PM mata sargento no trânsito
- 27 de dezembro de 2011 |
- 23h21 |
- Tweet este Post
Categoria: Polícia
GIO MENDES
O soldado da Polícia Militar Adilson Luiz de Oliveira, de 44 anos, matou o sargento do Exército Jucelino de Souza Dias, de 38, durante uma briga de trânsito em Carapicuíba, Grande São Paulo, ontem de manhã. Oliveira, que atirou quatro vezes na direção de Dias, foi autuado em flagrante por homicídio no 1.º Distrito Policial da cidade. O soldado permanece preso no Presídio Romão Gomes.
Dias havia saído de casa na Vila Menck, bairro de Carapicuíba, para ir ao trabalho, na base do Comando Militar do Sudeste, no Ibirapuera, zona sul de São Paulo. Ele dirigia uma Zafira preta, que teria fechado a moto Yamaha XTZ 125K do soldado da PM na Estrada da Gabiroba, no Jardim Gopiúva, por volta das 5h50. Oliveira foi tirar satisfação com Dias.
A discussão entre os dois militares foi testemunhada por dois passageiros que ocupavam o carro dirigido pelo sargento, que tinha dado uma carona para dois vizinhos, a empregada doméstica Marinalva Constância da Silva Santos, de 62 anos, e o genro dela, o pintor Arivaldo Luiz Moscardi, de 35, que trabalham, respectivamente, no Alto de Pinheiros e no Butantã, zona oeste da capital.
Segundo as testemunhas, Oliveira se aproximou do carro e mostrou o dedo médio para o sargento ao mesmo tempo que reclamava que havia sido fechado por ele. “O Jucelino não disse nada e saiu com o carro. Trinta metros à frente, ouvi um tiro. Foi quando a gente percebeu que o motoqueiro seguia o carro”, disse Marinalva. Segundo ela, Oliveira teria atirado para o alto antes da perseguição.
Dias parou o carro e desceu segurando um revólver calibre 38, ao perceber que o soldado portava uma pistola calibre 380. Os dois apontaram as armas um para o outro. De acordo com as testemunhas, ambos se identificaram como policiais. “O Jucelino só pediu para que ele (soldado) largasse a arma e foi baleado. Ele não atirou em nenhum momento (contra de Oliveira)”, afirmou Marinalva.
Oliveira alegou que agiu em legítima defesa (veja texto ao lado). “O PM agiu com violência e covardia, pois meu irmão queria apenas conversar. Esse policial deveria estar com algum problema e desferiu toda a sua fúria contra o meu irmão”, disse o encarregado Juracir Dias, de 38 anos.
Segundo as testemunhas, Oliveira teria tentado fugir do local e caiu da moto. Em depoimento na delegacia, o soldado negou a tentativa de fuga e disse que teria pedido para as testemunhas ligarem para o telefone 190. Dias foi levado em uma viatura da PM para o Hospital Geral de Carapicuíba, mas não resistiu aos ferimentos. O sargento tinha perfurações à bala no peito e em um dos braços.
Depois de ser autuado por homicídio, Oliveira deixou o 1.º DP de Carapicuíba por volta das 18h de ontem. Ele seguiu para o Instituto Médico Legal (IML) onde fez exame de corpo de delito antes de ser levado para o presídio. O soldado, que cobria o rosto com uma jaqueta, levou um murro nas costas antes de entrar na viatura da PM. O golpe foi dado por um primo de Dias. Parentes da vítima gritaram “verme”, “covarde” e “assassino” ao ver Oliveira saindo escoltado pela PM da delegacia.
Posts Relacionados
Tópicos Relacionados
briga, Carapicuíba, PM, Polícia Militar, sargento, soldado, trânsito
Assaltante e policial morrem na zona sul de SP
- 8 de dezembro de 2011 |
- 16h47 |
- Tweet este Post
Categoria: Polícia
O major Sandro Moretti Silva Andrade, subcomandante do 1º Batalhão da Polícia Militar (PM), e um assaltante morreram após troca de tiros em uma loja de construção no Jardim Regina, zona sul de São Paulo, no início da noite desta quarta-feira, 7. O soldado da PM Cesar Aurélio Cavalcanti também foi baleado, mas não corre risco de morte.
No momento em que foi atingido, o major não usava colete à prova de balas. Ele negociava com o assaltante a liberação de sete pessoas, mantidas reféns na loja. De acordo com nota emitida pela PM, Andrade “ao se dirigir para a ocorrência não o utilizou (colete balístico) conforme normas da Polícia Militar quanto ao uso de tal equipamento em situações de deslocamentos e atividades ostensivas”.
Andrade, que tinha 46 anos, trabalhava na PM há 26 anos, atualmente em função administrativa. Era casado e pai de três filhos.
Segundo informações da PM, três bandidos invadiram a loja de material de construção em M’Boi Mirim, na altura do número 2.454, para assaltarem o estabelecimento. Quando estavam deixando o local, entretanto, os homens avistaram uma viatura da PM e decidiram retornar à loja. Sete funcionários foram feitos reféns.
A polícia cercou o estabelecimento. O helicóptero Águia e o Grupo de Ações Táticas Especiais, da PM, também foram acionados para ajudar no cerco. O tiroteio começou quando um dos suspeitos negociava a liberação dos reféns.
Dois assaltantes conseguiram fugir antes dos disparos. Todos os reféns foram liberados sem ferimentos, de acordo com informações da PM. Andrade deu entrada no Hospital Municipal M’Boi Mirim em estado de choque e morreu antes de chegar à sala de cirurgia.
O assaltante chegou morto ao mesmo hospital. O soldado permanece internado, está estável e não corre risco de morte.
A PM informou que “a Corregedoria da Polícia Militar através da equipe que apura casos onde policiais militares são vitimas de crime está investigando o caso”.
Joao Paulo Carvalho
Posts Relacionados
Tópicos Relacionados
assaltante, assalto, baleado, colete à prova de balas, helicóptero águia, Jardim Regina, loja, m'boi mirim, major, PM, Polícia Militar, soldado, tiro, troca de tiro, zona sul
PM pode ter base contra funk
- 30 de novembro de 2011 |
- 23h25 |
- Tweet este Post
Categoria: Polícia
Por Marici Capitelli
No bairro de Heliópolis, na zona sul, existem seis pontos mapeados pela Polícia Militar onde ocorrem bailes funks clandestinos. O JT mostrou ontem que no pancadão Bonde 3, realizado nas madrugadas de sábado para domingo entre as ruas Florestal e 3 de Outubro, crianças e jovens usavam drogas, ingeriam bebidas alcoólicas e faziam sexo. A PM analisa instalar no local uma base móvel.
Pelos cálculos da reportagem, estavam no local cerca de 1,5 mil pessoas. Mas a PM diz que o número de participantes naquele trecho fica entre 300 e 600 pessoas.
O comandante do 46.º BPM, o tenente-coronel Eduardo Agrella Carvalho, garante que a corporação tem atuado para impedir a realização dos bailes. Segundo ele, este ano foram feitas 20 operações.
Carvalho não descarta a possibilidade de atender a principal reivindicação dos moradores das ruas Florestal e 3 de Outubro. Os moradores querem a instalação de uma base da PM no cruzamento dessas vias nas noites de sábado até a madrugada de domingo.
“Nós temos certeza de que com essa base parada na rua o pancadão não vai acontecer porque tem muita coisa errada por trás desse baile. As pessoas vão se esconder como ratos”, diz uma moradora, que prefere não se identificar.
Com o barulho do som dos carros, não há quem consiga dormir. O barulho é tanto que portas e janelas vibram. “Nós acreditamos que essa base seja uma medida simples, sem confronto com a polícia e que pode resolver o problema”, diz um aposentado.
“A instalação de uma base fixa não seria possível, mas uma móvel é uma ideia que não podemos descartar. Vou fazer um rápido estudo sobre isso para avaliar essa possibilidade”, afirma Carvalho. Ele diz que, como estratégia nas operações em Heliópolis, a PM ocupa o espaço antes do início da festa para evitar confrontos.
O comandante salienta também que os carros com som utilizados nesses bailes estão sendo inspecionados. Caso haja irregularidades com a documentação, o veículo é apreendido e o proprietário, encaminhado à delegacia, por perturbação ao sossego. Nesse caso é desejável que um morador que se sinta incomodado vá junto registrar a reclamação.
O comandante afirmou que amanhã haverá uma reunião entre a PM e órgãos da Prefeitura, como a Subprefeitura do Ipiranga, o Psiu e a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Um dos objetivos é fechar os bares irregulares que funcionam como polo de atração para os carros com som. Ele ressaltou ainda que já foi feito um contato com o Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc), intermediado através do delegado do 95.º DP (Heliópolis), Gilmar Contrera, também para investigar a venda de entorpecentes durante a festa que chega a movimentar R$ 8 mil.
Os cinco novos conselheiros tutelares de Ipiranga e Heliópolis, que acabaram de tomar posse, dizem que vão se inteirar sobre a presença de crianças nesses bailes.
Posts Relacionados
Tópicos Relacionados
baile funk, denúncia, Heliópolis, menores, PM, Polícia Militar
Família é feita refém em assalto na zona sul
- 19 de novembro de 2011 |
- 17h56 |
- Tweet este Post
Solange Spigliatti
Três pessoas da mesma família foram mantidas reféns ontem, durante assalto a uma residência na região do Morumbi, na zona sul de São Paulo. Os bandidos conseguiram fugir. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), por volta das 7 horas da manhã, três homens armados renderam o dono da casa, um professor de 59 anos, na garagem da residência.
Eles invadiram a casa e também fizeram reféns a filha e a esposa do professor. A residência possui sistema de vigilância, que foi acionado. O funcionário da empresa de segurança foi ao local após não conseguir entrar em contato com as vítimas e acionou os policiais. Os bandidos conseguiram fugir, levando os dois carros da família, um Palio e um Ecosport, computadores, notebook, relógios, DVDs, talões de cheque, cartões de crédito e R$ 2 mil.
O caso foi registrado no 34º Departamento de Polícia, onde a polícia recebeu a informação de que o Palio havia batido em um carro estacionado na Avenida Jurubatuba. O veículo foi abandonado sem nenhum objeto roubado. A família deverá comparecer à delegacia para fazer reconhecimento fotográfico.
Hoje, outro assalto ocorreu na mesma região. Segundo a PM, ladrões armados invadiram uma casa por volta das 8 horas. As vítimas acionaram o policiamento. Ninguém ficou ferido.
PM acusado de estupros em Itapecerica da Serra é preso
- 27 de outubro de 2011 |
- 10h57 |
- Tweet este Post
Categoria: Geral
O policial militar André Roberto Vieira Alves, acusado de cometer ao menos dois estupros em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, foi preso na última terça-feira, 25, no mesmo dia em que foi decretada sua prisão temporária de 30 dias. Ele está preso no Presídio Romão Gomes.
As investigações do caso começaram no último dia 11, após denúncia anônima sobre os estupros cometidos por um policial militar, contra duas mulheres, respectivamente nos anos de 2009 e 2011.
Com as denúncias, deram início às investigações, que chegaram ao policial, que foi indiciado formalmente em inquérito pela polícia civil. A partir deste momento, a Corregedoria da Polícia Militar instaurou um procedimento apuratório e determinou a apresentação imediata do PM André em caráter cautelar nos termos no Regulamento Disciplinar. A Polícia Militar solicita informações de outras possíveis vítimas do policial.
(Solange Spigliatti)
- : Vídeos combatem abuso policial http://t.co/E22j4h8H 23 hrs ago
- : Blitz encontra 4 menores em bar da zona sul http://t.co/0wD74prV 23 hrs ago
- : Homicídio e roubo de carro em alta http://t.co/9qEmloIo 1 day ago
- : Universitária angolana é morta http://t.co/DkhXjm7E 3 days ago
- : Zona sul tem dois arrastões em 16 horas http://t.co/Szu4Roj5 3 days ago
- More updates...
Posting tweet...
Powered by Twitter Tools


RSS