráveis centímetros de tórax e bíceps de Dwayne “The Rock†Johnson parecem inofensivos quando ele abre um sorriso e fala, com delicadeza, de sua cena preferida em Viagem 2: A Ilha Misteriosa, aventura em 3D que estreia hoje nos cinemas. No papel do padrasto do adolescente Sean (John Hutcherson), o ator e ex-lutador fortão – que fez carreira com títulos-pancadaria, como Escorpião Rei – não bate em ninguém. Discute, e muito, mas se impõe em lições de moral e conselhos amorosos. Na cena em questão, na tal ilha, sentado perto de uma fogueira e com um ukulele (uma espécie de cavaquinho havaiano), ele faz uma versão improvisada de What a Wonderful World. Na Cidade do México, onde promoveu o filme, The Rock falou, com exclusividade, ao JT:

O que você diria a quem passou o filme todo esperando ou você tirar a camisa (não, ele não tira) ou derrubar alguém a porradas e se depara com esse lado delicado… Posso usar essa palavra?
(Risos) Claro, não tenho nenhum problema com ‘delicado’. Sempre soube que esse filme seria uma plataforma para mostrar coisas diferentes. Não é mais do mesmo, como Velozes e Furiosos 5. Eu canto, toco, brinco, improviso. São coisas simples que o roteiro me permitiu, mostrar toda minha força.
É engraçado falar em ‘força’, já que ela pouco aparece. E você sempre faz o ‘cara legal’. Pensa em fazer drama, por exemplo?
Eu adoraria! Estou nisso há 11 anos e sempre soube que não podia depender de ação, já que ficaria velho ou o público acabaria se cansando de mim. Mas acho que escolho papéis que refletem quem sou: ação, um pouquinho de comédia, temas familiares. O que eu mais quero é entreter.
No começo, teve preconceito pelo físico, digamos, avantajado?Não sei se posso chamar de preconceito, mas é que, quando comecei a atuar, há 11, 12 anos, não tinha nenhuma experiência. Não tinha atores na família, não tinha nenhum lado Hollywood. Aliás, nunca fui de Hollywood. Foi um grande risco. Eu queria ser bom, então, senti que precisava me aposentar das lutas e ter foco. Eu sabia que levaria tempo, só me ofereciam ação para fazer.

Como é atuar com Michael Caine? Houve momentos em que eu parava e pensava: ‘Uau, olha esse cara’. Ele é divertidíssimo, e me contou cada piada suja!

Agora, há uma cena em que você dá o seguinte conselho amoroso: ‘Faça o oposto do que seu instinto mandar’. Acredita nisso?
Ok, vai, há uma verdade em tudo o que eu disse aí. Pessoalmente, pelo menos, quando estou com uma garota, uma namorada, meus instintos me dizem o que fazer e, se faço, genuinamente, acabo a noite me desculpando. Sempre acabo no ‘oh me desculpe, eu não devia ter dito isso, não quis dizer isso…’ Um desastre. Mas não sei se você vai entender, coisa de homem.
No filme, você o aconselha a exibir o físico (em cena, ele tensiona os músculos do peito)…
Ah, invenção minha. Queria fazer algo engraçado e que usasse 3D. Não queria, simplesmente, chutar a câmera, imobilizar o Josh (Hutcherson), sabe? Seria previsível demais. Mas, em minha defesa, essa é a cena que tem o melhor efeito em 3D.

Certo. Mas você não respondeu sobre as mulheres…
Vou tentar ser objetivo. Acho que você precisa pensar num jeito de chamar a atenção delas. Se eu fizer isso para você (imposta o peito), por exemplo, pode ser que você não goste, mas vai chamar sua atenção. É um começo.

Mesmo aposentado das lutas, você conhece Anderson Silva ou outros lutadores brasileiros?
Sou super fã deles. Comecei a lutar aos 4 anos, meu pai e meu avô eram lutadores, era coisa de família. Já lutei em celeiros, por US$ 40 a noite. Sem nenhuma garantia ou segurança. Mas eu amava aquilo. Quando fui ao Brasil no ano passado (filmar Velozes e Furiosos 5), vi que é um lugar maravilhoso para se viver, e conheci Anderson, Junior dos Santos, Minotauro. Meus fãs me dizem: ‘Você tem de ir pro MMA e levar esses caras pro chão!’ E cara, sinceramente, hoje eu só consigo levar eles pra jantar… ::

Vanessa Hudgens diz que se esforça para se livrar da imagem de mocinha doce da série High School Musical, que a revelou:
Dessa vez, sua personagem não é tão mocinha assim, não é? Acredita que está se desvencilhando dessa imagem?
Sim, é algo que persigo sempre, vivo o desafio constante de provar que posso fazer outras coisas. Acho que estou conseguindo. Eu não sou toda delicadinha.
A ilha fantástica de Michael Caine
Seu próximo filme, ‘Gimme Shelter’, deve resolver, não?
Ah sim, esse filme é muito louco. Faço uma garota grávida que tem uma mãe drogada e precisa lutar muito pela sobrevivência. É muito forte.
Os jornais publicaram que você e Josh (Hutcherson, ator) namoraram nas filmagens. Como lida com paparazzi?
Há dias em que só quero me esconder em casa, porque há dez fotógrafos na porta. Até dirigir é perigoso, porque me seguem e isso assusta. Mas tento pensar: ‘Bom, essa é a minha vida, tenho 23 anos e quero vivê-la ao máximo. Se você tem algum problema com isso, bem, me desculpe!’

Um sinal de rádio de origem desconhecida, um código morse decifrado em minutos, uma associação livre entre livros de Julio Verne e um voo desastroso de helicóptero. Todos esses elementos levam o adolescente Sean (Josh Hutcherson, que retorna ao papel depois do primeiro filme, Viagem ao Centro da Terra, de 2008, com Brendan Fraser), seu padrasto Hank (Dwayne “The Rock†Johnson), um guia turístico (Luis Guzmán) e sua filha (Vanessa Hudgens) a uma ilha desconhecida e dominada por seres que seguem uma curiosa regra: animais estão encolhidos, e os insetos, gigantescos. Um cenário perfeito para abusar de animação e efeitos especiais. E cenas com aranhas monstruosas, um lagarto que parece um dinossauro e voos em abelhonas. Entre as atrações do inóspito lugar, a cidade perdida de Atlantis (na superfície) e uma montanha recheada de ouro.
Na ilha, o grupo é recebido pelo avô de Sean, interpretado por Sir Michael Caine, um cientista com ares de Indiana Jones aposentado. Na busca pela saída, o jovem casal inicia um flerte, e a graça da narrativa se alterna em alfinetadas entre os personagens de Caine e The Rock, num belo e impensável entrosamento. Uma das melhores cenas, aliás, tem os dois em volta de uma fogueira. The Rock saca um ukulele e improvisa uma versão de What a Wonderful World. E não faz feio. “Eu queria cantar Over The Rainbow, mas me disseram que era manjadaâ€, disse ele, ao JT.
Hutcherson, que tinha 15 anos no primeiro longa, desde então, fez o elogiado Minhas Mães e Meu Pai (2010), e estará no próximo Jogos Vorazes. “Eu era um garoto naquele filmeâ€, lembra. A abundância de efeitos divertiu o elenco. “Dou um único soco, no ar, que depois se torna um lagarto verde giganteâ€, brinca The Rock. Guzmán emenda: “Via bolas de tênis presas em arames, e me diziam: ‘São bichos enormes’. Eu pensava: ‘Só me diga para onde correr!’.â€
Depois de fazer Como Cães e Gatos 2 – A Vingança de Kitty Galore ( 2010), o diretor Brad Peyton se inspira em seus ídolos do cinema. “Eu queria fazer um filme que lembrasse Indiana Jones e Goonies. Que pudesse ser do Spielberg (risos)â€, contou. :: F.B.

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‘Histórias Cruzadas’: Laços quase de família

Categoria: Antenado, Cinema

Por Fernanda Brambilla

Ambientar um drama racial em uma cidadezinha do Mississippi, nos anos 60, é dar a ele uma premissa de aridez de fazer espectadores se mexerem, desconfortáveis, em suas poltronas. No borbulhante espectro político americano, o presidente Kennedy bradava discursos sobre direitos civis, Martin Luther King marchava pelo país por liberdade, e ativistas eram mortos nas ruas desse mesmo Mississippi. Nos subúrbios endinheirados, no entanto, essa tensão racial se pulveriza e se esconde atrás de sorrisos femininos bem distintos. De um lado, risos exagerados de moças bem-vestidas em tardes de bridge; do outro, semblantes forçadamente amarelos a combinar com o azul do uniforme de suas empregadas negras.

É justamente a suavidade do enfoque pinçado do contexto social histórico que dá força e enobrece a trama de Histórias Cruzadas, que estreia amanhã nos cinemas. E, por que não, aumenta suas chances de se impor como melhor filme na noite do Oscar. O longa, baseado no best-seller A Resposta (livro e filme, em inglês, foram batizados The Help, que remete aos ajudantes, às serviçais), surgiu do encantamento do diretor Tate Taylor pelo livro, que o remeteu à própria infância no Sul segregacionista do país. Assim como a autora Kathryn Stocklett, Taylor cresceu em Jackson, Mississippi, e teve uma empregada nos moldes de suas protagonistas.

Ovacionado por Oprah Winfrey na TV, livro mais vendido nos Estados Unidos em 2011 e, por mais de três anos, na lista dos mais vendidos do The New York Times. As credenciais da obra inflam as expectativas para o filme, que prefere manter um caráter intimista, de relações quase familiares.

Trata-se, então, de um filme de mulheres, e da noção de mundo delas. E as atrizes são, por sua vez, o grande trunfo do filme – não acaso, três delas foram indicadas ao Oscar (veja ao lado). Uma simpática Emma Stone apresenta a narrativa no papel da jornalista novata Skeeter, que tem um plano de escrever um livro do ponto de vista das empregadas negras. Afinal, o que pensam essas mulheres que abdicam da criação dos próprios filhos para educar e amar bebês brancos que logo crescerão e se tornarão seus patrões?

Nas entrevistas de Skeeter, Emma Stone apresenta o show de interpretações que vêm a seguir. A começar pela protagonista Viola Davis, a Aibileen, empregada de nervos resignados e alma triste pela perda do filho, que cuida de uma bebê de cabelos loiríssimos rejeitada pela mãe, uma dona de casa submersa em frivolidades.

A melhor amiga de Aibileen é Minny, empregada corpulenta interpretada por uma hilária Octavia Spencer, grata surpresa no elenco, essa, sim, desbocada e atrevida. Minny paga seus pecados na casa da preconceituosa Sra. Hilly, uma intensa e caricata Bryce Dallas Howard (de A Dama na Ãgua, de 2006), que prega manter criadas à distância e em banheiros separados do restante da casa da patroa. Desfalcada do círculo social, está Celia Foote – uma divertida e abobada Jessica Chastain, bem diferente de A Ãrvore da Vida – oposta à mentalidade dominante da cidade.

Numa grande ironia, é por meio das aspirações profissionais de uma garota branca que essas mulheres negras darão vazão a um fluxo de convivência marcada por injustiças. Nas histórias cruzadas dessas mulheres, tão íntimas no dia a dia e tão díspares em suas realidades, porém, há uma ternura embargada que se sobrepõe à opressão do Mississippi. Um sopro de esperança prevalece para guiar um tema que tinha tudo para ser desesperador em direção a um desfecho belo e gracioso. Digno de Oscar.

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Está proibido o DVD de Rafinha Bastos

Categoria: Antenado, Coluna Entre a Gente

Redes de venda de livros e DVDs em São Paulo começaram a receber ontem liminar da 2ª Vara Cível da capital determinando a retirada, em até 20 dias, do DVD ‘A Arte do Insulto’, de Rafinha Bastos. A decisão foi motivada por trecho do vídeo em que ele cita, em uma de suas piadas, o nome da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) – na ocasião, ele conta ter internado seu pênis na Apae após usar um preservativo com efeito retardante.

Segundo o advogado da Apae, Paulo Ricardo Gois Teixeira, em breve, Rafinha deve ser citado. “As lojas receberam ofícios, mas será responsabilidade dele o recolhimento dos DVDsâ€, explica Gois. Se ele não cumprir a ordem judicial, fica sujeito a multa de R$ 30 mil por DVD não recolhido e de R$ 20 mil por novas citações, diretas ou indiretas, à Apae e aos deficientes. A advogada de Rafinha, Thais Colli, está de férias. Sérgio Miguez, gestor do departamento de comunicação da Livraria Cultura, disse à coluna que a loja irá recolher o DVD. Ainda segundo o processo, Rafinha terá de pagar a indenização de R$ 200 mil.

Belas e feras do nosso Brasil

Categoria: Antenado, TV

ALINE NUNES
 aline.nunes at grupoestado.com.br
Pisar na Globo e ter a chance de protagonizar uma novela no horário nobre do canal já é razão de envaidecimento para alguns. Desfilar, então, numa passarela, com vestidos avassaladores, cabelos ao vento e embalada por versos como: ‘linda, doce, fera/seu corpo provoca engarrafamento/mudança de vento/faz fila de espera’, de Pedro Luis e A Parede, é para poucas. Em 2010, Fernanda Torres, Angélica, Sonia Braga e outras sete mulheres desfrutaram desse privilégio. E fizeram atrizes como Juliana Paes, Giovanna Antonelli e Alice Braga assistirem ao formato e lamentarem estar com suas agendas tomadas.
Daniel Filho, diretor da série As Cariocas, resolveu então avançar nos escritos da canção Bela Fera, de Pedro Luis e A Parede, e ao chegar na estrofe “A bela é carioca, mas é da cor do Brasil†teve o insight. “Patrocínio de cinema tá difícil. Então, por que não uma série As Brasileiras?â€, refletiu. Obstinado, o diretor levou a hipótese à cúpula da Globo e escutou: “Não vai haver outras mulheres.†Daniel Filho, que já tinha na manga todas as outras possíveis protagonistas, retrucou: “No Brasil, uma coisa boa que temos são as atrizes. Me desculpem todos, mas as mulheres são muito melhores que os homens.â€
O argumento foi tão consistente que hoje, às 23h10, outras 22 mulheres aterrissam na Globo. Na mesma linha da atração anterior: a cada episódio, um novo mulherão é protagonista.
Juliana Paes é quem abre a safra, como A Justiceira de Olinda. “Uma mulher que não leva desaforo para casaâ€, como a atriz descreve sua Janaína. Abusar dos decotes sensuais e arrancar o chiado “carioquês†estavam entre as tarefas da atriz. No entanto, o que deixou Juliana estarrecida foi o roteiro de seu capítulo, e a escolha de Daniel Filho por ela. “Acho que fui a única com coragem para encarar um episódio com uma castração.â€
No episódio de Juliana Paes, a que o JT assistiu, Janaína é uma mulher apaixonada pelo marido, Anderson (Marcos Palmeira), mas seu mundo cor-de-rosa desmorona quando ele dá indícios de que a está traindo. Com narração cômica do próprio Daniel Filho ao fundo, Janaína vai até a casa da amiga Valquíria (Leona Cavalli), gruda a orelha na porta e escuta um diálogo suspeito entre os dois. Pronto. Ela não tem mais dúvidas. Janaína vai para casa e começa a picar uns legumes enquanto espera o maridão chegar. “Vai tomar um banho, tá fedidinhoâ€, diz ela. Anderson obedece. E então, eis que Janaína se torna personagem de Hitchcock; a trilha de Psicose (1960) vem à tona e, com um facão em mãos, ela o aborda no chuveiro para um ataque cirúrgico.
Desastradas, venenosas…
Trágico, porém cômico. É esse mesmo tom que Daniel Filho tenta espalhar pelos episódios seguintes, com atrizes e aspirantes a intérpretes. Afinal, entre estrelas como Fernanda Montenegro (Maria do Brasil) e Patrícia Pillar (A Viúva do Maranhão) estão as cantoras Sandy (A Reacionária do Pantanal), Ivete Sangalo (A Desastrada de Salvador) e a apresentadora Xuxa (A Fofoqueira de Porto Alegre). “A Xuxa diz que não é boa atriz, mas eu a acho uma ótima comediante. Vocês vão gostarâ€, diz o diretor. Maria Flor, que vive Shirley (A De Menor do Amazonas), reforça o discurso. “Tem mulher de todas as regiões do País. As pessoas vão se identificarâ€, diz a atriz.
Não que em Porto Alegre as mulheres sejam fofoqueiras, ou em São Paulo, venenosas – Giovanna Antonelli, por sua vez, é Gigi, A Venenosa de Sampa. “Primeiro, escolhemos a história, depois, local e atrizâ€, explica Daniel Filho. E os homens que acompanharam essas beldades, como foram selecionados? “À altura delasâ€, rebate o diretor. No elenco masculino da série estão Rodrigo Santoro, Rodrigo Lombardi, Marcos Palmeira, Edson Celulari e Fábio Assunção. Com esse time, quem sabe Pedro Luis e A Parede, ou a Globo, não criam a versão masculina de Bela Fera.  ::

Xanadu volta sem Fragoso e sem cena de voo

Categoria: Antenado, Coluna Entre a Gente

Aline Nunes

Após a queda de uma altura de 5 m em sessão do musical ‘Xanadu’, Thiago Fragoso – internado na Casa de Saúde São José (RJ) com quadro estável, mas sem previsão de alta –será substituído por Danilo Timm. Danielle Winits, de alta, volta ao palco domingo, quando a peça deve voltar a cartaz. A cena de voo em que eles se acidentaram, porém, deve ser cortada. Os cabos de aço que se romperam quando seguravam os atores estão na perícia. Em teoria, suportariam duas toneladas.

Sidney Magal, no elenco, falou ao ‘JT’. “É um momento triste e delicado que envolve a saúde física e mental de todos. Aguardo ansioso a recuperação de meus colegas.†Fragoso ainda pode ser submetido a um procedimento nas costas.

A Polícia investiga a chance de sabotagem em ‘Xanadu’. No Facebook, porém, o diretor Miguel Falabella dissipou a hipótese. “Não acredito em sabotagem, porque não sou paranoico. É difícil quatro cabos de aço arrebentarem juntos? É. Mas a vida é improvável, no fim das contas.â€

Thiago Fragoso, que entraria na novela ‘A Vida da Gente’ nesta quinta-feira, também terá
de ser trocado. Na trama, ele seria Gabriel, par romântico de Manu (Marjorie Estiano). Para o lugar de Fragoso, o diretor Jayme Monjardim escalou o ator Eriberto Leão.
O ator já começa a gravar hoje.

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