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Domingo, 26 de Maio de 2013
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Juro mais baixo no Construcard

Categoria: Agenda, Análise, Bancos, Crédito, Serviços

DANIELLE VILLELA
Especial para o JT

Financiar material de construção pela Caixa está mais barato. Seguindo o fluxo de redução dos juros no cartão de crédito dos maiores bancos de varejo do Brasil, o banco público anunciou ontem novas condições para o Construcard, cartão destinado ao segmento. Os ajustes no produto são válidos para clientes com renda individual mensal de até R$ 1,6 mil.

A instituição também divulgou a criação do Moveiscard, um cartão para financiamento de móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos. O novo cartão surge para atender principalmente aos clientes do Programa Minha Casa Minha Vida. “A expectativa é que o Moveiscard atenda 1,6 milhão de famílias até o final de 2013”, afirma Fábio Lenza, vice-presidente de Pessoa Física da Caixa.

O cartão financia até 100% do bem, com prazo de até 60 meses, sendo dois meses de utilização e 58 meses de amortização, com taxas de juros que variam de 0,90% a 1,80% ao mês. A menor taxa é destinada aos clientes do Minha Casa Minha Vida – Faixa I, com renda familiar de até R$ 1,6 mil. O novo cartão será comercializado a partir do dia 1º de outubro nas agências da instituição financeira e poderá ser utilizado em diversas lojas credenciadas em todo o País.

Para ter acesso ao Moveiscard, o interessado deve se dirigir a uma agência da Caixa e apresentar documento de identidade, CPF, comprovante de renda e endereço. A utilização dos recursos será feita por meio de um cartão e o pagamento das prestações, em débito em conta. No caso do Construcard, novas condições permitem juros de 0,90% ao mês + TR e prazo de até 72 meses para pagar, atendendo à parcela da população com menor renda. A taxa passa a valer a partir de 1º de outubro.

Recentemente, a Caixa também ampliou o prazo do cartão de 60 para 96 meses. Com mais de 65 mil lojas credenciadas, o Construcard já beneficiou cerca de 1,2 milhão de famílias nos últimos cinco anos, segundo a Caixa, financiando um total de R$ 15 bilhões nesse período.

Mais reduções
Em comparação com os maiores bancos de varejo do País, a Caixa possui as menores taxas de juros para aquisição de materiais de construção. Itaú e BB oferecem prazo de até 54 meses para pagar, com taxas de 2,39% ao mês e 1,49% ao mês, respectivamente. Já o Bradesco possui taxas a partir de 1,89% ao mês, com prazo máximo de 48 meses.

As três instituições informam que estão analisando o mercado, mas que ainda não há mudanças previstas nas condições para compra de materiais de construção.

Movimento no varejo cresceu 6,4% no1º quadrimestre

Categoria: Agenda, Análise, comércio, Consumo

O movimento de consumidores nas lojas do País cresceu 0,7% em abril ante março, descontadas as influências sazonais deste início de segundo trimestre. Foi a segunda alta mensal consecutiva do Indicador de Atividade do Comércio, divulgado nesta segunda-feira (7) pela Serasa Experian. Na comparação com abril de 2011, o avanço do varejo foi de 6%. No acumulado do primeiro quadrimestre, o aumento foi de 6,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

Dos seis segmentos analisados pelo indicador, apenas o de veículos, motos e peças registrou queda em abril (-1,9%) em relação a março. Os economistas da Serasa Experian, em nota distribuída à imprensa, atribuem o cenário negativo no segmento de veículos ao aumento da inadimplência e ao maior rigor na concessão de crédito.

As lojas de material de construção reagiram e registraram avanço de 1,9% em abril, recuperando-se de duas quedas mensais sucessivas (-0,1% em março e -0,5% em fevereiro). O segmento de tecido, vestuário, calçados e acessórios teve alta de 1,3% e o de móveis, eletroeletrônicos e informática cresceu 1,2%. O movimento de consumidores subiu 0,4% no segmento de combustíveis e lubrificantes e ficou estável nos supermercados, hipermercados e demais lojas de alimentos e bebidas.

Os economistas da Serasa Experian estão otimistas em relação ao cenário deste segundo trimestre. Para eles, já começam a produzir reflexos positivos sobre o varejo “o recuo gradativo dos níveis de inadimplência do consumidor, os ganhos reais de renda das pessoas ocupadas e as medidas de estímulo ao crescimento econômico tomadas pelo governo”.

Consumidor critica mais por rede social

Categoria: Consumo, Empresas, Internet, Serviços, Tecnologia

NAYARA FRAGA

Reclamar de uma empresa no microblog Twitter está cada vez mais na moda entre os consumidores. De 2010 para 2011 o número de mensagens na rede social com a hashtag #fail (falha, em inglês) cresceu 379%, de 56.778 para 272.181 tweets, segundo a E.life, que presta consultoria para companhias que se relacionam com seus clientes na web.

Na linguagem da internet, #fail é um meme (expressão que se espalha) que se refere à decepção do usuário em relação a algum produto ou empresa. Quando, por exemplo, os serviços de internet e telefonia da Net ficaram fora do ar, em janeiro, espalharam-se pelo Twitter inúmeros #netfail. “Mais alguém aí sem Net?? #netfail”, dizia uma usuária, à época.

Com um software que varre a plataforma do microblog, a E.life detectou que as cinco categorias com mais reclamações no ano passado foram a de alimentos, que inclui restaurantes e marcas de comida e bebida, com 119.524 registros, seguida de telefonia (56.740), eletroeletrônicos (18.182), bancos (16.252) e provedores de internet (14.838).

Algumas categorias saltaram até quatro posições na lista, caso dos bancos, que passaram do oitavo para o quinto lugar de 2010 para 2011. Já as marcas que vendem produtos ou serviços na internet receberam 2.400 queixas em 2011, o dobro de 2010.

O Twitter hoje tem cerca de 127 milhões de usuários, segundo estimativas do mercado. Encontrar o perfil de uma empresa no site, portanto, nem sempre é fácil. A E ponto life diz pretender solucionar esse problema com o resolvaweb.com.br, site lançado hoje que lista todas as empresas presentes no microblog e ordena os tweets que o usuário manda e recebe sobre queixas.

Cai intenção de consumo de bem durável

Categoria: Agenda, Análise, comércio, Consumo

CIRCE BONATELLI

O índice de consumidores que pretendem comprar algum bem durável caiu de 78% no quarto trimestre de 2011 para 60,6% no primeiro trimestre de 2012, de acordo com a Pesquisa Trimestral de Intenção de Compra no Varejo, divulgada hoje pelo Programa de Administração do Varejo (Provar) da Fundação Instituto de Administração (FIA), em parceria com a Felisoni Consultores Associados. Em relação ao primeiro trimestre de 2011 (71,8%), também houve queda.

Mantendo-se a comparação entre os primeiros trimestres deste ano e de 2011, houve reduções para quase todas as categorias, exceto automóveis, linha branca e cama, mesa e banho.

A amostra, feita com 500 consumidores na cidade de São Paulo, analisa a intenção de compra e de gastos em relação a dez categorias de produtos (linha branca; eletroeletrônicos; telefonia e celulares; informática; automóveis e motos; cine e foto; material de construção; cama, mesa e banho; móveis; e eletroportáteis) e avalia a utilização de crédito nas compras de bens duráveis.

As categorias com maior intenção de compra no primeiro trimestre de 2012 são: material de construção (9,8%), automóveis e motos (9,4%) e informática (8,4%). No primeiro trimestre do ano passado, as categorias mais mencionadas eram eletroeletrônicos (12,4%), material de construção (10,2%) e informática (9,8%).

Para o presidente do conselho do Provar, Claudio Felisoni de Angelo, o resultado da pesquisa mostra que as medidas tomadas pelo governo para estimular o consumo atenuaram a queda prevista para o fim de 2011, mas não foram suficientes para sustentar o ânimo dos consumidores ao longo do primeiro trimestre de 2012.

Promoções pós-Natal têm descontos de até 70%

Categoria: comércio, Consumo

LUCIELE VELLUTO

Produtos com até 70% de desconto em lojas físicas e virtuais. Os saldões de Natal em 2011 começam assim que o feriado de 25 de dezembro termina, e neste ano tem uma novidade: pela primeira vez no Brasil acontece hoje o Boxing Day (boxingday.buscadescontos.com.br), uma tradicional liquidação pós-Natal que já ocorre em outros países, como Canadá e Inglaterra. O evento deve reunir mais de 30 lojas na internet, com promoções em todos os departamentos – vestuário, eletroeletrônicos, informática, livros, entre outros.

“Os descontos vão começar com 20% e chegar até 70% para alguns itens. Tudo vai depender da demanda e oferta, os mais procurados terão descontos menores e vice-versa”, explica o sócio- fundador do site Busca Descontos, Pedro Eugênio, que promove o Boxing Day no Brasil.

Entre as lojas participantes estão Walmart.comAmericanas.com, Dell, Saraiva, Dafiti, Compra Fácil e Submarino.

Eugênio conta que a ideia surgiu por causa do alto volume dos estoques de alguns varejistas. “Muitos estavam acreditando em um crescimento que não ocorreu. A própria entidade que acompanha as vendas na internet começou o ano falado de 40% de incremento nas vendas e depois reviu para 20%, o que fez muitos ficarem estocados. O Boxing Day é uma oportunidade de limpar esses estoques, aumentar o giro e diminuir custos.”

O Busca Desconto também promoveu este ano a Black Friday na internet no Brasil pela primeira vez, em 25 de novembro. O evento é uma tradição nos Estados Unidos, ocorrendo também sempre nos meses de novembro. “Superamos as expectativas. Foram R$ 100 milhões em vendas nesse dia, R$ 17 milhões promovido pelo Busca Desconto”, afirma Pedro Eugênio.

O site do Boxing Day entrou no ar à zero hora de hoje e ao longo do dia os promotores da liquidação acreditam que haverá briga de preço entre os concorrentes. A dica de Eugênio é que, se o consumidor não achar que o desconto está dentro do que quer pagar, deve visitar o site ao longo do dia, já que os varejistas poderão reduzir o preço quando verem as ofertas da concorrência. Para ter acesso as ofertas é necessário se cadastrar no site do evento.

Além da participação no Boxing Day, o Walmart promove em sua página na web 100 horas de liquidação. E a Americanas.com terá de hoje até quarta-feira condições especiais, como frete grátis para compras acima de R$ 99.

Fora do evento, o site do Magazine Luiza também tem descontos que chegam a 50%. O Extra também tem Saldão de Natal na sua página eletrônica, com até 50% de abatimento, até o dia 31.

No local
Quem preferir fazer as compras com abatimento nas lojas físicas, as opções na capital serão o Saldão de Natal do Extra e a liquidação da Lojas Americanas.

No Extra os descontos chegarão a 50% em bazar, têxtil, eletroeletrônicos, brinquedos e produtos sazonais. A queima de estoque vai até o dia 31 e a expectativa do Grupo Pão de Açúcar é elevar as vendas em até 40% para o período. “Esse período costuma ser uma boa oportunidade de negócio para os nossos clientes”, diz Geraldo Monteiro, diretor de operações do Extra em São Paulo.

Nas Lojas Americanas os descontos serão de até 60% em todos os departamentos até o dia 3 de janeiro.