Três são baleados na zona oeste
- 23 de janeiro de 2012 |
- 11h24 |
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Categoria: Polícia
Três pessoas foram baleadas, entre elas um morador, em um tiroteio com policiais militares durante uma tentativa de assalto a uma empresa de valores e vigilância, na Vila Leopoldina, na zona oeste de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (23).
Segundo informações iniciais da PM, os bandidos tentaram assaltar uma empresa na Rua Aliança Liberal, 230, por volta das 8h, mantendo quatro funcionários reféns. Um deles conseguiu fugir e acionar a Polícia Militar, que cercou o prédio.
Na saída dos bandidos, começou o tiroteio.
Dois criminosos e um homem que passava pelo local e ficou em fogo cruzado foram baleados e foram levados para o pronto-socorro da Lapa. Um dos suspeitos, em estado mais grave, foi removido ao Hospital das Clínicas. Outros dois bandidos fugiram e roubaram um Corolla, que passava pelo local. Logo depois, o carro foi abandonado e outro veículo Fox foi roubado. Segundo a PM, o carro usado pelos bandidos para chegar ao local, um Siena, foi abandonado com os feridos. O dinheiro roubado está no porta-malas do veículo. O caso foi registrado no 91° DP.
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Quadrilha explode caixas eletrônicos na zona oeste
- 12 de janeiro de 2012 |
- 16h50 |
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Categoria: Polícia
Criminosos explodiram, às 3h30 desta quinta-feira, quatro caixas eletrônicos do Bradesco instalados em um dos boxes comerciais do estacionamento do Supermercado Rod & Raf, próximo ao nº 6.200 Avenida Engenheiro Heitor Antonio Eiras Garcia, no Jardim Arpoador, na zona oeste da capital paulista.
Segundo o que policiais militares da 4ª Companhia do 16º Batalhão apuraram no local, os bandidos teriam chegado em dois carros e uma moto, rendendo um vigia do estacionamento e um rapaz que pintava o portão de entrada. As vítimas foram amarradas e assistiram aos criminosos explodirem as máquinas, das quais foi levado o cofre.
Pelo menos três bandidos, armados de pistolas, foram vistos no estacionamento, mas acredita-se que havia outros do lado de fora. Representantes do banco serão chamados para informar à Polícia Civil o valor roubado dos caixas. O caso será registrado no 89º Distrito Policial, do Portal do Morumbi.
Ricardo Valota
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Adolescentes detidos após invasão no Butantã
- 12 de janeiro de 2012 |
- 16h46 |
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Categoria: Polícia
Seis adolescentes, com idades entre 13 e 16 anos, foram detidos, no início da noite de quarta-feira após invadirem uma das residências da Rua General Brasílio Taborda, no Jardim Bonfiglioli, região do Butantã, zona oeste da capital paulista.
Armados com um revólver calibre 38, os assaltantes renderam a moradora da casa quando esta chegava à residência. No interior do imóvel, foram feitos reféns também o marido e os dois filhos da vítima, ambos adultos. Vizinhos testemunharam a ação e ligaram para o 190. Policiais militares da 3ª Companhia do 16º Batalhão cercaram o imóvel e detiveram o grupo, que teria se desfeito da arma no momento em que tentava fugir pulando o muro das casas vizinhas.
Com a quadrilha, os PMs apreenderam dois celulares, 100 dólares, 550 reais, um PlayStation e roupas. Tudo havia sido separado pelo grupo. Um Honda Fit preto roubado, com o qual os bandidos chegaram, também foi apreendido. O caso foi registrado no 14º DP, de Pinheiros. Os menores serão encaminhados para a Fundação Casa (antiga Febem).
Ricardo Valota
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Ligação para 190 prende ladrões em 9 minutos
- 11 de janeiro de 2012 |
- 23h15 |
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Categoria: Geral, Polícia, Segurança Pública
FELIPE TAU
Graças à colaboração de uma vítima, a Polícia Militar solucionou em 9 minutos um caso de assalto a residência em Perdizes, na zona oeste de São Paulo, na manhã de ontem. Com a ajuda da moradora R., comerciante de 45 anos, três bandidos foram presos e nenhum dos quatro familiares acabaram feridos. Ao ver os bandidos entrando em casa, ela ligou para o 190 e manteve o celular no viva-voz o tempo todo, ajudando a polícia a saber o que se passava no interior do sobrado.
O primeiro chamado foi feito às 7h37 e, às 7h45, os PMs, que cercaram o local, haviam dominado os bandidos. Eles haviam invadido a residência à 1h da madrugada e se escondido no porão, ao lado da garagem. Esperaram ali até por volta das 7h30, quando o genro e uma irmã de R – que tinha o controle do portão – chegaram e estacionaram o carro para uma visita.
Ao parar, foram abordados pelos três homens e conduzidos até a entrada, onde o analista de sistema B., de 36 anos, foi forçado a tocar a campainha. A pedagoga M, de 45 anos, que mora com R., abriu a porta e recebeu o anúncio do assalto. Sua irmã, a comerciante R, viu a ação enquanto subia a escada e correu para se esconder no banheiro da suíte.
Trancou a porta do cômodo e do dali ligou para o 190. “Estão invadindo minha casa”, disse, ofegante. “O cara está lá embaixo com a minha irmã e meu cunhado”, continuou. Ao perceber que um dos bandidos subia as escadas, teve que disfarçar a ligação. Tirou a roupa, ligou o chuveiro, e fingiu que estava no banho. Quando o ladrão arrombou a porta, desligou o celular e o colocou atrás de um xampu. “Ele está entrando”, disse antes de interromper a conversa com o atendente do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom).
Ela conta que o celular tocou de novo e teve de despistar o bandido. “Não entra com o caminhão, já está cheio”, disse ao policial, dizendo ao bandido, de 23 anos, que resolvia um problema urgente de trabalho. Quando ele se distraiu recolhendo uma joia no quarto, ela colocou o celular no viva-voz debaixo de uma almofada sobre a cama.
O policial que atendia a ocorrência ao telefone pôde acompanhar a movimentação dentro da casa e a conversa com os bandidos, que diziam estar atrás de um cofre. Um policial tocou a campainha e, pensando ser a empregada, o menor menores desceu com M.. O resto da família foi mantida refém dentro do quarto no primeiro andar por um dos bandidos. O terceiro homem vasculhava o quarto do meio.
Em vez de abrir a porta de entrada, a pedagoga abriu o portão. Fez sinal para os policias entrarem e correu para fora. Ao notar a polícia, o menor votou para dentro da casa. Com medo de serem feitas reféns, as vítimas no quarto empurraram o ladrão que as vigiava para fora e se trancaram – colocando uma cadeira de balanço e fazendo força para segurar a porta.
Segundo depois, a polícia entrou e prendeu os três suspeito no corredor. “Deus lhe pague”, disse a moradora ao PM que a atendia ao telefone. Os dois ladrões maiores idade foram levados ao 91ºDP e o menor ao o Juizado de Infância e Juventude.
Ouça aqui o áudio da ligação feita pela vítima para o 190.
PM mata sargento no trânsito
- 27 de dezembro de 2011 |
- 23h21 |
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Categoria: Polícia
GIO MENDES
O soldado da Polícia Militar Adilson Luiz de Oliveira, de 44 anos, matou o sargento do Exército Jucelino de Souza Dias, de 38, durante uma briga de trânsito em Carapicuíba, Grande São Paulo, ontem de manhã. Oliveira, que atirou quatro vezes na direção de Dias, foi autuado em flagrante por homicídio no 1.º Distrito Policial da cidade. O soldado permanece preso no Presídio Romão Gomes.
Dias havia saído de casa na Vila Menck, bairro de Carapicuíba, para ir ao trabalho, na base do Comando Militar do Sudeste, no Ibirapuera, zona sul de São Paulo. Ele dirigia uma Zafira preta, que teria fechado a moto Yamaha XTZ 125K do soldado da PM na Estrada da Gabiroba, no Jardim Gopiúva, por volta das 5h50. Oliveira foi tirar satisfação com Dias.
A discussão entre os dois militares foi testemunhada por dois passageiros que ocupavam o carro dirigido pelo sargento, que tinha dado uma carona para dois vizinhos, a empregada doméstica Marinalva Constância da Silva Santos, de 62 anos, e o genro dela, o pintor Arivaldo Luiz Moscardi, de 35, que trabalham, respectivamente, no Alto de Pinheiros e no Butantã, zona oeste da capital.
Segundo as testemunhas, Oliveira se aproximou do carro e mostrou o dedo médio para o sargento ao mesmo tempo que reclamava que havia sido fechado por ele. “O Jucelino não disse nada e saiu com o carro. Trinta metros à frente, ouvi um tiro. Foi quando a gente percebeu que o motoqueiro seguia o carro”, disse Marinalva. Segundo ela, Oliveira teria atirado para o alto antes da perseguição.
Dias parou o carro e desceu segurando um revólver calibre 38, ao perceber que o soldado portava uma pistola calibre 380. Os dois apontaram as armas um para o outro. De acordo com as testemunhas, ambos se identificaram como policiais. “O Jucelino só pediu para que ele (soldado) largasse a arma e foi baleado. Ele não atirou em nenhum momento (contra de Oliveira)”, afirmou Marinalva.
Oliveira alegou que agiu em legítima defesa (veja texto ao lado). “O PM agiu com violência e covardia, pois meu irmão queria apenas conversar. Esse policial deveria estar com algum problema e desferiu toda a sua fúria contra o meu irmão”, disse o encarregado Juracir Dias, de 38 anos.
Segundo as testemunhas, Oliveira teria tentado fugir do local e caiu da moto. Em depoimento na delegacia, o soldado negou a tentativa de fuga e disse que teria pedido para as testemunhas ligarem para o telefone 190. Dias foi levado em uma viatura da PM para o Hospital Geral de Carapicuíba, mas não resistiu aos ferimentos. O sargento tinha perfurações à bala no peito e em um dos braços.
Depois de ser autuado por homicídio, Oliveira deixou o 1.º DP de Carapicuíba por volta das 18h de ontem. Ele seguiu para o Instituto Médico Legal (IML) onde fez exame de corpo de delito antes de ser levado para o presídio. O soldado, que cobria o rosto com uma jaqueta, levou um murro nas costas antes de entrar na viatura da PM. O golpe foi dado por um primo de Dias. Parentes da vítima gritaram “verme”, “covarde” e “assassino” ao ver Oliveira saindo escoltado pela PM da delegacia.
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