Instituto Mauá promove Semana do Empreendedor
- 4 de outubro de 2011 |
- 11h13 |
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Categoria: Empreendedorismo, Empresas, Tecnologia
De 18 a 20 de outubro, no campus de São Paulo, o Instituto Mauá realiza a 11ª edição da Semana do Empreendedor, com palestras de experientes profissionais do mercado. Nesta edição a proposta é discutir a economia brasileira sob o mote “Perspectivas da Indústria Brasileira: Principais tendências e desafios.”
“Nosso objetivo é fazer os participantes refletirem sobre as políticas governamentais e estrutura do Brasil que estimulam esta movimentação. Este setor é fundamental para o desenvolvimento da economia e absorve muitos alunos da nossa instituição” explica Ricardo Balistiero, coordenador da Escola de Administração Mauá (EAM).
Durante a edição anterior, com o tema “Oportunidades no Mercado Esportivo do Brasil”, houve uma média de 150 participantes por dia. “Nossa expectativa é receber este mesmo número de pessoas entre alunos, egressos e profissionais do mercado, proporcionando uma rica troca de informações e experiências. Os alunos precisam estar cientes das dificuldades do mercado para adquirir mais conhecimento” afirma Ricardo.
A inscrição é gratuita e deve ser feita pelo site da entidade.
11ª Semana do Empreendedor
Período: 18 a 20 de outubro de 2011
Local: Instituto Mauá de Tecnologia – Campus Vila Mariana
Endereço: Rua Pedro de Toledo, 1071 – São Paulo, SP
Telefone: (11) 5088-0808
Programação:
Dia 18/10 – 19h30
O cenário econômico na visão do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo
Palestrante: Sr. Willian Pesinato, diretor titular do Ciesp de São Caetano do Sul
Dia 18/10 – 20h30
O que você pode fazer para combater a desindustrialização
Palestrante: Sr. Claudio Minerbo, gerente da Accenture
Dia 19/10 – 19h30
A internacionalização das empresas brasileiras
Palestrante: Pedro Augusto Godeguez da Silva, pesquisador da Sociedade Brasileira de Empresas Empresas Transnacionais e Globalização Econômica (Sobeet)
Dia 19/10 – 20h30
Perspectivas da Indústria Brasileira na visão do setor de Informática
Palestrante: Nelson Luis de Carvalho Freire, proprietário da Ecil Informática
Dia 20/10 – 19h30
Relato de experiências profissionais
Palestrante: Diego Hideaki Takahama e Renan de Carvalho Gaeta, administradores formados pela EAM
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Facebook enfrenta as telas de cinema
- 2 de outubro de 2010 |
- 20h26 |
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Seria possível que o indivíduo que criou o Facebook, que conectou tantas pessoas a ponto de ser difícil de acreditar (500 milhões e não para aí) alguém incapaz uma ligação pessoal mais próxima? É possível que o bilionário mais jovem do mundo, um garoto de 26 anos cuja criação permitiu às pessoas se unirem em 207 países, usando 70 línguas, seja o jovem mais solitário do planeta?
Se isso soa para você como uma lorota, você não conhece metade da história. Escrito por Aaron Sorkin, dirigido por David Fincher e ancorada pelo desempenho perfeitamente ajustado de Jesse Eisenberg, o filme A Rede Social, que chegou ontem aos cinemas norte-americanos, conta uma história excelente.
Mas, embora hoje nada esteja mais em moda do que o fenômeno Facebook, A Rede Social é um filme bem sucedido porque sua história é o ingrediente de filmes dramáticos arquetípicos. Ele une a tradição de épicos como A Vida do Dr. Ehrlich, Madame Curie e Edison, o Mago da Luz, com a história familiar do poder corrupto da ambição e do sucesso, que permite que o público sinta que as vidas quotidianas dessas pessoas têm mais significado do que aquelas dos ricos e famosos.
Em alguns aspectos, A Rede Social foge desses filmes biográficos citados e um deles é que, na interpretação de Jesse Eisenberg, o protagonista Mark Zuckerberg é retratado como um jovem estudante de Harvard, de 19 anos, extremamente antipático, não heroico, socialmente desajeitado e temivelmente inteligente.
Jesse está excelente no papel de uma pessoa cujo sucesso é alimentado por ressentimentos de todas as formas e tamanhos. O seu Mark Zuckerberg é tão consumido pelo ímpeto de conquistar cada vez mais status que ninguém é páreo para ele na combinação de um objetivo implacável e na frieza desinteressada que ele consegue expressar.
Embora o filme seja baseado no livro Bilionários por Acaso, de Ben Mezrich, o roteirista Aaron Sorkin realizou sua própria pesquisa da história e o tratamento que deu a ela não foi nada redundante. Mesmo que tenha se falado que A Rede Social teria alguns elementos de Rashomon (em que a história é mostrada a partir de vários pontos de vista), essa é uma pista falsa. Os personagens do filme naturalmente têm pontos de vista diferentes e os detalhes podem ser contestados, mas o impulso básico da história jamais balança, independente dos fatos narrados.

Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, não colaborou com a produção do filme, chamando-o de ficção em entrevista no programa da apresentadora norte-americana a Oprah Winfrey (Foto: Marcio Jose Sanchez/AP Photo)
Rejeição
A Rede Social começa propondo que foi um ressentimento social muito específico que impeliu Zuckerberg na sua trajetória para os bilhões. O filme tem início num bar de universitários perto do campus de Harvard no outono de 2003, com Zuckerberg sendo passado para trás pela namorada.
Sair com ele, ela diz asperamente, é “como ter um encontro com um aparelho de musculação”. Furioso por ser rejeitado dessa maneira, ele entra pisoteando em seu dormitório e, com a ajuda do colega de quarto e seu melhor amigo, o brasileiro Eduardo Saverin (interpretado por Andrew Garfield), ele se vinga invadindo sistemas da universidade e criando o Facemasch, um site que permite aos estudantes votarem quais as garotas “mais quentes” de Harvard. Em duas horas ele consegue 22 mil respostas e derruba o sistema da universidade. (Kenneth Turan, do Los Angeles Times. Tradução de Terezinha Martino)
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