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Domingo, 19 de Maio de 2013
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Brasil gerou 2 milhões de empregos em 9 meses, diz Lupi

Categoria: Trabalho

O Brasil deve chegar aos 2 milhões de empregos criados em nove meses amanhã, quando será divulgado o relatório Caged sobre a criação de vagas formais em setembro. A informação foi adiantada pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi,em entrevista à rádio Estadão ESPN.

“O Brasil tem uma fotografia diferenciada no mundo. O mercado interno mantém o emprego aquecido”, disse o ministro.

O ministro já havia dito no começo do mês que a geração de empregos ao longo de 2011 deverá totalizar 2,7 milhão de postos formais, abaixo da meta anterior, de 3 milhões de vagas.

Segundo ele, todas as categorias tiveram aumento de 26% acima da inflação em oito anos, o que melhorou o poder de compra da população e manteve o círculo virtuoso.

“A maior economia do mundo, os EUA, está gerando 200 mil empregos no período”, comparou o ministro. A projeção do governo é de que o Brasil encerre 2011 com uma taxa de desemprego abaixo de 6% e que chegue a 5% em 2012. “É o número que consideramos ser de pleno emprego”, diz.

Ouça a entrevista completa com Carlos Lupi.

Carreira e Poder em debate na próxima quinta

Categoria: Agenda, Carreira, educação

ELENI TRINDADE

Caráter ou poder? Qual desses valores é mais importante na vida profissional de alguém? Na próxima quinta-feira, dia 16, estudantes poderão encontrar resposta para essa e muitas outras perguntas durante o “Fórum Caráter e Poder 2011 – O que os presidentes de empresas e os consultores aconselham para a sua carreira e para o seu desenvolvimento profissionalâ€.

“Destinado a jovens em busca de chances no mercado de trabalho, o evento contará com a presença de inúmeros ‘gurus’ do mercado e do mundo educacional, além de palestrantes que têm muito o que dizer a esses futuros trabalhadoresâ€, afirma Ruy Leal, presidente do Instituto Via de Acesso, ONG que ajuda no desenvolvimento profissional de estudantes e promove o evento.

A expectativa do instituto é que 1.200 pessoas compareçam ao fórum, que será realizado no auditório do Hotel Maksoud Plaza, na região da Avenida Paulista. A primeira palestra, às 9h15, será “Qual a importância das pessoas para o seu desenvolvimento profissional?â€, com o doutor em Educação Mário Sérgio Cortella.

Em seguida, às 11h15, André Dias, presidente da Monsanto do Brasil, apresenta a palestra “Carreira e poder: como conviver bem?â€.

Às 14h15 é a vez de Jayme Garfinkel, presidente da Porto Seguro, que vai tratar do tema “Construindo sua carreira com sustentabilidadeâ€. O presidente do Conselho de Administração do Banco Santander do Brasil, Fábio Barbosa, encerra o fórum com a palestra “O poder impacta o caráter?â€, que começa às 16h15.

As inscrições são gratuitas e limitadas. Para participar, é necessário colaborar com um 1 kg de alimento não perecível para cada uma das palestras. Todas as doações serão entregues ao Banco de Alimentos de São Paulo.

Serviço:

Fórum Caráter e Poder 2011
Gratuito *
16 de junho (quinta-feira), das 9h às 18h
Auditório do Hotel Maksoud Plaza – Alameda Campinas, 150 (próximo ao Metrô Trianon Masp)
Inscrições: www.viadeacesso.org.br
Mais informações pelo telefone:  11-3809-9400 (horário comercial)
*Para cada palestra, os participantes são convidados a doar 1 kg de alimento não perecível

Classe média latino-americana segue vulnerável

Categoria: Aposentadoria, Consumo, Trabalho

BBC BRASIL

PARIS – Apesar de a classe média da América Latina estar crescendo e começar a ser um motor para o desenvolvimento, ela continua sendo economicamente vulnerável se comparada à dos países ricos, afirma a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em relatório divulgado nesta sexta-feira.

“A classe média latino-americana está confrontada com sérios obstáculos em termos de poder de compra, de educação e de estabilidade no emprego. Esse grupo ainda tem um longo caminho a percorrer para ser comparável às classes médias das economias mais ricas”, diz Ãngel Gurria, secretário-geral da OCDE.

O estudo Perspectivas Econômicas da América Latina 2011 ressalta que o emprego informal é muito elevado nessa camada da população no continente.

Em todos os países latino-americanos, com exceção do Chile, a classe média possui mais trabalhadores informais do que registrados, segundo a OCDE.

Como a informalidade está ligada a uma baixa proteção social, “menos da metade desses trabalhadores da classe média se beneficiará de uma cobertura adequada de segurança social na velhice ou quando perder o emprego”, afirma o relatório.

“Poucos chefes de família da classe média na América Latina têm diploma universitário, e muitos são trabalhadores informais e correm o risco de cair na pobreza se perderem o emprego ou ficarem doentes.”

No Brasil, 52% dos trabalhadores da classe média não pagam contribuições previdenciárias, segundo números de 2006 divulgados no relatório. No Chile, esse número atinge 39% e, na Bolívia, 95%.

As taxas de cobertura social de trabalhadores informais da classe média “são extremamente limitadas” e se situam abaixo de 15% em países como Brasil, México e Chile.

Proteção social

A OCDE alerta que os governos latino-americanos devem agir para que as classes médias não caiam na precariedade e recomenda três medidas: a ampliação da proteção social, o estímulo da mobilidade social por meio da educação e a melhoria da qualidade de serviços públicos, como a educação e a saúde.

A organização afirma que existe, em princípio, uma relação direta entre uma classe média relativamente grande e próspera e o crescimento econômico a longo prazo, maior igualdade social e redução da pobreza.

“No entanto, o alto nível de emprego informal, a baixa cobertura dos programas de proteção social e os recursos fiscais limitados para melhorar os serviços públicos podem anular esses benefícios potenciais na América Latina”, diz a OCDE.

Para a organização, se a classe média possui renda precária e emprego instável, não será possível contar com o consumo dessa faixa da população para estimular o desenvolvimento econômico, e seu crescimento não pode ser considerado como sinal de progresso social.

BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Facebook enfrenta as telas de cinema

Categoria: Empresas, Internet

Seria possível que o indivíduo que criou o Facebook, que conectou tantas pessoas a ponto de ser difícil de acreditar (500 milhões e não para aí) alguém incapaz uma ligação pessoal mais próxima? É possível que o bilionário mais jovem do mundo, um garoto de 26 anos cuja criação permitiu às pessoas se unirem em 207 países, usando 70 línguas, seja o jovem mais solitário do planeta?

Se isso soa para você como uma lorota, você não conhece metade da história. Escrito por Aaron Sorkin, dirigido por David Fincher e ancorada pelo desempenho perfeitamente ajustado de Jesse Eisenberg, o filme A Rede Social, que chegou ontem aos cinemas norte-americanos, conta uma história excelente.

Mas, embora hoje nada esteja mais em moda do que o fenômeno Facebook, A Rede Social é um filme bem sucedido porque sua história é o ingrediente de filmes dramáticos arquetípicos. Ele une a tradição de épicos como A Vida do Dr. Ehrlich, Madame Curie e Edison, o Mago da Luz, com a história familiar do poder corrupto da ambição e do sucesso, que permite que o público sinta que as vidas quotidianas dessas pessoas têm mais significado do que aquelas dos ricos e famosos.

Em alguns aspectos, A Rede Social foge desses filmes biográficos citados e um deles é que, na interpretação de Jesse Eisenberg, o protagonista Mark Zuckerberg é retratado como um jovem estudante de Harvard, de 19 anos, extremamente antipático, não heroico, socialmente desajeitado e temivelmente inteligente.

Jesse está excelente no papel de uma pessoa cujo sucesso é alimentado por ressentimentos de todas as formas e tamanhos. O seu Mark Zuckerberg é tão consumido pelo ímpeto de conquistar cada vez mais status que ninguém é páreo para ele na combinação de um objetivo implacável e na frieza desinteressada que ele consegue expressar.

Embora o filme seja baseado no livro Bilionários por Acaso, de Ben Mezrich, o roteirista Aaron Sorkin realizou sua própria pesquisa da história e o tratamento que deu a ela não foi nada redundante. Mesmo que tenha se falado que A Rede Social teria alguns elementos de Rashomon (em que a história é mostrada a partir de vários pontos de vista), essa é uma pista falsa. Os personagens do filme naturalmente têm pontos de vista diferentes e os detalhes podem ser contestados, mas o impulso básico da história jamais balança, independente dos fatos narrados.

Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, não colaborou com a produção do filme, chamando-o de ficção em entrevista no programa da apresentadora norte-americana a Oprah Winfrey (Foto: Marcio Jose Sanchez/AP Photo)


Rejeição

A Rede Social começa propondo que foi um ressentimento social muito específico que impeliu Zuckerberg na sua trajetória para os bilhões. O filme tem início num bar de universitários perto do campus de Harvard no outono de 2003, com Zuckerberg sendo passado para trás pela namorada.

Sair com ele, ela diz asperamente, é “como ter um encontro com um aparelho de musculaçãoâ€. Furioso por ser rejeitado dessa maneira, ele entra pisoteando em seu dormitório e, com a ajuda do colega de quarto e seu melhor amigo, o brasileiro Eduardo Saverin (interpretado por Andrew Garfield), ele se vinga invadindo sistemas da universidade e criando o Facemasch, um site que permite aos estudantes votarem quais as garotas “mais quentes†de Harvard. Em duas horas ele consegue 22 mil respostas e derruba o sistema da universidade. (Kenneth Turan, do Los Angeles Times. Tradução de Terezinha Martino)

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Alemanha acaba de pagar dívida da 1ª Guerra

Categoria: Contas públicas, Impostos

Renato Martins

A revista semanal alemã Der Spiegel informa que a Alemanha fará em 3 de outubro seu último pagamento das reparações de guerra relativas à 1ª Guerra Mundial (1914/18). Com o pagamento de € 56 milhões, o conflito que deixou 16 milhões de mortos, estará oficialmente encerrado, 92 anos depois.

De acordo com a publicação alemã, pelo Tratado de Versalhes, imposto pelas potências que venceram o conflito armado, a Alemanha, declarada a única culpada pela guerra, deveria pagar como reparações 269 bilhões de marcos de ouro, equivalentes a 96 mil toneladas de ouro; em 1929, um acordo reduziu essa dívida a 112 bilhões de marcos de ouro. O país emitiu bônus para isso em 1924 e em 1930.

O governo da Alemanha suspendeu os pagamentos em 1931, por causa da crise financeira global, e recusou-se a retomá-los em 1933, quando Adolf Hitler chegou ao poder. Em 1953, a Alemanha Ocidental concordou em assumir essa dívida e pagou o principal nos anos seguintes, mas o acordo permitia que o país adiasse o pagamento dos juros acumulados entre 1945 e 1952 até que estivesse reunificado, o que aconteceria somente em 1990. O último pagamento será feito em 3 de outubro, segundo o Escritório Federal para Serviços Centrais e Questões Não Resolvidas de Propriedade.