IPCA desacelera com alta 0,43% em maio
- 9 de junho de 2010 |
- 9h59 |
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Categoria: Indicadores
A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 0,43% em maio, ante 0,57% em abril, segundo o IBGE. No acumulado de 12 meses houve, pela primeira vez em maio deste ano, uma desaceleração desde novembro do ano passado. A taxa em 12 meses vinha em trajetória ascendente há seis meses, chegando a 5,26% em abril de 2010. Em maio, a taxa recuou para 5,22%, segundo destacou a coordenadora de índices de preços do IBGE, Eulina Nunes dos Santos.
Já a inflação acumulada de janeiro a maio deste ano, de 3,09%, é a maior para o período desde 2005, quando chegou a 3,18%.
O grupo dos alimentos desacelerou o ritmo de alta para 0,28% em maio, ante 1,45% em abril, segundo o IBGE. A redução no ritmo de reajuste dos produtos alimentícios foi o principal fator responsável pela desaceleração do IPCA de abril (0,57%) para maio (0,43%).
Apesar do menor reajuste desse grupo, o principal impacto de alta para o IPCA do mês ficou com item “refeição fora de casa”, com variação de 1,15% em maio, representando uma contribuição de 0,05 ponto porcentual na inflação mensal.
O grupo dos não alimentícios mostrou aceleração nos reajustes de um mês para o outro, passando de 0,31% em abril para 0,48% em maio.
O INPC, que mede a inflação para a camada de renda mais baixa da população, ficou em 0,43% em maio, ante 0,73% em abril. A desaceleração na taxa de um mês para o outro foi provocada também pelo grupo dos alimentos, que passou de uma variação de 1,72% em abril para 0,34% em maio. Já os produtos não alimentícios, no INPC, aceleraram de 0,30% para 0,47%, na mesma base de comparação. Até o mês passado, o índice acumula altas de 3,50% no ano e de 5,31% em 12 meses.
O INPC mede a inflação para famílias de renda entre um e seis salários mínimos, enquanto o IPCA refere-se ao grupo com rendimento de um a 40 salários mínimos. (Jacqueline Farid)
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Eulina Nunes dos Santos, IBGE, Índice de Preços ao Consumidor Amplo, inflação, INPC, IPCA
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09/06/2010 - 10:59 Enviado por: mayumi
IPCA desacelera com alta 0,43% em maio
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09/06/2010 - 18:58 Enviado por: Eng. Pedro P. Kudlinski (MBA)
Analise-se o período de 1967 a 1973 e notem um combate competente e paulatino a inflação, com crescimentos jamais vistos nem igualados na brasileira economia. De diferente é que reduziram a inflação de demanda através do incentivo à poupança da imensa maioria. E não através do aumento dos juros. Combater qualquer setorial variação positiva de inflação de demanda com o aumento das taxas de juros é “jogar gasolina para apagar o fogo”. Haja vista que, o dinheiro, por tratar-se da matéria-prima universal, o aumento do seu preço resultará, imediatamente, em uma maior inflação de custos em todos segmentos da economia. Como também, o sistema financeiro irá agregar uma superestimativa da inflação futura embutida nas taxas nominais dos financiamentos. Que, ao ser repassada pelo segmento produtivo aos preços dos produtos e serviços intensificará , ainda mais, a inflação. Ou, uma passada superestimativa pelo sistema financeiro da inflação embutida nos juros nominais dos financiamentos se transformará, no futuro, em uma realidade inflacionária. Ao invés de concluir que é a exata origem das altas da inflação, depreenderá que está correto em suas previsões, incrementando ainda mais a superestimativa da inflação nos juros nominais dos financiamentos, detonando crescentes espirais inflacionárias. A outra alternativa para controlar a inflação de demanda é o incentivo à poupança, reitere-se. Obviamente não surrupiando as poupanças populares – por ação ou por omissão do Banco Central do Brasil – através de “conceito de acidentalidade (1979), congelamento da inflação (1980), manipulação dos indexadores oficiais de inflação, tipo IPCA, dos Planos Bresser, Collor, Verão, Real (IPC-r em julho de 1994) e/ou Lula (que reduziu os rendimentos (sic) das cadernetas de poupança a pedido do sistema financeiro), entre outros saques contra essas economias populares Eng. Pedro P. Kudlinski (MBA) http://www.insiter.adm.br
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