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Quarta-feira, 22 de Maio de 2013
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Homem é esfaqueado em loja da Rua Augusta

Categoria: Polícia

Um homem foi esfaqueado na tarde desta sexta-feira, 24, em uma loja na Rua Augusta, na zona oeste de São Paulo. A vítima foi vítima de uma tentativa de assalto por volta das 12h30, perto da Alameda Franca. Ninguém foi preso até o
 momento.

Segundo a Polícia Militar, a vítima foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada para um hospital da região. Não há informação sobre o estado de saúde do ferido. O caso deverá ser registrado no 78º DP (Jardins).

Priscila Trindade

 

 

Dois rapazes são agredidos na Rua Augusta

Categoria: Sem categoria

Um metalúrgico de 24 anos e um auxiliar administrativo de 20 anos foram agredidos por volta das 7h40 do último sábado, 19, no cruzamento da Rua Augusta com a Rua Fernando de Albuquerque.

Segundo os Policiais Militarem que socorreram as vítimas à Santa Casa, elas foram agredidas com socos e pontapés por dois desconhecidos, que fugiram logo em seguida. Até o fim da elaboração do Boletim de Ocorrência, ambos seguiam internados em observação. O caso foi registrado como lesão corporal consumada no 4º DP (Consolação).

Central de Notícias

Arquitetos são agredidos na Paulista

Categoria: Intolerância, Polícia

O arquiteto Bruno Thomé, que teve um dedo quebrado e levou sete pontos na cabeça (Foto: Epitácio Pessoa/AE)

Thaís Pinheiro

Dois arquitetos, alvo de ataques sem motivação aparente, foram golpeados com luminária de ferro, na madrugada de sábado, na esquina da Avenida Paulista com a Rua Augusta. A suspeita é que o crime tenha sido praticado por grupos homofóbicos que já protagonizaram casos similares de violência na região, embora as vítimas, desta vez, sejam heterossexuais.

As agressões ocorreram pouco antes das 5h, quando os arquitetos Bruno Chiarioni Thomé, 33 anos, e Rafael Ramos, 30, caminhavam pela Augusta em direção à Paulista após deixarem uma casa noturna. O crime ocorreu próximo à Estação Consolação do Metrô.

“A primeira coisa que senti foi uma pedrada, ou uma garrafada, por trás. Vimos seis pessoas do outro lado da rua e fomos perguntar o que estava acontecendo. Aí, eles já começaram a nos bater”, conta Thomé, com sete pontos na cabeça e um dedo da mão quebrado.

Com uma luminária de ferro, os agressores deram início à confusão que, segundo Thomé, só pode ter sido provocada por homofobia. “Certamente, eles acharam que eu e meu amigo éramos um casal, porque quando chegamos já falavam ‘Sai daqui, seu veadinho’ e outras coisas desse tipo. Não somos gays e não tenho nada contra homossexuais, pelo contrário. Isso tudo está se tornando um absurdo”, argumenta.

A dupla diz que nada foi roubado e que não observou características físicas marcantes no grupo, que conseguiu fugir pelo metrô. Os arquitetos foram socorridos por seguranças da companhia, a quem Thomé fez críticas.

“Eles (seguranças) não seguraram os agressores quando entraram na estação. Depois, me levaram para o Hospital das Clínicas, onde são atendidos casos mais graves. Fiquei até as 9h30 sem atendimento, quando resolvi ir para um hospital particular.”

Ramos e Thomé dizem que vão pedir à polícia a abertura das investigações para que os agressores sejam identificados. “O Metrô não libera as imagens se não houver um pedido da Justiça. Queremos descobrir quem são esses caras, isso não pode ficar assim.”

A ocorrência foi registrada no 8.º DP (Belenzinho). Com este caso, já são pelo menos seis ataques com suspeitas de motivação homofóbica na região da Paulista desde novembro de 2010, quando cinco adolescentes agrediram três pessoas na avenida com uma luminária do tipo bastão.

Em dezembro, houve outros três casos, um deles de dois gays espancados ao saírem de uma boate. No mesmo mês, uma mulher de 25 anos apanhou após beijar a amiga e câmeras de segurança flagraram um homem com soco inglês agredindo dois homossexuais. Em janeiro, um estudante de 27 anos foi atingido no olho direito com uma garrafa.

Colaborou Cida Alves

Agência no Jardins sofre tentativa de assalto

Categoria: Polícia

Uma agência bancária do Santander, que fica na Rua Augusta entre a Rua Oscar Freire e a Lorena, sofreu na manhã desta sexta-feira, 15 uma tentativa de assalto. A gerente do banco foi rendida.

Logo em seguida, os dois assaltantes foram rendidos pela PM, que foi acionada por uma transeunte, contou o investigador Celso José Paschoal, do 78º Departamento de Polícia. Os dois foram presos e o caso encaminhado para o Departamento Estadual de Investigações Criminais. 

Carolina Spillari

Militante GLBT é agredido na Rua Augusta

Categoria: Polícia

Marcela Gonsalves

Um rapaz homossexual, militante político e ativista do movimento Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros (GLBT) foi agredido na madrugada desta quarta-feira, 23, na Rua Augusta, região central de São Paulo. Ao tentar registrar o problema junto à polícia, ele também teve problemas.

Por volta das duas da madrugada, Guilherme Rodrigues conversava com um amigo quando percebeu que do outro lado da rua que um casal homossexual era provocado por quatro rapazes. Ele os descreveu como “skinheads”.

Preocupado com o rumo que a provocação iria tomar, foi para um posto de gasolina próximo ao local, e de lá viu o casal ser agredido. Percebendo que Guilherme os observava, o grupo foi até ele e também o agrediu com socos e cabeçadas. “Se eu não estivesse no posto, a história seria outra”, disse Guilherme, referindo-se à ajuda que os funcionários lhe deram na hora de apartar a briga.

Logo depois, uma viatura de polícia parou perto do local onde estavam. Guilherme relatou o ocorrido à policial, mas seu argumento de que teria sido vítima de homofobia foi refutado, apesar de os agressores o terem insultado na frente do veículo. Segundo ele, a policial também tentou dissuadi-lo a registrar um boletim de ocorrência, uma vez que depois de liberados seria cada um por si.

Guilherme insistiu e acabou indo à delegacia, onde o delegado apurou a denúncia. A versão dos agressores era de que a vítima teria flertado com eles de forma vulgar. Um funcionário do posto testemunhou em favor de Guilherme e o delegado decidiu abrir inquérito indiciando os responsáveis por injúria, agressão e ameaça. O caso foi transferido nesta sexta-feira, 25, para a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).