Apple lança iPad menor para concorrer com tablets do Google e da Amazon
- 24 de outubro de 2012 |
- 6h00 |
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Categoria: Empresas, Internet, Tecnologia
Gustavo Chacra
CORRESPONDENTE / NOVA YORK
A Apple apresentou ontem seu novo tablet, o iPad Mini, uma versão reduzida do iPad, lÃder absoluto desse mercado. Também foram exibidos os novos modelos de computadores e laptops da linha Mac, fabricados pela empresa fundada por Steve Jobs, que atualmente tem o maior valor de mercado do mundo.
“O iPad é o tablet mais vendido do mundo, mas não queremos tirar o nosso pé do aceleradorâ€, disse Tim Cook, presidente da Apple, ao se referir ao produto com quase 100 milhões de unidades vendidas em dois anos. “Você pode carregá-lo na palma da mão. E este não é apenas um iPad reduzido. Todo o design é novoâ€, acrescentou o sucessor de Jobs.
A introdução do iPad Mini ocorre em meio ao aumento da concorrência neste setor ainda dominado pela Apple, um dos que mais cresce na área da tecnologia. Nesta semana, a Microsoft apresentará oficialmente o Surface, seu tablet que traz o novo sistema operacional Windows 8, além de ser o único com um teclado acoplado no formato de capa.
Com 7,9 polegadas, espesso e bem mais leve do que o original, de 9,7 polegadas, o novo aparelho terá o preço de US$ 329 na sua versão mais barata, de apenas 16 GB de memória. Os mais caros, que operarão em 4G e terão 64GB de memória, terão um custo adicional de US$ 129.
Todos os aplicativos existentes no iPad funcionarão normalmente no iPad Mini. E a versão do último iPad também foi remodelada, com um processador mais veloz e um cabo de conexão similar ao do iPhone 5 – o mesmo se aplica à versão Mini.
Ao introduzir o já antecipado iPad Mini, a Apple segue a tendência dos concorrentes. O Google, por exemplo, já conta com o Nexus 7, um tablet com tela de sete polegadas e que custa a partir de US$ 199 nos Estados Unidos. Nesse mesma faixa de preço está o Kindle Fire, da Amazon, também com tela de sete polegadas e preço a partir de US$ 199. A Samsung, maior rival da Apple no mundo, também conta com um tablet de sete polegadas.
Novo público
Steve Jobs, quando era vivo, dizia ser contra as versões menores dos tablets. Ao longo do último ano, porém, a Apple observou que o público passou a buscar cada vez mais esses aparelhos um pouco menores do que o iPad, e a empresa avaliou ser o momento de bater de frente com as rivais, antes que uma delas se transformasse em uma ameaça.
Na avaliação de analistas de Wall Street, o objetivo da Apple não é tanto ter lucros com o novo iPad Mini. O foco será impedir que as rivais vejam as suas fatias de mercado aumentarem, da mesma forma que ocorreu no mercado de celulares.
Apesar dessa crescente concorrência, Tim Cook argumentou no evento que os consumidores não tinham tanto interesse em tablets rivais, já que 91% do tráfego na web por meio desses dispositivos vêm do iPad. Destacou, ainda, que 94% das empresas que estão na lista das 500 maiores empresas dos Estados Unidos usam iPad.
Somar a esse cenário o iPad Mini, portanto, é considerada uma estratégia certeira. O site de tecnologia All Things D lembra que Google e Amazon têm feito tablets menores cada vez mais atraentes para o consumidor (ainda que não pareçam afetar as vendas do iPad). “Não há motivo para permitir que eles tenham o mercado de ‘mini iPads’ só para eles.â€
O lançamento do iPad Mini acontece semanas depois de a Apple lançar o iPhone 5. Como no caso do iPad, a empresa seguiu a tendência de concorrentes na determinação do tamanho, pois o Galaxy S-III, um sucesso de vendas da Samsung, já possuÃa dimensões maiores.
Diferentemente do que ocorre no mercado de celulares, onde enfrenta competição e não lidera as vendas, ficando atrás da Samsung, a Apple ainda se mantém soberana no mercado de tablets.
No evento de ontem na Califórnia, o iPad Mini não foi a única novidade. Embora cada vez mais concentrada nos aparelhos móveis, a Apple lançou a sua nova linha de computadores. O iMac foi um dos destaques por ser 80% mais fino e quase quatro quilos mais leve do que a sua versão anterior. O MacBook Pro, de 13 polegadas, terá uma tela retina de alta resolução, similar às do iPad e do iPhone.
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Inflação vira argumento para renovar corte de IPI
- 23 de outubro de 2012 |
- 6h00 |
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Categoria: Agenda, Análise, Impostos, Indústria
João Villaverde / BRASÃLIA
A inflação pode se aproximar ou mesmo atingir 6% em 2012 se o benefÃcio fiscal concedido à s montadoras de veÃculos terminar na semana que vem. Essa é a estimativa de economistas do governo federal, que defendem a prorrogação da tabela de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido para a indústria automobilÃstica até o fim do ano. Com IPI reduzido desde 22 de maio, as montadoras só terão o incentivo até o próximo dia 31.
A equipe econômica trabalha com três cenários para a variação do Ãndice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) nos últimos meses do ano. No cenário considerado “benignoâ€, os economistas do governo levam em consideração a prorrogação do IPI reduzido à s montadoras até o fim do ano e, também, uma estabilização dos preços das principais commodities. Nesse caso, o IPCA terminaria o ano com uma alta entre 5,1% e 5,3%.
Já o pior cenário prevê a não prorrogação do IPI reduzido, e também uma elevação adicional dos preços das commodities. O item “automóveis novos†tem peso de quase 4% na composição do IPCA, e a elevação da carga tributária em novembro e dezembro teria efeito imediato sobre os preços dos carros novos. Nesse caso, o IPCA poderia se aproximar ou mesmo atingir 6% neste ano.
No meio do caminho entre o cenário “benigno†e o pior quadro, o governo prevê um fim de ano em que apenas um dos dois fatores de risco para a inflação (IPI das montadoras e commodities) se realiza.
Internamente, a equipe econômica espera que a inflação termine o ano ao menos 1 ponto porcentual abaixo da variação de 6,5% de 2011, quando o IPCA atingiu o maior nÃvel em sete anos, e quase extrapolou o topo da meta perseguida pelo Banco Central (BC), cujo centro é 4,5%.
Encontros
Não há nenhuma decisão tomada no Ministério da Fazenda quanto à prorrogação do IPI reduzido para as montadoras. O ministro Guido Mantega deve se reunir ao longo desta semana com empresários da Associação Nacional dos Fabricantes de VeÃculos Automotores (Anfavea) para discutir o ritmo de produção do setor e a expectativa de vendas até o fim do ano.
Se decidir pela renovação do IPI reduzido, Mantega só deve fazer o anúncio na semana que vem, pois o governo aposta na publicidade de “último fim de semana de IPI reduzido†para estimular a venda de veÃculos novos.
O recolhimento do IPI pelas montadoras despencou por causa do estÃmulo concedido pelo governo em maio. Até abril, a Receita Federal recolhia cerca de R$ 2,1 bilhões por mês com o IPI pago pelos fabricantes de veÃculos, e com a tabela de imposto reduzido a entrada de recursos caiu para cerca de R$ 300 milhões por mês.
A prorrogação do incentivo fiscal derrubaria ainda mais a arrecadação, mas, de acordo com os defensores da medida, a situação “já está contornadaâ€. Com a decisão de cumprir uma meta de superávit primário menor em 2012, a renúncia adicional de recursos por meio do IPI não seria danosa.
A partir de janeiro de 2013, entra em vigor o novo regime automotivo, que automaticamente vai encerrar a polÃtica emergencial de estimular o setor automobilÃstico com a redução do IPI.
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Comércio ajuda consumidor a limpar o nome
- 22 de outubro de 2012 |
- 22h04 |
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Categoria: comércio
Bancos e lojas fazem um esforço inédito para renegociar dÃvidas de inadimplentes, os juros básicos do PaÃs estão no menor nÃvel da história e parte dos brasileiros troca dÃvida cara por barata. Mesmo assim, a expectativa é de crescimento moderado de vendas para este fim de ano. As projeções de entidades representativas do varejo apontam para uma alta entre 2% e 5% no faturamento neste Natal em relação ao de 2011.
A dificuldade do consumidor de acelerar as compras, especialmente de itens de maior valor, fica nÃtida na fotografia tirada pelo Banco Central (BC), que mostra o impacto da ressaca do consumo acelerado dos últimos meses. Em julho, o dado mais recente, quase um quarto (22,44%)da renda das famÃlias estava comprometido com dÃvidas, a maior marca da série iniciada em 2005. Em outras palavras, um terço da população, ou 60,9 milhões de pessoas, tinha dÃvidas no mês passado. E, por dois meses seguidos, julho e agosto, a inadimplência média do consumidor se mantém em 7,9%.
Os consumidores começaram a fazer a sua parte. Em busca de juros menores, levaram R$ 708,9 milhões de dÃvidas de um banco para outro, em setembro, segundo o BC. O montante é o dobro do registrado nas estatÃsticas de portabilidade do sistema financeiro em setembro de 2011e a maior cifra mensal desde novembro de 2010.
Também no mês passado, a renegociação deu um salto. Em setembro, 580 mil paulistanos inadimplentes foram reabilitados para o consumo. O número é 25,5% maior que no mesmo mês de 2011, segundo a Associação Comercial de São Paulo (ACSP). De janeiro a setembro, 3,9 milhões deixaram a lista do calote, uma alta de 9,6% ante igual perÃodo de 2011. A Boa Vista Serviços, empresa de informações financeiras, não revela quantos renegociaram dÃvidas, mas diz que em setembro houve acréscimo de 17,3% nesse indicador, a maior variação anual desde janeiro.
“Estamos resolvendo o problema de caixa do consumidor, a fase é de saneamento. Portanto, no último trimestre o consumo não será nada espetacularâ€, diz o economista-chefe da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), Nicola Tingas.
Pela primeira vez, o birô de crédito Serasa Experian decidiu organizar mutirões para renegociar dÃvidas atrasadas. “Diante do crescimento da inadimplência, decidimos tomar algum tipo de ação para promover o encontro entre devedores e credoresâ€, conta o superintendente de Informações sobre Consumidores da empresa, Vander Nagata.
Até agora foram dois mutirões, um em julho e outro na semana passada, ambos na capital paulista. Até novembro, mais três: Curitiba, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. No evento de julho, 40 mil pessoas compareceram ao feirão e os descontos para dÃvidas antigas variaram de 70% a 80%. E o número de empresas credoras que aderiram ao feirão também cresceu.
A Boa Vista Serviços, concorrente da Serasa Experian, também acelerou os mutirões de renegociação de dÃvidas. “Até agora houve quatro, mas até dezembro chegaremos a 15 nas capitais e cidades do interior de São Pauloâ€, diz o diretor de Sustentabilidade da empresa, Fernando Cosenza. Em 2011 foram só dois.
Nos dois mutirões até agora, um em Paraisópolis e outro em Itaquera, houve 250 mil atendimentos e 54 mil renegociações. Segundo Cosenza, o número de empresas dobrou, e o desconto na dÃvida chegou a 70%, o mesmo do ano passado.
‘Investidor-anjo’ pode aplicar até R$ 1 milhão
- 21 de outubro de 2012 |
- 23h30 |
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Categoria: Investimentos
JOSÉ GABRIEL NAVARRO
Você tem uma ideia que pode ajudar a vida das pessoas, ou até mesmo os processos de produção das empresas, por meio da internet e de novidades tecnológicas. E aà vem a possibilidade de tirá-la do papel. Isso quer dizer que você tem uma ‘startup’, e pode conseguir até R$ 1 milhão para executar seu projeto sem ter de recorrer a um banco.
“‘Startups’ são negócios de base tecnológica muito no inÃcio, que usam a internet, o comércio eletrônico e/ou aplicativos e softwares para desenvolver soluçõesâ€, define a coordenadora do núcleo de empreendedorismo da Escola Superior de Propaganda e Marketing em São Paulo (ESPM-SP), Rose Mary Lopes.
Ela foi a principal responsável pelo ESPM Startup Challenge, evento que, entre palestras e debates, elegeu os melhores projetos de empresas novas de tecnologia, dentre 84 propostas. Cada grupo tinha só um minuto para apresentar a ideia.
A vencedora foi Mayura Okura, de 26 anos, fundadora e agora sócia majoritária do B2Blue, um site que faz ponte entre empresas produtoras de resÃduos e empresas interessadas em reciclar esse lixo. Mais que a vitória, Mayura conquistou o interesse de endinheirados que acreditam em sua proposta.
“Saà do evento tendo contato com oito investidores. Depois, apareceram mais uns 12â€, diz a jovem. “Fiz uma triagem porque a questão não se resume a dinheiro. Precisa ter quÃmica com quem aplica capital na minha ideia. Rola um ‘xaveco’, parece que estou na baladaâ€, brinca.
Há um bom motivo para que a relação tenha de ser harmoniosa. Os chamados “investidores-anjosâ€, aqueles dispostos a investir de R$ 200 mil até R$ 1 milhão numa ideia que à s vezes nem começou a ser executada, precisam acreditar que o negócio vai vingar. “Porque, para o ‘anjo’, se nada der certo, tudo bem. Não é como no banco, em que é preciso se atentar para prestações, juros, essas coisasâ€, afirma Mayura.
Em vez de parcelas e promissórias, é prometido ao investidor uma parte nas ações da empresa, o que lhe gera dividendos caso a companhia decole. “A multiplicação de ‘startups’ é um movimento consistente no Brasilâ€, acredita o professor da espanhola IESE Business School no Brasil, Fernando Bagnoli. “A geração de ideias é cada vez maior, e essa é a matéria-prima de uma startup. O mercado também está mais favorável, com a economia do PaÃs se sofisticando, as pessoas se qualificando, mais de 40 milhões entrando na classe média. E a área de financiamentos está mais sofisticada.â€
Atraindo ‘anjos’ – Para laçar um ‘investidor-anjo’, deve-se ir aonde ele estiver, ou seja, a eventos e fundos especializados. Mas, além de fazer contatos, é preciso saber se apresentar. Para o coordenador do curso de pós-graduação em empreendedorismo e inovação da Estácio, Nivaldo Menezes, “atrair um fundo de pesquisa requer respaldo acadêmico. Atrair um anjo requer experiência em outras empresas ou projetos de tecnologiaâ€.
Vale ainda ir além da formalidade. “‘Anjos’ querem que a gente demonstre ousadia, vá além da proposta no papel. Por isso comecei a executar minha ideia mesmo antes de os investidores chegaremâ€, conclui Mayura.
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Brasileiros têm prejuÃzo de R$ 16 bi com fraude virtual
- 20 de outubro de 2012 |
- 23h00 |
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Categoria: Tecnologia
MARCOS BURGHI
Os brasileiros perdem cerca de R$ 16 bilhões por ano em fraudes cibernéticas ou suas consequências, como gastos para conserto de máquinas ou despesas para reaver valores. As redes sociais são um dos principais alvo dos ladrões virtuais. Os dados são da versão 2012 do relatório da empresa de segurança virtual Norton Symantec.
Otto Stoeterau, especialista de segurança da Norton, explica que, de acordo com o documento, os internautas brasileiros sabem que podem correr perigo nas redes sociais, mas apenas 44% dos entrevistados dizem se preocupar com soluções especÃficas para o ambiente. No Brasil, é estimado que mais de mais de 28 milhões de pessoas tenham sido vÃtimas deste tipo de crime nos últimos 12 meses, sendo que os prejuÃzos, por vÃtima, chegam a R$ 562. O relatório tem como base depoimentos pessoais de mais de 13 mil adultos de 24 paÃses.
O executivo da Norton afirma que o montante inclui, além de fraudes em contas bancárias, eventuais despesas para reaver o dinheiro roubado, gastos decorrentes de perda ou roubo de equipamentos – usados posteriormente em delitos –, além de desembolsos com consertos necessários por causa das invasões.
Stoeterau afirma que muitos internautas abrem uma conta em rede social, como o Facebook, por exemplo, e após a navegação não se desconectam. Isso faz a “seção†ficar permanentemente aberta, o que facilita a ação de cibercriminosos. “O relatório identificou ainda que 36% dos internautas brasileiros aceitam convites ou conexões de pessoas desconhecidas, o que é um perigoâ€, alerta o executivo da Norton.
Segundo ele, é bastante comum o “clique†em links sem que antes o receptor identifique tratar-se ou não de mensagem confiável. “Um hacker mal intencionado pode infectar aquele computador no qual a mensagem foi aberta e, uma vez instalado um vÃrus, o caminho segue pelas máquinas ou dispositivos móveis dos amigosâ€, observa o especialista.
Stoeterau aponta outro perigo identificado no relatório da Norton: um em cada seis usuários não sabe identificar se seu perfil em uma rede social é aberto ao público em geral ou apenas aos amigos. “Evite dar informações relevantes que permitam identificar ações cotidianas, localização ou patrimônio, o que atrai e facilita a ação dos criminosos.â€
Almir Meira, professor de redes de computadores da Fiap, reforça as recomendações do executivo da Norton, e sugere que o perfil conte com o mÃnimo de informações de caráter privado. Meira também pede muita atenção no momento da definição da senha de acesso ao perfil.
De acordo com o professor, códigos que tragam a combinação de informações como nome e data de aniversário do usuário são considerados fracos. “São senhas fáceis de descobrir, o que deixa o perfil mais suscetÃvel à ação de fraudadoresâ€, diz.
Proteção - Meira sugere que no momento da definição do código, a pessoa escolha um verso de alguma música que ela goste e faça pequenas alterações, como trocar a letra o pelo número zero ou a letra i pelo sinal de exclamação. “É de fácil assimilação pelo usuário e cria grande dificuldade para ser fraudadaâ€, afirma o professor.
Leonardo Bonomi, especialista da empresa de segurança virtual Trend Micro, afirma que além dos cuidados com os dados que são informados nas redes, definição de senhas e permissões de acesso, é preciso ter programas antivÃrus atualizados permanentemente. “As armadilhas usadas pelos criminosos tornam difÃcil aos usuários identificar quando um link é confiávelâ€, afirma.
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