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Quarta-feira, 19 de Junho de 2013
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Etanol segue sem competitividade no País

Categoria: Consumo, Indicadores

Os preços do etanol nos postos de combustíveis seguem sem competitividade em todo o Brasil em relação à gasolina, de acordo com dados da Agência Nacional de Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) referentes à semana terminada em 20 de abril de 2012, compilados pelo AE-Taxas.

Apenas no Mato Grosso, agora está indiferente a utilização de etanol ou gasolina no tanque dos carros flex. Nos demais 25 Estados brasileiros e no Distrito Federal, a gasolina segue mais competitiva.

Segundo o levantamento, o preço do etanol está hoje em 70,56% do preço da gasolina em São Paulo. Em Goiás, a relação está em 71,09% no período analisado. No Mato Grosso, a relação está em 70,18% e no Paraná em 74,26%. A gasolina está mais vantajosa principalmente em Roraima (preço do etanol é 89,14% do valor da gasolina) e no Piauí (+88,13%).

O preço médio da gasolina no Estado de São Paulo está em R$ 2,66 por litro, o que torna o etanol hidratado competitivo na região até R$ 1,862. Na média da ANP, o preço do etanol em São Paulo ficou em R$ 1,877 por litro, 0,80% acima do equivalente à gasolina.

Na semana, os preços do etanol subiram 0,16% nos postos no Estado de São Paulo, acumulando uma alta de 1,08% no período de um mês.

A vantagem do etanol é calculada considerando que o poder calorífico do motor a álcool é de 70% do poder nos motores à gasolina. No cálculo, são utilizados valores médios coletados em postos em todos os estados e no Distrito Federal. Quando a relação aponta um valor entre 70,00% e 70,50%, é considerada indiferente a utilização de etanol ou de gasolina no tanque de combustível.

Eduardo Magossi — Agência Estado

Etanol volta a ser competitivo em SP

Categoria: Consumo, Indicadores

Os preços do etanol nos postos de combustíveis voltaram a ser competitivos nos Estados de São Paulo e Goiás, de acordo com dados da Agência Nacional de Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) referentes à semana que termina hoje, compilados pelo AE-Taxas. Nos demais 24 Estados brasileiros e no Distrito Federal, a gasolina segue mais competitiva.

O preço médio da gasolina no Estado de São Paulo está em R$ 2,642 por litro, o que torna o etanol hidratado competitivo na região até R$ 1,8494. Na média da ANP, o preço do álcool em São Paulo ficou em R$ 1,848 por litro, 0,1% abaixo do ponto de equilíbrio entre gasolina e etanol, o que torna o etanol mais competitivo. Na semana, os preços do etanol caíram 1,12% nos postos no Estado de São Paulo, acumulando uma queda de 3,65% no período de um mês.

A vantagem do etanol é calculada considerando que o poder calorífico do motor a álcool é de 70% do poder nos motores à gasolina. No cálculo, são utilizados valores médios coletados em postos em todos os Estados e no Distrito Federal. Quando a relação aponta um valor entre 70,00% e 70,50%, é considerada indiferente a utilização de etanol ou de gasolina no tanque de combustível.

Segundo o levantamento, em São Paulo, o preço do etanol está em 69,95% do preço da gasolina (até 70% o etanol é competitivo). Em Goiás, a relação é de 69,82% e em Mato Grosso de 76,31%. Em Tocantins, a relação é de 74,05% e no Paraná de 74,33%. A gasolina está mais vantajosa principalmente em Roraima(preço do etanol é 89,61% do valor da gasolina) e no Piauí(+88,32%).

Eduardo Magossi – Agência Estado

Governo quer maior controle sobre o etanol

Categoria: Consumo, Indústria

Célia Froufe
Renata Veríssimo

Passado o período mais crítico do abastecimento, o governo prepara o ‘pacote etanol’, para evitar que o vaivém dos preços do álcool se repita nos próximos anos como ocorreu recentemente com a oscilação da oferta na safra e entressafra da cana-de-açúcar.

Além de medidas específicas de crédito aos produtores, que ainda serão detalhadas com destaque para o armazenamento, também são analisadas a redução de anidro na gasolina e a diminuição da Contribuição sobre Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre o derivado do petróleo.

A intenção é garantir o aumento da oferta ao mesmo tempo em que se busca melhorar a remuneração ao produtor e evitar que os preços alcancem patamares estratosféricos na entressafra. Isso afastaria ainda o risco de que a escalada dos preços de um produto tão fundamental para a economia brasileira acabe sendo um peso a mais para a inflação.

Com os objetivos tão abrangentes e até em direções opostas, o governo tem dificuldade para equacionar o problema. Para desatar esse nó, estão previstas no Plano Safra linhas de crédito para a renovação dos canaviais, pois há a análise de que estão acima do tempo médio de aproveitamento.

Além de medidas pontuais, o governo busca uma fórmula que equilibre o consumo de gasolina e de álcool. Assim, uma tarefa seria reduzir a demanda pelo etanol quando a oferta é abundante. Isso ajudaria a segurar preços e obrigaria produtores a armazenar o combustível para que vendam num momento mais adequado.

Como agora o álcool já começa a ser mais vantajoso do que a gasolina, uma ideia seria retirar a Cide sobre o derivado do petróleo, tornando a gasolina mais competitiva.

Etanol segue sem competitividade

Categoria: Consumo, Indicadores

Os preços de etanol seguem sem competitividade sobre a gasolina em todos os estados do Brasil, de acordo com dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas, referentes à semana terminada em 30 de abril de 2011. Em 26 Estados e no Distrito Federal, a gasolina está competitiva no bolso no consumidor.

O preço médio da gasolina no Estado de São Paulo está em R$ 2,818 por litro, o que torna o etanol hidratado competitivo na região até R$ 1,9726.

Na média da ANP, o preço em São Paulo ficou em R$ 2,137 por litro, 8,33% acima do ponto de equilíbrio entre gasolina e etanol. Na semana, os preços do etanol caíram 1,15% nos postos no Estado de São Paulo.

A vantagem do etanol é calculada considerando que o poder calorífico do motor a álcool é de 70% do poder nos motores à gasolina. No cálculo, são utilizados valores médios coletados em postos em todos os estados e no Distrito Federal. Quando a relação aponta um valor entre 70,00% e 70,50%, é considerada indiferente a utilização de etanol ou de gasolina no tanque de combustível.

Segundo o levantamento, em São Paulo, o preço do etanol está em 75,83% do preço da gasolina (até 70% o etanol é competitivo). Em Goiás, a relação é de 75,69% e em Mato Grosso de 76,04%.

A gasolina está mais vantajosa principalmente no Rio Grande do Sul (preço do etanol é 98,59% do valor da gasolina) e em Santa Catarina (+94,43%).

Eduardo Magossi — Agência Estado

Etanol recua em SP e em mais 7 Estados

Categoria: Consumo, Indicadores

Os preços do etanol hidratado praticados nos postos de combustíveis do Estado de São Paulo caíram 1,15% na semana terminada em 30 de abril de 2011, informa a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O álcool caiu ainda em outros sete unidades da Federação e subiu em outros 16. O preço médio em São Paulo ficou em R$ 2,137 por litro ante R$ 2,162 na semana anterior.

Além dos postos paulistas, o preço por litro do combustível derivado da cana-de-açúcar caiu em estabelecimentos de Alagoas, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Nos Estados do Amapá, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal, o etanol permaneceu estável.

Na média de preços do Brasil, a gasolina segue mais competitiva que o etanol mas o valor já está caindo, recuando de R$ 2,338 para R$ 2,325 no período analisado, de acordo com a ANP.

Em relação à média do preço da gasolina no País, que foi de R$ 2,89 por litro, o preço do etanol é competitivo até R$ 2,023 por litro, o que confere maior competitividade à gasolina.

A maior alta foi registrada em Tocantins, de 6,06%, seguido de Espírito Santo, com 2,07%. A maior queda foi verificada no Mato Grosso do Sul, de 1,32%.

No Brasil, o preço mínimo registrado para o etanol foi de R$ 1,79 por litro, no Estado de São Paulo. O preço máximo foi de R$ 3,06 por litro registrado no Rio Grande do Sul.

Na média de preços, o menor preço médio foi R$ 2,137 por litro, registrado em São Paulo, e o maior preço médio foi registrado no Rio Grande do Sul, a R$ 2,861 por litro.

Eduardo Magossi — Agência Estado