Educação financeira desde pequeno
- 22 de agosto de 2010 |
- 23h10 |
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Categoria: Consumo
Marco Galante Junior e sua esposa Raquel Jardim de Melo decidiram propor aos filhos Pietro, de 3 anos (direita), e Vito, de 4, poupar moedas em um cofrinho — Foto: Andre Lessa/AE
Luciele Velluto
Quando Vito, de 4 anos, e Pietro, de 3 anos, entraram naquela fase de pegar brinquedos nas prateleiras das lojas e a pedir para os pais comprarem carrinhos em qualquer oportunidade, o empresário Marco Galante Junior, de 31 anos, e a estudante universitária Raquel Jardim de Melo, de 26, perceberam que era hora de conversar com o filhos sobre finanças.
“Para eles era só passar um cartão ou simplesmente pegar o carrinho da prateleira. Tudo que eles viam, eles queriam e pediam para nós. Percebemos que era preciso conversar e explicar como funciona o dinheiro, as compras e as finanças”, conta o pai.
Para a família Galante, a saída foi explicar sobre o trabalho do pai e que a partir disso ele recebe um salário. E instituir um cofrinho para que os meninos juntassem as moedas necessárias para comprar os carrinhos de brinquedo.
“Buscamos mostrar a eles que é preciso ter o dinheiro antes de comprar o que querem. E agora eles guardam as moedas no cofrinho, mas usam quando querem. Com isso passaram a dar mais valor aos brinquedos, que antes perdiam ou quebravam”, conta Raquel.
Para o economista José Roberto Cunha, que desenvolve programas de educação financeira para as crianças e adolescentes, conforme a criança vai apresentando a necessidade de conhecer como funciona o dinheiro, o trabalho e o consumo, o assunto pode ser introduzido no dia a dia delas pelos pais de forma prática. “Mostrar que o dinheiro vem do trabalho, e o trabalho do estudo e assim por diante. Os pais precisam educar os filhos para a vida, e isso inclui finanças. E terão de dedicar tempo a isso”, afirma.
O educador financeiro Reinaldo Domingos, auto do livro O Menino do Dinheiro, que fala sobre finanças para crianças, acredita que o assunto possa ser abordado a partir dos três anos de idade e deve começar a ser feito pela família e não apenas pela escola. “Não é falar de números, de valores. Mas que o sistema funciona através da troca de dinheiro pelo produto que se deseja. Ela precisa começar a ter consciência do que é o consumo e de onde vem o dinheiro da família. São conceitos básicos, mas sem falar em preços, se é caro ou barato. Isso ela ainda não tem como entender”, explica.
A introdução dos valores das moedas e notas só deve começar quando a criança já tiver conhecimento de números na escola. Assim poderá identificar os preços e começar a ter noções de quanto custa cada produto. Nesse período também é indicado apresentar gradualmente os gastos e orçamento da casa, mas nunca de forma a cobrar a criança. “Também não se deve discutir problemas financeiros na frente dos filhos pequenos. Isso só trará angústia para eles”, diz Cunha.
Ouça a entrevista com José Roberto Cunha. Clique aqui.
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adolescentes, crianças, educação financeira, empresário, estudante, família Galante, filhos, Finanças, José Roberto Cunha, Marco Galante Junior, Raquel Jardim de Melo, Reinaldo Domingos, universitária
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23/08/2010 - 11:17 Enviado por: Rodrigo
Enfim uma esperança para o futuro! Pais responsáveis!
Estão de parabéns! Sucesso e conquistas em todas as areas da vida! -
23/08/2010 - 15:15 Enviado por: Hiroito
O currriculo escolar brasileiro eh um lixo. Aprender geografia nos primeiros anos basicos . Pra que ? Eh interessante saber onde fica Palau . História . Pra que saber sobre história dos EUA , Europa . Tiradentes pra nós eh herói , pra Portugal …. Tiradentes era um terrorista ligado a Osama Bin Laden. Então . A ficha caiu ? Ainda não ? Então voce fez curso superior em Geografia e ou em História. Porque assim voce tem emprego. Se pensarmos egoisticamente a matéria Biblioteconomia também tem que ser dada no currículo básico escolar . Porque senão as Bibliotecários formadas vão ficar sem emprego. E também tem que ter o curso de Turismólogo , de Comércio Exterior , e assim vamos enchendo o garoto e a garotinha de cursos sem necessidades . Precisamos eh ensinar o menino a ler e escrever bem a lingua pátria. Fazer somas e cáclculos aritiméticos e matemáticos sem usar calculadora . Ter aulas de educação , pois em casa não existe . A televisão deseduca os pais que por sua vez acham bonitinho e deseducam os filhos. Aula de Direito eh muito importante também . E aulas de economia . Din din . Pra que serve . Como e quando deve ser usado. Parabéns Brasil . assim voce vai ser o país do Futuro . ah ia quase me esquecendo . Aulas de musica são muito importantes . Musica clássica .
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24/08/2010 - 05:50 Enviado por: Alberto
Como o uso de internet pelas crianças e adolecentes é cada vez maior, eu passei a incentivar meus filhos a aprender a utilizar os serviços de controle financeiro pessoal na internet, como o Sr. Dinheiro – http://www.srdinheiro.com.br.
Com isso ele aprendem a controlar suas mesadas deforma divertida.
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