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Quarta-feira, 22 de Maio de 2013
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Feira oferece negócios de baixo custo

Categoria: Crédito, Empreendedorismo, Empresas

SUZANE G. FRUTUOSO

Informações sobre como empreender, conseguir financiamentos ou encontrar oportunidades de negócios de baixo custo. O paulistano irá encontrar todas essas chances para crescer como empresário no 1º Salão do Microcrédito da Cidade de São Paulo, que vai de 12 a 21 de março, no Vale do Anhangabaú, no centro da capital. Promovido pela Prefeitura, o evento abre a possibilidade de iniciar o planejamento de um empreendimento. A previsão é que mil pessoas visitem o local a cada dia e fechem 2.400 novos negócios para os quais deverão ser emprestados, em média, R$ 2,5 mil.

“Temos muitos microempreendedores na capital, com um número significativo deles trabalhando como ambulantes ou com poucos recursos para avançar em sua atuaçãoâ€, diz Luiz Antonio de Medeiros, secretário substituto da Secretaria Municipal do Desenvolvimento Econômico e do Trabalho. “Com a formalização, eles terão mais segurança e poderão adquirir crédito bancário.â€

Além de recomendações para contratar financiamentos, visitantes terão opções de negócios de baixo custo (Foto: CLAYTON DE SOUZA/AE)

Os visitantes terão palestras sobre como empreender. Os temas abordados são na área de fluxo de caixa, locação comercial, acessibilidade, contrato de prestação de serviço, além do curso básico de empreendedorismo, que é exigido para obtenção de crédito. Serão expostos produtos para quem deseja abrir um negócio próprio.

O empresário Odair Agustini, dono da Metal Printer, que revende maquinário gráfico, será um dos expositores. “Há produtos bem acessíveis. Vou expor, por exemplo, uma máquina de impressão de camisetas, serviço que aquece em época de eleições, por R$ 820. Já a impressora para caneta de brinde é R$ 646.†Ele diz que ambos os trabalhos podem ser realizados em casa por iniciantes.

Especialmente para o salão, o São Paulo Confia, banco de microcrédito da Prefeitura, concederá recursos de até R$ 9 mil (quando o comum é no máximo R$ 3,5 mil). Para participar é preciso ter um grupo com, no mínimo, três microempreendedores e até dez.

“Uns são avalistas dos outros. Se estiver sozinha, a pessoa tem o crédito aprovado e recebe depois de formar um grupoâ€, diz Medeiros. O processo é acompanhado por um agente de microcrédito. Não é necessário nome limpo e os juros são de 3,9%. “É tudo facilitado. Basta ter vontade de prosperar.â€

O passo seguinte do microempreendedor individual é se transformar em microempresa. “É só a porta de entrada para algo maior. Porque essas empresas são responsáveis por produzir renda e abrir vagas de trabalho no Paísâ€, diz Julio Durante, gerente de políticas públicas do Sebrae.

50% dos sites de compras coletivas fechou

Categoria: comércio, Consumo, Empresas, Internet, Serviços, Tecnologia

Marina Gazzoni

Menos de dois anos após o lançamento do primeiro site de compras coletivas no Brasil, esse mercado mostra que veio para ficar, mas que não há espaço para aventureiros. Metade dos 1,6 mil sites de compras coletivas brasileiros está inativa — não divulga ofertas ou está fora do ar.

Além disso, os oito maiores portais do País concentram 85% do faturamento do setor. É o que aponta um levantamento feito em novembro pelo agrupador de ofertas SaveMe e pela consultoria e-bit, duas empresas do grupo Buscapé.

“A barreira de entrada para os negócios online é muito pequena e, para os sites de compras coletivas, menor ainda. Eles nem precisam de estoque para vender na internetâ€, diz o sócio-fundador do SaveMe, Guilherme Wroclawski.

O Groupon, com sede em Chicago, é a maior empresa de compras coletivas do mundo e a única de capital aberto (Foto: FRANK POLICH/REUTERS)

Segundo ele, a facilidade de empreender levou a um boom de lançamentos de empresas no segmento desde março do ano passado, quando surgiu o primeiro portal do gênero no Brasil, o Peixe Urbano. “Muitos empreendedores lançaram um domínio, mas viram que o negócio não é fácil e não tiveram fôlego para permanecer. A tendência é de consolidaçãoâ€, diz Wroclawski.

A empresária Magali Machado e seu marido, donos de uma pousada em Serra Negra (SP), estão no grupo de pessoas que tiveram um negócio relâmpago de compras coletivas. Depois de fazer uma oferta em um site de descontos e vender 1.000 diárias para hospedagem na pousada, o casal se animou com o modelo de negócios e decidiu empreender.

Eles criaram o seu próprio portal de compras coletivas, o Planeta do Desconto, em fevereiro deste ano, mas o site suspendeu as operações cinco meses depois.

“É um negócio muito legal, que dá retorno, mas só se você tiver tempo para se dedicar exclusivamente a issoâ€, disse a empresária. Além da pousada, o casal também é dono de duas lojas de brinquedos.

“Faltou tempo para se dedicar ao site. Tivemos medo de perder algo que é certo pelo duvidosoâ€, afirmou Magali. O Planeta do Desconto não chegou a dar prejuízo, nem lucro. “Empatamos. Mas deu muito trabalhoâ€, afirma Magali.

Os sites pequenos ainda são a maioria no segmento de compras coletivas, mas a concorrência com os grandes deve ser mais difícil. “Os sites grandes estão crescendo mais e se distanciando dos menores. O negócio de compras coletivas parece simples, mas requer uma execução complexaâ€, disse a diretora de comunicação do Peixe Urbano, Leticia Leite. A aprovação de uma oferta no site, por exemplo, é um processo com cinco etapas.

De um ano para cá, grandes portais como Peixe Urbano, Groupon e Clickon fortaleceram sua base de clientes, marcas e sua estrutura financeira e operacional. O Peixe Urbano, por exemplo, nasceu com uma equipe de cinco pessoas e hoje soma mil empregados em quatro países.

“Quando o site começou, a meta era fechar o ano de 2010 com 300 mil clientes cadastrados. Tivemos 5 milhõesâ€, disse Leticia.

A vez das viagens
Nos quase dois anos de operação no Brasil, o mercado de compras coletivas vem mostrando uma evolução no perfil das ofertas. Os sites começaram vendendo cupons de desconto para restaurantes, depois evoluíram para tratamentos estéticos. Hoje, o negócio ganha fôlego no segmento de viagens e na venda de produtos.

Em novembro, a maior parcela da receita do setor se destinou à venda de produtos (23,5%). Ao todo, os 800 portais ativos faturaram R$ 114,6 milhões no mês passado. “Foi um efeito sazonal. Muitas pessoas compraram presentes de Natal nos sites de compras coletivasâ€, diz Heitor Chavez, que fundou o SaveMe junto com Wroclawski. Para as empresas anunciantes, o setor de compras coletivas é mais uma opção de canal para desovar estoques.

Mas o segmento que vem se tornando a menina dos olhos do mercado de compras coletivas é o de viagens. A favor dessa categoria pesa o fato de que seu tíquete médio é mais alto do que o das outras categorias, e ela se encaixa bem no conceito de compra por oportunidade.

De olho nisso, o Peixe Urbano criou uma diretoria exclusiva para tratar das ofertas de viagens. Além do segmento, só a área de entretenimento possui um executivo exclusivamente focado nesse mercado.

Canal próprio
Mas os sites de compras coletivas não são os únicos a perceber o interesse do consumidor em aproveitar as promoções para viajar. A TAM foi a primeira companhia aérea do mundo a lançar, na última quinta-feira, um canal próprio de compras coletivas.

Segundo o gerente de Novos Canais da TAM, Rodrigo Trevizan, a empresa deve aproveitar o espaço para oferecer “tarifas de oportunidadeâ€. Estava no ar ontem, por exemplo, uma oferta válida até amanhã para comprar uma passagem de São Paulo para Ilhéus na segunda-feira com 78% de desconto, por R$ 213,16.

O modelo de negócios vem sendo desenhado há oito meses, segundo Trevizan. A ideia de lançar um canal próprio de compras coletivas surgiu depois que a TAM, em dezembro de 2010, começou a lançar promoções nos portais do segmento.

A rapidez maior para divulgar uma promoção foi um dos fatores que pesaram para a decisão da empresa de ter um canal próprio. A TAM quer aproveitar o espaço para vender passagens em horários menos concorridos e para destinos mais cobiçados pelo passageiro que viaja a lazer.

“Com o canal próprio, podemos desenhar uma promoção em meia horaâ€, diz Trevizan. No canal próprio, a empresa não precisará pagar tarifas aos parceiros e, com isso, deve conseguir dar descontos maiores, segundo o executivo. Ele, no entanto, afirma que a companhia aérea ainda pode utilizar os demais sites de compras coletivas para fazer promoções.

Ganhar dinheiro na internet é para os corajosos

Categoria: Empreendedorismo, Internet, Tecnologia

LUCIELE VELLUTO

Dificuldades em conseguir recursos, falta de tempo para se dedicar ao projeto, poucos incentivos e políticas públicas e escassez de profissionais qualificados para atuar no setor. Estas são as principais barreiras encontradas pelos pequenos empreendedores na internet.

A conclusão é de uma pesquisa que traçou o perfil do empreendedor digital no Brasil, realizada pelo Grupo RBS e pela empresa de pesquisa M. Sense com 770 empreendedores que têm um projeto totalmente idealizado para operar no meio digital.

“Essas dificuldades mostram que o setor ainda está engatinhando no Brasil, pois ainda temos um nível de inovação muito baixo e faltam investidores, pois o custo de capital ainda é alto para quem busca créditoâ€, explica Andiara Petterle, diretora de estratégias digitais e desenvolvimento de negócios do Grupo RBS.

Do total de empreendedores entrevistados, 68% investem em seu negócio com recursos próprios, 15% com dinheiro de sócios, 8% com ajuda de familiares e apenas 4% recorrem a bancos para se financiar. Os “investidores anjos†— gente que coloca recursos próprios em projetos que apostam para o futuro, correspondem a 3% das formas de se financiar.

“No Brasil temos algumas dificuldades para encontrar investidores. Ainda falta promover o encontro de quem tem boas ideias com quem quer investir nelas. O empreendedor tem de bater de porta em portaâ€, comenta Mauricio Salvador, diretor da Ecommerce School. “E a legislação nem sempre permite que esse investidor, como no caso do anjos, faça o aporte sem se tornar um sócio, arcando com mais riscos do que o do investimento no caso da empresa dar errado. Falta proteção jurídica para esse investidorâ€, completa o especialista.

Outra dificuldade é a questão do tempo. Muitos investidores, por falta de acesso a recursos de terceiros, precisam se manter no emprego formal até que o projeto consiga se sustentar sozinho. “O investidor acaba tendo que fazer dupla jornada, pois precisa pagar as contas com outra atividadeâ€, diz Salvador.

Marcel Figueiredo é um empreendedor digital recente. Dono dos sites de venda de brinquedos temáticos Varinha.com.br e do site de finanças pessoais GBolso.com.br, é um microempresário da era da internet que encontrou dificuldade em encontrar profissionais. “O maior problema foi encontrar uma empresa que tivesse capacidade de criar o layout do site de finanças com parte de programação. Fiquei quase um ano procurando esse especialista que somasse os dois conhecimentosâ€, comenta ele, que é formado em gestão de ambientes de internet e gestão de redes.

Figueiredo conta que a parte financeiras não foi o maior problema. “Usei dinheiro próprio, mas porque não queria recursos de terceiros. Acho que para muitos empreendedores também falta informação, pois há bancos com linhas especiais para quem é microempreendedor.â€

Perfil
A pesquisa também mostra quem é o empreendedor digital no Brasil. A presença maior é de homens (75%), com idade entre 25 e 30 anos (35%) e mora na região sudeste (75%) — São Paulo concentra 62% do entrevistados.

A escolaridade do dono da empresa digital é alta, sendo 46% com superior completo – 14% têm MBA, e está concentrado nas classes A (35%) e B (51%). A motivação para correr atrás de um projeto foi a vontade de trabalhar com o que gosta (79%).

Quanto ao tipo de negócio digital que preferiu empreender, em primeiro aparece as mídias sociais (26%), seguido de empresas de conteúdo (25%) e de internet/ mobilidade (25%%). “Isso está relacionado com o perfil do uso da internet no Brasil, pois as mídias sociais são a porta de acesso à internet dos brasileirosâ€, explica Andiara.

Setor de beleza é opção para empreender

Categoria: Empreendedorismo, Empresas

LUCIELE VELLUTO E SUZANE G. FRUTUOSO

Ao longo dos anos, o consumidor brasileiro mudou seus hábitos em relação à saúde, bem-estar e beleza. O simples uso de desodorante há tempos deixou de ser vaidade e hoje é um produto básico para qualquer pessoa, o protetor solar virou item de saúde e o perfume não é algo estritamente feminino, mas usado tanto por eles quanto por elas. Todas essas novas necessidades fazem com que o País seja o terceiro consumidor mundial de cosméticos e produtos de higiene e mostra que esse pode ser um mercado muito promissor para quem quer empreender, principalmente para micro e pequenas empresas.

Marilsa está há 22 anos no ramo de cosméticos e perfumaria e pretende expandir seus negócios (Foto; Divulgação)

Pesquisa feita pela IPC Marketing mostra que o brasileiro está disposto a gastar R$ 48,8 bilhões com produtos de higiene e cuidados pessoais este ano, ou 26% do total gasto por ele em saúde e bem estar. No Estado de São Paulo, a expectativa é de R$ 13,1 bilhões gastos com produtos desse segmento. E para a cidade de São Paulo serão R$ 4,1 bilhões consumidos com esses artigos.

“Isso mostra quanto o mercado é promissor, pois há uma população buscando cada vez mais qualidade de vida e ainda há ganho de renda dos consumidores, que passam a comprar esses produtos que não são considerados de primeira necessidadeâ€, diz Marcos Pazzini, diretor da IPC Marketing.

Para o microempreendedor, esse pode ser um setor atraente. “É um mercado que tem crescimento constante, em média, 10,5% anualmente nos últimos 15 anos. E isso não é só uma questão de aumento da renda, mas também está ligado a uma questão cultural do brasileiro, de valorização da estética e da belezaâ€, explica Elderci Garcia, consultora no setor de beleza e estética do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP).

No entanto, é um dos mercados mais concorridos, pois o pequeno empreendedor terá de competir com grandes redes varejistas. “Por isso tem de saber se diferenciar nesse mercado. E atender bem ao cliente ou oferecer a ele um serviço junto com o produto pode fazer essa diferença e conquistar clientelaâ€, comenta a consultora do Sebrae-SP.

Uma das opções do empreendedor é oferecer um tipo de consultoria junto com o produto. “Há diversas marcas no mercado. Se tiver alguém que atenda bem, que saiba ajudar o consumidor a se decidir, o cliente sente mais confiança e vai fazer a compra. No caso do prestador de serviço, um salão de beleza, há muitos pela cidade. E em qual o cliente voltará? Naquele em que for mais bem atendidoâ€, completa Garcia.

Sem crise
Foi com esse atendimento diferenciado que a proprietária da loja de cosméticos e perfumaria A Botica, Marilsa Carvi Franco Penteado, de 54 anos, fez seu negócio dar certo e crescer ao longo de seus 22 anos de empreendedora. “Busquei produtos para não concorrer com grandes redes. Vendo mercadorias importadas e nacionais diferenciadas. E ofereço atendimento especializado. O consumidor quer ajuda para escolher e temos de oferecer issoâ€, conta.

Para Marilsa, o setor deve continuar a se expandir. “Pode ser até que cresça menos, mas continuará a crescer, não tem volta, são hábitos de vida. Um exemplo são os homens. Antes eles quase não usavam perfumes e, hoje, vendo tanto para eles quanto para as mulheresâ€, diz. “E em época de crise econômica, as pessoas até diminuem o consumo, trocam por uma marca mais barata, mas não deixam de comprarâ€, acrescenta ela.

Os negócios de A Botica deram tão certo na cidade de Itatiba, interior de São Paulo, que a proprietária pretende levar a divisão de perfumes e cosméticos para Campinas, onde já tem lojas de roupa. “Vou trabalhar com os dois produtos juntos, como já faço em Itatiba, onde ofereço os cosméticos, perfumes e roupas de festa. São produtos que estão ligados, pois uma ocasião especial pede uma roupa e um perfume especiais.â€

Pequena empresa fatura mais e planeja crescer

Categoria: Empreendedorismo, Empresas, Trabalho

GISELE TAMAMAR

O cenário envolvendo as micro e pequenas empresas é de faturamento e otimismo em alta no Estado. Em março, os empresários registraram um aumento de 3,2% na receita em comparação com o mesmo mês do ano passado. Trata-se do 18º mês consecutivo de crescimento. E grande parte dos empresários espera que essa situação permaneça favorável: 48% projetam manter a receita e 36% apostam em alta do faturamento nos próximos seis meses.

Os números da pesquisa de conjuntura Indicadores do Serviço Nacional de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae-SP) divulgada ontem mostram uma situação favorável ao pequeno empresário e despertam o interesse daqueles que pretendem abrir um negócio próprio.

Os especialistas afirmam que esse é um bom momento para o empreendedor, mas é preciso cautela e planejamento antes de se lançar na abertura de uma empresa.

Para o professor Marcos Morita, que leciona estratégia da Universidade Mackenzie, novos empreendedores precisam ter um certo cuidado, principalmente na estrutura do capital, diante da alta do custo do crédito e da inflação. “É preciso ter atenção e planejar muito bem seu investimento.â€

A professora do Programa de Capacitação da Empresa em Desenvolvimento (ProCED/FIA), Dariane Castanheira, também defende um bom planejamento antes de virar um empresário. “É importante que a economia esteja favorável, mas não é só isso. Um bom plano de negócios é fundamental.â€

Momento ideal
O momento ideal para abrir o próprio negócio é quando o investidor achou seu nicho de mercado, estudou seu planejamento e está preparado para empreender, na opinião do diretor superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano. “Não basta o bom cenário econômico. Isso não é garantia de sucesso pois há muita concorrência.â€

O ponto de partida pode ser a escolha do nicho a ser explorado. A partir dos resultados do Censo 2010, o professor Marcos Morita aponta três tendências para quem deseja investir e não sabe qual área explorar. São elas: terceira idade, casais homossexuais e pessoas que moram sozinhas.

“O empreendedor deve ficar atento às notícias e analisar tendências para saber onde abrir negócioâ€, afirma o professor.

O superintendente do Sebrae indica o setor de serviços para quem quer investir, principalmente um negócio voltado para o consumo interno. O segmento apresentou o melhor desempenho entre os setores pesquisados, com elevação de11% no faturamento em março ante o mesmo mês de 2010.

O faturamento da oficina de funilaria e pintura Garagem 25 tem deixado seu proprietário Marcelo Batista Pereira, de 28 anos, satisfeito. Desde que formalizou o negócio, em outubro passado, só vê sua receita subir a cada mês. “Como passei a emitir nota fiscal, as empresas grandes passaram a me procurar e o serviço aumentou.â€

E a expectativa de Pereira com os negócios acompanha os 36% dos entrevistados do Sebrae que acreditam em aumento da receita. “Os clientes estão aumentando e as expectativas são as melhores possíveisâ€, diz o empresário.

Emprego
O bom momento dos pequenos empresários também favorece o mercado de trabalho, segundo o superintendente do Sebrae-SP. Isso porque as micro e pequenas empresas são responsáveis por quase 70% dos empregos formais no Brasil. Com faturamento em alta, muitos empresários investem na contratação de funcionários.

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