Estado.com.br
Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012
Seu Bolso
Seções
Arquivos
Tamanho do Texto

Falta de mão de obra no País supera a média mundial

Categoria: Indicadores, Trabalho

LUCIELE VELLUTO

O Brasil está na terceira colocação no ranking dos países que mais têm dificuldade em encontrar profissionais qualificados para preencherem vagas disponíveis e supera a média mundial. A constatação é resultado de pesquisa divulgada ontem pela Manpower, empresa que atua na área de recursos humanos. Para o levantamento, foram entrevistados 40 mil empregadores em 39 países. O índice de empresários brasileiros que dizem não conseguir achar no mercado pessoas adequadas para o trabalho é de 57%.

Segundo a Manpower, o Brasil só perdeu para o Japão, com um índice de 80% de queixas dos empresários, e Índia, com 67%. “Mas o caso do Japão é por causa do envelhecimento da população. Já a Índia tem um problema parecido com o do Brasil, que é uma nação em crescimento sem profissionais qualificados. Mesmo assim, os indianos falam mais inglês do que os brasileiros”, comenta a executiva de recursos humanos da Manpower, Márcia Almström.

A média global de empresários que apresentaram queixas sobre a falta de novos talentos ficou em 34%, ou seja, um em cada três empregadores no mundo encontra barreiras para preencher as vagas abertas.

“Na comparação entre os países, os economicamente desenvolvidos têm menos dificuldades, pois já formaram esses profissionais e como não estão em crescimento, têm baixa demanda por novos talentos”, explica a executiva da Manpower.

Em comparação com a pesquisa feita em 2010, o Brasil passou do segundo para o terceiro lugar no ranking deste ano, quando foram entrevistados 876 empregadores no primeiro trimestre.

No entanto, Márcia não acredita que houve uma melhora na formação de profissionais brasileiros. “O resultado disso é consequência da piora na Índia, pois não vejo grandes mudanças na educação profissional do brasileiro”, avalia.

Profissões
A pesquisa também detalha para quais funções os empresários têm mais dificuldade em encontrar pessoas qualificadas. Tanto em 2010 quanto agora, os profissionais de nível técnico ficaram no topo dos dez cargos mais difíceis de serem preenchidos.

“Por muito tempo o Brasil não privilegiou o ensino técnico e tecnólogo, mas sim o universitário, mas nem sempre de boa qualidade. Essa estagnação reflete neste momento que o País está em crescimento e precisa de gente qualificada para trabalhar”, diz Márcia.

Para o professor de economia da Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), Fábio Pereira de Andrade, houve uma desvalorização do ensino técnico por muitos anos no País. “Na época de baixo crescimento da economia não havia demanda por esse profissional. Agora não há nem escolas para formar pessoas capacitadas para atender ao mercado de trabalho”, analisa o docente.

No segundo lugar entre os profissionais mais requisitados estão os engenheiros, que sofreram a mesma depressão de formação e contratação do que os técnicos. “E por ser um curso caro, poucas universidades têm cursos de engenharia e não conseguem formar a quantidade necessária para atender o mercado”, diz Andrade.

Para a executiva da Manpower, o problema de escassez de mão de obra não deve ser superado tão cedo. “Até vejo movimentos de empresas, que já investem em universidades corporativas, e de escolas que querem ampliar suas vagas, mas também é preciso a participação do poder público para que em conjunto esse problema seja resolvido”, afirma. “Senão, vamos continuar importando profissionais de outros países”, completa.

57 Comentários Comente também
  • 20/05/2011 - 04:13
    Enviado por: Fábio de Barros Freire

    Não falta mão de obra qualificada e sim RH´s mais competentes.

    Há sobra de mão de obra qualificada no mercado mas infelizmente as empresas definem critérios equivocados para as empresas de seleção (ou para seu próprio RH) e estes por sua vez não ousam ao menos questionar estes critérios.

    Muitas vezes a experiência é trocada por uma série de certificados que em sua maioria só servem para enfeitar currículos.

    Há também a questão da idade: quando o proifissional atinge o nível de excelência em conhecimento, ele fica “velho” para o mercado (isso acontece aos 35 anos) e ai, alegando “falta de profissionais no mercado” a empresa recruta um estrangeiro de 53 anos pagando o triplo.

    Este é o nosso Brasil

    responder este comentário denunciar abuso

    • 20/05/2011 - 08:39
      Enviado por: Luciano

      Fábio, você está correto. Existe um grande número de profissionais qualificados no mercado de trabalho, mas que não são contratados devido a requisitos abusivos por parte das empresas ou por puro preconceito mesmo, como a idade. Já passei por isso, e digo que em algumas áreas técnicas o limite de idade é de apenas 28 anos. Depois dessa idade, o profissional enfrenta dificuldade crescente para ser contratado. Muitos acabam mudando de ramo, ou então passam a trabalhar como autônomos ou se tornam micro-empresários.
      .
      Um outro problema que senti na própria pele é a requalificação profissional de adultos. É extremamente difícil para um adulto, com família formada e responsabilidades que não podem ser adiadas, se requalificar. Um dos obstáculos é a existência do estágio obrigatório. Aqui o adulto que tenta se requalificar enfrenta dificuldades para obter seu diploma, pois encontra as mesmas dificuldades para encontrar estágio que encontraria para obter emprego. No Brasil, o estágio virou uma espécie de sub-emprego regulamentado.

      responder este comentário denunciar abuso
    • 20/05/2011 - 09:46
      Enviado por: Aurélio

      Fábio, seu comentário não é novo. Não faz muito numa outra matéria aqui no portal dos estadão alguém escreveu algo muito semelhante. Pena que eu não tenha o link para mostrar. Mas eu estendo esse problema às “Agências de emprego”. Elas são bem piores.

      responder este comentário denunciar abuso
  • 20/05/2011 - 05:36
    Enviado por: Reginaldo BRUM

    Bom dia à todos,

    No meu ponto de vista, falta é a oportunidade do recém-formado em colocar na prática toda a teoria aprendida em cusros técnicos ou superiores.
    Faltam empresas que queiram investir neste tipo de profissional.
    Exemplo: Para o TRANSPORTE RODOVIÁRIO, estão faltando motoristas, porém as transportadoras, não querem dá a oportunidade para o recém habilitado, ou ainda, identificar dentro do seu quadro funcional a pessoa que deseja ser treinado para virar motorista.
    São pouquissímas empresas que montaram “escolinhas” de motoristas. E que estão obtendo exito.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 05:37
    Enviado por: aluisio de oliveira braga

    Fui professor do ensino técnico, posso assegurar que a falta de qualificação é resultado do desinteresse do aluno. Na faculdade a situação não muda. Exemplo: o exame da OAB. Resultados de concursos públicos, dão a exata medida da situação em que o Brasil se encontra.

    responder este comentário denunciar abuso

    • 20/05/2011 - 09:40
      Enviado por: Fabio Sousa

      Concordo. Sou micro-empresário e o que vejo é preguiça mesmo de boa parte do nível técnico/operacional.
      Como o ramo da construção civil (meu segmento) está aquecido, até os desqualificados tem tido oportunidades e aumento de salários. Ao invés de procurar se especializar, o “peão” se contenta com o que ganha ou fica se “vendendo” em leilão para outras empresas também desesperadas.
      Lamentável quando amaré passar…

      responder este comentário denunciar abuso
    • 20/05/2011 - 11:21
      Enviado por: Rogério Martins

      As pessoas que se tornam advogados não gostam do que fazem, querem ter lucro o mais rápido possível. Usar OAB e advogados como exemplo é desconsiderar os verdadeiros motivos porque “falta mão de obra”. Essa acusação de preguiça é antiga e ultrapassada, no mínimo superficial.

      responder este comentário denunciar abuso
  • 20/05/2011 - 06:17
    Enviado por: Guilherme Eduardo

    Voltei ao Brasil em 2009 e tive todas as portas fechadas bem na minha cara. Razão para tanto: obtive minha educação superior nos EUA. Ao mesmo tempo em que valorizam tanto a experiência internacional, te punem por isso e tal é exacerbada pela modinha anti USA que, infelizmente é fato, muitos têm. Além do repúdio ao estrangeiro, querendo ou não no Brasil há muita gente inadequada nos cargos de contratação. Gente que vê o CV de um e se amedontra, então o joga fora e depois reclama que está difícil encontrar alguém para uma posição.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 06:37
    Enviado por: Luiz Maia

    Em parte o que o empresariado quer é um bom profissional pagando o mínimo possível. Como um bom profissional coloca sua pretensão salarial de acordo com a sua qualificação acaba não sendo admitido, daí essa desculpa de que não há bons profissionais. O empresariado brasileiro é um dos piores do mundo, mentalidade escravagista e exploradora.

    responder este comentário denunciar abuso

    • 20/05/2011 - 09:40
      Enviado por: Márcio

      “Perfeita colocação Luiz!!”

      responder este comentário denunciar abuso
    • 20/05/2011 - 10:36
      Enviado por: João Ferreira Bastos

      Perfeita sua colocação Luis

      Semana passada a GOL anunciou lucro recorde ao mercado e no mesmo dia, um absurdo, a demissão de 1.800 colaboradores.
      Além de escravagistas o proprietário é acusado de assassinato de um colaborador.
      essa é a verdadeira face do “empresário” brasileiro

      responder este comentário denunciar abuso
  • 20/05/2011 - 06:55
    Enviado por: Álvaro

    Fábio, você tem toda razão: um país que declara falta de mão de obra qualificada não pode dar-se ao luxo de escolher os candidatos por meio de critérios ridiculos e questionáveis, como você bem apontou; quando a demanda é urgente os recém formados devem ingressar imediatamente no mercado e os que já estão empregados devem ascender com mais rapidez, fazendo a “roda” girar e criando experiência. Enquanto esses “recrutadores” ficam chorando a falta de profissionais qualificados, vários amigos que dominam dois idiomas ou mais, com especializações, mestrado ou doutorado, estão deixando o país ou abandonando suas áreas de formação pois não encontram empregos que paguem um salário digno,ou sequer encontram emprego. Onde está o problema? Nos canditados? Ou será na postura covarde e comodista das empresas, que não querem gastar tempo e dinheiro para contratar funcionários mais jovens? Neste país, nós já estamos habituados a injustiça, mas não venha com cinismo porque ai já é provocação. Enxuguem as lágrimas, enfiem a mãozinha no bolso, e contratem, assim ,no futuro, teremos um contingente razoável de trabalhadores bem treinados. Chega de jogar o problema nas costas da “molecada”, daqui a pouco o rapaz vai ter que começar a fazer pós com 15 anos para que possa cumprir essas exigencias todas. Abram os olhos!

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 07:26
    Enviado por: EDUARDO ESTEVES ESTEVES

    Eu particularmente, acho que esta faltando e empresário qualificado.
    Este pais e dirigido pelos Porteiros,Seguranças,Secretárias e etc.A cada vez mais, chefias desqualificadas, delegando funções a subordinados idiotas e enganadores.
    Eu trabalhei na Petrobras, o Engenheiro tinha projetado uma Subestação que não cabiam os equipamentos, caixa de passagem que não respeitavam a curvatura do cabo e etc. Erros elementares. Em minha opinião, o BURRO, esta no poder; Quando você vai entrar em uma empresa, quem Vê se a papelada burocrática esta de acordo com as normas da firma, e entregue normalmente as pessoas mais desqualificadas.
    As conseqüências disto e que:
    Os piores profissionais, são os que possuem a maior quantidade de diplomas e etc.
    São os profissionais de emprego, burocracia para eles,e a maneira de se darem bem, mas na realidade do trabalho,a situação necessita de competência e inteligência, coisa que aquele funcionário, que só sabe ver se a papelada burocrática esta de acordo, não sabe analisar.
    Não esta faltando mão-de-obra, o que falta, é pessoas capazes de resolverem os problemas.
    Concordo com o meu parceiro acima. Quando o profissional esta em plenas condições de trabalho,e considerado velho. E uma lastima!

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 07:46
    Enviado por: angelo perez

    Para os empresários o que esta faltando é mão de obra qualificada que ganhem como mão de obra desqualificada.
    Paguem direito que os “qualificados” aparecem.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 08:03
    Enviado por: Fernando

    Estão faltando empresários qualificados também. Além da usual arrogância da burguesia, que coloca seus parentes em cargos altos, tendo estes competência ou não, um profissional com superior, mba, inglês fluente muitas vezes vê ofertas de trabalho com remureção fajuta e infraestrutura precária na corporação. DÁ PRA FICAR MOTIVADO???

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 08:39
    Enviado por: Anderson

    Parace que todos tem a mesma opinião, o problema é que geralmente os jovens possuem mais habilidade capacidade de renovação, enquanto que os funcionários velhos estão acomodados fazendo a mesma coisa há anos, desta forma eles nunca iram querer concorrer com um jovem afoito para aplicar novas idáias, no meu caso mesmo tenho 27 anos e trabalho a 08 em uma empresa, mas meu superior é um Sr atrasado e tudo que quero implantar de melhoria ele barra,meus conhecimentos superam o dele e para piorar ele ja esta aposentado e a empresa não avalia isso, meu unico caminho é sair da empresa

    responder este comentário denunciar abuso

    • 20/05/2011 - 08:45
      Enviado por: Marcos

      Anderson,
      Você comete erros graves de português e quer dar lição nos mais experientes?
      Um bom exemplo da arrogância da nova geração, que quer poder e dinheiro sem lutar por isso. Enquanto isso, profissionais capazes são deixados de lado porque passaram dos 40, ou até dos 35 anos.
      O que existe hoje é um círculo vicioso: as empresas contratam jovens mal-preparados e pagam um salário de fome. O jovem não produz e a empresa reclama. O Brasil precisa de um choque de gerenciamento, meritocracia e respeito à experiência e conhecimento. O RH está falido.

      responder este comentário denunciar abuso
  • 20/05/2011 - 08:51
    Enviado por: Sérgio

    Sou profissional qualificado pelo Senai e Centro Paula Souza como eletricista, mas como tenho 50 anos as empresas não contratam, e tem mais profissionais que conheço que estão na mesma situação, vejo que as pessoas que contratam estão mal informadas, mocinhas que não sabem nem entrevistar um candidato, acho que esses profissionais de rh que deveriam ser qualificados.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 08:58
    Enviado por: Alex

    Gostaria de morar nesse País onde está, pelos depoimentos, sobrando mão de obra qualificada. Esses “empresários” são umas “bestas” mesmo, por puro preconceito não contratam as excelências, sejam elas com muita experiência ou com nenhuma experiência, que chegam aos montes. É uma pena que esse exército esteja vagando por aí. PS: na cadeia também existe um exército de inocentes.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 09:05
    Enviado por: Sildo

    Não acredito muito nas notícias dos jornais, pois ha um mês atrás havia uma noticia sobre o “superavit” de empergos no nosso braZil (é, com z…). Agora, ha algumas semanas atrás, havia um “déficit” em relação a empregos. Acompanhem as notícias e vocês notarão que “talvez” haja alguma incongruência nas notícias. Assim como falta mão de obra “ontem”, hoje “tem”? (sim é éssa a idéia, falta de lógica)

    Em relação ao mercado de trabalho, tudo que o pessoal acima do meu comentário (bem como depois)mencinou é verdade.

    Mas a minha experiência diz que quem realmente consegue os empregos é quem tem QI, que vale mais do que qualquer tipo de experiência e valorização, e, sim, não me refiro a cargos políticos.

    Além disso, é notável a falta de educação dos entrevistadores e favorecimento de conhecidos próximos. Não é a toa que boa parte das empresas tem péssimo rendimento e alto índice de troca de funcionários.

    É mais interessante ainda notar que os empregados sabem muito mais que os chefes, o que deveria ser o contrário.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 09:07
    Enviado por: Pedro

    Existem os dois lados, na verdade: pessoas desinteressadas pela área em que atuam, fazendo tudo somente por dinheiro e/ou status; e pessoas bem preparadas que se recusam a trabalhar em ambientes ultrapassados e com salários irrisórios dado seu nível de qualificação. O que falta é conhecimento e comprometimento por parte dos departamentos de RH e da gerência das empresas para procurar e valorizar o profissionais corretos.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 09:09
    Enviado por: andrade

    Nao falta mao de obra e sim muitos nao sao trouxas de ficarem 8 horas por dia ganhando uma merreca por causa dessa CLT burra da idade da pedra…Preferem a informalidade que alem de nao pagar imposto para sustentar os marajas de Brasilia tem a vantagem de fazer o que querem com seu dinheiro ,sem precisar ter fgts que alias anda perdendo para a inflaçao….

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 09:21
    Enviado por: Ademar Domingues

    É como no mundo do futebol. Passou dos 35 anos já é
    considerado velho no mercado. Já ouvi de um idoso a
    seguinte frase” quando a gente fica bom, tem que parare
    Eu concordo que deve ter mão de obra sobrando por aí,
    por falta de oportunidades, até para se atualizar.
    Por exemplo, sempre há vagas para mecanico de usinagem,
    mas tem que saber operar centro de usinagem computadorizado
    e uma infinidade de máquinas convencionais. E se o
    candidato não sabe operar algumas máquinas computadorizadas
    e convencionais ou não fez o curso? Poucas empresas quer
    dar treinamento, e o candidato fica a ver navios.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 09:29
    Enviado por: LADO APET

    Rio, 200511

    Fábio de Barros Freire, bom dia! Li e reli todos comentários sobre o assunto em pauta. Quero parabenizá-lo por sua análise pura, crua e nua, de todo o contexto e por sua visão macro dos seres humanos que almeijam uma oportunidade de exercer uma função, das necessidades das empresas e das inúmeras incompetências dos DP, hoje, modernamente, tratados como RHs.; e que não o são na sua maioria, pelo Brasil inteiro. Nas relações humanas, o que vale para os avaliadores são os “‘famosos canudos’, de preferência com chancelas, carimbos, adesivos, coloridos, duros, assinaturas de ‘doutores’, reconhecidos inter+nacional+mente e uma infinidade de pré+dicados etc. e tal”. Diante da papelada toda, das viagens feitas para congresso, reuniões, seminários etc. e tal, sem nenhum fundamento com o objeto fina do Grupo e da Empresa em si, o ‘profissional de rhs’ se acha ‘abilitado’ (sic) em selecionar o elemento que irá preencher, eu escrevo: preencher.” Como se um ser humano profissional é carga para ocupar espaço vago. Ser humano competente é para desenvolver, criar, solucionar, dinamizar, fortalecer e por ai vão suas habilidades inerentes ao concorrera uma vaga e vislumbrar seu crescimento, da empresa e de seu entorno. Chega! Basta! Já escrevi muito e volto a lhe tecer elogios pelo que escrestes. Parabéns! Sob minha visão fostes o melhor.
    Milhões de Brasileiros possuem competência, são não tem é oportunidades concretas… ‘os interesses externos são maiores e os estrangeiros se acham mais capaz o que é mentira.’

    responder este comentário denunciar abuso

    • 20/05/2011 - 13:43
      Enviado por: Fábio de Barros Freire

      Olá Sr. Lado, boa tarde!

      Só uma pequena correção, quando me referi aos RH´s, quis dizer TAMBÉM empresas de Recrutamento e Seleção.

      Lendo alguns comentários aqui, vi que alguns fazem referência ao outro lado da moeda: Profissionais Desqualificados.

      Sim, eles existem também!! Mas não é prerrogativa para afirmar que não há profissionais SOBRANDO com extrema competência.

      Uma das maiores disparidades que eu vejo é a seguinte: os recrutadores não nos perguntam “quais suas realizações?” e sim “quais seus certificados coloridos e bonitos?”

      Todo estudo, certificação, graduação é algo extremamente válido, sem dúvidas, mas a experiência é fundamental.

      Um certo dia estava eu em uma agência de empregos e apareceu um senhor (jovem) de 42 anos. Auditor certificado de ISO 9000, certificou mais de 30 empresas. Ele não tinha faculdade. A vaga a qual ele estava pleiteando de auditor, foi preenchida por uma pessoa também auditora (porém recém formada) que nunca havia participado de nenhum processo de certificação mas como a vaga exigia nível superior, a faculdade de BIOLOGIA o ajudou a entrar em uma METALÚRGICA.

      Há lógica? o superior em qualquer faculdade (mesmo que não seja correlata à vaga) substitui a experiência de cargos de tamanha responsabilidade e com evidente necessidade de experiência/vivência técnica?

      Existem profissionais sobrando, os requisitos é que estão desalinhados. A experiência foi substituida por canudos muitas vezes não tão necessários às funções da vaga.

      E quanto aos profissionais “incapazes”, aqueles que numa redação escrevem “intaum”, “pobrema”, “taúba”, “vossê”, “ponha”, etc… ou aqueles que procuram emprego de boné, calça aparecendo a cueca e tênis… devem sim ser excluidos automaticamente de qualquer processo seletivo.

      Abraços

      http://fabiofreire.webnode.com.br

      responder este comentário denunciar abuso
  • 20/05/2011 - 09:34
    Enviado por: Aurélio

    Trabalho há vinte anos e sempre percebí que as empresas não querem gastar com treinamentos. Preferem pegar talentos formados e experiêntes. Na atual empresa que trabalho, por incrível que pareça é assim também. Vejo que muita gente se forma e não tem onde “gastar” o conhecimento. E mesmo quando as empresas contratam recém formados e inexperientes é para trabalhos pequenos, que fazem com se descarte tudo que se aprende na universidade transformando-os num verdadeiro canhão para matar baratas. O emprego no Brasil na maioria das vezes não completa a universidade ou o curso ténico e vise-versa. As próprias empresas matam a qualificação do trabalhador. É um problema cultural e tem raízes históricas qua vão muito além das explicações desta matéria. Talvez fique pior ainda, por que estão chegando no Brasil grupos empresariais sedentos de mão de obra barata e ignorante tal como é em seus locais de origem.

    responder este comentário denunciar abuso

    • 20/05/2011 - 17:52
      Enviado por: Álvaro

      Perfeito, Aurélio!!! Penso o mesmo, e isso me revolta! Que tristeza ver tantos jovens investindo em suas formações e sendo tolhidos pelo “deus-mercado”, uma entidade burra,cega e ganaciosa. Tanta gente na trilha correta, com muito potencial para crescer, que são “encostados” em posições burocráticas ou que sequer entram no mercado. Mas eu digo uma coisa: as empresas mesquinhas, de visão limitada, vão cair podres, quem escolhe demais acaba sozinho. As companhias que tiverem a sabedoria de unir a força dos jovens a experiência dos veteranos vão prevalecer- as demais, irão afundar, juntamente com seus funcionários certificados por “Universidades” mundo afora. #mentalidade de colônia.

      responder este comentário denunciar abuso
  • 20/05/2011 - 09:36
    Enviado por: LADO APET

    Favor corrigir e ler como:
    … com o objeto fim do Grupo…
    … ser humano profissional fosse carga…
    … inerentes ao concorrer a uma vaga…

    Minha revolta é tamanha que em escrever direto cometi erros na digitação.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 09:41
    Enviado por: Quem sucateou as universidades públicas? « Ficha Corrida

    [...] Vamos botar na conta de quem destruiu as universidade públicas. Não só não investiu, como cortou verbas e acionou os PDVs da vida obrigando os maiores professores correrem para a aposentadoria. Além disso, não criou nenhuma universidade pública. Quem fez isso? O criador daquela teoria segundo a qual nós seríamos alguém se fôssemos dependentes, aquilo que mídia tornou famosa chamando de Teoria da Dependência. Pois é, acertou, estamos dependentes de mão de obra qualificada graças ao empenho do prof. Cardoso em destruir o Brasil. Bresser Pereira que o diga. Falta de mão de obra no País supera a média mundial [...]

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 09:42
    Enviado por: Marcelo Alves

    Caros leitores a são varias coisas que acarretam essa faltam,por exemplo:eu fiz um especialização de nome “promimp”,isso foi em 2007 ,fiquei na esperança de ser chamado então pela demora resolvi fazer outro curso pois não tive respaldo nenhum,a 15dias atrás foram me chamar para uma entrevista desse mesmo curso”Promimp” agora estou indo para uma seleção a uma vaga de 2ºgraus tecnico com varias pessoas de curso superior tentando a mesma vaga,então vejamos,at´s mesmo quem esta bem preparado esta tentando entrar no mercado de serviços de alguma forma e acaba afogando outros

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 09:45
    Enviado por: Marcelo Alves

    peço desculpas pelos erros de digitação é que minha revolta e tanta que acabei digitando algumas palavras erradas

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 09:56
    Enviado por: Renata Nunes

    Problemas do Brasil: mentalidade escravocrata, baixos salários, profissionais de RH péssimos e, claro, QI.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 10:05
    Enviado por: Fabio

    No mercado de Tecnologia da Informação isto é uma grande piada, reclamam da falta de mão de obra, mas o salario oferecido é baixo e o pior, não é CLT, é sempre por fora, PJ cooperativa etc. uma loucura. Todos os comentários valem para esta área, pois um profissional experiente não pode ser jovem e receber um baixo salário como querem pagar, um profissional junior não pode ter experiência como é exigida, um especialista tem que ser focado em uma área, e não conhecer tudo como é solicitado. Uma realidade é que os jovens estão fugindo das faculdades de TI, e eu que estou a 20 anos na área dou toda razão para eles.

    responder este comentário denunciar abuso

    • 20/05/2011 - 10:28
      Enviado por: Diogo

      Então, eu sou tecnólogo em Gestão de TI e não atuo na área. Motivo!? Salários vergonhosos, exigências mil (como o amigo disse, em TI não tem como saber tudo e sim ser especialista em algo).

      Valorizo muito a qualidade do ambiente de trabalho, mais até do que o salário (claro, com bom senso), bons lugares para trabalhar estão em extinção.

      Hoje sou terceiro anista de engenharia de produção, em uma região que está péssima (Sorocaba). Para estágio pedem inglês fluente, está na moda Japonês no mínimo intermediário.

      Fica uma pergunta, reclama-se de falta de mão de obra, mas eu, atualmente estagiário, MEU SALÁRIO SEQUER COBRE A FACULDADE (que meu pai tem que interar, senão não consigo estudar), resumindo, NÃO TENHO SALÁRIO, como posso cursar inglês?? Japonês?? Como posso fazer cursos complementares sem dinheiro para pagar?

      Isso é um cíclo vicioso, não tenho consiguido outro estágio por não ter idiomas (só inglês intermediário) e por habitar uma região vergonhosa (adjacências de Sorocaba/SP), não conseguirei cursar inglês sem um bom estágio para pagar, é cíclico.

      Falar é fácil empresários e consultorias, quero ver ter o bom senso.

      responder este comentário denunciar abuso
    • 20/05/2011 - 11:11
      Enviado por: Rogério Martins

      Exigir inglês fluente e tantos idiomas e experiência só é possível se o cara quizer contratar um jovem que passou parte de sua vida sendo financiado pela família que, certamente, tem dinheiro. Ou seja, não querem “pobres” trabalhando com eles. Se não for isso é incompetência dos selecionadores mesmo, não sei o que é pior.

      responder este comentário denunciar abuso
  • 20/05/2011 - 10:14
    Enviado por: CArlos

    Concordo que temo falta de profissionais qualificado, mas o RH também tem deficiencia e continua arcáico no processo seletivo…Imagina que participei de um teste importo por um empresa prestadora de serviços de RH e a vaga erá para engenheiros e como teste me deram um redação de 20 linhas e também uma soma de matematica muito simplista e com esses testes não se avalia o candidato e olha que tenho pelo menos 15 como engenheiro mecanico de grande empresas…. Abordagem usada nessas empresas de RH, são lamentavel… Chegaram a me perguntar quantas vezes faço sexo por semana..Isso é ridiculo e ainda tenho que ouvir que para traçar o perfil do candidato…Falta mão de obra, mas creio que o que mais falta é criterio de avaliação por parte do RH, que não se desenvolve e fica sempre na mesmisse…Lamentavel!!
    cuidado empresas que contrato esses serviços, porque é puro mico..

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 10:20
    Enviado por: Janir

    E quando vc tem aquele chefe com um “QI” alto ? Acho que o problema nas grandes empresas é esta. Procurem uma empresa chamada V I T O P E L. là meu filho, só QI alto na geRência. OBS: QI = QUEM INDICA. RSRSR

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 10:34
    Enviado por: Tiago Lira Vieira

    Ótimo ponto de vista traz o artigo, mas privilegia apenas uma parte do universo que abarca o mercado de RH e o mercado de trabalho.

    Empiricamente, o que se percebe em muitos casos não é a falta de profissionais qualificados, mas o excesso de exigências e de qualificações por parte das empresas.

    E o maior problema é que tais determinações na maioria das vezes não são requisitos necessários para se exercer a fução ofertada pela empresa.

    Os dois lados têm razão, concordo que as empresas têm dificuldades em encontrar profissinais capacitados para áreas estratégicas. Mas por outro lado, é evidente a discrepância entre o que se exige de um canditado à vaga de emprego e a real necessidade da organização.

    É um problema sério e que precisa ser resolvido urgentemente, pois as empresas têm perdido excelentes talentos profissionais por usarem uma “lupa” na seleção de canditados, quando na verdade (na maioria dos casos) o que elas precisam mesmo, é simplesmente regular o “grau dos óculos” que utilizam no processo de recrutamento e seleção.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 10:52
    Enviado por: Okara

    Será que os empresários estão dispostos a pagar salários justos a este profissionais?

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 10:52
    Enviado por: Laura

    Discordo plenamente.
    Quando falam que falta profissional qualificado no Brasil é mentira.
    Tenho mais de 20 anos de experiência em informática e ano passado, quando minha empresa quebrou, voltei ao mercado em busca de emprego.
    Passei por 14 entrevistas de emprego em empresas de diversos portes. Apesar de 2 faculdades, 1 pós, inglês fluente e diversas certificações técnicas e comerciais, demonstrando o quanto me mantive atualizada durante minha trajetória profissional, não passei em nenhuma. Em 4 empresas, o fato do meu CPF estar no Serasa foi fator de recusa, para sequer olharem meu currículo.
    No início deste ano, passei em 1ºlugar em 2 concursos públicos. Pude ter um comparativo da minha qualificação com meus concorrentes, que como eu, possuem curso superior em computação. Mais de 60% deles não conseguiram tirar nota mínima de 5. O problema é: como o RH dessas empresas consegue contratar mais de 60% de candidatos desqualificados e deixar de fora os candidatos com melhor preparo. Das 14 entrevistas, em apenas 1 entrevista foi realizado um teste de conhecimentos, razão pela qual, foi a única entrevista na qual passei para a segunda fase.
    O problema está nos critérios subjetivos de seleção, que infelizmente, não se baseiam em buscar os melhores profissionais. As empresas com isso, sofrem merecidamente com a alta-rotatividade, falta de produtividade, retrabalho e baixa-qualificação.
    Em suma, sofrem com seu próprio preconceito.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 10:53
    Enviado por: Alvarenga

    É claro ! Quem quer ralar e ser abusado diariamente pra ganhar merreca ???? Trabalhar na iniciativa privada virou um inferno!
    Qualquer cara esperto quer ser funcionario publico ou mutreteiro.
    E vai piorar cada vez mais.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 11:01
    Enviado por: Marcelo Alves

    Eles prefêrem pagar pouco para o trabalhadores nacionais e os estrangeiros eles pagam bem mais,não é que eu esteja criticando sobre os estrangeiros ,só que o empresarios não dão valor a prata da casa

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 11:02
    Enviado por: Rogério Martins

    Quero fazer coro com muitos comentários sobre os RHs. Eles,em sua maioria, são comandados por gente jovem, que não tem noção de mercado ou está pouco se importando. São lentes e não entendem as verdadeiras necessidades das empresas para qual trabalham, ficam rodando em cima de suas vaidades. Quanto a faltar mão de obra no mercado, mesmo que isso aconteça, quem tem que resolver são as entidades de classe patronais que devem inverstir em seus treinamentos. Será que eles querem isso? ter esse custo? ou com a globalização é mais fácil importar mão de obra estrangeira?

    responder este comentário denunciar abuso

    • 20/05/2011 - 13:06
      Enviado por: Fabio Sousa

      As empresas tem obrigação de ter lucro. Cada um que faça sua parte e pare de esperar do “papai” governo ou do “papai” empresa coisas para crescer na vida.
      Por graças nunca fiquei esperando ninguém. Tive sorte misturado com preparo. As coisas podem mudar mas, minha parte procuro fazer.

      responder este comentário denunciar abuso
  • 20/05/2011 - 11:35
    Enviado por: johnny

    Queria saber onde está sobrando vagas e faltando mao-de-obra.
    Tenho 46 anos, ingles, mba e mais de 15 anos de experiencia no mercado de supply chain e até agora nada…seria a minha idade????

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 11:44
    Enviado por: Fernando Augusto Rodrigues da Costa

    Somos o país da ignorância. Qual o interesse do governo em tirar o povo da ignorância? Lula seria eleito, se o povo fosse instruído? Não creio, a chance seria mínima. A nossa classe política, tem na ignorância uma forte aliada, que mantem no poder, tantos políticos corrúptos. Até quando?!

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 12:02
    Enviado por: Marco Bonotto

    Sou graduado em Filosfia, sou professor de inglês e trabalho com a capacitação de pessoas para o mercado de trabalho. Posso dizer que observe pessoas qualificadas mas com uma formação cultural deficiente e por outro lado, muitas pessoas altamente capazes, que poderiam ser treinadas e aproveitadas pelas empresas, não o são. Pois muitas empresas também não querem arcar com custos da capaciatação de indivíduos dispostos e hábeis. Muitas vezes delegam aos estagiários o serviço de pessoas experientes, para reduzir custos. O que falta e muito ainda é a valorização dos profissionais e do ser humano como um ente que aprende, evolui e se adapta a diferentes tarefas. As empresas que estão surgindo precisam contratar estes indvíduos hábeis, capazes e intgelgentes, e dar-lhes a oportunidade de aprender dentro da empresa, com estudos complementares, também pagos pela empresa, quando necessário.

    responder este comentário denunciar abuso

    • 20/05/2011 - 14:51
      Enviado por: Tetsuo Shimura

      Marco Bonotto e Diogo, ambos comentam sobre a falta de empenho das empresas em treinamento e capacitação, entretanto, nada falam sobre a fidelidade do empregado pós-qualificação. Ninguém está disposto a treinar seus funcionários para serem absorvidos por terceiros; custos como improdutivos mais os custos estabelecidos pela CLT…

      responder este comentário denunciar abuso
  • 20/05/2011 - 12:07
    Enviado por: Marco Bonotto

    Na pressa cometi erros de digitação. Me desculpem. Mas estou tentando fazer jus a formação cultural que a duras penas e com parcos resultados, desenvolvi neste amado país. Grato.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/05/2011 - 12:18
    Enviado por: Diogo

    Quantos colaboradores com currículos bons e formações ótimas opinaram e estão opinando aqui.

    Quem será o hipócrita que não vê que o problema está na empresa e seus respectivos gestores e não no mercado?

    O dia em que as empresas adoratem a postura que detém as forças armadas, que treinam seus engenheiros, seus mecânicos e outros (via ITA e afins), quem sabe estaremos no começo de uma mudança efetiva, mas algo me diz que isso está longe de acontecer…

    Basta Países como Argentina estalarem os dedos que COM CERTEZA muitos dos profissionais capacitados aqui vão gerar riqueza lá (ou outros Países) e o Brasil vai ficando nessa estagnação.

    Como um amigo meu disse, Países que só reclamam tem DESTINO, Países que efetivamente investem e resolvem os problemas ao invés de reclamar tem FUTURO. Qual seria o Brasil?[ironic mode=on]

    responder este comentário denunciar abuso

    • 20/05/2011 - 13:08
      Enviado por: Fabio Sousa

      As empresas tem obrigação de ter lucro. Cada um que faça sua parte e pare de esperar do “papai” governo ou do “papai” empresa coisas para crescer na vida.
      Por graças nunca fiquei esperando ninguém. Tive sorte misturado com preparo. As coisas podem mudar mas, minha parte procuro fazer.

      responder este comentário denunciar abuso
  • 15/06/2011 - 12:06
    Enviado por: Eder Antunes

    Estou no 3º semestre de Engenharia de Produção, já a procura de estágio, que aliás não é muito fácil encontrar. Onde estão essas empresas com dificuldades em encontrar profissionais qualificados? Pra eu ir até elas…

    responder este comentário denunciar abuso

  • 05/09/2011 - 17:01
    Enviado por: tatu

    manda esses mao de vaca comprar robot que não cobra salario

    responder este comentário denunciar abuso

  • 16/11/2011 - 17:18
    Enviado por: Duarte Oliveira Joaquim

    entao cá em portugal por exemplo kuantas pessoas é ke se esforçam, dao no duro e té têm cursos superiores e fikam a ver navios por causa de cunhas? os empresarios kerem bons profissionais, mas é pra meterem lá os familiares e amigos nos mlhores lugares com os mlhores salarios diminuindo assim o risco de uma empresa ir à falencia à custa dos bons profissionais ke se for preciso fikam com os piores lugares e salarios.. kerem bons profissionais deixem de ser parvos e comecem a fazer as koisas como deve ser.. nao é um gajo passar a vida a martelar pra depoix xegarem uns zé-ninguens e passarem por cima de tudo e de todos.. agora das duas uma: ou os empresarios têm ke se deixar de cunhas ou têm ke começar a dar formaçao aos ke vao pra empresa com cunhas.. nao se preocupem por terem falta mao-de-obra qualificada, preocupem-se é kuando pura e simplesmente tiverem falta de mao-de-obra

    responder este comentário denunciar abuso

  • 16/11/2011 - 17:24
    Enviado por: Duarte Oliveira Joaquim

    definitivamente axo ke 7 bilhoes de habitantes é mais ke suficiente.. aliás axo ke devia era começar a diminuir pra evitar esse tipo de situaçoes.. era pra verem o ke é bom pra tosse

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2011 - 10:07
    Enviado por: Duarte Oliveira Joaquim

    é como se costuma dizer: cada um colhe akilo ke semeia e as empresas tao a colher akilo ke têm semeado té agora por isso agora nao se keixem

    responder este comentário denunciar abuso

Deixe um comentário: