Trip confirma fusão com Azul
- 28 de maio de 2012 |
- 16h15 |
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Categoria: Empresas, Serviços
Glauber Gonçalves
A companhia aérea Trip confirmou a união com a Azul em um comunicado distribuÃdo a seus funcionários. Com o acordo, será criada uma empresa controladora das duas companhias aéreas, que receberá o nome de Azul Trip S.A.
Na semana passada, o Grupo Estado havia antecipado a fusão, negociada segundo fontes há cerca de seis meses entre os executivos das aéreas.
Inicialmente, as duas empresas seguirão operando de forma independente, com suas marcas e frotas separadas.
Para coordenar a operação, as companhias vão criar um comitê de integração, que deve ser comandado pelo atual presidente da Trip, José Mario Caprioli, que segue a frente da aérea nesse perÃodo. De acordo com o comunicado, esse comitê terá a função de buscar as melhores práticas entre as companhias.
Caprioli deve integrar também o conselho de administração da Azul Trip S.A., ao lado do atual presidente do conselho da Trip, Renan Chieppe, e de Décio Chieppe, representando os grupos Caprioli e Ãguia Branca, acionistas da Trip. O conselho da controladora também incluirá acionistas da Azul e “profissionais escolhidos de comum acordo entre as partes”.  
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Azul, companhias aéreas, funcionários, fusão, Glauber Gonçalves, Trip
Frustração com IPO do Facebook trava lançamentos
- 28 de maio de 2012 |
- 6h00 |
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Categoria: Tecnologia
NOVA YORK – Maior oferta inicial de ações de uma empresa de tecnologia de todos os tempos, o IPO do Facebook acabou sendo um pesadelo para a gigantesca rede social, para os bancos envolvidos no processo, para a Nasdaq (bolsa de valores eletrônica), para investidores e para outras companhias do Vale do SilÃcio que ainda pretendiam abrir o capital neste ano.
Ninguém esperava que a Nasdaq conduzisse tão mal o IPO. Tampouco que bancos como o Morgan Stanley fossem acusados de disseminar informações privilegiadas. Nem que as ações despencassem em sua primeira semana de negociações. Agora, enquanto a poeira abaixa, quatro perguntas têm sido levantadas tanto em Nova York como na Califórnia.
Primeiro, como ficará a imagem da Nasdaq para futuros lançamentos de ações. A Bolsa de Valores de Nova York já começou a se aproveitar do fracasso do rival no episódio do Facebook para tentar convencer outras empresas de tecnologia a abrirem seu capital nessa tradicional instituição de Wall Street. E a segunda pergunta é justamente quantas destas startups estão dispostas a fazer IPO neste momento, depois de até o celebrado Facebook ter fracassado.
A Corsair, fabricante de componentes para videogames, foi a primeira a suspender o lançamento de ações no mercado. Alguns analistas, como Paul Sloan, da Cnet, acreditam que outras seguirão o mesmo rumo. Já Marc Ferran, articulista da PC World, afirma que “não podemos descartar novos IPOs quando o cenário econômico melhorar”, acrescentando que o Facebook é um caso a parte. Nos últimos 12 meses, 173 empresas abriram capital nos EUA, sendo 37 delas da área de tecnologia.
A terceira pergunta é sobre o motivo de o IPO do Facebook ter sido um fiasco. Ao longo das semanas que antecederam a abertura de capital, houve euforia de um lado e ceticismo de outro. Ainda assim, quase ninguém previu que as ações fossem se desvalorizar tanto em seus primeiros pregões, especialmente depois de o preço de referência ter sido colocado em seu ponto máximo de US$ 38 em 17 de maio (mais de US$ 100 bilhões de valor de mercado) – uma semana depois, os papéis eram negociados a US$ 31,92.
Instagram. Tudo começou quando, há cerca de um mês, o CEO Mark Zuckerberg anunciou a compra do Instagram, um aplicativo de fotos com apenas 13 funcionários e nenhuma receita, por US$ 1 bilhão. A compra deixou claro que Zuckerberg estava assustado com o atraso na penetração do Facebook nos celulares. O Instagram e outras redes sociais começaram a se tornar rivais.
Na avaliação de Steve Rosenbush, do Wall Street Journal, o Facebook cometeu dois erros. “Primeiro, a as receitas e os lucros crescem menos do que o esperado porque a empresa não investiu em sua infraestrutura tão rapidamente quanto precisava. Em segundo lugar, a estratégia se baseou na tecnologia, não nos negócios. Ficaram esperando pela chegada do HTML5, que eliminará a necessidade de criar aplicativos separados para plataformas diferentes, como a da Apple (iOS) e a do Android (Google). Em retrospecto, a companhia deveria responder imediatamente à s demandas do mercado e se preocupar com a tecnologia mais eficiente para daqui a dois ou três anos”, afirma.
Às vésperas do IPO, o próprio Facebook admitiu em seus documentos enviados à Securities and Exchange Comission (SEC, equivalente à Comissão de Valores Mobiliários) que enfrentava dificuldades para conseguir receitas por meio de seus aplicativos para celulares. Essa admissão, mais a decisão da General Motors de suspender os anúncios no site por falta de retorno, foram um revés para a empresa.
Havia ainda questionamentos sobre o valor de mercado do Facebook ser cerca de cem vezes maior que suas receitas, enquanto em empresas consolidadas no mercado, como a Apple e o Google, esse número é de 14 e 19 vezes, respectivamente.
Para completar, praticamente na véspera do lançamento das ações, alguns acionistas do Facebook decidiram elevar a quantidade de seus papéis à venda, aumentando a oferta em relação à demanda.
No dia da abertura dos negócios, a Nasdaq enfrentou problemas em seu software, afetando as transações. Algumas pessoas, mesmo na última semana, ainda não haviam tido suas ordens de compra e venda executadas, provocando perdas milionárias. Reportagem da agência de notÃcias Reuters ainda afirmou que bancos envolvidos no IPO teriam dado informações privilegiadas a seus clientes sobre uma redução nas suas estimativas de crescimento do Facebook.
Agora, o debate passou a ser sobre o futuro da rede social no mercado financeiro. A primeira semana de negociações nem sempre determina como os papéis se comportarão ao longo dos próximos meses e anos. IPOs como o do Groupon foram um sucesso, mas a empresa se desvalorizou em seguida. A Amazon, que começou mal, hoje é uma das estrelas da Bolsa de Valores.
Espen Robak, um dos maiores especialistas em IPO dos Estados Unidos e presidente da Pluris Valuation Advisors, afirmou no site da The Atlantic que “ninguém sabe qual será o modelo de receitas e lucos do Facebook”. “Se permanecer o mesmo, o valor de mercado atual (mesmo com a desvalorização das ações) não faz sentido. Eles precisam mudar. Mas todas essas informações que o Facebook possui sobre a gente terão algum valor um dia. O Google pode cobrar caro agora por seus anúncios porque conhece nossas buscas. O Facebook pode usar tudo o que escrevemos e transformar em um algoritmo sobre o que pretendemos comprar.”
Convênios: 28% correm algum risco
- 27 de maio de 2012 |
- 22h40 |
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Categoria: Planos de saúde
SAULO LUZ
O segmento de saúde privada acendeu a luz amarela de alerta: 28,56% das pouco mais de mil operadoras de saúde que atuam no Brasil correm algum risco de não conseguir atender todos os seus clientes. Levantamento da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) com dados de janeiro até março de 2012 mostra que 9,22% apresentam risco assistencial pré-moderado (sinal amarelo), 9,68% encontram-se na faixa de risco moderado (laranja) e 8,66% encontram-se na faixa de risco alto de ter problemas sérios (sinal vermelho). Por outro lado, 72,44% das operadoras médico-hospitalares ativas apresentam baixo risco assistencial (verde).
No segmento odontológico, 17,75% das operadoras ativas apresentam risco assistencial – 1,17% estão na faixa de risco assistencial pré-moderado (amarelo); 4,44% encontram-se na faixa de risco moderado (laranja) e 12,15% encontram-se na faixa de risco alto (vermelho). “Os clientes dos grandes planos podem ficar tranquilos, mas a situação é preocupante para os convênios menoresâ€, diz Arlindo de Almeida, presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge).
Empresas admitem preocupação
“A situação da saúde suplementar no Brasil realmente é preocupante, principalmente para as pequenas e médias operadoras – que são essas avaliadas com risco alto pela ANSâ€. A afirmação é de Arlindo de Almeida, presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge).
Segundo ele, as 40 maiores operadoras (que respondem por 50% dos clientes) estão em situação muito boa, mas o restante enfrenta dificuldades. “Isso acontece porque elas não conseguem acompanhar as exigências das resoluções da ANS. É desproporcional exigir que uma operadora pequena cumpra os mesmos requisitos (rol de procedimentos, rede credenciada, cobertura, etc) de uma gigante do setor. Isso é inviável e um problema sérioâ€, diz Almeida. Segundo ele, as pequenas operadoras não suportam o peso da regulação e vem fechando as portas. “Estamos pedindo para que a ANS flexibilize essas exigências para as pequenas operadoras. Não se pode tratar igualmente os desiguaisâ€, completa.
Polyanna Carlos Silva, supervisora institucional da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Pro Teste) discorda. “Não é preciso flexibilização. A ANS apenas exige o básico. É o mÃnimo de qualidade que tem que garantir ao consumidorâ€, diz.
Enquanto isso, os clientes de pequenas operadoras enfrentam problemas. “Descredenciamento em massa de hospitais e laboratórios, dificuldade para agendar consultas, hospitais próprios lotados: esses são alguns indÃcios de que a saúde financeira e qualidade do seu plano de saúde não vai bem e pode ter risco alto na classificação da ANSâ€, diz Joana Indjaian Cruz, advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). “Nesse caso, o cliente tem duas opções. Ou arrisca continuar no plano ou usa a portabilidade para contratar outra operadoraâ€, completa Joana.
Foi o que fez a analista de logÃstica Shirlei Cruz Nascimento Machado, 32 anos. Quando não conseguiu continuar um tratamento por causa de descredenciamento, ela percebeu que era a hora de trocar de convênio. “Vinha fazendo tratamento renal com um urologista, que para minha surpresa foi descredenciado do convênio sem qualquer explicação. Isso quando eu precisava dar continuidade à s consultas com urgênciaâ€, conta. O Jornal da Tarde procurou a Blue Cross, para comentar os casos de Shirley e de Maria Madalena de Andrade, mas a operadora não se manifestou.
A metodologia, aplicada desde junho de 2011, avalia trimestralmente as operadoras por meio de um conjunto de 21 indicadores sendo que as reclamações registradas na agência e as demandas por negativa de cobertura (NIPs) têm um peso significativo na composição da nota final da operadora. As empresas com risco pré-moderado são acompanhadas de perto pela ANS. Já as com risco moderado que se enquadrarem nos critérios estabelecidos são selecionadas para visita técnica assistencial (em uma visita, o técnico da agência acompanha a qualidade do serviço) ou de monitoramento remoto.
As operadoras classificadas com risco alto (sinal vermelho) são analisadas quanto ao seu enquadramento nos critérios de plano de recuperação assistencial ou direção técnica (quando um agente da ANS faz um diagnóstico de dentro da operadora e sugere e acompanha as medidas para sanar os problemas). Se a operadora não for capaz de sanar as anormalidades, pode ter cancelado o registro e até sofrer liquidação extrajudicial – pois não seria capaz de continuar no mercado.
Segundo a ANS, estar classificada com risco alto ou em direção técnica não quer dizer que a empresa está com problemas financeiros. “Não avaliamos o risco financeiro, de solvência ou liquidez da empresa, mas apenas a qualidade da empresa e o risco de não conseguir atender os usuários. Pode ser problema de rede credenciada, de mecanismos de regulação, dentre outrosâ€, diz Michelle Mell, gerente de monitoramento assistencial da ANS.
Apesar disso, a quantidade de planos em dificuldades financeiras é grande. De acordo com dados da própria ANS, sete operadoras sofreram liquidação extrajudicial – caso da Plasmmet, que atua em São Paulo e no ABC – e 23 tiveram decretada a alienação de carteira só neste ano. Duas operadoras já sofreram direção técnica e 25 sofreram direção fiscal (diagnóstico para avaliar desequilÃbrio econômico-financeiro). Estão em direção técnica a Ômega Saúde (que atua no ABC) e a Blue Cross (empresa que atende clientes de São Paulo e da região de Osasco e adjacências).
Cliente da Blue Cross, a pensionista Maria Madalena de Andrade, de 48 anos, percebeu piora no serviço. “Vários laboratórios, clÃnicas e consultórios que atendiam o plano saÃram e nem nos avisaram.†Ela que reclama que é enorme a burocracia para autorização dos procedimentos. “Para conseguir atendimento, passou a ser necessário ligar, preencher guias, o que demora demais. É uma exigência inclusive para procedimentos simples e de rotina.â€
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Agência Nacional de Saúde Suplementar, ANS, Brasil, Jornal da Tarde, odontológico, Saúde, Saulo Luz
Demitido? Hora de acionar os contatos
- 27 de maio de 2012 |
- 22h30 |
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Categoria: emprego
MÃRCIA RODRIGUES
Depois de passar por três demissões em grandes companhias como Bunge, Brother International e Brookfield, onde atuou como diretor-financeiro, Ricardo Leite, de 51 anos, conseguiu reverter a situação e conquistou o seu primeiro cargo como diretor geral em uma empresa da área de meio ambiente há um ano e meio. Os desligamentos que ocorreram ao longo de quase 14 anos de carreira, segundo ele, não o pegaram de surpresa.
“Há sinais claros de quando a empresa está querendo demitir um executivo. Fazem reuniões e não nos chamam, por exemplo. Quando há algum tipo de fusão ou aquisição, é certo que a outra empresa trará a sua equipe. E quando o negócio não está indo muito bem, o primeiro campo a ser mexido é o alto escalão. Foi o que aconteceu comigoâ€, diz.
O consultor em gestão de pessoas, Eduardo Ferraz, confirma a percepção de Leite. “Trabalho há 20 anos nesta área. Acho estranha a reação das pessoas quando são demitidas, porque os sinais são evidentes. Se o seu desempenho deixa a desejar, é claro que há risco de demissão; se a empresa não vai bem, todos correm risco, porque ela pode querer mudar o comando e trazer algum resultado ou pode demitir para conter gastos, por exemploâ€, diz.
Para ele, mesmo que o profissional não tenha observado os sinais e seja desligado da empresa, ele não pode “se dar ao luxo da reclusãoâ€.
“É natural querer ficar um pouco sozinho refletindo sobre a vida e a carreira, mas não recomento ultrapassar 15 dias de descansoâ€, diz. Passado o perÃodo, Ferraz aconselha o profissional a acionar o quanto antes a sua rede de relacionamentos e mostrar que está disponÃvel no mercado. “É o principal e o mais eficiente canal de recolocação profissionalâ€, garante.
Opinião semelhante tem a consultora de transição de carreira da Right Management, Marcia Oliveira. “É um momento de reflexão sobre o que o profissional quer da carreira e sobre o que fez até aquele momento para ser reconhecido pelo mercado. Mas este questionamento não pode durar muito tempo. Passada a fase ruim, é hora de atualizar o currÃculo, ver as empresas que interessam e correr atrás delas.â€
O vice-presidente de operações para o Brasil e América Latina da LHH/DBM, José Augusto Figueiredo, ressalta que uma parada curta é necessária para o profissional se “desintoxicar da outra empresaâ€, ganhar fôlego para ir atrás de novas oportunidades e começar bem em outro local.
“A parada é importante para se descobrir onde a sua atuação faz a diferença e o que sua bagagem profissional tem de melhor na comparação com outros candidatosâ€, comenta Figueiredo.
Na opinião da vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Elaine Saad, é natural as pessoas se assustarem com a demissão em um primeiro momento. “Mas é preciso manter a calma e lembrar que é um procedimento natural. Também é bom tentar obter um retorno da empresa que o está desligando sobre os motivos que resultaram na demissão. Assim, fica mais fácil corrigir eventuais errosâ€, afirma.
Tanto Marcia quanto Ferraz aconselham o profissional a não disparar currÃculos para todos os cantos em uma busca desesperada por uma vaga.
“É pior ficar recusando propostas que não lhe agradam do que selecionar bem as empresas de seu interesse e fazer um currÃculo mais elaborado ressaltando as qualidades que vão deixar essas companhias interessadas no seu trabalhoâ€, diz a consultora.
Se o profissional está com dificuldade para conseguir um emprego, vale investir em um trabalho voluntário na sua área de atuação.
“Não é raro encontrar pessoas que criaram uma rede de relacionamento durante este tipo de ação e acabaram conquistando a recolocação em uma empresa maiorâ€, conta Marcia.
Se, no entanto, quando as economias obtidas na rescisão estão se esgotando e a dificuldade para arrumar um emprego é grande, Ferraz aconselha buscar alternativas temporárias, mesmo que em outra área, para incrementar a renda durante o perÃodo.
“Mas o profissional jamais pode perder o foco do que deseja na carreira.â€
No caso de Ricardo Leite, nas três ocasiões em que foi demitido, as empresas lhe ofereceram outplacement – consultoria que auxilia o profissional na transição da carreira – e ele conseguiu recolocação.
“As orientações que recebi me ajudaram muito. Percebi que a minha vocação é, de fato, para o mundo corporativo e que não tenho perfil para montar um negócioâ€, explica o executivo.
10 DICAS PARA SUPERAR A CRISE
> > Fique atento: Uma demissão não deveria ser inesperada. Existem prenúncios como mau desempenho pessoal, frieza do chefe, má situação financeira da empresa, ficar muito tempo sem ganhar aumento etc.
> > Use o networking: foi demitido? Comece informando as pessoas mais próximas e amigos que atuam em áreas de seu interesse, mandando um e-mail e/ou dando um telefonema contando sobre o desligamento e sua disponibilidade.
> > Atualize o currÃculo: o momento exige uma revisão das referências e atualização. E lembre-se: um bom currÃculo é resumido e impactante.
> > Faça um balanço financeiro: é essa análise que vai indicar quanto tempo você poderá ficar parado até encontrar um novo emprego. Normalmente, leva-se de 3 a 6 meses para a recolocação
> > Não faça sabático: ao contrário do que alguns profissionais pensam perÃodo sabático só vale a pena quando é planejado com antecedência.
> > Direcione os currÃculos: em vez de distribuir mil currÃculos de maneira indiscriminada, selecione alguns sites especializados em seu segmento e nas áreas que mais lhe interessam
> > Prepare-se para as entrevistas: ao ser chamado para uma entrevista, prepare-se bem estudando a empresa, quais seus valores, em que segmento de mercado atua, as condições oferecidas, etc. Terminada a entrevista, aguarde o contato e jamais insista
> > Seja sincero: na entrevista para um novo emprego, seja absolutamente franco sobre suas habilidades e principais deficiências.
> >Â Analise o que deu errado. reveja as atitudes que o prejudicaram no emprego anterior. Normalmente, a
tendência é cometer os mesmos erros.
> > Adapte-se à nova realidade: você está em outra empresa, com outras regras, outros valores e principalmente outras pessoas.
Juro ao consumidor cai para o menor nÃvel desde dezembro de 2010
- 27 de maio de 2012 |
- 17h35 |
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Categoria: Juros
BRASÃLIA – A pressão do governo para a queda do juro bancário já mostra resultados. Dados do Banco Central divulgados nessa sexta-feira, 25, mostram que a taxa média nos empréstimos com crédito livre recuou de 37,3% ao ano em março para 35,3% ao ano em abril. A taxa é a menor desde dezembro de 2010, quando chegou a 35,0%. O juro para o cliente pessoa fÃsica baixou de 44,4% para 42,1% ao ano de março para abril. O porcentual também é o menor desde dezembro de 2010, de 40,6%. Para as empresas, a taxa recuou de 27,7% para 26,3% ao ano na mesma base de comparação.
A queda dos juros se deve principalmente à redução nos spreads bancários – diferença entre a taxa de captação e os juros cobrados nos empréstimos. O spread geral baixou de 28 pontos porcentuais (pp) para 26,5 pontos porcentuais, menor taxa desde fevereiro de 2011 (26,1 pp). Para a pessoa fÃsica, a queda no spread foi de 35,1 pp para 33,2 pp. No caso das empresas, o spread caiu de 18,4 pp para 17,5 pp na passagem de março para abril.
Crédito e inadimplência em alta
Com o juro mais baixo, no entanto, cresce a busca por crédito e aumenta a inadimplência. Os dados do BC mostram ainda que o estoque das operações de crédito do sistema financeiro brasileiro cresceu 1,2% em abril em relação a março. Com a expansão nas concessões, o volume de empréstimos chegou a R$ 2,1 trilhões. No acumulado do ano, o crescimento foi de 3,5% e, em 12 meses, até abril, a alta chegou a 18,1%. A participação do crédito no Produto Interno Bruto (PIB) cresceu em abril, ficando em 49,6%. Em março, essa participação foi de 49,4% do PIB.
Já a inadimplência da pessoa fÃsica voltou a subir em abril, após ter registrado em março queda em relação ao mês anterior. O porcentual de empréstimos das famÃlias com atraso superior a 90 dias passou de 7,4% em março, para 7,6% em abril. O dado de abril é o mesmo que havia sido verificado nos meses de janeiro e fevereiro deste ano.
Pelo terceiro mês consecutivo a inadimplência das empresas se manteve em 4,1% em abril. Considerando-se o Ãndice geral de atrasos, que inclui pessoas fÃsicas e jurÃdicas, o dado passou de 5,7% em março para 5,8% no mês passado, retornando, com isso, ao nÃvel de fevereiro de 2012.
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