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Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012
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PM acusado de matar office boy estaria embriagado

Categoria: Polícia

Policiais militares que prenderam o PM acusado de matar um office boy na zona leste na madrugada deste sábado afirmam que o homem exalava “forte odor etílico”.

Logo depois do crime, policiais militares da 3a companhia do 2° batalhão foram informados pelo Copom que uma pessoa havia sido baleada em frente a um estabelecimento comercial na zona leste e que o autor do disparo teria fugido em um Peugeot azul, no sentido centro.

Durante buscas, os policiais identificaram o carro do suspeito no sentido contrário da Rua Bastos, perto do local do crime. Eles iniciaram uma perseguição e alcançaram Reis, que estava com dois amigos.

Ele exalava “forte odor etílico” e se recusou a realizar o teste do bafômetro, segundo a Secretaria de Segurança Pública. Os policiais fizeram uma vistoria no carro e encontraram uma pistola 380 com 10 cartuchos. Reis apresentou sua carteira de policial, mas não a de porte da arma que carregava. Disse que pegou a arma do irmão sem que ele percebesse.

Em um primeiro momento, Eduardo Reis negou a autoria dos disparos. Em seguida, alegou que a vitima bateu no vidro da lanchonete e anunciou o assalto e só por isso teria atirado. Os amigos de Reis não confirmaram essa versão.

Uma testemunha foi até uma base da PM que fica atras do 24° DP e disse que estava na lanchonete junto com a vítima. Segundo a testemunha, após um desentendimento entre Eduardo e Felipe, ele e a vítima saíram correndo. Os dois se dispersaram e a testemunha voltou à lanchonete, quando viu o amigo caído. Felipe chegou a ser socorrido pela PM, mas não resistiu e morreu no Hospital Ermelino Matarazzo.

Justiça comum para PM acusado de matar office boy

Categoria: Justiça

Kívia Costa

O policial militar à paisana Eduardo Ribeiro Reis, de 23 anos, foi preso neste sábado, 4, por atirar no office boy Felipe Augusto Brandão do Amor Divino Paixão, 24 anos, na Avenida São Miguel, zona leste de São Paulo.

A vítima chegou a dar entrada no hospital Ermelino Matarazzo,mas faleceu. Já o PM foi preso em flagrante e levado ao 24º DP. Ele será escoltado até o Presídio Militar Romão Gomes.

Como o policial estava à paisana, o caso será julgado pela Justiça comum. A Polícia Militar ainda deve abrir um processo disciplinar contra ele. “Será aberto processo administrativo de natureza disciplinar para apurar a questão moral de suas ações perante o Regulamento Disciplinar da corporação”, disse a assessoria da PM em comunicado.