Consultoria grátis e em domicílio para micros
- 20 de abril de 2012 |
- 7h13 |
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Categoria: Empreendedorismo, Empresas
GISELE TAMAMAR
“Eu não tenho tempo para nada. Olha só, hoje mesmo eu abri a loja sozinha, recebi fornecedor, mercadoria, contador. Tem que ser tudo rapidinho, senão não sobra tempo para atender minhas clientes queridas”, diz a dona de uma loja de roupas. É assim que começa o vídeo da campanha de divulgação do programa Negócio a Negócio do Sebrae, voltado para os microempresários que argumentam falta de tempo para não procurar auxílio. A partir de agora, não tem desculpa: o Sebrae vai até as empresas, presta consultoria e não cobra por isso.
O programa já existe em nível nacional há mais de um ano, mas começou efetivamente no Estado de São Paulo só em março. Anteriormente era trabalhado um roteiro parecido, mas sem as visitas. A expectativa nessa primeira rodada, entre abril e maio, é atingir mil empresas no Estado. Em todo o País, o Sebrae atendeu 440 mil empresas em 2011 e pretende elevar o número para 600 mil em 2012.
A consultoria do Sebrae inclui três visitas ao estabelecimento. A primeira delas serve para o agente fazer um diagnóstico em relação à gestão, operação e finanças. Na segunda visita, são entregues sugestões para melhorias no negócio e um plano de ação. Em seguida, na última visita, o agente verifica e acompanha a aplicação das melhorias sugeridas.
No Estado de São Paulo, foram capacitados 66 agentes de orientação. O relacionamento entre a entidade e o empresário pode continuar por meio de outros programas oferecidos, além de cursos.
“Culturalmente o microempresário acha que não tem tempo. Mas se ele não tem tempo para se aprimorar e planejar pode estar perdendo uma oportunidade ou deixando de ganhar”, observa Paulo Marcelo Tavares Ribeiro, gerente da Região Metropolitana de São Paulo do Sebrae-SP.
O foco do programa inclui microempresas com problemas básicos de gestão. Do total de interessados no programa que já procuraram o Sebrae, 60% tinham perfil diferente. Quando isso ocorre, eles são direcionados para outros programas da entidade.
Nos primeiros atendimentos feitos este ano em São Paulo, foi possível perceber as duas principais deficiências dos participantes. Segundo Ribeiro, muitas empresas têm dificuldades primárias de gestão, ou seja, não têm controles estabelecidos de suas operações ou não sabem montar o fluxo de caixa. A falta de planejamento também está entre as falhas mais graves identificadas.
Controle
A Belaluz Iluminação foi uma das empresas que participaram do programa. “Só de responder o questionário já vamos tomando consciência do que precisamos melhorar, das falhas, que nosso controle do estoque não era perfeito, de compras repetidas”, conta a proprietária Wanda Gonçalves Dias, de 58 anos. “O auxílio do Sebrae ajudou a abrir minha mente. Quero crescer, mas de maneira organizada”, diz.
A empresa de fabricação de CDs e DVDs Ponto 4 Digital participou do programa no ano passado, quando as visitas ainda não faziam parte do programa no Estado. Mas só a parte de diagnóstico já foi importante para o negócio. “Fomos descobrindo os pontos fortes e fracos da empresa”, afirma Fabio Henrique Pereira, um dos sócios.
Depois, ele incluiu no aprendizado os cursos de Gestão Financeira e de Estratégias Empresariais e recebeu visitas de consultores na empresa. Nesse caso, o atendimento foi em um nível mais avançado de gestão e teve custo. “Ver é diferente de explicar. A visita ajuda o empresário e o consultor a visualizarem a situação da empresa.”
Para participar do programa é preciso entrar em contato com o Sebrae-SP e responder um questionário. A partir disso, será feito o agendamento das visitas. “Com a demanda atual a agenda está sendo atendida em até dez dias”, diz Ribeiro.
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Câmbio não terá medidas especiais, diz Dilma
- 22 de setembro de 2011 |
- 23h40 |
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Categoria: Contas públicas, Dólar, Economia Internacional
Lisandra Paraguassu
O governo brasileiro não vai adotar medidas extraordinárias para tentar controlar a disparada do dólar dos últimos dias.
Em entrevista em Nova York, a presidente Dilma Rousseff afirmou que este é um momento de instabilidade por causa da crise europeia – mais especificamente o risco de calote grego -, mas o governo está tranquilo.
“Neste momento, que é um momento de volatilidade e nervosismo dos mercados, a nossa atitude é de calma e tranquilidade e de estabilizar todo o processo. Tanto o ministro Guido Mantega (Fazenda) quanto o ministro Alexandre Tombini (presidente do Banco Central) estão tomando as providências cabíveis”, afirmou a presidente.
“Mas nós não estamos ainda tomando nenhuma medida não usual. São as mesmas de sempre: swaps, eventualmente comprando dólar, mas ainda não compramos em quantidade, e acreditando que as coisas vão se ajustar”, completou.
Dilma atribuiu a recente alta do dólar aos problemas externos causados pela crise econômica que atinge a Europa e os Estados Unidos, especialmente a percepção, aumentada recentemente, de que a Grécia pode ser incapaz de cumprir seus compromissos e caminha para um calote.
Além disso, lembrou a presidente, na última semana as agências de classificação de risco baixaram a nota de sete bancos italianos e de três americanos.
“Mas os mercados, no curto prazo, eles são assim, eles têm essa volatilidade. Assim como sobem, eles descem.
A política do Banco Central e a orientação do ministro Mantega é de estabilizar o mercado brasileiro.
Nós não temos a mesma situação. Nós somos um país com endividamento muito baixo, temos as contas públicas em ordem, somos um país com elevada acumulação de reservas e também temos o recurso a toda regulação dos bancos brasileiros, que é muito sólida”, garantiu. /Colaboraram Adriana Fernandes e Fernando Nakagawa
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Copa: R$ 10 bi em negócios para microempresas de SP
- 12 de setembro de 2011 |
- 23h12 |
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Categoria: Empreendedorismo, Empresas, Investimentos, Serviços
GISELE TAMAMAR
A realização da Copa do Mundo de 2014 em São Paulo terá efeitos positivos para 300 mil micro e pequenas empresas no Estado, sendo 113 mil só na capital.
Para ajudar o pequeno empresário a lucrar com a realização do evento, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) mapeou pelo menos 456 oportunidades de negócios em sete segmentos com previsão de R$ 10 bilhões em volume de negócios.
A orientação principal é se planejar para aproveitar não só o antes e durante, mas também firmar a empresa no mercado para obter lucros após a disputa do Mundial de futebol.
Para ajudar os pequenos empresários no aproveitamento das oportunidades, o Sebrae vai investir R$ 80 milhões até 2013 em programas de consultoria, inovação e acesso a mercados.
Das 300 mil empresas com chances de crescimento econômico com a Copa, 51% delas estão concentradas no comércio, seguida por serviços (30%) e indústria (19%).
O estudo divulgado ontem contempla os segmentos de agronegócios, madeira e móveis, têxtil e vestuário, turismo, produção associada ao turismo, serviços e tecnologia da informação.
A segunda parte do levantamento com as oportunidades no comércio varejista e construção civil deve ser divulgada até o fim do ano, o que contribuirá para o aumento de oportunidades e volume de negócios. Isso porque o Sebrae aguardava a definição do estádio que vai receber as partidas na capital para encomendar o estudo.
A expectativa é que a cidade receba 258 mil turistas estrangeiros e 1,2 milhão de turistas de todo o País. “As pequenas empresas não podem ficar de fora desse desenvolvimento. É preciso se planejar e se preparar para aproveitar essas oportunidades, não só antes, mas durante e depois da Copa”, destaca o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.
O diretor superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano, alerta que o empresário precisa entender que o Mundial já começou. “O passo seguinte é se formalizar, porque não existe oportunidade sem formalização, além de muito planejamento”, aconselha.
O setor de tecnologia da informação é que registra o maior número de oportunidades: 80. O diretor da Núcleo Base Informática, José Pascoal Vernilo, espera aproveitar o evento esportivo para aumentar os negócios entre 20% e 30% até a Copa. Mesmo com sede em Presidente Prudente (565 km da capital), a empresa firmou parceria com a HG Informática de São Paulo para fechar novos negócios com clientes paulistanos.
A Núcleo Base avalia a necessidade do cliente, busca o software de gestão mais adequado, implanta, dá treinamento e suporte. “As empresas precisam dos nossos serviços para atender à demanda e nós seremos beneficiados indiretamente com a Copa. Não precisamos estar presentes fisicamente para atendermos nosso cliente.”
Outro empresário que esteve presente na apresentação foi André Fernandes, diretor da MV Engenharia de Alimentos, empresa de consultoria e assessoria na área de alimentos de Jundiaí. Ele espera duplicar o faturamento até o Mundial com a ampliação da carteira de clientes. “As empresas não têm o hábito de procurar uma consultoria, só quando estão com problemas. Mas é importante fazer um trabalho preventivo e também para melhorar o negócio.”
Após a apresentação das oportunidades foram realizados seis fóruns setoriais para discussão do estudo e troca de informações. Essa é uma forma de conhecer as dificuldades, discutir tendências, inovações, oferta de produtos e soluções de atuação do Sebrae, além de estimular contatos de negócios. Um novo encontro está marcado para o dia 8 de novembro.
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Banco do Brasil deve elevar crédito à produção
- 16 de agosto de 2011 |
- 18h00 |
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Categoria: Consumo, Crédito, Empresas, Indústria
Adriana Fernandes e Renata Veríssimo
O presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, afirmou hoje que a orientação do governo é aumentar os empréstimos para o setor produtivo em detrimento do crédito para o consumo.
Segundo ele, a tendência a partir de agora é a redução do ritmo de crescimento do crédito ao consumo.
Ao chegar nesta tarde ao Ministério da Fazenda, para uma reunião com o ministro Guido Mantega, Bendine avaliou que a crise internacional atual não vai demandar mais oferta de crédito como ocorreu em 2008, mas ponderou que o BB tem um trabalho técnico, que se for preciso, terá como atender a essa demanda.
“Mas não é o que achamos que vai acontecer”, disse Bendine. O executivo afirmou ainda que o BB reviu as metas para concessão de crédito em 2011. A previsão de crédito total do banco caiu de 20% para 15% a 17%.
No caso do crédito para consumo, a estimativa, segundo Bendine, caiu 3 pontos porcentuais e deve fechar o ano entre 17% e 18% de crescimento. Já a estimativa de concessão de crédito para o setor produtivo é de alta de 18% em 2011.
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Testes e avaliações gratuitas para carreira
- 8 de agosto de 2011 |
- 23h34 |
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Categoria: Carreira, educação, Empresas, Serviços, Trabalho
A Procter & Gamble Brasil está com inscrições abertas para 10 mil universitários e recém-formados (até dois anos) de todo o País que queiram participar do programa de desenvolvimento virtual “Carreira, e a sua?”.
A plataforma, oferecida gratuitamente, foi idealizada em conjunto com a Cia de Talentos e tem o objetivo de incentivar a reflexão e o planejamento da carreira profissional.
O novo programa “Carreira, e a sua?” terá duração de três meses. Podem participar universitários ou recém-formados há no máximo dois anos.
Cada participante será convidado a realizar, de acordo com a sua disponibilidade de horários, atividades semanais baseadas em cinco etapas: História de Vida, Objetivo de Vida, Valores, Mapeamento de Competências, Processos Seletivos e Plano de Carreira.
A Cia de Talentos disponibilizará um canal de comunicação exclusivamente para esclarecer as dúvidas dos inscritos.
“A P&G é uma empresa que vê nas pessoas o seu principal diferencial. Acreditamos no sucesso desse tipo de iniciativa para apoiar o desenvolvimento dos jovens. A companhia acredita mais no valor do talento e potencial de desenvolvimento pessoal do que em qualquer antecedente profissional”, afirma Alejandro Cabral, diretor de Recursos Humanos da P&G Brasil.
Bruna Dias, gerente de Carreiras da Cia de Talentos, considera a experiência uma boa oportunidade para o jovem refletir e planejar os primeiros passos da sua carreira. “Cada vez mais as empresas dão prioridade às competências comportamentais do candidato. É muito importante o jovem identificar primeiro quais são suas preferências pessoais, para depois decidir os rumos profissionais a seguir”, explica a gerente da Cia de Talentos.
As inscrições podem ser feitas no site da Cia de Talentos.
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