Golpista oferece acordo por telefone
- 31 de janeiro de 2012 |
- 23h11 |
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Categoria: Aposentadoria, Serviços
GISELE TAMAMAR
Um alerta para os aposentados e pensionistas: golpistas estão se passando por procuradores federais para propor supostos acordos em processos previdenciários ou reajustes de aposentadorias. O aviso foi feito pela Procuradoria Federal Especializada ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) na página do Ministério da Previdência Social na internet.
A Procuradoria informa que tomou conhecimento de que alguns segurados receberam ligações de criminosos para propor acordos mediante o depósito de um determinado valor. O órgão esclarece que não entra em contato direto com nenhuma das partes envolvidas nos processos entre segurados e o INSS utilizando telefonemas, e-mails ou qualquer outro tipo de correspondência.
O Ministério da Previdência não tem um levantamento de quantas ocorrências foram registradas, mas informa terem sido apenas casos pontuais. Para quem quer denunciar ou tirar dúvidas sobre o golpe, a Previdência Social pede para entrar em contato com a central de atendimento pelo telefone 135.
“O aposentado não deve cair nessa história. Não existe oferta fácil. É preciso desconfiarâ€, diz o presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, João Batista Inocentini. Segundo ele, os estelionatários entram em contato com o aposentado informando um suposto direito a uma certa quantia com a condição do pagamento antecipado de uma parte do valor.
“Se ele ficar na dúvida, a orientação é entrar em contato direto com o posto da Previdência ou até chamar a polÃcia para pegar os golpistas em flagranteâ€, acrescenta Inocentini.
O advogado criminalista Marcelo Bettamio informa que esse tipo de golpe envolvendo supostos acordos judiciais também têm se estendido a casos em andamento no Tribunal de Justiça. Os criminosos falsificam documentos públicos ou fazem contato com a vÃtima se passando por funcionários do órgão público para fazerem cobranças ou obterem vantagens. Em tese, a prática desse tipo de crime se caracteriza como estelionato, falsificação de documento público e falsa identidade.
Orientações
Bettamio destaca que caso seja feita uma proposta de acordo real, as partes do processo são intimadas por meio dos advogados para comparecerem em audiência com dia e hora marcados pela Justiça. Já quem pretende entrar com um processo para rever o valor da aposentadoria precisa procurar um advogado especialista em Direito Previdenciário de confiança. O profissional vai fazer os cálculos e verificar as circunstâncias da aposentadoria para entrar com uma ação especÃfica.
“O aposentado deve procurar um advogado conhecido da famÃlia ou mesmo do sindicato da categoria e não se deixar levar por qualquer pessoaâ€, indica Inocentini.
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Pacotes para o Rio estão 27% mais caros
- 31 de janeiro de 2012 |
- 23h09 |
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Categoria: comércio, Consumo, Serviços
LIGIA TUON
Os preços de pacotes para o carnaval carioca estão até 27% mais caros quando comparados aos praticados no mesmo perÃodo do ano passado. Segundo o Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes do Rio de Janeiro (SindRio), em média, os valores subiram 17,6%, por conta, principalmente, dos investimentos turÃsticos que têm sido feitos para a Copa de 2014. Mesmo com encarecimento, a procura continua grande. Portanto, quem planeja passar o próximo feriado na Cidade Maravilhosa deve se apressar.
O SindRio informa que a ocupação média atual para o carnaval já é de 71% e, espera-se que, até o feriado, atinja 98% na zona sul do Rio e na Barra, regiões mais procuradas pelo turista – dois pontos porcentuais a mais em relação a 2010. Os preços mais baixos, aponta a pesquisa, podem ser encontrados nos bairros do Flamengo, Botafogo, Santa Teresa e Centro.
“O valor varia muito de acordo com a localização, mas também depende do perfil do turista. Se ele prefere curtir a festa na região da Lapa, por exemplo, consegue um hotel mais barato na região. Já se a intenção é ir para a praia de Copacabana, terá de pagar mais caroâ€, afirma o superintendente do sindicato, DarcÃlio Junqueira.
O levantamento aponta, ainda, que o pacote de quatro noites pode ser encontrado por R$ 1.782 no hotel Novo Mundo, por exemplo, localizado na Praia do Flamengo. Nas operadoras de câmbio em São Paulo, o consumidor consegue pacotes que incluem hospedagem na região central, café da manhã, ingresso para assistir o desfile das escolas do grupo especial e passagem de ônibus por R$ 2.098.
Independentemente da localização, todos os preços, em geral, estão mais altos. E o principal motivo são as obras de infraestrutura e investimentos em segurança feitos na capital fluminense para a Copa do Mundo de futebol. “Houve a retomada da polÃcia do Estado nos morros, o que valorizou mais a região. Além disso, os investimentos para o Mundial vieram mais para o Rio, para incrementar o comércio de rua, serviço hoteleiro e outrosâ€, diz Junqueira.
Somado a isso, o custo da mão de obra também pesa mais para o turista, já que o setor hoteleiro está em plena expansão. “Esse setor precisa de mão de obra especializada para atender essa demanda crescente. E isso também encarece a estadaâ€, explica Junqueira.
Outro fator que tem influenciado o aumento dos preços ao longo dos últimos dois anos, de acordo com Junqueira, foi o aumento do poder aquisitivo da população brasileira. “A classe C vem estimulando o setor, o que faz toda a região turÃstica da cidade se valorizar maisâ€, diz o representante do SindRio.
A CVC Turismo ressalta que os valores dos pacotes podem ser minimizados se o turista fizer a compra com antecedência. O preço está mais relacionado com a disponibilidade das vagas nos hotéis e transportes do que com a temporada, informa a operadora.
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Mercado de trabalho para mulher melhora em 8 anos
- 31 de janeiro de 2012 |
- 23h00 |
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Categoria: Agenda, Análise, Indicadores, Trabalho
LUCIELE VELLUTO
O mercado de trabalho ampliou as oportunidades de emprego para as mulheres na Grande São Paulo entre 2003 e 2011. A taxa de desemprego entre as profissionais passou de 17,3% para 7,4%, uma queda de 9,9 pontos porcentuais no perÃodo, de acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e EstatÃstica (IBGE).
Para as trabalhadoras a taxa de desocupação recuou mais do que para os homens. Para eles, em 2003, a taxa era de 11,5% na Região Metropolitana de São Paulo, e foi para 5,2% em 2011, um recuo de 6,4 pontos porcentuais.
No entanto, o desemprego delas continua sendo bem mais na comparação com os homens. “Elas estão na tentativa de entrar no mercado de trabalho, mas na maior parte não são as responsáveis pelo sustento da famÃlia, por isso ficam mais tempo entre os desocupados. Se houvesse a necessidade, elas partiriam para um emprego, mesmo que esse fosse informalâ€, explica Cimar Azeredo, gerente da pesquisa mensal de emprego do IBGE.
Para a professora de relações do trabalho da Fundação Armando Ãlvares Penteado (Faap), Denise Delboni, as diferenças entre as taxas de desemprego entre homens e mulheres vão além da necessidade. “Existe um fator que pesa contra a mulher quando o assunto é emprego, que é a maternidade. No caso de empregos em que a qualificação não é necessária, a opção será escolher o homem para trabalhar e não correr o risco da ausência delas por causa do nascimento de filhos. Isso ainda aconteceâ€, explica Denise.
A engenheira civil Sibylle Muller, de 51 anos, já passou por situações em que se sentiu pressionada por ser mulher e mãe. “Quando eu me formei na faculdade, optei por ingressar no mestrado. Fazia meio perÃodo porque tinha um filho de três anos e outro mais novo, de um. Mas mesmo produzindo tanto quanto os demais estudantes, um professor me disse que eu deveria escolher entre ser mãe ou engenheiraâ€, conta ela, que depois dessa experiência preferiu trabalhar com pesquisa, como forma de ter horários mais flexÃveis para a criação dos filhos.
Hoje, Sibylle tem sua própria empresa, a Acquabrasilis, que atua na área de reúso e tratamento de água. Mas ela ainda sente que há resistência à mulher. “Em certas situações, sinto que algumas pessoas dão mais credibilidade quando um engenheiro homem fala do que quando eu falo. Mas não me incomodo com isso e faço meu trabalho.â€
O sócio-gerente da consultoria em recursos humanos Asap, Paulo Bivar, explica que em nÃveis gerenciais, a diferença entre homens e mulheres foi superada. “O mercado vive um apagão de mão de obra em que o empregador não pode escolher. O que conta é competência â€, comenta.
Ganhos
Mesmo com a abertura do mercado de trabalho para as mulheres, elas continuam a ganhar menos do que os homens. Entre os anos de 2003 e 2011, o rendimento médio delas na Grande São Paulo cresceu 16,8%, enquanto para eles essa alta foi de 13,7%.
No entanto, a redução da diferença salarial entre homens e mulheres só diminuiu 1,9 pontos porcentuais e, em 2011, uma mulher ganhava72,9% do que um homem. Para Azeredo, o salário menor tem relação com a inserção das trabalhadoras no mercado, onde elas encontram funções em que ganham menos.
Pacotes para o Rio estão 27% mais caros
Ainda há vagas, mas o folião deve se apressar se pretende passar o feriado na Cidade Maravilhosa
LIGIA TUON
ligia.tuon at grupoestado.com.br
Os preços de pacotes para o carnaval carioca estão até 27% mais caros quando comparados aos praticados no mesmo perÃodo do ano passado. Segundo o Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes do Rio de Janeiro (SindRio), em média, os valores subiram 17,6%, por conta, principalmente, dos investimentos turÃsticos que têm sido feitos para a Copa de 2014. Mesmo com encarecimento, a procura continua grande. Portanto, quem planeja passar o próximo feriado na Cidade Maravilhosa deve se apressar.
O SindRio informa que a ocupação média atual para o carnaval já é de 71% e, espera-se que, até o feriado, atinja 98% na zona sul do Rio e na Barra, regiões mais procuradas pelo turista – dois pontos porcentuais a mais em relação a 2010. Os preços mais baixos, aponta a pesquisa, podem ser encontrados nos bairros do Flamengo, Botafogo, Santa Teresa e Centro.
“O valor varia muito de acordo com a localização, mas também depende do perfil do turista. Se ele prefere curtir a festa na região da Lapa, por exemplo, consegue um hotel mais barato na região. Já se a intenção é ir para a praia de Copacabana, terá de pagar mais caroâ€, afirma o superintendente do sindicato, DarcÃlio Junqueira.
O levantamento aponta, ainda, que o pacote de quatro noites pode ser encontrado por R$ 1.782 no hotel Novo Mundo, por exemplo, localizado na Praia do Flamengo. Nas operadoras de câmbio em São Paulo, o consumidor consegue pacotes que incluem hospedagem na região central, café da manhã, ingresso para assistir o desfile das escolas do grupo especial e passagem de ônibus por R$ 2.098 (confira tabela abaixo).
Independentemente da localização, todos os preços, em geral, estão mais altos. E o principal motivo são as obras de infraestrutura e investimentos em segurança feitos na capital fluminense para a Copa do Mundo de futebol. “Houve a retomada da polÃcia do Estado nos morros, o que valorizou mais a região. Além disso, os investimentos para o Mundial vieram mais para o Rio, para incrementar o comércio de rua, serviço hoteleiro e outrosâ€, diz Junqueira.
Somado a isso, o custo da mão de obra também pesa mais para o turista, já que o setor hoteleiro está em plena expansão. “Esse setor precisa de mão de obra especializada para atender essa demanda crescente. E isso também encarece a estadaâ€, explica Junqueira.
Outro fator que tem influenciado o aumento dos preços ao longo dos últimos dois anos, de acordo com Junqueira, foi o aumento do poder aquisitivo da população brasileira. “A classe C vem estimulando o setor, o que faz toda a região turÃstica da cidade se valorizar maisâ€, diz o representante do SindRio.
A CVC Turismo ressalta que os valores dos pacotes podem ser minimizados se o turista fizer a compra com antecedência. O preço está mais relacionado com a disponibilidade das vagas nos hotéis e transportes do que com a temporada, informa a operadora. ::
Lucro do Bradesco cai no 4º tri, mas é o 3º maior da história entre bancos
Ganhos somaram R$ 11 bi em 2011; nos últimos três meses no ano, expansão da rede aumentou despesas
31 de janeiro de 2012 | 7h 35
Altamiro Silva Júnior
O Bradesco abriu na manhã desta terça-feira, 31, a temporada de anúncio de resultados de 2011, anunciando lucro lÃquido contábil de R$ 11,028 bilhões no ano passado, um crescimento de 10% na comparação com 2010, o terceiro maior entre bancos brasileiros da história, segundo a consultoria Economatica. O retorno anualizado sobre o patrimônio lÃquido médio ficou em 21,3%.
No lucro do quatro trimestre, porém, o lucro de R$ 2,726 bilhões representou queda de 8,7% ante o mesmo perÃodo do ano anterior. A expansão da rede de atendimento aumentou as despesas do Bradesco e acabou contribuindo para a queda no lucro três últimos meses do ano. As despesas do banco somaram R$ 6,822 bilhões de outubro a dezembro, alta de 8,5% ante o perÃodo anterior e de 17,8% em 12 meses.
O total de pontos de atendimento do banco cresceu em 11 mil unidades no ano passado, com destaque para a abertura de 1.009 agências no ano, para um total de 59,7 mil pontos de atendimento. A ampliação da rede foi uma estratégia para compensar a perda do Banco Postal para o Banco do Brasil. Somente no quarto trimestre foram abertas 689 agências.
Crédito
A carteira de crédito expandida, que inclui avais e fianças, fechou dezembro em R$ 345,7 bilhões, com evolução de 17,1% em relação ao mesmo perÃodo de 2010. O destaque foi o crescimento das operações de pessoas jurÃdicas, que atingiram R$ 237 bilhões e tiveram crescimento de 20,4%. Na pessoa fÃsica, a expansão foi menor, de 10,6% para R$ 108,7 bilhões.
Os ativos totais do banco fecharam 2011 em R$ 761,5 bilhões, crescimento de 19,5% em um ano. O patrimônio lÃquido, em dezembro de 2011, somou R$ 55,6 bilhões, 15,7% superior ao mesmo mês de 2010.
O Bradesco também informou lucro ajustado de R$ 2,771 bilhões no quarto trimestre, alta de 3,2% na comparação com o mesmo perÃodo do ano passado. A diferença em relação ao ganho contábil se deve a efeitos extraordinários, como provisão para causas cÃveis, efeitos fiscais e alienação parcial de investimentos em empresas (como Ibi Promotora, CPM Braxis e Fidelity). No ano, o lucro ajustado foi de R$ 11,198 bilhões.
Inadimplência
A taxa de inadimplência do Bradesco, considerando os atrasos acima de 90 dias, teve pequeno aumento no quarto trimestre de 2011, puxado principalmente pela carteira de micro e pequenas empresas. O indicador terminou dezembro em 3,9%, ante 3,8% do terceiro trimestre e 3,6% no mesmo mês de 2010.
Na carteira de empresas de menor porte, a inadimplência passou de 3,7% no terceiro trimestre para 3,9% no quarto. Nas grandes corporações ficou estável em 0,4%.
No segmento de pessoa fÃsica também houve ligeira alta, passando de 6% para 6,1% no mesmo perÃodo de comparação.
Já a despesa de provisão para devedores duvidosos (PDD) registrou queda no perÃodo, baixando 4,2% ante o trimestre anterior e ficando em R$ 2,661 bilhões. A redução, segundo o banco, ocorreu por conta da “adequação do nÃvel de provisionamento em relação à expectativa de perda de determinadas operações com clientes corporativos” que acabou compensando o aumento da inadimplência e da carteira de crédito.
Já no acumulado do ano, houve aumento de 17,6% na despesa com PDD, principalmente por causa do aumento dos calotes e o crescimento dos empréstimos em 17%.
Crescimento
O crescimento dos prêmios da Bradesco Seguros e Previdência em 2012 deve permanecer em ritmo “bastante acelerado”, de acordo com o presidente da companhia, Marco Antonio Rossi. Apesar disso, a projeção para o crescimento dos prêmios para este ano é menor, de 13% a 16%, que a de 2011, de 15% a 18%. “Sempre partimos de uma base maior de um ano para o outro. A projeção de crescimento para 2012 é menor, mas os prêmios vão continuar crescendo em um ritmo bastante acelerado”, reforçou Rossi.
No ano passado, a seguradora apresentou prêmios de R$ 37,6 bilhões, expansão de 21,3% na comparação com o resultado do ano anterior, superando as expectativas da companhia, que esperava crescer até 18%. “Conseguimos um número acima do que estávamos imaginando em decorrência de um cenário bastante positivo para o mercado de seguros”, avaliou Rossi.
O cenário de 2012 para o mercado de seguros é, segundo o presidente da Bradesco Seguros, bastante propÃcio para a comercialização de produtos. “A indústria de seguros está em um ciclo pró-cÃclico, vindo após os produtos de primeira e segunda necessidades. Conforme as pessoas têm mais sobra de renda, a demanda por seguros aumenta”, complementou o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi.
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Produção de bens de consumo cresce 1,5%
- 31 de janeiro de 2012 |
- 20h49 |
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Categoria: Agenda, Análise, Indicadores, Indústria
ALESSANDRA SARAIVA E MARIANA DURÃO
A produção de bens de consumo da indústria brasileira avançou 1,5% em dezembro do ano passado contra novembro do mesmo ano. Em relação a dezembro de 2010, houve recuo de 1,9% em dezembro de 2011. Com o desempenho do mês passado, a produção de bens de consumo encerrou 2011 com queda de 0,7%.
Dentro da categoria de bens de consumo, a produção de bens duráveis da indústria brasileira cresceu 7% em dezembro, em base mensal, mas caiu 5,5% em relação a um ano antes. Com o desempenho de dezembro, a produção de bens duráveis encerrou 2011 com queda de 2%.
Já a produção de semiduráveis e não-duráveis avançou 0,5% em dezembro ante novembro do ano passado. Em relação a dezembro de 2010, houve recuo de 0,9% em dezembro de 2011. Com o desempenho de dezembro, a produção de semiduráveis e não-duráveis encerrou o ano passado com ligeira baixa de 0,2%.
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Vendas de shoppings crescem 18,6% em 2011
- 31 de janeiro de 2012 |
- 19h44 |
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Categoria: Agenda, Análise, comércio
REUTERS
Os shopping centers brasileiros encerraram 2011 com crescimento de 18,6% nas vendas, que somaram R$ 108 bilhões, informou nesta terça-feira a associação que representa o setor no paÃs, Abrasce.
O resultado ficou acima da estimativa da entidade, que era de aumento de 12% no faturamento do setor em relação a 2010, quando as vendas foram de R$ 87 bilhões. Para 2012, a Abrasce prevê alta de 12% nas vendas do setor e inauguração de 43 empreendimentos, dos quais 29 em cidades fora de capitais.
A entidade informou ainda que no final de 2011 o mercado de shopping centers tinha 430 empreendimentos em operação no Brasil, a maior parte deles construÃdos em cidades com até 500 mil habitantes. Somente 7 foram erguidos em capitais brasileiras em 2011.
Atualmente existem 80.192 lojas nos shoppings brasileiros, o que significa um aumento de 12,6% em 2011.
As classes sociais predominantes nos shopping centers ainda são as classes “A” e “B”, com 56 por cento do total de visitantes, segundo a Abrasce. As classes “C” e “D” apresentaram crescimento de 10 por cento, somando 44% do total de visitantes.
A Abrasce informou que o tráfego mensal de visitantes nos shoppings chegou a 376 milhões em 2011.
Censo
A entidade divulgou também nesta terça-feira que 80% dos shoppings do Brasil estão ou entrarão em processo de expansão, segundo o Censo Abrasce 2011/2012, realizado com dados coletados pela consultoria PricewaterhouseCoopers.
Segundo a pesquisa, nos próximos dois anos, 55% dos empreendimentos pretendem fazer ampliações e 25% já realizam este processo. (Por Anna Flávia Rochas)
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