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Sexta-feira, 24 de Maio de 2013
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País já tem 250,8 milhões de celulares

Categoria: Indicadores, Serviços

Com 3,2 milhões de novas habilitações em março, a telefonia celular no Brasil rompeu a barreira dos 250 milhões de linhas ativas no mês passado, totalizando 250,8 milhões. De acordo com dados divulgados hoje pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a chamada teledensidade no País chegou a 128 acessos para cada 100 habitantes.

Segundo a agência reguladora, o desempenho em novas habilitações de linhas móveis em março foi o melhor para o mês nos últimos 13 anos, com expansão de 1,30% na base de assinantes na comparação com fevereiro deste ano. Do total, 52 milhões de acessos contam com banda larga móvel (3G).

A Vivo continua líder no mercado brasileiro, com 29,81% de participação, seguida por TIM (26,80%), Claro (24,56%) e Oi (18,53%).

Eduardo Rodrigues — Agência Estado

Brasil já tem 245,179 milhões de celulares

Categoria: Indicadores, Internet, Serviços, Tecnologia

O Brasil encerrou janeiro com 245,179 milhões de linhas ativas na telefonia móvel. No primeiro mês de 2012 foram realizadas 2,947 milhões de novas habilitações. Trata-se do maior número de ingressos no sistema registrado em um mês de janeiro nos últimos 13 anos, conforme dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Com esses últimos resultados, o Brasil registra uma “teledensidade” de 125,29 linhas móveis para cada cem habitantes, ou seja, há mais de um celular para cada brasileiro.

A mais elevada “teledensidade” ao final de janeiro foi registrada no Distrito Federal, com 214,82 acessos para cada cem habitantes (dentro de um total de 5,727 milhões de celulares). Em São Paulo, com 60,158 milhões de celulares, havia 143,93 acessos móveis para cada cem habitantes ao final de janeiro.

Em dezembro de 2011, O Brasil tinha 242,231 milhões de linhas móveis, conforme dados da Anatel. A “teledensidade”, ao final do ano passado, era de 123,87 acessos para cada cem habitantes.

Ao final de janeiro deste ano, do total de acessos móveis em operação no Brasil, 200,7 milhões eram pré-pagos (81,86%) e 44,5 milhões, pós-pagos (18,14%). Em dezembro de 2011, havia 198,2 milhões de acessos pré-pagos (81,81%) e 44 milhões pós-pagos (18,19%).

Web móvel
Os terminais 3G (que permitem acessar a banda larga móvel) somaram mais de 50,8 milhões de acessos em janeiro, alta de 23,45% em relação aos 41,1 milhões de dezembro de 2011.

A Anatel informa que a diferença é resultado da adequação na forma de identificação dos terminais com capacidade 3G habilitados nas redes das operadoras.

Brasil tem o 4º pior resultado entre os Brics

Categoria: Indicadores

Sergio Torres

A alta de 3,1% do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2010, manteve o Brasil na quarta posição entre os cinco países que compõem o Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Somente a África do Sul cresceu menos (1,3%).

No primeiro trimestre de 2011 o Brasil havia ficado à frente apenas da Rússia. Desta vez, o PIB russo, de 3,4%, superou o PIB brasileiro. A China, absoluta com 9,5%, e Índia, com 7,7%, lideram o Brics em relação ao crescimento da economia no segundo trimestre deste ano.

Apesar da liderança, tanto a China quanto a Índia registram desaceleração moderada no crescimento em relação aos trimestres anteriores. A expansão chinesa estancou a partir dos últimos três meses do ano passado, quando o PIB atingiu 9,8%. No primeiro trimestre deste ano baixou para 9,7%.

Na Índia, o PIB tem decaído há seis trimestres. No primeiro trimestre de 2011 chegou a 7,8%. Agora, caiu 0,1 ponto porcentual, patamar considerado inexpressivo quando se faz a avaliação dos cenários das contas nacionais.

A queda no PIB fez a África do Sul regredir aos resultados obtidos há dois anos. Em 2009, a crise financeira iniciada no ano anterior derrubou para 1,7% um crescimento que, em 2007, chegara a superar os 5%.

Também muito prejudicada pela crise mundial de 2008, a Rússia mantém o processo de queda do PIB. Taxada em 4,1% no primeiro trimestre do ano, a economia do país caiu para 3,4% nos três meses posteriores.

PIB percapita
Quanto ao PIB per capita, por causa das populações numerosas, o Brasil (cerca de 190 milhões de habitantes) só ficou atrás da Rússia (cerca de 140 milhões) no segundo trimestre. A produção de riquezas por brasileiro ficou em US$ 10,9 mil. Na Rússia, o PIB per capita foi de US$ 15,9 mil no último trimestre medido em 2011.

Na comparação internacional com 15 países desenvolvidos e em desenvolvimento selecionados pelo IBGE, o Brasil, empatado com a Coreia do Sul, registrou a terceira maior expansão do PIB (0,8%) no segundo trimestre deste ano, em relação ao trimestre anterior. O Chile obteve a maior alta, com 1,4%, e o México aparece em segundo, com crescimento de 1,1%. Bélgica é a quarta em expansão, com 0,7%. Noruega, a quinta, com 0,4%.

Os países desenvolvidos registraram avanços considerados insignificantes, como os Estados Unidos, a Espanha e o Reino Unido, todos com 0,2%, mesma taxa da União Europeia. Alemanha e Holanda registraram 0,1%. A França não cresceu nem decresceu. O Japão regrediu -0,3%.

97 países têm mais de um celular por pessoa

Categoria: Agenda, Análise, Internet, Serviços, Tecnologia

Jamil Chade

A primeira década do século 21 foi marcada por uma explosão em comunicações. Dados divulgados ontem pela União Internacional de Telecomunicações (UIT) indicam que já há quase o mesmo número de celulares nos países em desenvolvimento que pessoas com acesso a banheiros. No total, 97 países, entre eles o Brasil, já têm uma penetração de celulares superior ao total de suas populações.

A entidade admite que as diferenças entre países ricos e pobres ainda são importantes. Mas destaca que esse hiato tem diminuído. Ao final de 2010, mais de 2,6 bilhões de pessoas não tinham acesso a um banheiro ou sistema de esgoto em suas casas, índice basicamente estagnado na última década. No mesmo momento, 4 bilhões de pessoas nos países em desenvolvimento tinham um celular.

Ao final do ano passado, a taxa de penetração do celular nos países em desenvolvimento chegou a 70%. Nos países ricos, essa taxa havia sido atingida seis anos antes.

Mas é a expansão que mais surpreende a entidade. Em 2002, apenas dois países no mundo tinham uma penetração da rede de celulares para mais de 100% da população. Oito anos depois, são quase cem países. Em 17 deles, já há um celular e meio para cada habitante.

Na África, quase metade da população já tem um celular. Na Ásia, dois terços dos habitantes tem acesso à tecnologia. Nas Américas, a média de penetração é de 94%. Na Europa, ela chega a 117%.

O Brasil passou a ter mais celulares que habitantes em 2010. Em 2002, essa taxa era de apenas 20%. Segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), havia 217,3 milhões de acessos móveis no País em junho.

Internet
No caso da internet, apenas 30% da população tem acesso à rede. Mas a expansão é considerada pela UIT como importante.

No ano 2000, a penetração da internet não passava de 1% em 72 economias. Uma década depois, apenas seis países tem uma taxa de 1%.

Em média, 21% da população dos países em desenvolvimento tem acesso à rede, um atraso de dez anos em comparação aos países ricos. A taxa é ainda baixa. Mas ela representa um aumento de 20 vezes na África em uma década, passando de 0,5% para 10%.

Nos países da ex-União Soviética, a taxa subiu de 10% em 2005 para 34% em 2010. Na Ásia, a expansão foi de 3,3% em 2000 para 22,5% em 2010. Na Europa, a taxa de acesso à Internet passou de 23% no ano 2000 para 67% em 2010.

O porcentual no Brasil é superior à média mundial. Mas, com pouco mais de 37% de acesso da população à Internet, o Brasil ainda está distante da realidade da Europa.

Para a UIT, o maior desafio é como fazer chegar essas tecnologias à população de 833 milhões de pessoas que vivem nos 50 países mais pobres do mundo. Nesses mercados, são 280 milhões de usuários de celulares.

No caso da internet, apenas 38 milhões de internautas existiam ao final de 2010, 4% da população desses países. A taxa é bem inferior à meta da Organização das Nações Unidas (ONU) de ter 10% da população desses países conectados.

País ultrapassa os 217 milhões de celulares

Categoria: Empresas, Indicadores, Internet, Serviços, Tecnologia

O Brasil fechou o primeiro semestre com mais de 217,3 milhões de linhas de celulares, de acordo com dados divulgados ontem pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Com isso, o País chegou a 111,6 acessos móveis para cada 100 habitantes. Apenas em junho, foram habilitadas 2,3 milhões de novas linhas.

A Vivo continuou líder no mercado brasileiro, com 29,47% do total de clientes, enquanto a TIM empatou com a Claro em 25,55% de participação. No mês anterior, a TIM contava com uma fatia de 25,34%, enquanto a Claro detinha 25,46%. Em quarto lugar, aparece a Oi, com 19,1% do total.

De acordo com a agência reguladora, 17 Estados contam com mais de um celular por habitante, sendo que, no Distrito Federal, são habilitadas 190,88 linhas a cada 100 pessoas. Em seguida, vem o Estado de São Paulo, com 128,28 acessos móveis para cada grupo de 100 habitantes.

Os celulares pré-pagos respondem por 81,85% do total de linhas habilitadas no País, chegando a 90,27% na região Norte e 90,1% no Nordeste. Já as conexões 3G, que trafegam dados em maior velocidade, totalizaram quase 28 milhões de acessos em junho, respondendo por 12,84% do total de linhas.

Eduardo Rodrigues — Agência Estado