Casar pode ficar até 50% mais barato
- 5 de outubro de 2012 |
- 22h55 |
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Categoria: Agenda, Agenda, Análise, comércio, Consumo, Serviços
ÉRICA TERUEL
Especial para o Jornal da Tarde
Gastar até 50% menos com os preparativos para o casamento. Essa possibilidade existe e é uma das atrações da Expo Noivas & Festas, que ocorre em São Paulo entre os dias 11 e 14 de outubro. A ideia é incentivar a concorrência entre os expositores e empresas do ramo para que os preços caiam.
“O casamento está na nossa natureza. Mesmo em outros paÃses e culturas, há rituais para selar a uniãoâ€, diz o organizador do evento, José Luiz de Carvalho Cesar. Na última edição, em 2011, a Expo Noivas recebeu 28 mil visitantes e movimentou R$18 milhões. A perspectiva para esta edição também é boa. “Teremos 230 expositores. O espaço está totalmente ocupado, o que significa que o mercado continua forte.â€
A assistente de marketing Karina Martins, que vai se casar em janeiro, aproveitou os descontos da feira na edição de abril. “Fechei o serviço de bar, a filmagem e os fotógrafosâ€.
Ela já tinha ido ao evento em 2011, mas não sabia que poderia conseguir descontos expressivos se fechasse o negócio durante o evento. “Já tinha feito alguns orçamentos e me surpreendi com as facilidades para o pagamentoâ€. Com os descontos, Karina conseguiu contratar mais serviços. “O bar, por exemplo, era algo ‘supérfluo’. Mas como consegui um bom preço fechei.â€
Os vestidos de noiva desenhados pelo estilista Thomas Araújo, dono da Red Carpet poderão ser vendidos até pela metade do preço. Modelos da coleção passada, que custam em torno de R$ 3 mil, vão sair por R$ 1,5 mil. Para os vestidos desta coleção, são diversos tipos de oferta.
A Papel & Estilo, que produz convites, lembrancinhas e bem-casados, vai oferecer até 30% de abatimento durante a feira. A assessora de marketing da empresa JanaÃna Rodrigues conta que vale a pena contratar os serviços no evento. “Como a gente fecha um volume muito grande de pedidos, conseguimos preços melhores com nossos fornecedores.â€
Para os casais que estão começando a planejar a festa, a produtora de casamentos Camila Relva, dona da Compagnie, alerta que é importante definir o número de convidados. “O que vai dar a dimensão de gastos é a lista. Quanto mais convidados, maior o espaço, maior o bufê. Se você não tem um orçamento alto, é melhor convidar só quem é especial.â€
Antes de ir para a feira, o ideal é pesquisar outros preços e serviços para poder comparar. “Estar na feira não significa que o produto seja bom, então tem que tomar cuidadoâ€, comenta Camila. “Também é bom fugir de pacotes completos, de empresas que oferecem tudo. Cada um deve fazer aquilo que faz de melhor.â€
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Bancos terão de explicar custo de tarifas
- 2 de outubro de 2012 |
- 10h30 |
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Categoria: Agenda, Análise, Bancos
Célia Froufe
Com o aumento da oferta de crédito no PaÃs, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça, quer monitorar os custos efetivos das operações financeiras e vai começar colocando uma lente de aumento sobre as tarifas dos bancos.
“Queremos verificar quanto, de fato, se cobra na ponta ao consumidor”, afirmou a secretária Juliana Pereira da Silva, que discutirá hoje com representantes do Banco Central (BC) como se dará esse monitoramento.
A ação será mais uma ofensiva do governo na área financeira. BrasÃlia está insatisfeita com o pequeno repasse da redução dos juros ao consumidor, com a alta das tarifas cobradas pelos bancos e com as elevadas taxas de cartão de crédito para clientes e lojistas. Para acirrar a concorrência no mercado, o governo tem acionado os bancos públicos.
Esta não é a primeira batalha da Secretaria Nacional do Consumidor em relação ao setor. A secretaria esteve, junto com o Banco Central, por trás da unificação dos nomes das tarifas bancárias, mas o avanço é considerado insuficiente para que o consumidor compare os serviços oferecidos pelos diferentes bancos.
Hoje, as instituições financeiras têm de contar ao BC qual o teto de tarifas cobrado aos clientes. O problema, segundo a Senacon, é que a obrigatoriedade é insuficiente para que correntistas saibam de antemão exatamente quanto vão pagar de encargos.
A avaliação é de que é preciso um detalhamento maior, unificado e transparente dos serviços ofertados. O ideal seria poder fazer escolhas de tarifas como se faz opções por compra de televisões, comparando marcas e lojas a partir de parâmetros únicos como tecnologia (LED ou LCD) e número de polegadas.
‘Bola da vez’
A cobrança de abertura de crédito é considerada a “bola da vez”, porque os consumidores têm ganhado ações na Justiça nesse âmbito. De acordo com o site do Banco Central, elas podem chegar a R$ 5 mil, mas não se sabe quanto o cliente paga, em média, por esse tipo de operação. Há relatos de pagamento de R$ 1 mil para essa operação embutida em financiamento de veÃculos, e que o consumidor nem se dá conta de que está pagando.
“Esse valor corresponde a uma parcela da compra de carro, e poderia ir para o consumo de um bem”, afirmou Juliana.
A alta taxa de um serviço não é vista como um problema em si, pois cabe ao consumidor optar por esse ou aquele estabelecimento na hora de contratá-lo. A questão, enfatizou Juliana, é que o correntista tem de saber, antes de fechar um negócio, quais são exatamente as taxas cobradas pelas instituições para que possa fazer comparação e tomar sua decisão, o que nem sempre ocorre. “O mercado tem liberdade, mas falta ao consumidor condições para fazer comparações”, disse.
As listas das maiores tarifas e taxas cobradas por banco pode ser acessada no site do BC. Mas isso não basta, avalia Juliana. “Não adianta falar que a informação está no site do Banco Central ou no da Federação dos Bancos, pois o cliente não acessa. É preciso tratar a informação de forma transparente”, defendeu.
Outra frente que a secretária promete explorar é a dos juros embutidos nos produtos comprados em várias vezes, os famosos parcelamentos “sem juros”. “Isso tem de avançar e queremos aproveitar as normas e nosso convênio com o Banco Central para criar instrumentos para o consumidor.”
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou que se pronunciará sobre o assunto “oportunamente”.
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Em busca da felicidade profissional
- 13 de setembro de 2012 |
- 6h00 |
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Categoria: Agenda, Análise
Fernando Scheller
Se dinheiro fosse o único motor de satisfação de um trabalhador, boa parte dos dilemas da vida de um profissional estariam resolvidos. Na hora de mudar de emprego, por exemplo, bastaria optar pela oferta mais generosa.
Mas, quando antes do dinheiro, o profissional leva em conta a identificação com a marca para a qual trabalha ou o propósito da função que vai exercer, a escolha fica muito mais complicada. Não há um, mas vários caminhos possÃveis – essa é a tese do livro Felicidade S.A., do jornalista Alexandre Teixeira.
A reflexão sobre o tema surgiu de uma encruzilhada profissional na vida do próprio Teixeira. Depois de 20 anos escrevendo sobre economia, negócios e gestão como jornalista – mais recentemente, para a revista Época Negócios -, ele viu a necessidade de fazer um trabalho mais “autoralâ€. Ao se interessar especialmente pelo aspecto de administração de talentos no último emprego, decidiu tirar um sabático para escrever Felicidade S.A., lançado nesta semana pela Arquipélago Editorial.
A esposa o acompanhou no processo: deixou o emprego de executiva de finanças para migrar para a área da gastronomia. Hoje, faz estágio em um restaurante e planeja abrir um negócio próprio. Em busca de satisfação pessoal, explica Teixeira, eles pararam o que estavam fazendo e mudaram de direção. “Decidimos fazer essa mudança e hoje vivemos da poupança que juntamos ao longo dos anos.â€
Claro que nem todo mundo tem condições financeiras – ou disposição – de parar tudo para refletir os caminhos profissionais. Nessa hora, cada um tem um estilo e Felicidade S.A. tem o objetivo de mostrar que não existem fórmulas prontas. Por isso, o livro traz depoimentos de empresários e executivos como Abilio Diniz (Pão de Açúcar), Sérgio Chaia (Nextel), Fabio Barbosa (ex-BancoReal/Santander, atualmente na Editora Abril) e Luiz Seabra (Natura). Todos, diz ele, encontraram o bem-estar profissional de maneira diferente.
Metas vazias. Uma das descobertas que esses homens de negócio fizeram ao longo do caminho é que alcançar um objetivo de vida pode ser, muitas vezes, decepcionante. Só quando “chega-se lá†é que se descobre que a busca, no fim das contas, foi em vão. Foi o que aconteceu com Sérgio Chaia, que, na realidade, tinha o grande sonho de ser jogador de futebol. “Quando isso não aconteceu, ele definiu outra meta ambiciosa: tornar-se presidente de uma grande companhia antes dos 40 anos de idadeâ€, explica Teixeira.
Chaia conseguiu. Aos 36 anos, estava à frente da operação brasileira da companhia de alimentação francesa Sodexo. No topo, porém, não achou a vista tão bonita – o poder não preenchia o vazio. Foi então, buscar o bem-estar espiritual: adotou a filosofia budista e hoje vive de acordo com ela. Tudo isso sem precisar viver em um eterno retiro espiritual. Chaia continuou a carreira de executivo e hoje comanda a Nextel.
Algo semelhante ocorreu com Abilio Diniz. Ele só foi perceber que trilhava o caminho errado quando o Pão de Açúcar enfrentou uma severa crise, e quase quebrou, no inÃcio dos anos 90. Logo depois, foi sequestrado. O empresário passou a fazer terapia e começou a reavaliar as próprias metas. Isso, diz o autor de Felicidade S.A., refletiu-se em sua visão de negócio. “Ele é um exemplo de pessoa que foi infeliz com o que fazia até um determinado momento. Foi preciso transformar o homem para mudar a empresa.â€
Os exemplos do livro mostram também que poder aliar estilo de vida e trabalho é um privilégio para poucos – o profissional que pode se dar ao luxo de pensar em felicidade corporativa é um privilegiado, já que a maioria das pessoas tem de se preocupar apenas em pagar as contas do mês. “Antes de mais nada, esse grupo de profissionais precisa ter bem claro em mente que fazem parte de uma eliteâ€, diz Teixeira.
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Eletrodoméstico e perfume, agora no mesmo lugar
- 1 de setembro de 2012 |
- 6h00 |
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Marina Gazzoni
O aumento do consumo de perfumaria e cosméticos no Brasil despertou a atenção de varejistas de fora do setor. A oferta de produtos ganhou espaço nas lojas virtuais de redes como Casas Bahia, Magazine Luiza e Ricardo Eletro, tradicionais no ramo de eletrodomésticos. Os perfumes mais vendidos são os importados, de marcas como Carolina Herrera, Polo e Ferrari, que estão entre as mais populares nos free shops de aeroportos.
O Magazine Luiza começou a oferecer o produto em maio do ano passado, em parceria com o site especializado Época Cosméticos. A mesma estratégia foi adotada pela Nova Pontocom, empresa que opera as lojas virtuais de Casas Bahia, Ponto Frio e Extra.com. As redes fecharam uma parceria com o portal ShopLuxo em 2010 para vender perfumaria e cosméticos.
Neste ano, no entanto, a Nova Pontocom reforçou a oferta de produtos. “Entramos neste mercado para aproveitar o tráfego diário de milhões de clientes que temos nos sitesâ€, disse o diretor de marketing da empresa, Vicente Rezende.
A chegada das grandes varejistas virtuais contribuiu para o aumento nas vendas da categoria. No ano passado, foram registrados 3,96 milhões de pedidos de produtos de saúde, beleza e medicamentos no varejo online brasileiro, expansão de 57% em relação a 2010, segundo dados da consultoria eBit.
O aumento das vendas reflete um amadurecimento do consumidor brasileiro que compra pela internet, explica a diretora executiva do eBit, Cris Rother. “Depois de comprar os produtos para a casa, como eletrodomésticos e eletrônicos, ele entra em novas categorias.â€
O segmento de perfumaria e cosméticos cresce, principalmente, pela maior presença feminina e de consumidores da classe C no e-commerce. Em 2011, cerca de 9 milhões de pessoas compraram pela primeira vez pela internet – 61% da classe C. “E a maioria é mulherâ€, diz Cris.
Desafios
Apesar do crescimento, vender perfume na internet não é tarefa fácil. “É uma categoria difÃcil. O cliente quer experimentar o produto antes da compraâ€, disse a diretora do eBit. É justamente pela impossibilidade de descrever as fragrâncias em palavras ou imagens que os produtos mais vendidos são de marcas conhecidas.
“Existe uma demanda por perfumes importados no Brasil. A oferta está crescendo e o cliente não precisará mais esperar um amigo viajar ao exterior para comprar o produtoâ€, disse Malte Horeyseck , um dos fundadores do site Dafiti. O portal chegou ao mercado com venda de sapatos em novembro de 2010 e começou a vender perfumes em abril deste ano.
A estimativa da consultoria AT Kearney é que o mercado de beleza e cuidados pessoais brasileiro movimente US$ 46 bilhões neste ano, 7% mais do que em 2011. De 2005 a 2010, esse mercado cresceu em ritmo ainda mais acelerado, de cerca de 13% ao ano, segundo a consultoria. A categoria de perfumes foi a que mais cresceu: 15%. “Com o aumento da renda, a população começou a gastar em produtos não essenciaisâ€, disse Pietro Gandolfi, diretor da AT Kearney.
A maior parte das vendas ainda é feita em lojas especializadas ou em canais de venda direta. Só as marcas O Boticário e Natura representam mais de 60% do consumo brasileiro, segundo a consultoria Euromonitor. A participação do e-commerce no mercado de beleza e cuidados pessoais representava 1% das vendas em 2010, último dado disponÃvel da AT Kearney.
Com exceção da rede Ricardo Eletro, que também oferece perfumes em lojas fÃsicas, a maioria das varejistas de eletrodomésticos lançou a categoria apenas no canal de vendas pela internet. “O custo para adicionar os perfumes ao portfólio no e-commerce é quase zero. Nas lojas fÃsicas, eles tirariam espaço de outras categorias na prateleira, que são o forte dessas varejistasâ€, disse Gandolfi.
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Ocupação aérea em voos domésticos é recorde em julho
- 28 de agosto de 2012 |
- 12h22 |
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Categoria: Agenda, Análise, Consumo, Serviços
A demanda e a oferta do transporte aéreo doméstico de passageiros e a taxa de ocupação de julho de 2012 foram recordes para o mês, informou ontem a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A demanda transporte aéreo doméstico de passageiros cresceu 7,86% em julho de 2012 quando comparada com igual mês de 2011. Já a oferta aumentou em 2,06% no mesmo perÃodo.
Conforme a Anac, os nÃveis de demanda e de oferta do transporte aéreo doméstico foram os maiores para o mês de julho desde o inÃcio da série dos Dados Comparativos da agência em 2000. No acumulado do ano (janeiro a julho de 2012), a demanda subiu 7,39% em relação a igual perÃodo de 2011, enquanto a oferta ampliou-se em 7,47%.
Entre as seis empresas que apresentaram participação no mercado doméstico superior a 1%, Avianca e Trip destacaram-se com as maiores taxas de crescimento da demanda em julho de 2012 em relação a julho de 2011, de 70,22% e 68,66%, respectivamente. A TAM registrou crescimento de 10,11% na demanda de julho de 2012 quando comparada com igual mês de 2011, e a Gol registrou redução de 7,07% no mesmo perÃodo.
A taxa de ocupação dos voos domésticos de passageiros alcançou 79,45% em julho de 2012, contra 75,18% em igual mês de 2011, com crescimento de 4,27 pontos porcentuais. Segundo a agência, o porcentual também foi o melhor para o mês de julho desde o inÃcio da série dos Dados Comparativos em 2000. No perÃodo de janeiro a julho de 2012, a taxa ficou praticamente estável (71,41%) em relação o mesmo perÃodo de 2011 (71,47%).
Entre as seis empresas que apresentaram participação no mercado doméstico superior a 1%, as maiores taxas de ocupação em julho de 2012 foram alcançadas por Azul e TAM, com 82,42% e 81,43%, respectivamente.
Participação de Mercado – TAM e Gol lideraram o mercado doméstico em julho de 2012 com participação de 41,87% e de 32,95%, respectivamente. No acumulado do perÃodo de janeiro a julho de 2012, a participação das lÃderes alcançou 40,03% e de 33,92%, respectivamente.
A participação das demais empresas no mercado doméstico subiu de 20,75% em julho de 2011 para 25,19% em julho de 2012. No acumulado de janeiro a julho de 2012, a participação de mercado das demais empresas acumulou alta de 30,76% em relação ao mesmo perÃodo do ano passado, segundo a Anac.
Entre as seis empresas que apresentaram participação no mercado doméstico superior a 1%, Avianca e Trip registraram o maior crescimento em julho de 2012 quando comparada com o mesmo mês de 2011, passando de 3% para 4,74% e de 3% para 4,68%, respectivamente.
Ainda de acordo com a Anac, a demanda do transporte aéreo internacional de passageiros das empresas aéreas brasileiras caiu 2,33% em julho de 2012 em relação a julho de 2011. A oferta também teve queda, de 1,34%, no mesmo perÃodo. De janeiro a julho de 2012, entretanto, houve crescimento da demanda em 0,59%, mas a oferta teve redução de 1,79% quando comparadas com o mesmo perÃodo de 2011.
A TAM registrou redução de 3,33% na demanda internacional em julho de 2012 em relação ao mesmo mês do ano anterior, mas a Gol obteve expansão de 20% no mesmo mês.
A TAM, com 87,11%, e a Gol, com 12,89%, representaram a totalidade das operações de empresas brasileiras no transporte aéreo internacional de passageiros em julho de 2012. A TAM registrou redução de 1,03% na sua participação no mercado internacional em relação ao mesmo mês de 2011. Já a participação da Gol apresentou crescimento de 22,86% no mesmo mês.
Já a taxa média de ocupação dos voos internacionais de passageiros operados por empresas brasileiras alcançou 84,11% em julho de 2012, contra 84,96% do mesmo mês de 2011. O melhor aproveitamento em julho de 2012 foi alcançado pela TAM, com 86,07%, enquanto o desempenho da Gol foi de 72,93%.
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