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	<title>Seu Bolso</title>
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		<title>BB reduz juros para compra de automóvel</title>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2012 14:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
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		<description><![CDATA[Instituição corta taxa para financiamento de veículos de micro e pequenas empresas. De acordo com o banco, o prazo de financiamento pode chegar a 60 meses e só vale para veículos novos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco do Brasil anunciou ontem a redução dos juros para o financiamento de veículos de micro e pequenas empresas. Os cortes chegam a 21,3% e o BB pode financiar 100% do carro com taxas a partir de 0,77% ao mês, segundo comunicado à imprensa da instituição. As novas taxas entraram em vigor ontem. </p>
<p>Desde que o BB começou a baixar juros para pequenas empresas, no começo de abril quando foi lançado o programa Bompratodos, já foram liberados R$ 9,9 bilhões para o segmento, segundo o comunicado.<br />
Em comparação com março, quando ainda não havia corte nos juros, houve expansão de 18,4% nos volumes liberados. Na linha “BB Giro Empresa Flex”, principal produto de capital de giro do banco para as micro e pequenas empresas, o volume liberado cresceu 38% e ficou em R$ 2,1 bilhões. </p>
<p>O prazo de financiamento pode chegar a 60 meses e só vale para veículos novos, de acordo com o banco. A linha é direcionada às empresas com faturamento bruto anual de até R$ 60 milhões.<br />
Bradesco</p>
<p>Também ontem, o Bradesco lançou um fundo de investimento com taxa de administração regressiva. A aplicação mínima inicial é de R$ 1 mil. Intitulado Bradesco FIC de FI Renda Fixa Podium, a carteira terá taxa inicial de 2,5% ao ano, com redução em 0,5% a cada semestre, chegando a 1% ao ano para o investidor que permanecer com os recursos alocados durante cinco semestres.</p>
<p>Além disso, o Bradesco está lançando uma família de cinco fundos de investimento, sendo quatro de renda fixa e um de ações. Duas das carteiras de renda fixa são destinadas ao segmento de varejo, têm aplicação mínima de R$ 1 mil e taxa de administração de 1,5% ao ano.</p>
<p>Esses fundos estarão disponíveis para os investidores a partir de junho. “O objetivo é ampliar as alternativas de investimento num contexto onde a praticidade torna-se ativo cada vez mais valioso para o cliente&#8221;, afirmou o banco no comunicado.</p>
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		<title>Índice de Confiança da Indústria tem leve alta em maio</title>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2012 13:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
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		<category><![CDATA[Wladmir D'Andrade]]></category>

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		<description><![CDATA[O indicador subiu apenas 0,1% na comparação com o mês anterior. O indicador que mede as expectativas em relação à evolução dos negócios em um horizonte de seis meses atingiu 144,6 pontos, o maior nível desde maio do ano passado ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Wladmir D&#8217;Andrade</p>
<p>O Índice de Confiança da Indústria (ICI) ficou praticamente estável em maio ao subir apenas 0,1% na comparação com o mês anterior, informou nesta segunda-feira a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O ICI passou dos 103,3 pontos registrados em abril para 103,4 pontos no mês de maio. Em abril, o índice havia avançado 0,3% sobre o mês anterior.</p>
<p>Na comparação com maio do ano passado o ICI recuou 6,0% na divulgação de hoje. Em abril, na comparação com o mesmo mês de 2011, o índice apresentava queda de 6,9%.<br />
O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) da indústria também apresentou um leve avanço em maio ao passar de 83,9% em abril para 84,0%. Esse resultado é o maior desde julho de 2011, quando atingiu os 84,1%, e superou em 0,2 ponto porcentual a média dos últimos 60 meses.</p>
<p><b>Confiança</b><br />
O leve aumento da confiança da indústria em maio foi influenciado pela alta do Índice de Expectativas (IE), que avançou 0,9% na comparação com abril, para 103,4 pontos, e atingiu o maior patamar desde junho do ano passado, quando estava em 106,5 pontos.</p>
<p>Já o Índice da Situação Atual (ISA) recuou 0,5% e caiu para os 103,5 pontos, na mesma base de comparação. Dentro deste subíndice, o indicador que avalia os estoques da indústria foi o destaque. A proporção de companhias que se encontram com estoques excessivos atingiu 8,8%. Em abril, esse porcentual era de 5,2%. Já 4,2% dos entrevistados consideraram ter estoque insuficiente, ante 2,5% na leitura de abril.</p>
<p>O indicador que mede as expectativas em relação à evolução dos negócios em um horizonte de seis meses atingiu 144,6 pontos, o maior nível desde maio do ano passado (145,5 pontos). Mais da metade, ou 50,7% das 1.259 empresas consultadas, acreditam em melhora no período até outubro, enquanto 6,1% esperam uma piora. Em abril, esses porcentuais eram, respectivamente, de 52,3% e 8,2%.</p>
<p>De acordo com a FGV, essa combinação de resultados mostra que &#8220;a atividade industrial deve seguir em ritmo lento neste segundo trimestre, com perspectiva de melhora gradual ao longo do segundo semestre&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Centrais de trabalho têm postos para todos os níveis</title>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2012 11:27:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
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		<category><![CDATA[Luciele Velluto]]></category>
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		<description><![CDATA[Nos Centros de Apoio ao Trabalhador (CATs) são 5.008 vagas na Região Metropolitana de São Paulo. Entre as oportunidades para ensino superior há vagas para auditor contábil, com remuneração de R$1,8 mil por mês e contador, com salário de R$ 2 mil]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Luciele Velluto</p>
<p>As agências públicas de emprego estão com 16.155 vagas abertas nesta semana. Há emprego para todos os níveis de escolaridade, incluindo profissionais com capacitação técnica e com ensino superior completo.</p>
<p>No Centro de Solidariedade ao Trabalhador (CST) são 4,2 mil vagas na Grande São Paulo, 60% no setor de serviços. O maior número de postos é para operador de telemarketing, com 821 oportunidades. O salário parte de R$ 622 e o candidato precisa ter ensino médio completo ou cursando, além de conhecimento em informática. Para o comércio, são 560 vagas, com salário de até R$ 1,5 mil.</p>
<p>A agência também oferece trabalho para quem tem ensino técnico, como técnico em segurança do trabalho, com remuneração de R$ 2.687 mensais, e até vaga para profissional da área de direito (remuneração não divulgada).</p>
<p>Nos Centros de Apoio ao Trabalhador (CATs) são 5.008 vagas na Região Metropolitana de São Paulo. Entre as oportunidades para ensino superior há auditor contábil, com remuneração de R$1,8 mil por mês, contador, com salário de R$ 2 mil, e farmacêutico, com remuneração de R$ 1.950.</p>
<p>Nos Postos de Atendimento ao Trabalhador (PATs), são 6.947 vagas na Grande São Paulo. A maior parte delas é no setor de serviços, como telemarketing, mas há postos para quem quer atuar como professor de turismo, assistente de marketing, assistente comercial, soldador e torneiro mecânico.  </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Socorro a banco agrava crise na Espanha</title>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2012 09:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Internacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Juros da dívida espanhola atingiram quase 6,5% e ações do Bankia desabaram. Fontes governamentais disseram à Reuters que a Espanha pode recapitalizar o Bankia com papéis soberanos em troca de ações]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os juros cobrados pelos investidores para comprar títulos da dívida espanhola saltaram e as ações do Bankia S.A., quarta maior instituição financeira da Espanha, desabaram ontem, em reação a um plano para revitalizar o banco.</p>
<p>Fontes governamentais disseram à Reuters que a Espanha pode recapitalizar o Bankia com papéis soberanos em troca de ações, e poderia usar esse método para sustentar outros credores com problemas &#8211; medidas que elevariam as dívidas do país acima dos 79,8% da produção econômica esperada para este ano. “Esse método foi usado por Alemanha e Irlanda no passado e é perfeitamente válido”, disse uma fonte do governo à Reuters.</p>
<p>A fonte explicou que o Banco Central Europeu (BCE) não havia sido especificamente informado sobre os planos de injetar títulos estatais no Bankia.<br />
O primeiro-ministro, Mariano Rajoy, disse que ainda não há decisão tomada. “Não haverá nenhum resgate (europeu) ao sistema bancário espanhol”, completou Rajoy, antes de apoiar os pedidos para que o fundo de resgate da zona do euro, que será ativado a partir de julho, possa emprestar diretamente aos bancos.</p>
<p>Ele afirmou que o custo de empréstimos da Espanha cresceu por causa de temores sobre o futuro da zona do euro. Mas descartou novamente buscar ajuda externa para revitalizar o sistema financeiro. “Existem importantes dúvidas sobre a zona do euro, e isso torna os prêmios de risco para alguns países muito altos. É por isso que seria uma ideia muito boa dar uma mensagem clara de que não haverá retrocesso na zona do euro”, disse Rajoy.</p>
<p>A controladora do Bankia, BFA, pediu 19 bilhões de euros (US$ 23,8 bilhões) em ajuda do governo, além de A 4,5 bilhões que o Estado já colocou para cobrir possíveis perdas em empréstimos e investimentos. Investidores acreditam cada vez mais que bancos fragilizados, prejudicados pelo colapso de um boom imobiliário, aliados com regiões endividadas, podem forçar a Espanha a buscar um resgate internacional que a zona do euro pode não suportar.<br />
O prêmio que os investidores exigem para deter títulos do governo espanhol mostra falta de confiança nos esforços de Madri para estabilizar suas finanças e bancos. Depois de caírem para cerca de 4,7% neste ano, os custos de empréstimo de dez anos estão agora se aproximando de 6,5% e perto do nível de 7%, considerado insustentável.</p>
<p><b>Temores</b><br />
Os dividendos dos títulos da Holanda e Finlândia caíram ontem para mínimas recordes, ao mesmo tempo em que os papéis alemães se aproximaram do menor nível recorde, em meio aos temores crescentes relacionados à saúde do sistema bancário da Espanha. A insegurança vinda de Madri incentivou a busca dos investidores pela segurança dos bônus de economias que não estão na linha de contágio da crise de dívida soberana da zona do euro.</p>
<p>Enquanto isso, os bônus soberanos da Espanha operam sob intensa pressão dos mercados, que empurraram os dividendos espanhóis em relação aos títulos alemães e os custos de proteção contra calote do país a máximas recordes após o governo de Mariano Rajoy anunciar uma injeção de 19 bilhões de euros no Bankia. O anúncio da nacionalização do Bankia, feito na sexta-feira, levantou temores que o governo possa ser levado a injetar recursos em outras instituições. </p>
<p>A repercussão do resgate do Bankia pelo governo espanhol tornou-se negativa ao longo da sessão de ontem, que abriu em tom positivo diante das pesquisas eleitorais divulgadas no fim de semana na Grécia apontarem uma vantagem consensual do candidato conservador Antonio Samaras, do Nova Democracia, nas eleições de 17 de junho. / AGÊNCIAS INTERNACIONAIS</p>
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		<title>Negociação mesmo sem proposta</title>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2012 02:15:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com especialistas da área de recursos humanos e coaching (orientação especializada para profissionais) não é necessário receber uma proposta para pedir aumento ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você está insatisfeito com seu trabalho, não espere uma proposta de outra empresa para pedir aumento ou expor a situação ao chefe. De acordo com especialistas da área de recursos humanos e coaching (orientação especializada para profissionais) isso pode prejudicar o nível de confiança na relação entre patrão e empregado no médio prazo. </p>
<p>“Orientamos o profissional a sempre conseguir um momento de abertura com o chefe e colocar tudo aquilo que o está desmotivando. Um líder preocupado vai ter que dar abertura em algum momento”, diz a psicóloga Júlia Ramalho Pinto, que atua como coach.</p>
<p>Luiz Alencar, sócio executivo da consultoria de RH StautRH concorda. “Sempre negocie preventivamente o seu crescimento e reconhecimento dentro da empresa. Ao deixar para buscar isso só com uma proposta, o funcionário pode ficar com a imagem atingida na empresa”, diz. </p>
<p>Segundo Alencar, esse prejuízo de imagem pode ocorrer até mesmo quando a empresa contrapropõe um aumento salarial. “Mesmo quando o funcionário aceita permanecer na empresa e recebe aumento, já foi rompido um laço de confiança. No médio prazo, a carreira pode ser menos promissora naquela companhia”, afirma. “É importante não fazer um leilão e não ceder, após decidir sair da empresa”, completa.<br />
“Além disso, o empregado deve refletir porque somente agora a empresa resolveu conceder o que ele estava pleiteando há anos”, aconselha Sonia Nakabara, diretora da Proton Consultoria de RH.</p>
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		<title>Mais aumento de salário para reter funcionário</title>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2012 02:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisa mostra que, em 2011, 38% dos profissionais tiveram reajuste nos seus vencimentos para cobrir proposta de emprego de outra empresa ante 30% em 2010. Já os que foram promovidos passaram de 29% para 34% no período]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SAULO LUZ</p>
<p>Para evitar que seus funcionários sejam seduzidos por oportunidades oferecidas pela concorrência, cada vez mais empresas têm concedido aumentos salariais e até promoções a fim de segurar seus talentos. É o que indica pesquisa com mais de mil profissionais brasileiros realizada pela consultoria de seleção de executivos e profissionais especializados StautRH.</p>
<p>O levantamento mostrou que 38% dos profissionais receberam reajustes salariais para não mudar de emprego em 2011. Em 2010, isso ocorreu com 30% dos pesquisados, ou seja, houve crescimento de 27%. Além disso, o número de profissionais que foram promovidos para não deixar a empresa aumentou de 29% (2010) para 34% (2011) &#8211; alta de 17% de um ano para outro. Já a parcela de funcionários que decidiu ficar na empresa por conta do oferecimento de treinamento ou algum tipo de capacitação profissional se manteve estável em 47%.</p>
<p>“Em 2010 havíamos observado um mercado de trabalho extremamente aquecido, fruto da retomada da economia no Brasil e de uma demanda reprimida do ano anterior devido à crise de 2008 e 2009. Muitos profissionais se movimentaram, trocando seus empregos por outros com melhores salários e cargos de maior responsabilidade. As empresas, por sua vez, se deram conta disso e reagiram em 2011 promovendo seus melhores talentos e reajustando seus salários”, explica Luiz Alencar, sócio executivo da StautRH e coordenador da pesquisa.</p>
<p>Segundo Alencar, esse esforço para reter profissionais se passa, sobretudo, no caso de executivos (com salários acima de R$ 10 mil), mas também é visto em cargos não gerenciais de alguns setores. “Isso está acontecendo com especialistas &#8211; analistas financeiros, engenheiros, coordenadores e supervisores de setores &#8211; que ganham a partir de R$ 5 mil”, diz. </p>
<p>Renan Sinachi, consultor da Leme Consultoria de RH, confirma que muitos profissionais têm desistido de processos seletivos após contrapropostas salariais da companhia onde trabalham. “Isso ocorre em cargos gerenciais no setor de petróleo e gás. Mas também nos segmentos de tecnologia da informação, desde o cargo básico de programador até gerente de TI, e também na construção civil, do pedreiro ao engenheiro”, afirma. Sinachi acredita que o desaquecimento da economia este ano deve reduzir a disputa por trabalhadores. “No segundo semestre, prevemos que as empresas terão mais facilidade de encontrar bons profissionais.”</p>
<p>Paulo Teixeira, consultor da StautRH, viu na prática a dificuldade em contratar. Um dos finalistas de um processo seletivo recentemente avisou que havia desistido da vaga. “A empresa, ao perceber que vários de seus profissionais participavam de processos seletivos, convocou um a um e ofereceu ajustes funcionais e salariais na ordem de 20% para cada um deles, desencorajando-os a seguirem nos processos seletivos.”</p>
<p>Já Leandro Barbosa recebeu aumento para continuar como diretor de arte da agência publicitária em que trabalha. “No meu setor, há muita rotatividade e é normal receber propostas de outras agências. Mas não foi só o aumento que me segurou. Não adiantaria só isso, se o clima no trabalho não fosse bom”, conta. </p>
<p>É o que lembra a psicóloga Júlia Ramalho Pinto, que atua como coach (orientadora profissional): “Aumentar salário não é garantia de que vai reter o profissional. Isso é importante apenas para que não crie insatisfação, mas jamais vai criar motivação”, diz. Ela afirma que o que motiva o funcionário é reconhecimento, plano de carreira, bom ambiente e relacionamento com o chefe. “Sem isso, o salário só vai funcionar por um tempo e logo o empregado voltará a fica desmotivado.”</p>
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		<title>Aéreas de menor porte ampliam participação em abril</title>
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		<pubDate>Mon, 28 May 2012 22:41:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fatia destas companhias no mercado doméstico cresceu 33% no mês passado, segundo a Anac. Avianca e Trip registraram o maior crescimento em abril, quando comparadas com igual mês de 2011]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A participação das empresas de menor porte no mercado doméstico cresceu 33% em abril, passando de 19% no mesmo mês de 2011 para 25,3%, segundo informou nesta segunda-feira a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Entre as seis empresas com participação no mercado doméstico superior a 1% em passageiros por quilômetro transportado, Avianca e Trip registraram o maior crescimento em abril, quando comparadas com igual mês de 2011. A participação da Avianca aumentou de 2,6% para 5% e a da Trip saltou de 2,7% para 4,3%.</p>
<p>Quanto à participação de mercado, TAM e Gol lideraram o mercado doméstico em abril de 2012, com participação de 39,9% e de 34,8%, respectivamente. Ainda segundo a agência, apesar do crescimento registrado pelas duas empresas no mês passado, na comparação com o primeiro quadrimestre de 2012 &#8211; quando a TAM ficou com 39,5% e a Gol com 34,4% -, a soma da participação de mercado das duas empresas em abril deste ano ficou em 74,7%. Esse resultado foi 7,8% menor que igual mês de 2011, quando essas companhias respondiam, juntas, por 81% do mercado.</p>
<p>No acumulado do primeiro quadrimestre deste ano, a participação das demais empresas cresceu 34% em relação ao mesmo período do ano passado. TAM e Gol tiveram perda de participação de mercado de 7,1% e de 9,5%, respectivamente, quando comparadas ao mesmo período de 2011.</p>
<p><b>Demanda e oferta</b><br />
Entre as seis empresas que apresentaram participação no mercado doméstico superior a 1%, Avianca e Trip apresentaram as maiores taxas de crescimento da demanda em abril de 2012 quando comparadas com o mesmo mês de 2011, da ordem de 100,6% e 69,1%, respectivamente, de acordo com os dados da Anac. A TAM registrou redução de 6% na demanda em abril na comparação com o mesmo mês do ano anterior e a Gol registrou aumento de 1,1% no mesmo período.</p>
<p>Entre as seis empresas que apresentaram participação no mercado doméstico superior a 1%, as maiores taxas de ocupação em abril de 2012 foram alcançadas pela Avianca e Azul, com 80,0% e 77,6%, respectivamente.<br />
Nos voos internacionais, o melhor aproveitamento em abril deste ano foi alcançado pela TAM, com 83,3%. No mesmo período, a Gol alcançou 64,6%.</p>
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		<title>Sindicato lança cursos gratuitos de elevadores</title>
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		<pubDate>Mon, 28 May 2012 22:29:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[curso básico de montagem de elevadores]]></category>
		<category><![CDATA[curso de preparação para conservação de elevadores]]></category>
		<category><![CDATA[cursos gratuitos]]></category>
		<category><![CDATA[elevadores]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Fabricantes]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[manutenção]]></category>
		<category><![CDATA[profissionais]]></category>
		<category><![CDATA[Seciesp]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato dos Elevadores do Estado de São Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Faltam profissionais qualificados para atender à demanda do setor, com isso, é grande a chance de o profissional que se capacita após os cursos conquistar uma colocação]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Sindicato dos Elevadores do Estado de São Paulo (Seciesp) lança dois cursos gratuitos para formar profissionais que possam atender tanto aos fabricantes de elevadores da indústria quanto às empresas de manutenção de elevadores. São o curso násico de nontagem de elevadores e o curso de preparação para conservação de elevadores. </p>
<p>O setor está aquecido em todo o Brasil com o crescimento da construção civil, as obras para a Copa do Mundo, Olimpíadas, do Programa de Apoio ao Crescimento (PAC) e de outros programas governamentais. Mas faltam profissionais qualificados para atender à demanda. Com isso, é grande a chance de o profissional que se capacita após os cursos conquistar uma colocação, segundo o Seciesp, já que muitas empresas recorrem ao sindicato em busca de novos candidatos às vagas.</p>
<p>O curso básico de montagem de elevadores terá a primeira turma entre os dias 11 a 29 de junho, com aulas das 09h00 às 17h00. As aulas devem abordar desde noções básicas sobre o funcionamento dos elevadores, características dos edifícios, interpretações das plantas, componentes, noções sobre mecânica, elétrica e eletrônica. As aulas são gratuitas, assim como o material didático do curso, elaborado pela MAG Eletromecânica e Informática. </p>
<p>Outro curso gratuito oferecido pelo Seciesp é de preparação para conservação de elevadores, de 09 a 27 de julho. Voltado para o conhecimento geral sobre o funcionamento de elevadores, com ênfase em manutenção preventiva, o curso é direcionado a formar profissionais que desejem atuar no ramo de elevadores ou para recém contratados por empresas de elevadores que necessitem se aperfeiçoar. </p>
<p>O curso aborda desde noções básicas do funcionamento dos elevadores, componentes, até eletricidade, ajustes mecânicos, comandos e a legislação.<br />
Em São Paulo, a lei 10.348, estabelece que elevadores, assim como em outros aparelhos de transporte, como escadas rolantes, elevadores de carga ou planos inclinados, devem passar por manutenção e conservação mensal. Quando isso não ocorre o edifício pode ser multado. </p>
<p>Os candidatos aos cursos devem ter cursado o segundo grau e as vagas são limitadas.<br />
Há 30 vagas por curso. Mais informações no site do Sindicato em&nbsp;<a href="http://www.seciesp.com" title="http://www.seciesp. " target="_blank">www.seciesp.com</a>.br </p>
<p><b>Cursos Gratuitos Seciesp &#8211;  2012</b><br />
Básico de Montagem de Elevadores e o Curso de Preparação para Conservação de Elevadores<br />
De 11 a 15/06/2012 e De 25 a 29/06/2012<br />
09h00 às 17h00<br />
Sede do Seciesp  </p>
<p>Preparação para Conservador de Elevadores<br />
De 09 a 13/07/2012 e de  23 a 27/07/2012<br />
09h00 às 17h00<br />
Rua Major Sertório, 349 &#8211; 3°. Andar &#8211; Vila Buarque<br />
Metrô República, São Paulo	</p>
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		<title>Britânica Diageo compra cachaça Ypióca por US$ 470 milhões</title>
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		<pubDate>Mon, 28 May 2012 21:24:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Britânica Diageo]]></category>
		<category><![CDATA[cachaça]]></category>
		<category><![CDATA[emergentes]]></category>
		<category><![CDATA[Johnnie Walker]]></category>
		<category><![CDATA[Smirnoff]]></category>
		<category><![CDATA[uísque]]></category>
		<category><![CDATA[vodca]]></category>
		<category><![CDATA[Ypióca]]></category>

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		<description><![CDATA[Grupo produtor do uísque Johnnie Walker e da vodca Smirnoff compra cachaça brasileira para aumentar sua presença em países emergentes]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>David Jones</p>
<p>O grupo britânico de bebidas Diageo anunciou nesta segunda-feira acordo para comprar a fabricante brasileira de aguardente Ypióca por cerca de 300 milhões de libras (469 milhões de dólares), aumentando presença em mercados emergentes enquanto briga por um maior espaço em tequila.</p>
<p>A produtora do uísque Johnnie Walker e da vodca Smirnoff, que tem planos de ter metade das suas vendas em mercados emergentes até 2015, anunciou nesta segunda-feira acordo para comprar a marca Ypióca de sua família controladora, além de parte dos ativos de produção e distribuição da bebida.</p>
<p>A Ypióca é a terceira maior marca do mercado de cachaça e líder de um segmento de rápido crescimento dessa bebida, o premium. A companhia, fundada em 1846 e com sede em Fortaleza, emprega cerca de 3,2 mil funcionários e tem cinco fábricas no país. A cachaça responde por cerca de 80 por cento da indústria brasileira de bebidas destiladas.</p>
<p>&#8220;O Brasil é atrativo, um mercado de rápido crescimento para a Diageo com demografia favorável e crescente renda disponível. A aquisição da Ypióca nos dá a marca premium líder na maior categoria local de bebidas destiladas&#8221;, disse o presidente-executivo da Diageo, Paul Walsh.</p>
<p>A Diageo, assim como outros grupos internacionais de bebida, tenta se fazer presente em países emergentes para compensar a demanda instável na Europa.</p>
<p>O grupo há muito tempo negocia com a dona da Jose Cuervo para ter uma parte da marca líder de tequila, avaliada em mais de 3 bilhões de dólares. Algumas fontes dizem que as negociações esfriaram por causa de problemas relacionados ao controle da marca.</p>
<p>A companhia londrina recentemente investiu em negócios como a Mey Icki (Turquia) e ShuiJingfang (China) para aumentar as vendas nos países emergentes, que atualmente respondem por quase 40 por cento do total da Diageo.</p>
<p>A Diageo disse que a aquisição da Ypióca deve ser neutra para o lucro no primeiro ano de controle e cobrir o custo de capital até o quinto ano após o negócio, o que analistas dizem estar em linha com os negócios recentes. O grupo britânico não deu números exatos de lucro para a companhia brasileira.</p>
<p>&#8220;Nós consideramos positivo esse tipo de negócio em países emergentes, dando a liderança em marca premium local e sinergia em distribuição a médio prazo para as bebidas destiladas internacionais da Diageo&#8221;, disse a analista do UBS, Melissa Earlam.</p>
<p>Ela estima que a Diageo tenha pago 19 vezes o Ebitda (sigla em inglês para lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) pelo negócio e estima uma margem Ebitda de 25 por cento nas vendas anuais de 60 milhões de libras.</p>
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		<title>BB reduz juros no financiamento de veículos para pequena empresa</title>
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		<pubDate>Mon, 28 May 2012 20:14:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Altamiro Silva Júnior]]></category>
		<category><![CDATA[BB]]></category>
		<category><![CDATA[carro]]></category>
		<category><![CDATA[cortes]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[micro]]></category>
		<category><![CDATA[pequena empresa]]></category>
		<category><![CDATA[taxas]]></category>
		<category><![CDATA[veículos]]></category>

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		<description><![CDATA[Cortes chegam a 21,3% e o BB pode financiar 100% do carro com taxas a partir de 0,77% ao mês, segundo comunicado da instituição; novas taxas valem a partir de hoje]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Altamiro Silva Júnior</p>
<p>O Banco do Brasil anunciou nesta segunda-feira redução dos juros para o financiamento de veículos de micro e pequenas empresas. Os cortes chegam a 21,3% e o BB pode financiar 100% do carro com taxas a partir de 0,77% ao mês, segundo comunicado à imprensa da instituição. As novas taxas valem a partir de hoje.</p>
<p>Desde que o BB começou a baixar juros para pequenas empresas, no começo de abril, quando foi lançado o programa Bompratodos, foram liberados R$ 9,9 bilhões para o segmento, segundo o comunicado. Comparado a março, quando ainda não havia corte nos juros, houve expansão de 18,4% nos volumes liberados. Na linha &#8220;BB Giro Empresa Flex&#8221;, principal produto de capital de giro para as micro e pequenas empresas do banco, o volume liberado cresceu 38% e ficou em R$ 2,1 bilhões.</p>
<p>O prazo de financiamento pode chegar a 60 meses e só vale para veículos novos, de acordo com o BB. A linha é direcionada às empresas com faturamento bruto anual de até R$ 60 milhões.</p>
<p>Na semana passada, o BB anunciou redução nos juros do financiamento de veículos para pessoas físicas, com taxa mínima de 0,77%. O corte ocorreu logo após o governo soltar um pacote de medidas para estimular o mercado automotivo, com redução de tributos para a compra de carros e mudanças no compulsório.</p>
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