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	<title>Seu Bolso</title>
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		<title>Limite de dívida de microempreendedor sobe para R$ 40 mil</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Oct 2012 08:16:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
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		<description><![CDATA[Operações continuam com juros limitados a 4% ao mês. Pela resolução do CMN, passam a ser classificadas como microcrédito operações com empreendedor urbano ou rural, pessoa física ou jurídica, com qualquer fonte de recursos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eduardo Cucolo e Ricardo Leopoldo</p>
<p>O chefe do Departamento de Normas do Sistema Financeiro do Banco Central, Sérgio Odilon dos Anjos, anunciou mudanças nas regras do direcionamento de 2% do depósito à vista para microcrédito. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aumentou o limite de endividamento para microempreendedores beneficiados por essas operações de R$ 20 mil para R$ 40 mil. As operações continuam com juros limitados a 4% ao mês.</p>
<p>Além disso, operações com mais de 60 dias de atraso deixam de contar para o direcionamento. Hoje, o prazo é de 360 dias, sendo que, nos atrasos entre um e dois anos, é considerado 50% do valor da operação. O BC também facilitou a transferência de funding dos bancos para as instituições de microcrédito.</p>
<p>A resolução do CMN permite que o repasse de recursos para cooperativas, sociedades de crédito ao microempreendedor e empresas de pequeno porte possa ser feito diretamente por meio da concessão de uma operação de crédito de instituições bancárias.</p>
<p>A resolução define o conceito de microcrédito e estabelece o limite de R$ 67.750,00 para essas operações. Odilon afirmou que atualmente não há uma regra que permita identificar o total dessas operações, pois os dados mostram apenas o microcrédito que conta para o direcionamento, que têm taxas de juros controladas e limite de empréstimos mais baixo. A norma foi aprovada na semana passada, mas divulgada apenas hoje pelo BC.</p>
<p>Pela resolução do CMN, passam a ser classificadas como microcrédito operações com empreendedor urbano ou rural, pessoa física ou jurídica, com qualquer fonte de recursos. Também devem ser realizadas com metodologia específica e equipe especializada para acompanhar a operação no local onde a atividade econômica do tomador do empréstimo é realizada.</p>
<p><b>Valor das operações</b><br />
Odilon afirmou que a resolução do CMN vai permitir saber qual o valor dessas operações no Brasil. &#8220;É uma norma para efeito de classificação, porque hoje no Brasil não se sabe quanto existe de microcrédito&#8221;, afirmou Odilon. &#8220;Essa situação de transparência é importante para nós. O foco é saber onde o crédito está sendo dado por essa metodologia e qual o efeito disso.&#8221;</p>
<p>Segundo Odilon, a norma define os critérios para que os bancos classifiquem essas operações. &#8220;Esperamos que isso vá tocar os bancos, que vão poder mostrar o que eles estão fazendo&#8221;, afirmou. Para o BC, essa modalidade é uma oportunidade de negócios para as instituições financeiras. &#8220;O microcrédito tem como características retorno rápido e baixa inadimplência. Queremos que os bancos vejam que essa é uma oportunidade&#8221;, disse, ao destacar que a divulgação da estatística pode ser boa para a imagem das instituições. Odilon participa hoje do IV Fórum Sobre Inclusão Financeira do BC.</p>
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		<title>Moda, uma oportunidade para empreender</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Oct 2012 23:38:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[moda]]></category>

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		<description><![CDATA[O mercado de moda estima faturar algo em torno de R$ 135,7 bilhões em 2012. Uma oportunidade para empreendedores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A definição de moda como identidade cultural, artística e comportamental de um país é ampla. No Brasil, ainda mais. Pelo tamanho e importância, o setor é uma potente locomotiva da economia nacional que estima faturar algo em torno de R$ 135,7 bilhões em 2012. São aproximadamente 30 mil empresas formais, boa parte delas de pequeno porte, apenas na cadeia têxtil e de confecção.</p>
<p>Apesar dos números, o mercado da moda no Brasil encara um desafio proporcional ao seu tamanho. Por meio do amadurecimento da gestão, tenta aparar arestas que ficaram abertas por falta de investimentos em inovação e em uma cultura voltada para atender o mercado externo.</p>
<p>A busca por avanços de toda a cadeia produtiva do setor de moda beneficia diretamente as pequenas empresas. Se estiverem estruturadas para atender uma demanda maior, há oportunidades na indústria têxtil, com o desenvolvimento de tecidos mais sofisticados e modernos; na confecção para grandes players do varejo, que podem internacionalizar suas marcas, e até no fornecimento de artesanato para compor coleções de grandes grifes. </p>
<p>Pensando nisso, a meta estipulada pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil (ABIT) é promover o quanto antes uma integração maior da cadeia produtiva e, dessa maneira, competir de igual para igual com o mercado estrangeiro, principalmente o asiático.</p>
<p>&#8220;Os impactos de eventos econômicos de escala mundial afetam o setor, que precisa entender as novas demandas e exigências de mercado como oportunidades a serem exploradas, principalmente no design de moda praia, fitness e lingerie”, analisa Rafael Cerrone Netto, diretor-executivo da ABIT.</p>
<p>Além da integração proposta pela indústria, há mais ações para beneficiar os empreendedores. “Estamos fazendo uma parceria com o Sebrae, dentro da São Paulo Fashion Week (SPFW), com uma incubadora. A ideia é disseminar conhecimentos de gestão e tentar mostrar aos jovens estilistas e empresários da cadeia o quanto um não funciona sem o outro”, explica Graça Cabral, do Grupo Luminosidade, responsável pela organização da semana de moda.</p>
<p>Ronaldo Fraga, dono da marca que leva o seu nome, endossa essas previsões. “O setor não se fortalece tropeçando. A moda não tem características únicas. Não é só glamour e também não pode ser vista só como negócio. O desafio é trabalhar usando nossos recursos, no nosso contexto, mas com um olhar global, pensando que no Japão, França, Inglaterra e em tantos outros países há marcas fazendo isso e aumentando a concorrência.”</p>
<p>Em Belo Horizonte, onde fica a loja e a fábrica para a produção das coleções, Ronaldo busca alternativas para unir inspiração e administração. “Não é difícil provocar o desejo no consumidor, difícil é transportar material do Pará para compor a coleção que você está fazendo. A logística e os custos do Brasil não ajudam”, afirma. O estilista, assim, menciona um exemplo prático sobre como pequenos empresários do setor acabam prejudicados. “Brinco que nós temos fartura da falta. Falta tudo!” </p>
<p>Embora existam dificuldades, Fraga está otimista. “O Brasil é capaz de chegar a produção em série. Nós temos a mola da criatividade, que dará esse impulso.” </p>
<p>Alguns aspectos, como inovação e sustentabilidade, são essenciais para a moda brasileira voltar a seduzir o mundo. E foi justamente com o foco ajustado para essas exigências mundiais atuais que nasceu, ainda em 1988, O Casulo Feliz. A empresa investiu na produção manual de seda a partir da reciclagem de casulos descartados pela indústria. Uma inovação e tanto!</p>
<p>Além disso, o negócio instalou-se em uma região carente da cidade de Maringá, no Paraná. Lá, foi possível inserir a comunidade pobre e desempregada no mercado de trabalho. “O consumidor de hoje questiona o impacto ambiental e social da roupa que ele usa e não se atentar para isso é ignorar o mercado”, afirma Glicínia Setenareski, responsável pelo design da marca. </p>
<p>Mas em quase 25 anos de atuação, O Casulo Feliz esbarrou em dificuldades. Começou como pequena empresa, cresceu, mas sofreu os impactos das crises econômicas dos últimos anos. Por isso, o negócio precisou adotar nova estratégia: apostou na diversificação das linhas de produtos e criou padrão para exportar. </p>
<p>Está dando certo. Hoje, o material produzido virou linha de decoração e já esteve presente em coleções de renomados estilistas como Alexandre Herchcovitch e a inglesa Viviane Westwood. “Nossa seda tem tanta qualidade quanto a fabricada na Ásia, mas é um processo recente dar uma identidade nacional para ela”, conclui Glicínia.</p>
<p>Andar fora da curva na qual boa parte do mercado está também é importante no comércio, e um bom exemplo é a grife masculina Reserva. A criação da marca foi motivada por um detalhe, conta Rony Meisler, um dos sócios. “Na academia que eu frequentava via as pessoas sempre com bermudas iguais e da mesma marca. Foi quando percebi que ou elas eram malucas ou não havia peças diferentes.”</p>
<p>Sem experiência no segmento, Rony e os amigos investiram em um conceito descontraído, com ambientação jovem para as roupas. Atualmente, a marca já conta com 24 lojas próprias. “Roupa para mim não é arte e sim um produto. A arte eu vejo na comunicação que ela traz”, afirma Rony.</p>
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		<title>Google lança tablet de dez polegadas</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Oct 2012 08:05:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[AFP]]></category>
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		<description><![CDATA[Novo Nexus 10 terá o tamanho do iPad original, mas custará US$ 100 a menos ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>AFP / NOVA YORK</p>
<p>O gigante da internet Google anunciou ontem o lançamento de um novo tablet maior do que o comercializado até agora e o início da operação de um serviço de música online na Europa em sua loja Google Play. O anúncio foi feito por meio de comunicado publicado no blog oficial da empresa.</p>
<p>Embora previsse inicialmente um grande evento de apresentação em Nova York, este teve de ser cancelado em razão da chegada do furacão Sandy, que fez as autoridades colocarem a cidade em estado de emergência.<br />
A tela do novo tablet, que se chamará Nexus 10, medirá 10,1 polegadas (25,7 centímetros). O produto será, segundo o Google, “o tablet com melhor resolução do planeta”. O modelo atual do Google, lançado há alguns meses, o Nexus 7, tem uma tela de 7 polegadas (18 centímetros).</p>
<p>O novo modelo do Google estará disponível no varejo a partir de 13 de novembro em oito países: Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Espanha, Reino Unido, Japão e Austrália. O preço inicial será de US$ 399 nos Estados Unidos, isto é, US$ 100 a menos do que o iPad do mesmo tamanho.</p>
<p>O Nexus 10 apresenta-se como uma firme aposta do Google no mercado de tablets de maior porte, no qual a Apple foi pioneira. O comunicado veio apenas uma semana depois de a concorrente apresentar sua versão de tablet menor, o iPad Mini, que será vendido a US$ 329.</p>
<p><b>Música</b><br />
Além disso, os usuários da França, Reino Unido, Alemanha, Itália e Espanha poderão comprar música online da loja da empresa, o Google Play, também a partir do dia 13 do próximo mês. E o serviço estará disponível nos Estados Unidos pouco depois, afirmou o Google.</p>
<p>A companhia anunciou que a loja trará uma função que vai permitir aos clientes que sua coleção de música online seja automaticamente compartilhada na nuvem.<br />
“Escanearemos a coleção de músicas e qualquer canção que coincidir com o catálogo do Google Play será automaticamente acrescentada à biblioteca online, sem que você tenha de fazer seu upload, o que lhe poupará tempo”, disse o Google.</p>
<p>Segundo o anúncio da companhia, tanto o armazenamento quanto a reprodução e a sincronização com dispositivos de música serão gratuitos. / TRADUÇÃO DE CELSO PACIORNIK </p>
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		<title>Novo programa para reabilitar trabalhadores</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2012 10:54:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[auxílio-doença]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>

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		<description><![CDATA[O governo Dilma Rousseff quer acabar com o costume brasileiro de trabalhadores ficarem “encostados” pelo INSS, aposentados por invalidez ou recebendo durante meses o auxílio-doença. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governo Dilma Rousseff quer acabar com o costume brasileiro de trabalhadores ficarem “encostados” pelo INSS, aposentados por invalidez ou recebendo durante meses o auxílio-doença. Em continuidade ao ritmo frenético dos pacotes e medidas de estímulo à economia deste ano, o governo vai lançar, em janeiro de 2013, o Programa Nacional de Reabilitação Profissional com a meta de triplicar o número de trabalhadores reabilitados por ano.</p>
<p>A ação envolve cinco ministérios e também tem como objetivo reduzir os gastos com as aposentadorias e pensões por invalidez e com auxílio-doença. O gasto anual com esse tipo de benefício é da ordem de R$ 60 bilhões por ano. Ao mesmo tempo, o governo espera engrossar o mercado de trabalho formal.</p>
<p>Ao todo, o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) reabilita cerca de 22 mil trabalhadores anualmente, ao custo de R$ 15 milhões. O volume é considerado muito baixo. O governo estima em 600 mil pessoas o contingente que poderia ser imediatamente integrado ao mercado de trabalho com a reforma do modelo de reabilitação profissional.</p>
<p>Nos contatos preliminares com empresários e representantes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), os técnicos da equipe de Dilma descobriram que o programa será importante para as companhias, porque muitas precisam se adequar nas exigências de contratar uma parcela de trabalhadores com deficiências físicas.</p>
<p>Uma lei de 1991 determina às empresas cotas de pessoas com deficiência. O número varia de 2%, quando há de 100 a 200 empregados, e vai até 5% para as companhias que empregam mais de 1.001 pessoas. Para ajudar nesse objetivo, o governo vai criar um cadastro nacional de reabilitados, com informações acessíveis às empresas sobre todos os trabalhadores atendidos.<br />
“Precisamos ter essa força de trabalho reabilitada, para estimular a economia e reduzir os gastos com esse enorme déficit de inválidos”, diz o secretário de Políticas Previdenciárias do Ministério da Previdência Social, Leonardo Rolim. O equivalente a 18% de todos os brasileiros que se aposentam anualmente o fazem por invalidez, e Rolim avalia que metade desse contingente pode voltar ao trabalho caso a reabilitação profissional seja mais eficaz.</p>
<p>De saída do cargo, que passará a Lindolfo Sales em novembro, o presidente do INSS, Mauro Hauschild, sugere a criação de um fundo para fortalecer os gastos adicionais. E defende uma transformação na cultura brasileira, que vê como natural ficar “encostado” pelo instituto.</p>
<p>“Precisamos mudar uma cultura, de que o acidente termina a vida profissional da pessoa. A reabilitação vai começar a ser feita por um agente do INSS já no hospital, para que o indivíduo já tenha certo seu retorno. O INSS vai acompanhar o tratamento médico, pagar pelas órteses (como palmilhas e joelheiras), próteses e cursos de qualificação profissional, e depois auxiliar na reintegração dessa pessoa”, disse Hauschild, lembrando que há integração de vários ministérios.</p>
<p>Na formulação do novo programa trabalham técnicos dos ministérios da Previdência Social, Saúde, Planejamento, Educação e Trabalho. Adicionalmente, o INSS &#8211; o braço principal da reabilitação profissional no País &#8211; firmou um convênio com o Instituto DGUV, da Alemanha, para aprimorar o trabalho dos médicos da instituição. Atualmente, os técnicos envolvidos fecham os detalhes para apresentar o plano aos ministros até 10 de janeiro.</p>
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		<title>Cartão: juro quase 5 vezes mais alto entre bancos</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2012 00:01:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa feita pelo JT indica que é possível encontrar taxas de 2,88%, como no Banco do Brasil, e 14,89%, como a praticada pelo Bradesco. Comparar as taxas praticadas é essencial antes de optar por uma instituição ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>JOSÉ GABRIEL NAVARRO</p>
<p>Antes de adquirir um cartão de crédito, é melhor pesquisar os juros praticados no mercado: uma operadora pode cobrar taxa até cinco vezes maior do que outra. Os porcentuais variam de 2,88% a 14,9%, conforme o levantamento feito pelo JT na semana passada. O primeiro índice, mais baixo, foi apresentado pelo Banco do Brasil (BB). O maior, pelo Bradesco.</p>
<p>Mas as médias podem variar bastante dentro de uma mesma instituição financeira, a depender da avaliação que a empresa fizer do cliente. No HSBC, a taxa para o Clássico Open Card começa em 2,92% e pode quintuplicar, alcançando os 14,69%. No Itaú, os juros podem subir 2,5 vezes, indo de 3,85% a 9,9%. No Bradesco, que apresentou a taxa mais alta, os juros podem cair pela metade, para 6,9%.</p>
<p>“Existem dois fatores que explicam essas diferenças tão grandes”, diz o professor da escola de economia da Fundação Getulio Vargas em São Paulo (FGV-SP) Samy Dana. “O primeiro é a falta de concorrência desse setor no Brasil. A competitividade em outros países é mais acirrada e evita preços exorbitantes. Nos Estados Unidos, por exemplo, os bancos têm lideranças regionais, não nacionais, o que dificulta abusos.”</p>
<p>“O segundo fator”, continua o especialista, “é a falta de informação financeira entre os clientes, o que cria uma atitude bastante oportunista por parte dos bancos. O que vende crédito por um juro mais baixo também tem lucro. Muitas vezes, as pessoas nem sabem quanto pagam de taxas, o que possibilita essa anomalia”.</p>
<p>Comparando condições<br />
Diante de variações tão grandes, a solução mais imediata e eficaz para o consumidor é pôr lado a lado os juros oferecidos para eleger um banco. “É possível adquirir um cartão de bancos menores, ou mesmo regionais, sem problema ou risco grande”, sugere Dana.</p>
<p>Já o professor de economia da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap) Eric Brasil acredita que é mais fácil encontrar juros baixos nas maiores instituições financeiras. “Acho difícil que seja vantajoso sair dos grandes bancos. Eles próprios, inclusive, têm variedade de taxas. Se você encontrar um banco médio com uma taxa que compense pode ser um bom negócio, mas penso que os maiores bancos têm mais cacife para manter juros menores de forma permanente.</p>
<p>Eric Brasil, no entanto, reforça a importância de pesquisar condições antes assinar o contrato. “Se um banco cobra juros de 15%, é porque ele sabe que há consumidores que aceitam. Mesmo depois que a pessoa já tiver um cartão, deve de novo verificar os juros no mercado. O ideal é fazer essa checagem a cada seis meses ou uma vez por ano, e conhecer não só juros, mas tarifas de manutenção, de anuidade, entre outras.”</p>
<p>A Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços informou em nota enviada ao JT que “não exerce controle sobre a política de concessão de crédito das empresas associadas. As taxas de juros dos cartões são definidas a partir de critérios específicos da estratégia de gestão comercial de cada emissor, seguindo a livre concorrência”. ::</p>
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		</item>
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		<title>Governo se arma contra a alta da Selic</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Oct 2012 05:39:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
		<category><![CDATA[taxa Selic]]></category>

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		<description><![CDATA[Equipe econômica se prepara para ajudar o Banco Central a controlar a inflação em 2013]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ADRIANA FERNANDES</p>
<p>A equipe econômica pode lançar mão de um arsenal de medidas para impedir um aumento da taxa de juros em 2013. O governo considera que tem condições de atuar rapidamente, se for necessário, para ajudar o Banco Central a controlar a inflação com ações tributárias, fiscais e regulatórias preventivas.</p>
<p>A estratégia é semelhante à que já foi utilizada em outros momentos, como no ano passando, quando o Ministério da Fazenda atuou com medidas tributárias e fiscais para evitar o estouro do teto da meta de inflação.</p>
<p>Além do uso das chamadas medidas “macroprudenciais” e de mudanças nos depósitos compulsórios pelo BC, o governo pode adotar outras ações pontuais, entre elas o corte de tributos e o adiamento de aumentos de tarifas públicas já previstos.</p>
<p>O governo quer evitar a deterioração das expectativas para a inflação em 2013. Nesse sentido, está em curso um esforço da equipe econômica para mostrar que foram adotadas medidas “robustas” que terão efeitos importantes no médio prazo para ajudar na redução da inflação e colocar o IPCA no caminho de convergência para 4,5% – o centro da meta – no ano que vem.</p>
<p>A operação começou na semana passada com o discurso do presidente do BC, Alexandre Tombini, durante almoço com empresários em São Paulo, no qual buscou ancorar as expetativas do mercado ao afirmar que as condições monetárias definidas pelas decisões do BC obedecerão sempre ao princípio de levar a inflação para a meta.</p>
<p>A presidente Dilma Rousseff também está nessa linha de frente. Diante da crescente desconfiança com o novo modelo de renovação das concessões de energia elétrica, a presidente já marcou posição e voltou a reafirmar, na inauguração da usina hidrelétrica de Estreito, no Maranhão, que a conta de luz será reduzida a partir de janeiro.</p>
<p>O risco de as novas regras serem contestadas na Justiça vem alimentado incertezas em relação à efetividade da medida e ao seu potencial de ajudar a redução da inflação. “É uma decisão de política de governo e vai acontecer”, acrescentou um fonte.</p>
<p>A avaliação dentro do governo é de que os analistas econômicos estão subestimando o efeito positivo para a inflação – e para toda a economia – da ampliação da desoneração da folha de pagamento para mais setores e da redução do custo da energia. ::</p>
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		<item>
		<title>Franquias seduzem mais os jovens que multinacionais</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Oct 2012 01:37:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Profissionais qualificados com idade entre 21 e 30 anos estão optando pelo negócio próprio atrelado a marcas importantes e  com grande potencial de crescimento 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>LUCIANO BOTTINI FILHO<br />
Especial para o Jornal da Tarde</p>
<p>Depois de morar quase uma década nos Estados Unidos, Christophe Bonadona, de 27 anos, voltou em maio ao Brasil com uma graduação de Administração da Universidade da Flórida e um MBA da escola Virginia Tech. Com a crise econômica lá fora, decidiu tentar a sorte em São Paulo, mas não cogitou participar de um programa de trainee ou outro tipo de seleção em uma empresa. “Esse seria o caminho mais óbvio”. Como mais pessoas na sua faixa etária, Bonadona usou a boa formação e foi atrás de uma franquia.</p>
<p>Uma pesquisa do Portal&nbsp;<a href="http://Franquia.com" title="http://Franquia. " target="_blank">Franquia.com</a>.br com mais de 25 mil pessoas que procuraram o site para entrar nesse ramo, entre abril e junho deste ano, mostrou que 47% dos interessados são jovens de 21 a 30 anos. Em 2011, esse porcentual era de 37%, um sinal de que a chamada geração Y, os nascidos entre 1980 e 1990, ganham peso entre os candidatos para entrar no segmento de franquias.</p>
<p>Bonadona decidiu ser franqueado de uma loja de artigos esportivos pela afinidade com o negócio, após ter sido instrutor de tênis nos Estados Unidos e ter feito estágio na Nike. A nova unidade da Deny Store começou a funcionar em setembro no Shopping União de Osasco e, como ocorre com muitos franqueados na casa dos 20 anos, houve ajuda dos pais com o dinheiro. “Minha família foi sempre bem compreensiva. Estava claro o que eu queria seguir”, diz ele, que vai colocar as próprias economias para embarcar no projeto de R$ 700 mil.</p>
<p>“Hoje você vê muitos jovens que entram direto na franquia e largam o sonho de trabalhar em uma multinacional e seguir carreira”, diz a consultora Liana Bittencourt, especializada em desenvolvimento de franquias. Segundo ela, a geração Y tem características como buscar resultados rápidos e estar disposta à inovação.<br />
Segundo especialistas, esse grupo se adapta melhor a franqueadoras mais participativas, que ditem regras e também estejam abertas a sugestões. “Depois que você já tem um formato mais sedimentado, você não vai ter tanto espaço para criar”, diz Filomena Garcia, sócia da Franchise Store.</p>
<p>Dona da franquia de cursos de inglês Mind Idiomas, Leiza Oliveira, de 37 anos, sabe bem como esses novos empreendedores se comportam. Aos 17 anos, logo que terminou o curso de magistério, sua mãe a emancipou para que pudesse entrar em uma sociedade com duas amigas em uma escolinha infantil. Não durou muitos meses e ela vendeu sua parte. “Na primeira oportunidade eu me desfiz. Se tivesse apoio e informação, teria continuado”, garante.</p>
<p>Leiza adquiriu mais experiência em escolas de inglês e mais tarde, em 2006, resolveu montar sua própria rede de franquias. Hoje, são 43 franqueados em 60 unidades. A marca atrai empresários de uma idade média de 28 anos. “Sempre gostei de apostar no jovem”, diz. Ela admite, no entanto, ter consciência de que esse público tanto se encanta como abandona investimentos facilmente.</p>
<p>Robson Costa, de 26 anos, não precisou de apoio emocional para assumir o comando de três escolas de idiomas da franquia de Leiza. Diferentemente da maior parte da geração Y, o empresário não teve o patrocínio da família e sozinho reuniu R$ 110 mil para inaugurar seu primeiro negócio em São Bernardo do Campo (ABC, na Grande São Paulo), em 2009. Dois anos antes, ele era apenas um funcionário de rede, ganhando dois salários mínimos fixos e comissão pelo número de matrículas.</p>
<p>O empenho foi tanto que Costa foi premiado em 2009 com um carro pelo número de alunos que atraiu. Com as chaves na mão, não teve dúvidas: vendeu o Ford Ka e se tornou um franqueado. Em janeiro, irá inaugurar sua quarta escola em São Bernardo e, se puder, outras ainda virão. “Tenho o sonho de ter uma unidade dentro de um shopping center”, completa.::</p>
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		<title>Samsung e LG buscam ‘efeito Apple’ com aposta em tecnologia e loja própria</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Oct 2012 08:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[consultoria GFK]]></category>
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		<category><![CDATA[Marina Gazzoni]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Nokia]]></category>
		<category><![CDATA[Samsung]]></category>
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		<description><![CDATA[Para melhorar sua visão de marca, as duas companhias coreanas estão investindo em lojas conceito com o objetivo
de melhorar sua imagem no País; objetivo é criar uma ‘aura’ para os produtos a partir da experimentação pelo consumidor]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fernando Scheller<br />
Marina Gazzoni</p>
<p>As coreanas Samsung e LG descobriram que, quando o assunto é tecnologia, ter um produto de última geração não basta: é preciso também criar a “aura” perante o consumidor. A lição aprendida com a Apple está sendo posta em prática com a abertura de lojas para demonstrar o produto e um investimento mais pesado em marketing. Segundo analistas, no entanto, as empresas têm um longo caminho antes de se tornarem “objetos de desejo”.</p>
<p> Apesar de estarem entre as líderes no mercado de smartphones brasileiro – Samsung, Nokia e LG, nesta ordem, lideram as vendas, segundo a consultoria GfK –, essas empresas não têm o mesmo poder de atração da Apple, na opinião de analistas de mercado. Para mostrar as cartas que têm na manga para desafiar a rival, as coreanas estão apostando em lojas próprias. A Samsung terá dez unidades até o fim do ano, enquanto a LG espera atingir a mesma marca em três anos.</p>
<p>As empresas, porém, embarcam na tendência com atraso – e não há garantias de que as lojas tragam a reboque mais clientes ou elevem a opinião sobre a marca. Não é só a Apple que tem suas lojas próprias no País. A finlandesa Nokia montou pontos de venda há três anos e já contabiliza 26 lojas. O trabalho nos pontos de venda da Nokia, porém, não foi suficiente para impedir que a empresa perdesse mercado no Brasil por causa da demora da matriz finlandesa em embarcar na onda dos smartphones.</p>
<p>Outro problema enfrentado por LG e Samsung na tentativa de sofisticação é o fato de que suas vendas não dependem só de produtos de alto valor agregado. Ao contrário da Apple, que concentra o trabalho de marca em um só produto – o iPhone –, ambas disputam com a Nokia o “grosso” do mercado brasileiro: os smartphones de baixo custo.</p>
<p>A Nokia tem opções de aparelhos com acesso à internet por menos de R$ 200, enquanto os modelos de entrada da Samsung e da LG são vendidos a pouco menos de R$ 400 e R$ 600, respectivamente.</p>
<p>Especialmente nos modelos básicos, dizem consultores, a influência da parceria com a operadora é grande. Por isso, é preciso evitar a “canibalização” entre os diferentes canais de venda. Apesar da aceleração de inaugurações neste fim de ano, o vice-presidente de telecom da Samsung, Michel Piestun, diz que a estratégia de lojas próprias tem limite: serão 30 unidades, no máximo.</p>
<p><b>Poder de marca</b><br />
Quando o assunto é a preferência do consumidor, no entanto, até agora a Samsung fez o dever de casa melhor do que a LG. Segundo pesquisa da CVA Solutions, a força da marca Samsung vem subindo, mas ainda está bem abaixo da apresentada pela Nokia. Em entrevistas com 3,4 mil consumidores, a Nokia foi citada como a melhor marca de smartphone por 34,9% dos entrevistados. A Samsung foi escolhida por 18,4%.</p>
<p>“Antes dos smartphones, a Nokia foi líder de mercado por muito tempo. Os produtos eram confiáveis, o que explica essa transferência de confiança para os smartphones”, diz Sandro Cimatti, sócio da CVA. O sucesso mais recente da Samsung, explica ele, foi decorrente da introdução de aparelhos de alto padrão, que concorrem diretamente com a Apple, e do investimento em mídia. “A marca vem ganhando espaço nos últimos anos, em várias linhas de produtos.”</p>
<p>Já o caso da LG é mais complicado. Segundo Cimatti, a empresa ainda não conseguiu transferir seu poder em eletrodomésticos para os smartphones. Tanto que sua imagem é negativa: a pesquisa da CVA mostrou que 5,5% dos entrevistados consideram a LG a melhor marca de smartphones, enquanto 6% acham que ela é a pior. O diretor de marketing da LG, Pablo Vidal, diz que a empresa se preocupa com o trabalho de marca, mas também está focada em melhorar o produto. “Ganhará a briga quem tiver melhor tecnologia.”</p>
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		<title>Microsoft lança novo Windows e tenta voltar à vanguarda da tecnologia</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Oct 2012 09:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[presidente da Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Balmer]]></category>
		<category><![CDATA[vanguarda]]></category>
		<category><![CDATA[Windows 8]]></category>

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		<description><![CDATA[Com Windows 8, empresa espera mostrar que ainda tem habilidade tecnológica para competir com rivais como Apple e Google. O Windows 8 foi projetado para rodar em PCs e tablets]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ASSOCIATED PRESS </p>
<p>O presidente da Microsoft, Steve Balmer, não pode se permitir errar no caso do Windows 8. A nova versão do seu onipresente sistema operacional foi lançada ontem. Se for um fracasso, aumentará a percepção de que a Microsoft está ficando para trás, à medida que seu domínio no campo dos computadores pessoais fica menos relevante na era dos smartphones, tablets e outros dispositivos móveis.</p>
<p>Porém, se Ballmer estiver certo, o Windows 8 vai provar que a maior fabricante de software do mundo ainda tem as habilidades tecnológicas e a força de marketing para moldar o futuro da computação. “Vai ser o seu momento de definição”, disse o analista Patrick Moorhead, da Moor Insights &amp; Strategy. “O legado de Balmer será visto segundo o que ele conseguiu ou não com o Windows 8. Se o software não for um sucesso, muita gente esperará que a Microsoft faça mudanças a nível de diretoria.”</p>
<p>O Windows 8 foi projetado para rodar em PCs e tablets, anunciando a maior mudança no sistema operacional dominante no setor em pelo menos 17 anos. E é também a primeira vez que a Microsoft faz da tela sensível ao toque a sua principal prioridade, embora o sistema possa ainda ser conectado a um desktop caseiro que permite o controle por meio do teclado e do mouse.</p>
<p>Steve Ballmer considera o Windows 8 o catalisador de uma nova era na Microsoft. Com este sistema operacional, seu objetivo é garantir que a empresa assuma um papel integral em todas as telas importantes nas vidas das pessoas: PCs, smartphones, tablets e televisores. “Estamos tentando reinventar o mundo a partir do zero com o Windows 8”, disse o CEO da Microsoft. </p>
<p>As primeiras reações foram ambivalentes. Alguns críticos gostaram da maneira como o sistema recebe os usuários com um mosaico de aplicativos, e não mais os ícones do desktop que durante anos serviram de acolhida. Para alguns analistas, é uma miscelânea confusa que vai frustrar os usuários acostumados às versões mais antigas, particularmente quando entram no desktop e não veem o familiar botão “iniciar” e o menu.</p>
<p><b>Marketing</b><br />
O Windows 8 foi lançado tendo como apoio uma campanha de marketing de US$ 1 bilhão. Este frenesi publicitário é apenas um dos indicativos do quão importante o Windows 8 é para o futuro da Microsoft.<br />
A margem de erro de Balmer é muito estreita, depois de a empresa ser sistematicamente superada pela Apple e Google em seus quase 13 anos como CEO da Microsoft. Durante este tempo, as ações da companhia perderam quase a metade do valor.</p>
<p>Mas a direção da empresa não manifestou publicamente nenhuma insatisfação com Ballmer, que é o segundo maior acionista da Microsoft com uma participação de 4% na empresa, equivalente a US$ 9 bilhões. Somente seu amigo e predecessor, o fundador da Microsoft Bill Gates, tem um número maior de ações, com uma participação de 5,5%.</p>
<p>Desde que Ballmer sucedeu Gates no cargo de CEO, em janeiro de 2000, a receita anual da Microsoft praticamente quadruplicou, para US$ 74 bilhões, e ampliou sua atividade para um novo território lucrativo com seu popular console de videogame, o Xbox360. </p>
<p>Mas a Microsoft tem se mostrado lenta para responder aos avanços da tecnologia e cometeu alguns erros caros tentando alcançar o nível atual de desenvolvimento tecnológico. Entre os erros crassos conhecidos que ela cometeu estão o Zune, um clone do iPod, e a aquisição por US$ 6,3 bilhões de um serviço de anúncios pela internet, o aQuantive. TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO </p>
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		<title>Brasil tem 15,4 milhões de domicílios com TV paga</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Oct 2012 09:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Nacional de Telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[Anatel]]></category>
		<category><![CDATA[domicílios]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[expansão]]></category>
		<category><![CDATA[novos assinantes]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[TV paga]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com dados divulgados ontem pela Anatel, a expansão em relação a setembro de 2011 foi de 29,5%. A modalidade de TV paga via satélite continua líder no mercado brasileiro, com 59,48% da base de assinantes]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eduardo Rodrigues</p>
<p>Com 277,6 mil novos assinantes em setembro, a TV paga no Brasil encerrou o mês com mais de 15,4 milhões domicílios atendidos pelo serviço. De acordo com dados divulgados nesta quarta-feira, 24, pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a expansão em relação a setembro de 2011 foi de 29,5%. Entre setembro de 2011 e setembro de 2012, foram registradas mais de 3,5 milhões de novas assinaturas. Com isso, a penetração da TV por assinatura chega a 25,9% das residências do País.</p>
<p>A modalidade de TV paga via satélite continua líder no mercado brasileiro, com 59,48% da base de assinantes, enquanto o serviço via cabo atende 39,46% dos clientes do setor. Em setembro, o crescimento no satélite foi de 2,6%, com 231,6 mil adesões líquidas, enquanto o serviço por cabo expandiu apenas 0,9%, com 53,2 mil novas assinaturas.</p>
<p>Segundo a Anatel, a Net detém a maior fatia do mercado brasileiro de TV paga (34,06%), seguida pela Sky (30,98%) e pela Claro (18,98%). Na sequência, com participações bem inferiores, aparecem Telefônica (3,99%) e Oi (3,92%).</p>
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