Sempre amaremos Whitney
- 12 de fevereiro de 2012 |
- 23h01 |
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Categoria: Celebridades
FERNANDA BRAMBILLA
A cena, emblemática nos anos 90, mostra uma cantora poderosa,de atitude vibrante e com a confiança de quem tem o mundo a seus pés, desfalecer. No instante seguinte, sem forças, está rendida nos braços de seu guarda-costas, vencida.
Sua voz, silenciada. Ápice do filme O Guarda-Costas, a passagem trágica ilustra com precisão o que reservaria a sua intérprete. Whitney Houston, dona de uma das vozes mais potentes de sua geração, foi encontrada morta no sábado à tarde (horário local), na banheira da suíte de um hotel em Beverly Hills, nos EUA. A cantora de 48 anos se preparava para a participação que faria em uma festa pré-Grammy. Whitney já não tinha vez no evento principal de domingo, 12, à noite, considerado o Oscar da música, que ela venceu seis vezes. Numa triste ironia, ela voltou, uma vez mais, ao palco maior do Grammy, para ser imortalizada entre as grandes divas da música. O tributo ficou a cargo de Jennifer Hudson, uma das muitas jovens cantoras que obtiveram sucesso seguindo a trilha aberta majestosamente por Whitney.
O corpo da cantora foi encontrado submerso na banheira. A autópsia, que vai revelar a causa da morte, foi realizada neste domingo, mas seu resultado depende do exame toxicológico, que levará de quatro a seis semanas para ser concluído. De acordo com o site americano TMZ, a cantora estaria sob efeito de Xanax, tranquilizante usado no tratamento de ansiedade e depressão. Sem indícios de drogas, a suspeita é de que Whitney tenha adormecido na banheira e morrido afogada. Paramédicos tentaram reanimá-la por 20 minutos. A cantora conversou com a mãe horas antes; Cissy Houston disse que a filha parecia normal.
Whitney deixa uma filha, Bobbi Kristina, de 18 anos, fruto do conturbado casamento com o também cantor Bobby Brown, fãs chorosos, e um legado de 200 milhões de discos vendidos.
Brilhantismo e a humilhação
A união com Brown, aliás, marcada por escândalos, brigas e drogas, foi selada em 1992, ano de sua consagração com o filme O Guarda-Costas, protagonizado por ela. Com a fervorosa I Will Always Love You como carro-chefe, a trilha sonora se tornaria um dos 10 álbuns mais vendidos de todos os tempos, e lhe daria três Grammy.
O turbilhão do sucesso de Whitney seria eclipsado muitas vezes por sua conturbada vida matrimonial –Whitney chegou a ser fotografada com hematomas no rosto e inclusive denunciou Brown por violência doméstica. Uma grande contradição para a cantora, que irrompeu no cenário gospel cantando a plenitude a partir do amor.
Em 1985, fez uma estreia magnânima com o álbum Whitney Houston, catapultado pela balada The Greatest Love of All, que vendeu 13 milhões de cópias e renderia o primeiro Grammy. Dois anos depois, mais um, com I Wanna Dance With Somebody.
Whitney parecia destinada à grandeza desde a infância. Além da prima Dionne, a mãe era cantora gospel e corista de Aretha Franklin, sua madrinha. Ela também iniciaria na igreja, mas alçaria voo.
Um longo hiato de sucessos seria quebrado ainda nos anos 90, com o sexto Grammy, pela dançante It´s Not Right But It´s Okay (1999). Mas uma década obscura viria, e os anos 2000 decretariam sua ruína. Whitney alternou-se em aparições ora alteradas, ora cadavéricas, foi e voltou para a reabilitação, e perdeu-se. Em 2009, em entrevista à Oprah Winfrey, admitiu que sua voz nunca mais seria a mesma. Nem sua vida, que caminhava para um triste fim. Uma última alegria, no entanto, está reservada aos fãs. Whitney estará no remake do filme Sparkle (1976), em pós-produção, baseado na história do The Supremes.
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Whitney, romantismo até a última gota
- 12 de fevereiro de 2012 |
- 23h00 |
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Categoria: Celebridades
PEDRO ANTUNES
De corpo magro e rosto delicado, Whitney Houston chocava ao abrir a boca e soltar a voz. Nem muito aguda, nem muito grave, cristalina e doce. Dona de uma capacidade fora do comum de transitar entre tons altos e baixos, a cantora tinha entre suas grandes qualidades um diafragma bem treinado, capaz de segurar longuíssimas frases sem mostrar esforço. Quando cantava, caíam os queixos, os corações feridos choravam.
Whitney resgatou o gospel, reanimou um soul combalido, transformou o R&B. Era efervescente. Difícil cansar de ouvir I Will Always Love You, balada triste de Dolly Parton, trilha de O Guarda-Costas (1992). Vendeu 200 milhões de discos vendidos e ganhou seis prêmios Grammy.
Se cantoras negras estão espalhadas pelas rádios e paradas de sucesso, tudo teve início com Whitney. Michael Jackson abriu as portas para a música black, no começo da década de 80, mas foi com ela que a voz feminina ganhou impulso. Nem Mariah Carey, nem Celine Dion, nem Barbra Streisand. De meados dos anos 80 até os anos 90, Whitney Houston era dona do mundo. Virou diva e rainha do pop e soul. Seu apelido, A Voz, dizia tudo.
Delicada, romântica, brega (claro, todo romance é brega). Tudo intensamente. Whitney soube cantar para o mundo todo com a angústia e urgência dos apaixonados. Fazia chorar e rir. Mas sofreu com a indústria. Foi sugada até onde foi possível, até as vendas de discos despencarem. Como uma estrela, ela teve seu ápice de luz, antes de conhecer o fundo do poço. Os anos 2000 foram cruéis. Foi colocada de lado para que novas vozes, claramente influenciadas por ela (Christina Aguilera, Kelly Clarkson, Alicia Keys, Beyoncé, Leona Lewis), ecoassem. Eram mais jovens, mais bonitas. E menos talentosas. Whitney tentou ser dançante, mas fracassou.
Casamentos fracassados e as drogas fizeram de Whitney uma estrela caída. Um fim trágico e melancólico. I Look to You, seu ultimo disco, trazia uma artista decrépita, voz rouca, grave. Um disco sem alma, facilmente esquecível. A memória dela, no entanto, faz voltar para 1992. E I Will Always Love You, por sua vez, ficará para sempre. Assim, brega e romântica, como Whitney merece.
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Rosi Campos: ‘É maravilhoso poder carregar a Morgana pelo resto da vida’
- 12 de fevereiro de 2012 |
- 22h45 |
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Categoria: Celebridades, Cinema, Entrevistas, Espetáculo, Show, Teatro, TV
Por Maiara Camargo
Em cartaz com a peça infantil ‘A Saga da Bruxa Morgana e a Família Real’, a atriz Rosi Campos revisita a personagem que marcou sua carreira, a simpática feiticeira do ‘Castelo Rá-Tim-Bum’, da TV Cultura. Simultaneamente, Rosi já está gravando a próxima novela das 6, ‘Amor Eterno Amor’, que tem estreia prevista para o próximo mês.
Nos palcos há mais de 35 anos, Rosi se formou em jornalismo e chegou a trabalhar nos Correios, ao lado de Eliane Giardini, durante a faculdade. Ao JT, a atriz falou sobre o medo de cirurgias plásticas, a infância, a corrupção que assola o País e mais.
Você fez muitos personagens, mas a Morgana é a mais conhecida. É o personagem da sua vida?
A Morgana e a Mamuska são meus papéis mais lembrados. A diferença é que a Morgana eu continuo fazendo. É super legal ter um personagem de que a criançada gosta. Então, é maravilhoso poder carregá-la pelo resto da vida.
Muita gente tem você como ídolo de infância. Quem foram os seus ídolos de criança?
Ah, o Flash Gordon, Rin Tin Tin, National Kid… Era o que tínhamos para assistir naquela época.
Você nasceu em Bragança Paulista (SP). Morou por lá?
Eu nasci em Bragança porque meu pai levou a farmácia do meu avô para a cidade, que estava prosperando, quando minha mãe estava grávida. Meu pai era advogado, e meu avô era farmacêutico. Então, é uma cidade onde não tenho parentes. Minha família é de Santa Cruz das Palmeiras. Com sete meses, vim morar em São Paulo.
Como você era na infância?
Eu estudei em escola de freiras, só de meninas, mas não era tão rígido. Dava para fazer umas baguncinhas. Eu era tímida e, como sempre fui alta, ficava no fundão, mas não dei nenhum trabalho para os meus pais (risos).
Você sempre quis ser atriz?
Eu queria fazer cinema, mas, naquela época, só tinha pornochanchada. Meu pai não ia deixar. Mas ele me deixou fazer jornalismo. Eu fui estudar na USP, e como os departamentos eram meio juntos, eu fazia aulas de cinema, música. Também havia o teatro, né?
Foi lá que você começou?
Comecei com montagens no grupo Geteca. Depois, fui para o Mambembe. Foi nessa época que realmente entrei para o teatro.
Trabalhou com jornalismo?
Não em redação, mas fui assessora de imprensa da Som Livre por cinco anos. Na época, eu já estava fazendo teatro. Antes, na faculdade, trabalhei nos Correios.
Nos Correios?
Sim, no setor de telegrama por telefone, em 1978. Eu e a Eliane Giardini trabalhávamos no mesmo departamento. Pagava muito bem e eu trabalhava só meio período. Eu já conhecia ela do teatro e nos cruzamos lá por acaso.
Tinha muito telegrama com conteúdo estranho?
Nossa, tinha de tudo, até telegrama vendendo o Maranhão (risos). Tinha mensagem cifrada, que não dava para entender. A vida estava passando ali. Era época de ditadura. Só tinha mulher trabalhando, e eram umas mulheres muito loucas.
Como foi quando seu pai te viu no teatro?
Ele não gostava muito. Na verdade, ele assistiu apenas uma peça minha. E ele morreu cedo, em 1981, eu ainda estava começando. Talvez, se tivesse acompanhado mais, iria gostar. Já a minha mãe sempre me deu força.
Foi em 1989 que você fundou o Circo Grafitti, certo?
Sim, nós estreamos com Você Vai Ver o que Você Vai Ver, com direção do Gabriel Vilella. Levamos a peça até para a Colômbia.
Foi nessa viagem que vocês precisaram de seguranças?
Não, isso foi com o Teledeum (1987), que levamos para um festival na Colômbia. Quando descemos no aeroporto, o Mario César Camargo estava com uma garrafa de uísque na mão. No dia seguinte, saiu no jornal que não era para ninguém ver a peça. Eles ameaçaram o Cacá Rosset de morte.
Ficaram com medo?
Não, achamos engraçado. Andávamos acompanhados pelos bombeiros, e antes da peça os cachorros verificavam se não havia bomba no teatro. Era uma medida de segurança bem comum por lá.
Em 2010, você atuou em ‘Chico Xavier – O Filme’. Segue alguma religião?
Sou espírita. Eu me tornei espírita depois dos 30 anos. Comecei a frequentar com meu marido o centro espírita do dr. Herculano Pires e gostei muito. E foi ótimo fazer o filme, que é muito bonito.
Vi que você tem Facebook. Gosta de redes sociais?
Eu tento manter, mas acho difícil encontrar tempo para isso. Tento responder aos fãs, mas no momento estou meio relapsa.Não ão sei usar essas coisas muito bem. Só aprendi a mexer no Facebook.
No seu perfil, aparece indicado que você tem uma visão política de esquerda.
Sério, onde isso? Ah, essa coisa de direita e esquerda não existe mais, é coisa antiga. Hoje em dia é tudo misturado, não existe partido. Existe quem vai roubar mais. Essa questão ideológica acabou, o que pode até ser bom. Muita coisa errada foi feita em nome da direita e da esquerda. O que precisamos é de bons gestores, de pessoas que resolvam os problemas, não de políticos.
Acompanha noticiário político?
Sim e fico indignada com os casos de corrupção, mas ninguém faz nada. É um povo que, podendo, também rouba. O que é que nós vamos fazer? A pessoa acha que tudo bem pegar um pouquinho aqui, ali. A questão da ética no Brasil é complicada.
O que está achando do governo da presidente Dilma?
Estou achando legal. Antes, nos outros governos, houve uma época de crescimento muito grande com as coisas boas que aconteceram no mundo. Com a China comprando. Mas, na verdade, o Brasil não está crescendo, o que está crescendo é um setor. Se você viajar 100 quilômetros para dentro de São Paulo, parece que você ainda está em 1500. Há muita gente pobre, sem saneamento básico. Claro que muitas coisas melhoraram, mas enquanto existir isso, como você pode falar que o Brasil está maravilhoso?
Você está com 57 anos. Como lida com a idade? É vaidosa?
Eu não tenho muita paciência para isso. Você tem que se cuidar, televisão é cruel, mas eu nunca fiz plástica. Tenho medo. Agora, você tem que começar com menos de 40 anos, quando ainda pode fazer um procedimento corretivo, que não seja tão radical. Após os 30, a cara cai mesmo (risos).
Seu filho (Pedro Brandi) e seu marido (Ary Brandi) participam do espetáculo. Como é trabalhar em família?
Sim, meu filho sempre trabalha comigo. Ele é ator, fez faculdade de cinema e de artes cênicas. Ele também assina a luz do espetáculo. E assume o papel do ator Tadeu de Pyetro quando precisa. Eu aproveito que estamos trabalhando juntos para dar uns beijos e abraços escondidos nele (risos).
E seu marido?
Ele é produtor do espetáculo. Ele é fotógrafo de teatro e shows há mais de 35 anos. Somos casados desde 1979, faz as contas…
E como se mantém um casamento de 33 anos?
Ah, nós nos aguentamos, né?
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Corpo de Whitney passará por autópsia
- 12 de fevereiro de 2012 |
- 16h36 |
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Categoria: Celebridades
O corpo da cantora Whitney Houston, que morreu neste sábado aos 48 anos, passará por uma autópsia para determinar a causa da morte. Uma das possibilidades é que ela tenha se afogado na banheira, segundo o site TMZ.
Até o momento, não foram encontradas drogas ilegais nem evidências de uso de álcool no quarto do hotel em Beverly Hills, na Califórnia, onde ela foi encontrada morta ontem à noite. No entanto, havia receitas de medicamentos.
O corpo de Whitney foi encontrado na banheira do quarto por um integrante de sua equipe, que acionou a segurança do hotel. O serviço de emergência 191 chegou a ser contactado. A cantora foi declarada morta às 15h55 (horário local, 22h55 de Brasília) no Hotel Beverly Hilton, apesar dos esforços de reanimação, disse um porta-voz policial. O tenente da Polícia de Beverly Hills Mark Rosen assegurou à imprensa que “não havia sinais evidentes de intenção criminosa” e que a causa de sua morte está sendo investigada.
Whitney, que se preparava para reaparecer no cinema em uma nova versão de “Sparkle”, seu primeiro papel cinematográfico desde “Um Anjo em Minha Vida” em 1996, morreu na véspera da 54ª entrega anual dos prêmios Grammy.
A notícia de sua morte provocou uma onda de reações nos meios de comunicação de admiradores e outras celebridades. “O coração destroçado e em lágrimas pela trágica morte da minha amiga, a incomparável Whitney Houston… Nunca será esquecida como uma das maiores vozes da terra”, expressou a cantora Mariah Carey.
Gloria Estefan se mostrava incrédula perante a notícia em sua conta do Twitter e pedia que alguém lhe desmentisse a triste notícia. “Perdemos outra lenda. Amor e orações para a família de Whitney. Vamos sentir sua falta”, disse Aguilera também nesta rede social.
A irmã de Michael Jackson, Latoya, quis dar os pêsames à mãe e à filha da cantora: “Não posso entender o fato de que Whitneyhouston tenha morrido! Meu coração está com sua mãe, sua filha e seus entes queridos”, escreveu.
Houston se casou com o cantor de rap, Bobby Brown, em 18 de julho de 1992, mas o casal se separou em 2006 após 14 anos de uma relação que a desgastou emocionalmente e a levou às drogas, segundo confessou a própria artista. Em setembro de 2009, afirmou na televisão que estava recuperada, depois de ter sido viciada em maconha e cocaína, quando estava casada com Brown. A cantora reconheceu que, embora ainda se sentisse atraída pelas drogas, confiava em
Deus para superar a maior tentação de sua vida.
A trajetória de Whitney Houston combinou glória e tragédia. Em meados dos anos 1990, quando ainda frequentava o topo do universo pop, mergulhou no vício em cocaína, remédios e maconha, admitiu em entrevista à Oprah Winfrey. O casamento com o cantor Bobby Brown, que durou de 1992 a 2007, também foi tumultuado –em entrevista, ela chegou a culpar o matrimônio pela decadência — e incluiu uma acusação de abuso doméstico contra Brown em 1993.
A cantora passou por várias internações em clínicas de reabilitação. Em maio do ano passado, ela se internou voluntariamente, mais uma vez.
Grammy, a noite de Adele e Tom Jobim
- 12 de fevereiro de 2012 |
- 8h00 |
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Categoria: Celebridades, Música, TV
Por Pedro Antunes
A noite de hoje pode ser de Adele, Foo Fighters, Bruno Mars ou Kanye West, maiores indicados para o Grammy deste ano (os três primeiros concorrem a seis estatuetas, enquanto o último, a sete), mas tudo terá um gostinho de bossa nova bem conhecido por aqui. O novo soul, o rock, o R&B grudento e o rap classudo deles dão passagem a uma homenagem ao brasileiríssimo Antônio Carlos Jobim, o Tom, na cerimônia de hoje à noite, em Los Angeles (EUA). Aqui no Brasil, a festa terá início às 23h e será transmitida pelo canal por assinatura TNT.
A versão musical do Oscar incluiu o maestro carioca na categoria Special Merit Awards (algo como Prêmio de Mérito Especial). Tom, que teria completado 85 anos em 2012, divide a lista de premiação especial com nomes como Diana Ross, o cantor e poeta Gil Scott-Heron, morto em 2011, Allman Brothers Band, Glen Campbell, George Jones e Memphis Horns.
Saindo um pouco da música, até Steve Jobs, criador da Apple morto em outubro, também receberá a homenagem.
Durante a disputa musical, outro acontecimento é o retorno de Adele aos palcos. A cantora, uma máquina de quebrar recordes de vendas de discos com o seu 21, precisou afastar-se do palco em novembro para uma cirurgia na garganta, para a retirada de um pólipo benigno nas cordas vocais.
São 78 categorias e o líder de indicações é o rapper Kanye West, apesar de não figurar entre as principais premiações, apenas Canção do Ano, com All of the Lights, canção em que divide os vocais com Rihanna, Fergie e o rapper Kid Cudi. Na categoria ele disputa com Rolling In The Deep (Adele), Holocene (Bon Iver), Grenade (Bruno Mars) e The Cave (Mum ford & Sons). O disco do ano fica entre 21 (de novo, Adele), Wasting Light (Foo Fighters), Born This Way (Lady Gaga), Doo-Wops & Hooligans (Bruno Mars) e Loud (Rihanna). A audiência esperada é de 25 milhões nos EUA.
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