Mercado prevê mais 0,25 ponto na Selic
- 16 de julho de 2011 |
- 14h46 |
- Tweet este Post
Categoria: Agenda, Análise, Inflação
Francisco Carlos de Assis e Flávio Leonel
A taxa básica de juros, a Selic, deverá ser aumentada em 0,25 ponto porcentual, para 12,5% ao ano, pelo Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, na quarta-feira, dia 20. É o que indica o levantamento feito pelo Jornal da Tarde, com 74 instituições do mercado financeiro, das quais apenas uma, a Fundação dos Economiários Federais (Funcef), trabalha com estabilidade.
O levantamento confirma o resultado de uma consulta prévia com 35 casas na segunda-feira, que apontava de forma unânime para um ajuste de 0,25 ponto porcentual. Entretanto, entre o que os analistas acreditam que o Copom fará e o que eles acham que deveria fazer, existe grande diferença.
Muitos deles afirmam que, se tivessem direito a voto no Copom, considerando o alto nível da inflação dos serviços no acumulado de 12 meses (8,75%), elevariam o ritmo de aumento dos juros ou manteriam o gradualismo, com 0,25 ponto porcentual a cada reunião num período mais prolongado, desde que acompanhado de mais medidas macroprudenciais, incluindo novos aumentos do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas operações de crédito e compulsório.
O que tem mantido as expectativas do mercado ancoradas em um aumento de apenas 0,25 ponto é mesmo a preferência sinalizada pelo BC por um aumento gradual da taxa de juros, ainda que por um “período suficientemente prolongado”, como se pode ler em alguns documentos da própria autoridade monetária, para levar a inflação a convergir para o centro da meta, de 4,5%. Algumas declarações do presidente do BC, Alexandre Tombini, vão na mesma direção.
Previsões
Para o gerente de Análise Econômica e Riscos de Mercado do Banco Cooperativo Sicredi, Alexandre Barbosa, está claro, independentemente de ser ou não a decisão mais adequada, que o BC aumentará a taxa básica de juros em 0,25 ponto porcentual. Segundo ele, uma alternativa com impacto mais forte na economia seria uma alta de 0,50 ponto porcentual, que poderia trazer um efeito mais adequado na convergência da inflação de 2012 para a meta de 4,5%.
“O aumento de 0,25 ponto é consistente com o que o BC vem falando. Não é que achamos que deveria ser, mas é o que achamos que acontecerá”, diz ele, que também aguarda outro ajuste de 0,25 ponto para o encontro de agosto do Copom.
Na Cruzeiro do Sul Corretora, a economista Márcia Dantas também projeta um ajuste de 0,25 ponto porcentual na reunião de julho, mas reforça o coro de que altas em nível um pouco maiores seriam mais recomendadas para a situação de atividade e inflação no País. Segundo ela, o BC nem deveria ter saído da rotina de ajustes de 0,50 ponto porcentual adotada nas reuniões de janeiro e março. “Eu já teria dado alta de 0,50 ponto lá atrás, quando eles decidiram mudar para 0,25 ponto”, destaca Márcia, referindo-se à reunião de abril.
A Funcef é a única integrante do levantamento que aguarda a manutenção da taxa básica de juros no nível atual de 12,25%. Para o economista da entidade Ângelo Afonso Lourenço Fraga, a decisão pela manutenção da Selic no Copom de julho está embasada na expectativa de que as medidas macroprudenciais deverão começar a surtir os efeitos esperados agora no segundo semestre.
Posts Relacionados
Tópicos Relacionados
ajustes, Alexandre Barbosa, Alexandre Tombini, Banco Central, Banco Cooperativo Sicredi, Comitê de Política Monetária, compulsório, Copom, Cruzeiro do Sul Corretora, estabilidade, expectativas, Funcef, Fundação dos Economiários Federais, Imposto sobre Operações Financeiras, inflação, IOF, levantamento, Márcia Dantas, mercado financeiro, meta, operações de crédito, Selic, taxa básica de juros
Inadimplência no semestre tem maior alta em 9 anos
- 11 de julho de 2011 |
- 19h55 |
- Tweet este Post
Categoria: Agenda, Análise, Indicadores
Circe Bonatelli
A inadimplência do consumidor no primeiro semestre deste ano cresceu 22,3% em comparação com o mesmo período de 2010, a maior alta do indicador em nove anos, de acordo com pesquisa divulgada hoje pela Serasa Experian, empresa especializada em análise de crédito.
A inadimplência do consumidor também apresentou crescimento na comparação mensal – alta de 7,9% em junho ante maio – e na comparação anual – alta de 29,8% em junho ante o mesmo mês de 2010.
Segundo os economistas da Serasa Experian, o crescimento da inadimplência no semestre é reflexo dos efeitos da política monetária para controle da inflação, com alta dos juros, do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e o encarecimento do crédito.
“O consumidor enfrenta uma redução no poder aquisitivo, e o crescente endividamento dificulta o pagamento das dívidas assumidas anteriormente”, afirma a entidade, em nota.
Modalidades
Os economistas destacam a elevação da inadimplência na modalidade de pagamentos com cheques, considerada um reflexo do maior uso da modalidade de cheques pré-datados pelos varejistas, para contornar os custos com cartões de crédito e para aliviar o consumidor do maior IOF.
O valor médio das dívidas referentes a cheques sem fundos aumentou 7,0%, de R$ 1.227,82 no primeiro semestre de 2010 para R$ 1.313,97 no primeiro semestre deste ano. No mesmo período, valor médio dos títulos protestados cresceu 14,9%, de R$ 1.156,29 para R$ 1.328,50.
Já as dívidas não bancárias (lojas em geral, cartões de crédito, financeiras e prestadoras de serviços como luz e água) caíram 20,2%, de R$ 358,50 para R$ 307,54, enquanto as dívidas bancárias recuaram 2,0%, de R$ 1.335,17 para R$ 1.307,90.
Na comparação mensal, os cheques sem fundos cresceram 18,9% em junho ante maio. Em seguida aparecem as dívidas com bancos (8,1%) e as dívidas não bancárias (5,4%). Os títulos protestados foram a única modalidade a apresentar recuo (-11,7%) na avaliação mensal.
Posts Relacionados
Tópicos Relacionados
análise de crédito, cartões de crédito, cheques pré-datados, consumidor, controle da inflação, dívidas, endividamento, Imposto sobre Operações Financeiras, inadimplência, indicador, IOF, juros, política monetária, protestados, Serasa Experian, varejistas
Planejar as finanças é fundamental para quem vai ao exterior
- 11 de julho de 2011 |
- 16h21 |
- Tweet este Post
Categoria: Agenda, Análise, Dólar, Serviços
Roberta Scrivano
Nunca a vontade do brasileiro de viajar para fora do País foi tão grande. Levantamento do Ministério do Turismo mostra que do total de entrevistados no mês de junho, 29,5% disseram que, nos próximos seis meses, pretendem ir para o exterior. Em setembro de 2005, quando a pesquisa foi iniciada, esse porcentual era de 15,9%. Em junho do ano passado o volume de interessados em viajar para fora era de 21,9%.
Os motivos para tal aumento são fáceis de serem explicados: melhor renda mensal e, ao mesmo tempo, a maior oferta de crédito, que facilita o pagamento das passagens e hospedagem.
Quem está programando as férias, no entanto, se depara, nos momentos finais do planejamento, com algumas alternativas de meios de pagamento para serem usados no território estrangeiro. Cada uma das opções, dizem especialistas em finanças pessoais, é indicada para uma finalidade específica.

Turista deve saber quanto de imposto pagará em cada transação para troca da moeda ou compra no exterior (Foto: Evelson de Freitas/AE)
Veja os comentários dos especialistas no tema:
Cartão pré-pago
Os cartões pré-pago são adquiridos e carregados aqui no Brasil, já na moeda do país de destino. Além disso, é possível recarregá-lo durante a viagem — sempre por meio do contato com a corretora de câmbio que emitiu o plástico.
Esse tipo de cartão existe no Brasil desde 2003 e foi lançado pela Visa. A modalidade ganhou força recentemente, sobretudo por conta do aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), nas transações com o cartão de crédito — tem que será abordado mais adiante.
Hoje, o maior emissor de pré-pagos é o Banco Rendimento, que emite somente o cartão da bandeira Visa. “Temos hoje 450 mil cartões ativos. Até o fim do ano serão 550 mil”, projeta Roger Ades, diretor do Banco Rendimento.
Para adquirir o cartão, o interessado precisa ir à uma casa de câmbio e solicitar o plástico. “Há três ou quatro corretoras que cobram R$ 10 pela emissão do cartão. As outras não cobram nada”, diz Ades, recomendando que o cliente pesquise antes de adquirir o Visa Travel.
A American Express e a Mastercard também têm modalidades similares sendo ofertadas no mercado. “É sempre bom comparar todas as opções”, complementa Fábio Gallo, professor de finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
Cartão de crédito
As transações com o cartão de crédito ficaram mais caras aos brasileiros que querem comprar no exterior. Isso porque, em março deste ano, o Banco Central aumento a alíquota do IOF para esse tipo de transação. “Mesmo assim, se a pessoa tiver o cartão, é bom levar, por segurança”, recomenda Liao Chieh, professor de finanças do Insper (ex-Ibmec São Paulo).
O especialista pontua que, tanto no cartão de crédito quanto no pré-pago, há uma grande vantagem: a segurança. “No crédito, é usado o valor do câmbio turismo do dia do fechamento da fatura. Há risco de pagar mais do que no pré-pago”, pondera Chieh.
Espécie
Para qualquer viagem é importante que o turista leve um pouco de dinheiro vivo, já trocado, ou seja, na moeda do local de destino. “Para tomar o táxi até o hotel, por exemplo”, diz Chieh.
Gallo, da FGV, reforça que também é preciso ter atenção às taxas cobradas pela troca do câmbio. Em alguns grandes bancos, por exemplo, há custo para a troca. Na maior parte das casas de câmbio, no entanto, só há a incidência do IOF, de 0,38%.
Comprar aos poucos também é uma recomendação dos especialistas. Dessa forma, o turista faz uma média do preço da cotação da moeda.
Traveller cheque
Essa opção também deve ser comprada aqui no Brasil. O preço da transação é o mesmo da troca do dinheiro (0,38% de IOF, que também é a taxa cobrada na aquisição do cartão pré-pago).
Há, no entanto, o adicional positivo da segurança. “Você leva os cheques, já preenchidos. No país de destino, você vai à uma loja da Amex e troca por dinheiro”, diz Chieh, que considera essa a melhor opção de pagamento. “Além disso, também é possível pagar a conta com o próprio traveller chek”, completa o professor. (Colaborou Luiz Guilherme Gerbelli)
Posts Relacionados
Tópicos Relacionados
alíquota do IOF, American Express, Amex, Banco Central, Banco Rendimento, bandeira Visa, Brasil, brasileiro, brasileiros, câmbio, câmbio turismo, cartão da bandeira Visa, cartão de crédito, cartão pré-pago, casa de câmbio, comprar no exterior, corretora de câmbio, cotação, dinheiro, dinheiro vivo, diretor do Banco Rendimento, ex-Ibmec São Paulo, exterior, Fabio Gallo, Férias, FGV, finanças pessoais, Fundação Getulio Vargas, hospedagem, Imposto sobre Operações Financeiras, incidência do IOF, Insper, interessados em viajar, IOF, levantamento, Liao Chieh, Luiz Guilherme Gerbelli, MasterCard, Ministério do Turismo, passagens, pesquisa, planejamento, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, professor de finanças, PUC-SP, Roberta Scrivano, Roger Ades, território estrangeiro, traveller check, viajar, viajar para fora, Visa, Visa Travel, vontade
Alta do IOF puxa crédito de longo prazo
- 28 de junho de 2011 |
- 16h20 |
- Tweet este Post
Categoria: Agenda, Análise, Crédito, Indicadores
Fabio Graner e Renata Veríssimo
O crédito externo para a economia brasileira claramente migrou do curto para o longo prazo, como resultado da elevação para 6% do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nos financiamentos com prazos de até dois anos. Embora já estivesse ocorrendo em abril, o movimento ficou ainda mais evidente pelos dados das contas externas do mês de maio.
Essa trajetória levou o Banco Central a fazer significativas revisões nas suas previsões de fluxo de empréstimos externos para o País. A expectativa do BC para o ingresso de recursos decorrente de créditos de longo prazo em 2011 saltou de US$ 49,8 bilhões para US$ 71,9 bilhões. Enquanto isso, a projeção para as operações de curto prazo despencou de US$ 27 bilhões para apenas US$ 5,5 bilhões.
As alterações nas projeções relativas aos financiamentos externos foram as mais significativas de toda a revisão que o BC faz trimestralmente em seu cenário para as contas externas.
Segundo o chefe do departamento econômico do BC, Túlio Maciel, os números do ano, até maio, mostram que as operações de empréstimos tradicionais de curto prazo passaram de uma média mensal de US$ 2,32 bilhões no primeiro trimestre para um saldo negativo de US$ 2,17 bilhões em maio, depois de já ter trabalhado no vermelho também em abril. Já as operações de longo prazo passaram de uma média mensal de US$ 1,41 bilhão no primeiro trimestre para US$ 3,29 bilhões em maio.
Alongamento
O movimento vai na mesma direção quando se consideram operações de emissões de títulos, com saída de recursos que estavam classificados como de curto prazo e expansão para a rubrica de longo prazo. “Houve um alongamento das dívidas a partir do IOF. Os empréstimos de curto prazo cessaram e no longo prazo, aumentaram”, disse Maciel.
O diretor de pesquisas da associação Brain, André Sacconato, concorda que o movimento mostra a eficácia da medida que elevou para 6% o IOF sobre captações de curto prazo. Ele afirmou que o alongamento de prazos não impede que esses recursos saiam a qualquer momento do País, movidos por algum ímpeto especulativo (embora isso tenha um custo maior).
De qualquer forma, Sacconato salientou que a migração de operações de curto para o longo prazo, ocorrendo em um ambiente internacional adverso, ainda que tenha sido induzida por uma medida governamental, mostra que os investidores estão bastante confiantes no Brasil.“Não houve debandada de financiamentos da economia brasileira. Em tese, a composição do endividamento até melhorou, disse.
Posts Relacionados
Tópicos Relacionados
alongamento, André Sacconato, Banco Central, Brain, captações, chefe do Departamento Econômico do BC, contas externas, crédito externo, curto prazo, custo maior, dívida externa, economia brasileira, endividamento, especulativo, estimativa desembolsos de créditos, Fabio Graner, financiamentos, financiamentos externos, fluxo de empréstimos externos, Imposto sobre Operações Financeiras, investidores, IOF, longo prazo, medida governamental, operações de emissões de títulos, previsões, recursos, Renata Veríssimo, revisões, taxa de rolagem, trajetória, Túlio Maciel, vencimentos
Brasileiro reduz gasto com cartão no exterior
- 28 de junho de 2011 |
- 10h02 |
- Tweet este Post
Categoria: Consumo, Crédito, Impostos, Indicadores
SUZANE G. FRUTUOSO
Na onda do bom momento da economia do País e da alta do consumo, as viagens ao exterior ganharam uma força extra entre os brasileiros. Mas o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), anunciado pelo governo federal no final de março e em vigor desde abril, freou as compras no cartão de crédito, segundo dados divulgados, ontem, pelo Banco Central (BC).
Com uma alíquota que passou de 2,38% para 6,38% sobre os gastos em moeda estrangeira, o total consumido lá fora com o cartão caiu. As despesas dos turistas brasileiros em outros países no mês passado totalizaram US$ 1,67 bilhão, a maior cifra para meses de maio. Desse total, os pagamentos com cartão de crédito foram de US$ 909 bilhões, o equivalente a 54,7%. Em abril, porém, essa modalidade respondeu por 60,7%, ou US$ 1,94 bilhão em despesas.
Para a professora Lucília Gonçalves, coordenadora do curso de Ciências Econômicas das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), o dado não significa uma diminuição das compras no exterior, muito menos do turismo. “Esse recuo indica uma opção por outros meios de pagamento, como dinheiro em espécie e cartão de viagem pré-pago, para escapar do imposto. O brasileiro está aprendendo a experimentar – e aprovando – diferentes possibilidades para suas compras ”, explica ela.
Vantagem
É mais uma novidade, junto com a capacidade de consumo. Guardar o cartão de crédito, porém, não deve ser uma tendência. Mesmo com a alta do IOF, comprar no cartão lá fora é vantajoso.
“Os preços de roupas, bebidas e eletroeletrônicos estão menos da metade dos valores no Brasil. O uso do cartão no exterior ainda compensa”, afirma Alcides Leite, professor de economia da Trevisan Escola de Negócios.
Passeios em alta
Segundo o chefe do Departamento Econômico do BC, Túlio Maciel, as viagens internacionais seguem batendo recordes. Houve apenas a mudança na forma de pagamento das contas. “Os gastos em maio foram os maiores para o mês. É algo que reflete o maior poder aquisitivo do brasileiro e tem se repetido.”
As despesas com turismo no exterior subiram 58,1% em abril, comparado a abril de 2010. Em maio, essa expansão foi de 43,9%, na mesma base de comparação.
Os pagamentos com cartão de crédito aumentaram 33,9% no mês passado, em relação a um ano antes. Em abril, haviam crescido 53,8% ante abril de 2010.O aumento do IOF foi uma medida do Palácio do Planalto para reduzir o consumo e conter os índices de inflação. (colaboraram Fábio Graner e Renata Veríssimo)
Posts Relacionados
Tópicos Relacionados
Alcides Leite, alíquota, alta do consumo, alta do IOF, Banco Central, base de comparação, BC, bom momento da economia, brasileiros, capacidade de consumo, cartão de crédito, cartão de viagem, chefe do Departamento Econômico do BC, cifra, comparação, compras no cartão de crédito, compras no exterior, despesas dos turistas, dinheiro em espécie, escapar do imposto, exterior, Fabio Graner, Faculdades Metropolitanas Unidas, FMU, governo federal, imposto, Imposto sobre Operações Financeiras, índices de inflação, inflação, IOF, Lucília Gonçalves, moeda estrangeira, pagamentos com cartão, países, Palácio do Planalto, poder aquisitivo do brasileiro, professor de economia, recordes, Renata Veríssimo, Suzane Frutuoso, Trevisan Escola de Negócios, Túlio Maciel, turismo, turismo no exterior, turistas, turistas brasileiros, vantajoso, viagens ao exterior, viagens internacionais
- : Índice de Confiança da Indústria... http://t.co/RGpcmjbC 7 mins ago
- : Centrais de trabalho têm postos para todos os níveis http://t.co/UWN35Zfm 1 hr ago
- : Socorro a banco agrava crise na Espanha http://t.co/sfTyu3Ny #seubolso #criseinternacional 4 hrs ago
- : Negociação mesmo sem proposta http://t.co/8ryWUqN6 10 hrs ago
- : Mais aumento de salário ... http://t.co/CDwUrfhL #seubolso #emprego 11 hrs ago
- More updates...
Posting tweet...
Powered by Twitter Tools


RSS