Tecnologia domina lista de marcas mais valiosas
- 3 de outubro de 2012 |
- 6h00 |
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Categoria: Tecnologia
Wladimir D’Andrade
O setor de tecnologia ocupa cinco das dez primeiras posições do ranking de marcas mais valiosas do mundo, elaborado pela consultoria Interbrand. A Apple teve valorização de 129% em relação ao ranking do ano passado, atingiu US$ 76,6 bilhões e pulou para o segundo lugar, atrás da Coca-Cola, cuja valorização foi de 8%, com a marca alcançando US$ 77,8 bilhões.
No setor de tecnologia, além da Apple, aparecem entre as dez primeiras colocadas o Google (4.º lugar, com US$ 69,7 bilhões), Microsoft (5.º, com US$ 57,8 bilhões), Intel (8.º, com US$ 39,4 bilhões) e Samsung (9.º, com US$ 32,9 bilhões). Nenhuma empresa brasileira conseguiu entrar para a lista das 100 melhores marcas internacionais, informou a consultoria.
A IBM ocupa a terceira colocação, com crescimento de 8% e valor estimado em US$ 75,5 bilhões, mas, no ranking, ela entra no setor chamado Serviços de Negócios. Completam a lista das dez principais a GE, em 6.º lugar, com US$ 43,7 bilhões e valorização de 2%; McDonald’s (7.º), com US$ 40,1 bilhões e valorização de 13%; e Toyota (10.º), com US$ 30,3 bilhões e valorização de 9%.
As marcas de tecnologia mantêm um forte ritmo de crescimento nos últimos anos, segundo a Interbrand. Quatro dos maiores aumentos de valor, do ranking de 2011 para o divulgado ontem, são de marcas ligadas a esse setor: Apple (129%), Amazon (46%), Samsung (40%) e Oracle (28%).
Para a Interbrand, a Apple conseguiu manter a ligação emocional dos consumidores com a marca após a morte do fundador da empresa, Steve Jobs. “Mesmo enfrentando uma competição crescente de rivais como Google e Samsung, a companhia continua demonstrando seu compromisso de proteger a marca Apple e sua propriedade intelectualâ€, diz a Interbrand.
No setor automobilÃstico, a empresa mais bem colocada é a japonesa Toyota, seguida, nos 11.º e 12.º lugares, pelas alemãs Mercedes-Benz (US$ 30,1 bilhões) e BMW (US$ 29 bilhões). Para a consultoria, “as marcas automotivas tornaram-se mais sintonizadas com a ligação emocional que os consumidores têm com seus carros†e, por isso, mostraram bom desempenho.
O mesmo não ocorreu com as marcas de serviços financeiros, que continuam a sentir o impacto da retração econômica global. “Eventos recentes, tais como o escândalo da Libor, mancharam a reputação das marcas lÃderesâ€, justifica a Interbrand. A American Express é a marca deste setor mais bem colocada, no 24.º lugar, com valor de US$ 15,7 bilhões.
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Nestlé e Samsung são as marcas preferidas da classe C
- 6 de setembro de 2012 |
- 11h02 |
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Categoria: Agenda, Análise, Empresas
VANESSA STECANELLA
De olho na nova classe média brasileira, o Data Popular realizou um levantamento para verificar quais marcas se beneficiaram com o crescimento do consumo dessa fatia da população. A pesquisa divulgada nesta quarta-feira, durante a 10ª edição do Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente (Conarec), apontou que a Nestlé é a preferida, sendo citada por 4,1% dos entrevistados, seguida por Samsung (3,9%) e Adidas (3,7%). Foram ouvidas 22 mil pessoas em 153 cidades pelo Brasil.
De acordo com o Data Popular, 54% dos entrevistado se preocupam com a marca dos alimentos, 47% consideram a empresa na hora de comprar computadores, 45% antes de adquirir o automóvel e 41% para eletrônicos. Porém, apenas 37% dos entrevistados afirmaram dar atenção à marca dos sapatos.
Segundo a pesquisa, existe uma diferença entre o gosto dos homens e das mulheres da nova classe média. Eles citaram marcas de tênis, roupas de esporte e eletrônicos, enquanto elas apontaram alimentos, cosméticos e roupas.
O Data Popular constatou que a classe média brasileira cresceu de 42% da população em 2004 para 53,9% em 2011, ganhando parte dos antigos pertencentes à classe D, que apresentou declÃnio de 41,3% para 31,1% no mesmo perÃodo. Conforme projeção do instituto, em 2014 a classe C será representada por 58,3% dos brasileiros, enquanto 26,8% estarão na D.
Entre 2004 e 2011, o crescimento no número de pessoas na classe C impulsionou as compras, fazendo com que a nova classe média atingisse R$ 1,03 trilhão em consumo no ano passado. A cifra corresponde a um crescimento de 228,3% nos gastos com produtos e serviços nos últimos sete anos.
O carrinho de compras da nova classe média também mudou de 2001 para 2012. A classe AB comprava 35 categorias diferentes de produtos, a C 27 e a DE 19 há 11 anos. Agora, a AB leva para casa 45 categorias, a C 42 e a DE 40.
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Como agradar os consumidores da ‘geração social’
- 18 de junho de 2012 |
- 17h40 |
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Categoria: Agenda, Análise, Consumo
Fernando Scheller
A “geração social”, composta por consumidores de 12 a 30 anos de idade, exige bem mais das marcas do que a publicidade tradicional se acostumou a oferecer. Altamente conectado, esse grupo rejeita produtos que interrompam seu momento de entretenimento. Por isso, a ordem é se aproximar do consumidor e associar uma marca a um serviço útil para um determinado nicho de clientes.
A medida do sucesso de uma campanha voltada para essa audiência é a quantidade de recomendações obtidas nas redes sociais. Um estudo apresentado pela empresa Go Viral no Cannes Lions Festival Internacional de Criatividade, evento que tem o o Grupo Estado, que publica o Jornal da Tarde, como representante oficial no Brasil, mostra que a chamada “geração social” concentra hoje 50% do poder de compra dos Estados Unidos.
A tendência é que esse domÃnio aumente, já que os consumidores que agora chegam à adolescência têm o mesmo padrão de comportamento. “Esse público gasta mais tempo na internet do que em frente à TV. Na verdade, a televisão não entra sequer em suas dez principais atividades”, explica René Rechtman, presidente da Go Viral, que faz parte do grupo de internet AOL.
Essa “publicidade de serviço” não precisa necessariamente chegar ao consumidor diretamente – na maioria das vezes, chegará via Facebook ou Twitter. “Acabou a era de agradar ao indivÃduo. O importante é falar com o grupo, com as pessoas em quem ele confia”, diz Rechtman. Hoje, no entanto, a maior parte do trabalho feito na internet ainda adapta o que era feito na TV e na mÃdia impressa. “Só 20% do gasto com mÃdia online tem algum tipo de conteúdo. O restante é estático, justamente o que o consumidor não quer.”
Para buscar interação com o consumidor, as marcas precisam criar campanhas a partir de temas. A Nike criou um bracelete que conta as calorias queimadas ao longo do dia – o objetivo da campanha era incentivar a prática de exercÃcios fÃsicos, o que indiretamente ajuda em seu negócio. Já a Starbucks criou um aplicativo para smartphones a partir do qual seus clientes podem pedir um café antes de chegar à loja, recebem informações sobre as calorias e podem conversar com outras pessoas que gostam da mesma bebida.
Uma pesquisa da Nielsen, divulgada em abril no Brasil, mostra que o caminho da busca de proximidade nas redes sociais estar correto. Os meios mais confiáveis apontados por consumidores para basear uma compra foram: recomendações de pessoas conhecidas (90%) e opiniões de consumidores postadas online (70%). No entanto, entre os anúncios tradicionais, os de televisão foram citados por 64%, enquanto os banners veiculados em site de internet só foram citados por 33%.
As agências brasileiras já se concentram na tarefa de inovar em termos de veiculação – a campanha passa a ser hospedada em um ambiente criado pela própria marca, como um site corporativo ou uma página no Facebook -, mas o PaÃs está atrasado neste movimento. Um dos motivos, segundo publicitários, é a grande influência que a TV aberta ainda exerce no consumidor brasileiro.
“O anunciante quer saber os resultados. E a mÃdia tradicional tem essas métricas bem definidas de quanto um investimento em publicidade vai impactar no resultado”, explica PatrÃcia Marinho, vice-presidente de atendimento da Giovani+DraftFcb.
No entanto, quando o cliente concorda em fazer uma aposta ousada, é possÃvel casar um conteúdo de interesse geral como uma marca. O sócio da agência digital iThink, Marcelo Tripoli, cita um trabalho que a empresa fez para o banco Santander. Ao identificar entre os gerentes de agências a carência de informação entre pequenos empreendedores, a instituição autorizou a produção de um reality show chamado Conexões de Ideias. Foram escolhidos três empresários, que receberam dicas para melhorar seus projetos.
Os vÃdeos, de 5 a 10 minutos de duração, foram postados no YouTube, no Facebook, no Twitter, num site criado pelo banco e também em associação com portais informativos de internet, como Terra e MSN. Com a estratégia, Tripoli diz ter atingido cerca de 150 mil pessoas. “Qualquer um pode contar sua história hoje nas redes sociais. O que nós fizemos neste caso foi uma curadoria de conteúdo. Adaptamos e produzimos para atingir um público maior.”
Efetividade
Para a executiva da Giovani+DraftFcb, os resultados na internet ainda palidecem em relação à mÃdia tradicional. Ela lembra que um filme de 30 segundos, veiculado na novela das nove da Rede Globo, vai atingir mais de 3 milhões de pessoas só em São Paulo.
A internet, no entanto, precisa ser usada para mostrar que uma companhia está interessada em associar seu nome a estratégias inovadoras. O mundo ideal, segundo Patricia Marinho, seria a empresa gastar pelo menos 30% de sua verba em apostas que não estão voltadas diretamente para a sobrevivência do dia a dia do negócio. “Uma parte deste dinheiro teria de ir para as iniciativas digitais e outra para ações realmente inovadoras, para modificar a imagem que o consumidor tem de uma marca ou produto.”
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Negócio próprio a partir de R$ 20 mil
- 13 de junho de 2012 |
- 13h25 |
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Categoria: Agenda, Análise, comércio, Empreendedorismo, Serviços
SUZANE G. FRUTUOSO
Oportunidade de negócio, com a segurança de um nome estabelecido no mercado e acompanhamento para a gestão. Quem deseja virar empresário pode aproveitar para conhecer uma das 470 marcas de franquias na 21ª ABF Franchising Expo, que começa hoje, no Expo Center Norte.
Na feira há opções com investimento a partir de R$ 20 mil. São as microfranquias, cujo valor inicial aplicado não pode ser superior a R$ 50 mil. O visitante tem condições de sair do evento como um franqueado.
Promovida pela Associação Brasileira de Franchising (ABF),a feira deve receber 50 mil visitantes, 12% a mais que no ano passado, e movimentar R$ 400 milhões em negócios fechados. “Com a economia aquecida, as franquias estão ganhando novos modelos e se expandindo por todo o PaÃsâ€, diz Ricardo Camargo, diretor da ABF.
Camargo aposta nos setores de alimentação, saúde e beleza, reparos e reformas, turismo e educação entre as tendências de franquias que mais crescem.
Algumas das vantagens do modelo de negócio são conhecimento empresarial, treinamento de funcionários, suporte em logÃstica, facilidade em financiamentos e a supervisão das operações.
Mas para assumir a responsabilidade de se associar a uma marca é preciso ter perfil. “Capacidade de comunicação e liderança são fundamentaisâ€, diz Camargo.
“O ideal é que a pessoa faça uma autoavaliação e busque uma franquia que exija seus pontos fortes e seja de um segmento que gosteâ€, diz o diretor da Global Franchise Consulting, Wagner Almeida.
Há também desvantagens no modelo. O sistema de gestão é trabalhoso, é preciso dar satisfação ao franqueador o tempo todo, além de o franqueado conviver com menos flexibilidade na tomada de decisões. Nada disso, porém, deve frear a expansão das franquias. “O poder de compra das pessoas aumentouâ€, diz o diretor da rede de produtos para a casa Imaginarium, Carlos Zilli.
A empresa está lançando na feira a versão compacta de suas lojas, com até 35metros quadrados (m²) e cerca de R$ 180 mil de investimento inicial, 30% a menos do que para a loja de 50m².
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Duas mil opções para começar a empreender
- 3 de janeiro de 2012 |
- 23h24 |
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Categoria: comércio, Consumo, Empreendedorismo, Serviços
Quem optar pelo modelo de franquia tem à disposição cerca de duas mil marcas para escolher, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF). O alerta do diretor da consultoria especializada em franchising e redes de negócios Francap, André Friedheim, é que o franqueado terá a receita do bolo pronta, mas terá que fazer e servir o produto. Ou seja, o franqueado não pode pensar que o negócio vai andar por si só para dar retorno.
E as expectativas são positivas. O setor espera fechar 2011 com crescimento de 15% em relação ao ano passado e um faturamento de R$ 86 bilhões. Para 2012, as previsões também são otimistas. São esperados um aumento de 15% no faturamento, alta de 8% no número de novas marcas e de 9% a 10% no número de unidades.
Para ajudar na escolha da franquia, o diretor aponta alguns segmentos de destaque. Em sua opinião, o setor de alimentação vai continuar em ascensão devido ao aumento do consumo da alimentação fora de casa e da expansão dos shopping centers.
Outro destaque é o segmento de beleza, estética e saúde. O empreendedor pode abrir um spa, uma loja de produtos ligados ao bem-estar ou uma academia de ginástica, por exemplo. Negócios ligados à educação também são as apostas, como cursos de especialização e lÃnguas.
Friedheim lembra que o investidor precisa ter afinidade com o negócio que pretende abrir. “É preciso estudar bem a atividade que irá iniciar. É um projeto de longo prazo e você precisa gostar do que vai fazerâ€, afirma o especialista.
Os principais limitadores da expansão das franquias, segundo a ABF, são o alto custo dos imóveis de forma geral e os valores dos aluguéis em shoppings. Como alternativas, surgem as galerias comerciais, lojas de ruas e até lojas em postos de combustÃvel.
O diretor também aponta as microfranquias, redes de investimento de até R$ 50 mil, como boas opções para quem busca um investimento com um custo mais baixo. “Geralmente, as microfranquias estão concentradas na área de serviços e não dependem tanto de pontos comerciais. É uma tendência no mercado e serve como uma bela experiência para quem busca um ponto de partida. Vai depender da capacidade empreendedora do franqueadoâ€, explica Friedheim.
Dados da ABF apontam 260 marcas de microfranquias em funcionamento no PaÃs. O interessado pode consultar as opções de franquias no site da ABF: www.portaldofranchising.com.br.
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