Plano de banda larga terá mesma qualidade
- 8 de novembro de 2011 |
- 6h00 |
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Categoria: Internet, Tecnologia
Eduardo Rodrigues
Embora algumas empresas de telecomunicações aleguem que os regulamentos para a qualidade dos serviços de internet fixa e móvel não se aplicam aos contratos oferecidos dentro do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), o governo afirmou que fará o que for preciso para enquadrá-las no regime. A intenção, de acordo com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, é impedir a criação de uma classe “inferior” de usuários, sem os mesmos direitos dos assinantes dos pacotes tradicionais.
Para o ministro, como os regulamentos não fazem distinção entre os planos gerais e os populares, as normas valem igualmente para todos. “A minha ideia é de que os regulamentos se aplicam normalmente. Os clientes da banda larga popular não podem ser de segunda categoria, não queremos isso”, afirmou ontem, após cerimônia de posse do novo presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende.
Há duas semanas, a agência reguladora endureceu as regras para os serviços de banda larga fixa e móvel, exigindo que as operadoras entreguem, em média, pelo menos 60% das velocidades contratadas. As novas normas começam a valer daqui a 12 meses, e a exigência passará a ser de 80% dentro de 36 meses.
Os regulamentos também incluem requisitos de disponibilidade mensal do serviço. Ou seja, haverá limites para que o sinal fique fora do ar. No caso da banda larga fixa, o usuário só poderá ficar sete horas sem conexão durante o mês, o equivalente a 1% de interrupção do serviço. Para a internet móvel, o teto será de 2%. Atualmente, as operadoras se comprometem voluntariamente a oferecer apenas 10% das velocidades contratadas, e não têm de cumprir nenhuma meta de disponibilidade.
Súmula
Mas, como as regras foram editadas somente agora e não mencionaram de forma explícita o plano de banda larga popular, comenta-se no mercado que os regulamentos não poderiam ser aplicados aos acordos do PNBL, firmados ainda em agosto pelas companhias. O PNBL busca universalizar o acesso à internet rápida no País até 2014, com planos de 1 megabyte por segundo (Mbps) por R$ 35 mensais.
Segundo o presidente da Anatel, João Rezende, se não houver uma convergência entre as posições do governo e das empresas sobre a banda larga popular, os termos de compromisso do PNBL, que as operadoras assinaram com o Ministério das Comunicações, poderão ser alterados para serem incluídos na cobrança das metas de qualidade. “Os termos de compromisso do PNBL podem ser alterados, se necessário, ou ainda podemos fazer a edição de uma súmula para incluir a banda larga popular nos regulamentos”, afirmou.
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08/11/2011 - 08:08 Enviado por: del nero
Hoje pagamos a banda larga 500 KBPS, igual 5 mega, recebemos menos de 50KBPS. Porque a agencia reguladora tem no contrato com a provedora, que a mesmo poderá entregar, até 10% do que foi contratado, o restante, vai de proprina a agencia reguladora, o cliente que se dane.
Portanto temos o pior sistema de banda larga do MUNDO, a qualidade é pessima para super pessima.
A quem desejam enganar,só pode ser ao povo, ignorantes que acreditam nesses vigaristas das agencias, todas elas, que se preocupam somente do quanto ira ganhar , o publico não tem vez, tem que pagar, carissimo se deseja e calar a boca.
No Brasil somente os politicos e seus aceclas saem ganhando, o povo em geral não passa de simples, “escravos” que trabalham quase só para pagar impostos, ai se sentem que tem liberdade e pensam que vivem em uma real democracia, está completamente enganado quem assim pensa, estamos anos luz de uma real democracia.
Portantio afirmo TODAS as agencias reguladoras só ve seus proprios interesses, e das empresas nas quais estão prestando serviços ao povo, e acharcando de maneira absurda.
Isso vale para todas as agencia reguladoras do BRASIl, incluindo nessa lista o PROCON e a JUSTIÇA.
Não passamos de simples escravos, para sermos expliados de tantos impostos.


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