‘Decisão contra a B2W foi extrema e descabida’
- 18 de março de 2012 |
- 20h05 |
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Categoria: comércio
Rodrigo Petry – Agência Estado
A decisão do Procon, na última quarta-feira, de obrigar a B2W a cancelar as atividades no Estado de São Paulo por três dias e aplicar multa de R$ 1,7 milhão foi considerada pelo diretor de operações da empresa, Timotheo Barros, como “drástica, extrema e descabida”.
O executivo diz que a medida, que atingiu os sites da Americanas.com, Submarino e Shoptime, não reflete a qualidade de atendimento deste ano. A justificativa do órgão de defesa dos direitos do consumidor para a ação era o aumento de 180% no número de reclamações por atrasos na entrega de produtos em 2011, que a empresa diz já ter solucionado.
Na mesma quarta-feira, a varejista online obteve liminar na 7.ª Vara de Fazenda Pública de São Paulo suspendendo a decisão do Procon (o órgão de defesa do consumidor vai recorrer). Barros se diz injustiçado em relação a outros “campeões” de reclamação, como o Bradesco: “Quando se fala da B2W, há dois pesos e duas medidas.”
Como estão atualmente os nÃveis de reclamação com as compras nos sites da B2W?
O volume de reclamações no Procon-SP caiu 72% no primeiro bimestre. No ano passado, ficamos em segundo lugar no ranking do Procon, mas hoje estamos em 11.º. Isso demonstra que os problemas que enfrentamos no final de 2010 e inÃcio de 2011 são uma página totalmente virada.
Todos os problemas foram identificados e solucionados?
Os indicadores mostram a melhora. Não significa que estamos satisfeitos com o atual nÃvel da operação. Logicamente, a gente sabe que o erro zero é quase impossÃvel. Estamos investindo no pós-venda, em sermos mais rápidos e numa solução imediata dos problemas, com o aumento, por exemplo, de 40% do número de pessoas nas centrais de atendimento.
Já há uma normalização dos serviços?
No pior momento, entre o final de 2010 e inÃcio de 2011, nosso Ãndice de problemas girava em torno de 1%. Na nossa visão, é um processo de melhoria continua, um degrau de cada vez. Não adianta dar grandes saltos, de forma insustentável. Mas os indicadores melhoram de forma consistente.
Quais serão os argumentos da defesa da B2W para derrubar a decisão do Procon de fechar os sites em São Paulo por três dias?
A decisão do Procon-SP é drástica, extrema e descabida à companhia e aos clientes. Há uma desproporcionalidade no julgamento. Não ouvi ninguém falar em fechar o Bradesco, que liderou as reclamações no Procon-SP no ano passado, ou paralisar operações da Telefônica. Quando se fala da B2W, há dois pesos e duas medidas.
A empresa vai reconquistar a confiança do consumidor?
Nós não perdemos a confiança do consumidor. As vendas continuam, mostrando que os clientes acreditam na empresa.
Junto com a desaceleração da vendas, as margens recuaram em 2011. Como reverter isso?
A recuperação das margens passa por uma combinação de sortimento, tipos de produtos e frete. A própria trajetória da Amazon foi de anos de baixo crescimento e depois retomou. No último ano, crescemos menos do que desejávamos? Sim. Mas não medimos esforços e investimento para elevar o nÃvel de satisfação do cliente. Operamos com prazos mais dilatados, de forma conservadora, impactando, sim, nas vendas.
Os gastos relacionados aos problemas nas entregas, como custos de indenizações e ações judiciais, seguem este ano?
À medida que melhoramos os nÃveis de serviços, esses gastos vão se arrefecendo. Existe um ciclo de processos no Procon e nos juizados que pode durar até um ano. Ainda vamos ter impactos, sim, em 2012. Não conseguiria precisar quanto, mas serão menores.
Como a empresa investiu para melhorar os serviços?
SaÃmos de um modelo concentrado para um descentralizado. Antes, os pedidos saÃam apenas dos centros de distribuição de São Paulo e, até o próximo ano, vão sair por quatro Estados diferentes. Vamos começar a operar ainda este ano em um novo centro de distribuição, alugado, no Rio de Janeiro, nosso segundo maior mercado. Estamos construindo um em Uberlândia (MG) (o outro fica no Recife).
A empresa está preocupada com a perda da liderança?
A concorrência é boa, porque nos força a ter melhores nÃveis de operação. Mas a B2W é a única companhia listada em bolsa, no Novo Mercado, com a obrigação da apresentação dos números, diferentemente de outras varejistas, que têm o comércio eletrônico como divisões ou departamentos. Em 2011, fomos lÃderes de mercado e vamos continuar assim este ano.
A empresa estuda a possibilidade de fechamento do capital, a venda da operação ou alguma associação com outra empresa?
Não temos nada. A estratégia da Lojas Americanas (controladora da B2W) é manter uma companhia de multimarcas, com vendas nas lojas fÃsicas, internet, catálogo e telefone. Além disso, no ano passado, a B2W participou de uma capitalização de R$ 1 bilhão da Lojas Americanas.
Bancos assumem o topo da lista de queixas do Procon-SP
- 15 de março de 2012 |
- 23h00 |
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Categoria: Agenda, Análise, Empresas
SAULO LUZ
O Bradesco foi a empresa que recebeu mais reclamações no Procon-SP em 2011. Essa é a novidade do ranking anual do órgão de defesa do consumidor, divulgado ontem em São Paulo. O banco somou 1.723 queixas de clientes e saltou da 3ª posição em 2010 para o topo da lista, ultrapassando a Telefônica – que encabeçava a listagem da entidade desde 2006.
A segunda posição ficou com a B2W – companhia proprietária das páginas de e-commerce Americanas.com, Submarino e Shoptime -, com 1.574 reclamações. O grupo pulou da 21º colocação para o segundo lugar da lista. Esse fato foi um dos que motivaram o Procon-SP a suspender por 72 horas as atividades dos três sites anteontem. Mas uma liminar da Justiça revogou a punição. Outro destaque foi a subida do Itaú Unibanco, que ficou com o 3º lugar, com 1.383 queixas, seguido pela LG (1.164), TIM (937) e Telefônica (835). Oi, Eletropaulo, Carrefour e Panamericano fecham a lista das 10 empresas mais reclamadas.
O aumento das queixas contra instituições financeiras foi causado por cobranças indevidas e oferta de crédito. “Já contatamos os bancos e o Banco Central para que resolvam principalmente as questões relacionadas ao crédito consignado e a atuação dos correspondentes bancários – como lojas de varejo que vendem créditoâ€, diz o diretor executivo do Procon-SP, Paulo Arthur Góes.
O balanço do órgão mostra ainda que a empresa que menos resolveu os problemas de seus clientes em 2011 foi o Carrefour, que não solucionou 91% das reclamações. Em seguida aparecem Banco Panamericano (77% de solicitações sem solução), AES Eletropaulo (74%), Bradesco (50%), Oi (50%), TIM (42%), Itaú Unibanco (42%), B2W (39%), LG (25%) e Telefônica (21%). “Os problemas do Carrefour também são relacionados à s financeiras – as queixas foram contra o cartão de crédito da rede de varejoâ€, diz Góes.
Por segmentos econômicos, o levantamento aponta a área de produtos (móveis, eletrônicos e vestuário, dentre outros) como a que registrou maior número de reclamações fundamentadas (queixa que não foi resolvida e que gerou processo interno no Procon), com 37% dos casos. Em seguida aparecem os assuntos financeiros (bancos, seguradoras, financeiras), com 28% das ocorrências.
Lojas virtuais, incluindo sites de compras coletivas, tiveram crescimento expressivo nas queixas. Em comparação a 2010, houve aumento de 86%. “Nesse caso, o problemas são primários como a falta de entrega e defeitos nos produtos adquiridosâ€, diz Góes.
Ranking online
O Itaú Unibanco é a empresa mais reclamada no Procon-SP em 2012, até o momento. A informação é do ranking online que o órgão de defesa do consumidor lançou ontem (dia mundial do consumidor) e exibirá de agora em diante em seu portal eletrônico www.procon.sp.gov.br).
Atualizado diariamente, o ranking online indicará em tempo real o nome das 30 empresas que mais estão causando reclamações ao Procon-SP no acumulado do ano (desde o dia 1º de janeiro), citando os Ãndices de solução desses casos.
No perÃodo, o Itaú Unibanco já somou 1.525 queixas e é seguido por Telefônica (977), Bradesco (842), Claro (624), Embratel (508), Eletropaulo (488), Santander (472), NET (443), TIM (407)e OI (350).
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Procon-SP suspende três lojas online
- 14 de março de 2012 |
- 17h57 |
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Categoria: Consumo, Empresas, Internet, Serviços, Tecnologia
As atividades dos sites de compras Americanas.com, Submarino.com e Shoptime.com foram suspensas por 72h por determinação da Fundação Procon de São Paulo. A determinação de três dias de suspensão ocorre em razão de um aumento de 180% no número de reclamações de consumidores feitas em 2011 em comparação ao ano anterior.
Em 2010, o órgão de defesa do consumidor registrou 2.224 atendimentos sobre problemas com os sites. No ano seguinte foram 6.233, a maioria deles por falta de entrega do produto ou defeito no item adquirido. A ordem foi publicada hoje no Diário Oficial do Estado e a suspensão é válida a partir de amanhã.
O Procon-SP também aplicou multa de R$ 1.744.320,00 à B2W — Companhia Global do Varejo, responsável pelas páginas eletrônicas Americanas porto com, Submarino ponto com e Shoptime ponto com.
A medida vale para todo o Estado de São Paulo. A empresa já havia recorrido da decisão em 1º grau, publicada em 10 de novembro de 2011 no Diário Oficial do Estado.
Wladimir D’Andrade — Agência Estado
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Loja virtual pede voto de confiança neste Natal
- 5 de dezembro de 2011 |
- 0h04 |
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Categoria: comércio
O Natal deste ano será decisivo para o futuro do comércio eletrônico no Brasil. Com o desafio de recuperar a credibilidade arranhada pela escalada de atrasos nas entregas que começou no Natal do ano passado e se estendeu por todo este ano, as principais empresas de e-commerce do PaÃs prometem um fim de ano diferente. Mas muitos consumidores ainda estão com o pé atrás.
A maioria das empresas ouvidas pelo Estado diz ter ampliado o estoque e a parceria com transportadoras para evitar atrasos na entrega de presentes que podem deixar consumidores enfurecidos se chegarem depois do Natal. Em dezembro de 2010, o site Reclame Aqui registrou 13 mil queixas contra lojas virtuais, 180% mais do que em 2009. Uma em cada quatro era sobre atraso.
Para o presidente do site, MaurÃcio Vargas, o efeito dominó que os atrasos do Natal provocaram nas entregas das principais empresas em 2011 (somando 400 mil queixas) desacelerou o crescimento do e-commerce no Brasil este ano. Ele calcula que a estimativa da consultoria e-bit, de alta de 20% nas vendas pela internet neste Natal em relação ao de 2010, poderia ser pelo menos 10 pontos maior se os consumidores não estivessem tão desconfiados. Entre 2009 e 2010, a alta foi de 40%.
“O Natal passado foi um desastre e muita gente está com receio agora. As grandes empresas sentiram isso e sabem que não podem falhar mais. Algumas medidas são boas, mas não superam todos os problemas de operação. Esse Natal será melhor, mas ainda veremos problemas”, diz o presidente do Reclame Aqui.
Pesquisa da consultoria Delloite em todo o PaÃs mostra que as compras na internet ainda têm crédito. Entre os entrevistados, 21% pretendem comprar na rede este ano. A opção perde apenas para lojas de departamentos (25%) e shoppings (22%). Entre os que usarão a internet, 70% vão comprar metade dos presentes de Natal na rede.
Para Reynaldo Saad, sócio lÃder para o varejo da Delloite, ainda há confiança no canal, principalmente entre os mais organizados, que antecipam as compras e ficam menos vulneráveis aos atrasos. Ele acha que o e-commerce continua crescendo, apesar dos percalços que reforçam resistências culturais.
“Ouvindo empresários do setor, notamos que eles estão melhorando a eficiência da cadeia de suprimentos e logÃstica. Sabem que, se não atenderem bem neste Natal, perderão a fidelidade”, avalia Saad. Para Vargas, do Reclame Aqui, a empresa com o maior desafio de salvar a credibilidade neste Natal é a B2W.
Projeto Natal
A operadora de Americanas.com, Submarino e Shoptime sabe disso e até criou o Projeto Natal, para tentar se livrar do posto de campeã de reclamações e processos que resultaram em multas e ameaça de suspensão das vendas pela Justiça. Os executivos não dão entrevista, mas a B2W confirma que uma saÃda encontrada foi aumentar prazos de entrega.
Além de dar mais folga para ajustar a operação, a empresa quer atender a maioria dos pedidos antes do prazo determinado para recuperar credibilidade, surpreendendo positivamente os clientes em vez de aumentar as pendências que têm, elevando as despesas operacionais. A B2W também investiu na logÃstica, ao ampliar capacidade de distribuição e melhorar o frete.
A Nova Pontocom, empresa do Pão de Açúcar que opera as bandeiras Casas Bahia, Extra e Ponto Frio na rede, também criou um plano de Natal. Centralizou o atendimento de pós-venda e aumentou o efetivo em 1,8 mil funcionários. Além de dobrar o número de centros de distribuição para 180 mil metros quadrados, a empresa garantiu dedicação exclusiva de cinco das 20 transportadoras contratadas. Para fidelizar, aposta em ações de marketing em mÃdias sociais.
“A questão está em planejamento e monitoramento”, define o presidente da Nova Pontocom, German Quiroga. Para ele, a culpa dos atrasos não é só das transportadoras, em geral empresas pequenas que não sabem reagir a picos de demanda.
O diretor da Fnac.com, Fábio Pereira, começou a planejar o Natal no primeiro semestre e dobrou o número de transportadoras. Também reforçou o atendimento e quase dobrou o estoque de itens mais procurados. Mesmo assim, a Fnac só vai garantir entrega de Natal até o dia 20. Depois, aumentará o prazo para não prometer o que pode não cumprir. “Melhor perder a venda do que ganhar um cliente falando mal”, diz Pereira.
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Lei da Entrega é descumprida por 50%
- 27 de novembro de 2011 |
- 23h40 |
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Categoria: comércio, Consumo, Empresas, Internet, Serviços, Tecnologia
MARÃLIA ALMEIDA
Quase metade das empresas que operam no Estado de São Paulo descumprem a Lei da Entrega dois anos após a sua entrada em vigor. A informação é do Procon-SP, em levantamento relativo a 2011. A Lei Estadual 13.747/09, de 7 de outubro de 2009, obriga o comércio a agendar o envio de produtos aos clientes em um dos três turnos definidos pelo texto — manhã (8h à s 12h), tarde (12h à s 18h) e noite (18h à s 23h).
O Ãndice de descumprimento já foi maior em fiscalizações realizadas em 2009 — bateu em 65% dos estabelecimentos comerciais. Dois depois a situação continua estarrecedora, já que 48% não respeitam a lei.
Como forma de driblar a legislação, as lojas, em especial aquelas que trabalham com comércio virtual, oferecem a entrega com hora marcada, mas como um serviço opcional e cobram frete de até R$ 85 para o consumidor que opta pelo serviço, caso do Submarino. O prazo de entrega do produto também é maior, de oito dias ou mais.

A analista Lilian Ruiz: 33 dias de espera por uma tábua de passar. A rede não ofereceu a opção de entrega agendada (Foto: CLAYTON DE SOUZA/AE)
Já a entrega convencional geralmente tem frete gratuito e é feita de forma mais rápida, em até três dias úteis, mas não há agendamento de horário ou turno, o que obriga o consumidor a ficar esperando em casa ou encontrar alguém que receba a mercadoria. Para o Procon, oferecer as duas formas de entrega é ilegal.
“As empresas estimulam o consumidor a fazer com que a lei caia em desuso. Elas podem cobrar pelo serviço, contanto que ofereçam apenas a entrega agendada. A empresa que oferecer as duas opções vai continuar sendo penalizada. Não pode oferecer um serviço pior do que o previsto na leiâ€, diz Renan Ferracioli, diretor de fiscalização do Procon.
Para corrigir a omissão da lei — que não coÃbe a cobrança adicional — a deputada estadual Vanessa Damo (PMDB), autora do texto aprovado em 2009, quer aprimorá-lo: pretende obrigar as empresas a oferecer o serviço gratuitamente. Só que o projeto 925/11, de autoria do deputado Estevam Galvão (DEM), que tramita na Assembleia Legislativa, quer regulamentar (e permitir) a cobrança para entregar no horário agendado.
“Cobrar descaracteriza a lei. A entrega agendada é um direito e deve ser gratuitaâ€, diz Vanessa Damo. Já Galvão defende os comerciantes: seu projeto diz que a proibição da cobrança da taxa de agendamento “rompe o equilÃbrio das relações de consumo, interferindo no exercÃcio da atividade das empresasâ€.
Autuações
Desde que a lei entrou em vigor, o Procon aplicou 472 autuações, totalizando R$ 49,8 milhões. Porém, parte considerável deste valor ainda está em discussão na esfera administrativa, fora os questionamentos na Justiça. A maior punição relativa à Lei da Entrega está para acontecer: a suspensão de atividades comerciais dos sites do grupo B2W Americanas.com, Submarino e Shoptime), reincidentes no descumprimento da lei. Caso não recorram, os sites terão de sair do ar no dia seguinte à publicação da decisão no Diário Oficial do Estado, o que pode ocorrer ainda em 2011.
Entre as empresas contatada pelo JT, Grupo Pão de Açúcar, Magazine Luiza, Telefônica, Whirlpool e Saraiva não se manifestaram sobre a questão. A NET informou, em nota, que “todos os seus atendimentos são agendados de forma gratuitaâ€. A B2W se limita à dizer que seus três sites cumprem a lei da entrega, mas o Submarino oferece a entrega agendada e a convencional, o que é proibido, segundo o Procon.
O impasse permanece, e o consumidor sofre. A analista de sistemas Lilian Dias Ruiz, 38 anos, comprou uma tábua de passar em uma loja Marabraz e esperou 33 dias pela entrega. “Na hora da compra, prometeram a entrega em uma semana e meia. Não ofereceram a opção de agendamento. Esperei em casa e tive até que pedir para vizinhos ficarem atentosâ€. A Marabraz justifica o atraso em função de falha na entrega do fabricante do móvel.
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