SP reúne 20% das vagas na rede de hoteleira
- 28 de fevereiro de 2012 |
- 19h35 |
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Categoria: Agenda, Análise, Serviços
A cidade de São Paulo tem a maior rede de hospedagem entre as capitais do País, com 972 estabelecimentos, 19,3% do total encontrado pela Pesquisa de Serviços de Hospedagem 2011, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo, encomendado pelo Ministério do Turismo, tem o objetivo de mensurar a capacidade hoteleira nacional, tendo em vista a proximidade de eventos esportivos importantes como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. Ao todo, foram contabilizadas 54.065 unidades habitacionais em São Paulo, num total de 73.488 leitos disponíveis.
No ranking das 27 capitais, figurou em segundo lugar o Rio de Janeiro, com 429 estabelecimentos (8,5% do total), 31.594 unidades habitacionais e 45.416 leitos disponíveis. Em seguida, aparecem Salvador — com 358 estabelecimentos, 15.666 unidades habitacionais e 22.366 leitos — e Belo Horizonte – com 291 estabelecimentos, 13.353 unidades e 19.031 leitos.
Como resultado, as quatro primeiras capitais da lista (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Belo Horizonte) concentram 40,7% do total de estabelecimentos de hospedagem no País, 45,8% dos quartos e 43,0% dos leitos disponíveis.
Segundo Roberto da Cruz Saldanha, gerente da pesquisa do IBGE, os dados são mais completos porque não houve sondagem por amostragem. O instituto pesquisou todas as unidades de hotelaria listadas em seu cadastro de empresas, acrescentando ainda estabelecimentos que constavam nos registros da Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH) e da Federação dos Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB).
“Só pesquisamos estabelecimentos devidamente cadastrados no CNPJ. O hotelzinho de beira de estrada que não tem CNPJ não foi pesquisado”, disse Saldanha. “Mas a nossa pesquisa é censitária, ouvimos os associados e os não associados às entidades de classe”.
A pesquisa foi conduzida entre os dias 19 de novembro de 2011 e 15 de fevereiro de 2012.
Daniela Amorim — Agência Estado
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Hotéis das capitais comportam 554 mil pessoas
- 28 de fevereiro de 2012 |
- 18h43 |
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Categoria: Agenda, Análise, Empresas, Serviços
O País ainda tenta mensurar sua capacidade de receber os turistas esperados para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. Todas as 27 capitais brasileiras têm condições de hospedar, juntas, 554.427 pessoas, se forem levados em consideração todos os leitos duplos e individuais existentes atualmente, de acordo com cálculo feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, na Pesquisa de Serviços de Hospedagem 2011, um levantamento censitário sobre as condições de hotelaria no Brasil encomendado pelo Ministério do Turismo.
No Rio de Janeiro, cidade que sediará a Olimpíada, o número de camas disponíveis é de 67.536, enquanto só os jogos de 2016 contam com cerca de 200 mil pessoas cadastradas, entre atletas, imprensa, voluntários e organizadores.
O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos lembrou que a cidade se comprometeu em contrato e, portanto, tem condições de fornecer 48 mil quartos, distribuídos entre hotéis, vilas olímpicas e cabines de cruzeiros. Mas a capital dos jogos deve receber ainda cerca de 380 mil turistas estrangeiros, de acordo com estimativas do Ministério do Turismo.
O número de camas em todo o território nacional seria o suficiente apenas para atender aos turistas estrangeiros que devem vir ao Brasil para a Copa do Mundo, que devem somar entre 500 mil a 600 mil, segundo as estimativas oficiais. Se forem contadas somente as vagas nas 12 capitais que sediarão as partidas de futebol, o total cai para 416.147. Mas há ainda os turistas brasileiros, que devem migrar para as cidades-sede nos dias de competição.
“O objetivo do estudo foi quantificar e mensurar a capacidade de hospedagem nas capitais, tendo em vista que teremos eventos importantes nos próximos anos, como a Copa das Confederações, a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos. Daí a necessidade de ter um quadro dos serviços de hospedagem”, explicou Roberto da Cruz Saldanha, gerente da pesquisa.
“Essa foi a capacidade máxima que encontramos, mas não computamos possíveis camas extras. Às vezes, um hotel tem camas em um depósito e pode levar aos quartos se forem necessárias”, acrescentou
Outro problema
Outra dificuldade é que o País ainda possui poucos hotéis de padrão internacional, os considerados de luxo ou muito confortáveis. De todos os estabelecimentos existentes nas capitais, 85,5% encaixam-se nos padrões de médio e baixo conforto e qualidades dos serviços. Apenas 14,5% foram considerados de luxo ou muito confortáveis.
No Rio de Janeiro, a situação é um pouco melhor: 23,5% dos estabelecimentos atendem à classificação de luxo ou superior. Em São Paulo, que sediará seis jogos da Copa de 2014, esse porcentual cai para 19,6%.
Daniela Amorim — Agência Estado
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Aeroportos do Brasil batem recorde de desembarque
- 19 de janeiro de 2012 |
- 13h20 |
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Categoria: Agenda, Análise, Serviços
AYR ALISKI
Os aeroportos brasileiros registraram 79.049.171 desembarques em 2011, informa o ministério do Turismo. O número representa um recorde e é 15,8% maior que 68.258.268 desembarques domésticos registrados em 2010. O balanço, que foi divulgado ontem, mostra também que o mês de dezembro de 2011 teve 7.039.826 chegadas, contra 6.499.031 de igual período de 2010.
Os aeroportos com maior número de desembarques domésticos no ano passado foram os de Guarulhos (8,8 milhões); Congonhas (8,3 milhões); Brasília (7,2 milhões); Galeão (5,3 milhões); e Santos Dumont (4,2 milhões). O ministério explica que o volume de desembarques refere-se ao fluxo de passageiros em voos regulares e não regulares nos 67 aeroportos brasileiros administrados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).
O ministério apresentou também dados sobre os voos internacionais, que representaram 9.005.165 desembarques no Brasil no ano passado. Isso representa alta de 13,95% em relação às 7.902.531 chegadas de 2010. É o mais alto número registrado desde o ano 2000, quando teve início a série histórica, no ano 2000. Somente em dezembro de 2011 foram 735.362 desembarques de voos internacionais, 6,5% a mais que os 689.898 de dezembro de 2010.
“Todas as nossas projeções e expectativas para 2011 se confirmaram. Os dados mostram que o turismo se consolida como um dos principais setores da economia brasileira, um grande vetor de geração de empregos, divisas e de diminuição das desigualdades no Brasil”, comenta o ministro do Turismo, Gastão Vieira, em nota. Segundo o Ministério do Turismo, a atividade turística impacta mais de 50 segmentos da economia e responde por 3,6% do Produto Interno Bruto (PIB).
Ao referir-se aos desembarques domésticos, o ministro avalia que o recorde reflete o aumento da renda dos brasileiros, que colocaram o turismo entre as prioridades de consumo; além das facilidades de acesso ao crédito no País. “Viajar pelo Brasil está nos planos de uma em cada três famílias brasileiras”, disse o ministro.
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Governo lança crédito para a Copa de 2014
- 17 de dezembro de 2011 |
- 12h42 |
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Categoria: Bancos, Crédito, Empreendedorismo
CAMILA DA SILVA BEZERRA
LUCIELE VELLUTO
Micro, pequenas e médias empresas com faturamento anual bruto de até R$ 25 milhões terão linhas de crédito especiais oferecidas pelo governo federal para investir em turismo e se preparar melhor para aproveitar oportunidades criadas pelo Mundial de 2014. O FAT Turismo Copa do Mundo foi aprovado pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), na quinta-feira, e vai oferecer R$ 650 milhões a empresas localizadas preferencialmente nas cidades-sede.
São duas as opções de crédito. Na modalidade capital de giro, o empresário poderá financiar até R$ 500 mil em 36 meses, com 12 meses de carência. O valor será corrigido pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) de 6% e taxa adicional de juros de 9% ao ano.
Já na modalidade de investimento, destinada à formação profissional de funcionários, compra de máquinas e equipamentos e ampliação ou modernização dos estabelecimentos, o empresário poderá obter até 90% do crédito aprovado, cujo teto é de R$ 1,5 milhão por empresa.
O prazo de financiamento pode chegar a 84 meses, sendo 24 meses de carência. Assim como no capital de giro, será aplicada a TJLP, mais taxa de juros de até 6% ao ano.
Beneficiados
Além dos prestadores de serviços turísticos, como hotéis, guias e agências de viagens, restaurantes, locadoras de veículos, casas de espetáculos e outras empresas podem solicitar o crédito ao Banco do Brasil ou à Caixa Econômica Federal. Mas antes de procurar os bancos, as empresas devem se cadastrar no Cadastur, do Ministério do Turismo.
O professor de administração da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Adriano Gomes, acredita que as linhas de crédito voltadas para a Copa do Mundo têm taxas de juros interessantes para os pequenos empreendedores.
“São taxas que não são encontradas no mercado, principalmente para capital de giro. Além disso, as condições de prazo e carência tornam essa modalidade interessante”, diz o professor da ESPM.
Paliativo
Para o consultor do Sebrae-SP, Luiz Ricardo Grecco, a linha de crédito é atrativa, mas não resolve um impasse burocrático: facilitar o acesso ao financiamento. “Em termos de acesso, a nova resolução não apresenta novidade, pois as linhas são aprovadas pelos bancos. Não adianta o cliente pleitear um financiamento, porque existe um trabalho prévio a ser feito para que esta confiança seja estabelecida. No caso de investimentos, o empresário tem de materializar as ideias em um projeto para que o banco possa analisá-lo”, diz.
O integrante do Conselho Regional de Economia de São Paulo (Corecon-SP), Carlos Alberto Safatle, critica a criação de uma linha de crédito financiada pelo governo voltada para o período de Copa. “Do ponto de vista de curto prazo, as pequenas empresas vão gerar emprego e receita para o governo. No entanto, no ponto de vista macroeconômico, não haverá continuidade de retorno desse investimento após o Mundial”, comenta.
“O País precisa de mais linhas de crédito e incentivo para pequenas empresas, mas para trabalhar em áreas de necessidade e em que o investimento trará retorno à população, como na construção de hospitais, por exemplo”, diz o conselheiro do Corecon-SP.
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Seguros de pessoas crescem 24,1% no 1.o semestre
- 30 de setembro de 2011 |
- 17h47 |
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Categoria: Serviços
Altamiro Silva Júnior
O mercado de seguros voltados para pessoas, que engloba seguros prestamistas (protege contra inadimplência), educacionais, vida individual e em grupo, entre outros, acumulou R$ 9,3 bilhões em prêmios no primeiro semestre de 2011. O resultado é 24,1% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior, segundo dados divulgados hoje pela Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida).
O seguro viagem foi o destaque no semestre, com crescimento de 42,29% e prêmios de R$ 19,3 milhões. A alta na contratação das apólices de viagem deve-se ao incremento no número de viagens nacionais e internacionais, destaca o comunicado da Fenaprevi. Segundo o Ministério do Turismo, no primeiro semestre de 2011 foram registrados 42,4 milhões de desembarques domésticos e internacionais, expansão de 20% na comparação com o mesmo período do ano anterior.
Além do seguro viagem, outros destaques de crescimento no período foram os seguros de acidentes pessoais e proteção financeira (prestamista). Os primeiros tiveram alta de 39,3% no período e acumularam R$ 1,9 bilhão em faturamento. Já o seguro proteção financeira, que garante o pagamento de prestações de bens adquiridos pelo segurado em caso de morte e invalidez, acumulou R$ 2,1 bilhões em prêmios com evolução de 37,9%.
O seguro de vida teve desempenho mais modesto, com prêmios de R$ 4,8 bilhões, alta de 11,66%. Os números consolidados têm como base as informações coletadas pela Susep (Superintendência de Seguros Privados). O ranking consolidado das maiores seguradoras mostra o Grupo Brasil Mapfre no primeiro lugar com 17,5% dos prêmios, seguido por Bradesco (16,3%) e Itaú (13,9%).
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