Gripe A matou mais que em 2010 e 2011
- 17 de julho de 2012 |
- 23h05 |
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Categoria: Geral
CHICO SIQUEIRA
Araçatuba
A gripe suÃna está se espalhando pelo interior de São Paulo. Foram confirmadas mais cinco mortes, ocorridas nas cidades de Tupã, MarÃlia, Garça e Bauru (2). Além disso, há novos casos da doença notificados em São José do Rio Preto, Votuporanga, Botucatu, Jaú e outras cidades. Só na região de Campinas foram 21 notificações.
Com os novos dados, sobe para 19 o total de mortes confirmadas por gripe A e chegam a 143 os casos notificados da doença em 2012 no Estado. Os números, fornecidos pelas pastas municipais da Saúde, já são bem superiores aos anunciados pela Secretaria Estadual da Saúde, que ainda não atualizou seu levantamento e usa como dados oficiais os números de 25 de junho, quando existiam 66 casos notificados, com 14 mortes.
Os números de 2012 para São Paulo também são os maiores depois da pandemia de 2009, quando foram diagnosticados 2.002 casos no Estado, com 578 mortes. No ano passado foram 26 notificações entre os paulistas, com quatro óbitos. Já em 2010 o Estado teve 90 doentes diagnosticados e 15 mortes.
Segundo a pasta estadual, um novo boletim com a situação só será divulgado em 25 de julho, porque a contagem dos casos seria feita apenas uma vez por mês. De acordo com a secretaria, não há motivo para divulgar os casos num perÃodo menor de tempo.
Na região de MarÃlia, a gripe se espalhou para cidades próximas, como Vera Cruz e Garça, onde uma morte (de uma mulher de 43 anos) foi confirmada e há outros 28 casos esperando confirmação. Em Tupã, uma mulher morreu cinco dias após dar à luz e ainda há oito casos suspeitos.
Em Rio Preto, onde foram registradas duas mortes, o governo municipal decidiu ampliar a vacinação para crianças de até 5 anos – o normal é até 2 anos. A ampliação da faixa etária foi autorizada pelo Ministério da Saúde.
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PolÃcia prende 193 em operação em Campinas
- 15 de dezembro de 2011 |
- 20h35 |
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Categoria: PolÃcia
A PolÃcia Civil prendeu 193 pessoas nesta quinta-feira, 15, na região de Campinas, interior de São Paulo, durante a operação denominada “Quebra Nozes”.
Em uma das ocorrências, um supermercado do Jardim Eulina, foi autuado por disponibilizar para a venda cerca de 800 quilos de produtos vencidos. O proprietário do local foi preso em flagrante e o estabelecimento lacrado pela Vigilância Sanitária. Uma fábrica clandestina de pneus também foi localizada.
A polÃcia apreendeu 80 pneus e prendeu o proprietário da fábrica. No total, foram apreendidos quase 10 quilos de drogas, 13 armas de fogo, 305 munições, 88 máquinas de jogo de azar, e capturado um procurado da justiça acusado de latrocÃnio no ano de 2009 no municÃpio de Monte Mor.
Central de NotÃcias
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Empresária atropela lutador de jiu-jÃtsu
- 18 de novembro de 2011 |
- 23h26 |
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Categoria: Transporte
Por Tatiana Fávaro
O professor de jiu-jÃtsu Kaio César Alves Muniz Ribeiro, de 23 anos, morreu na madrugada de ontem após ser atropelado por um carro que participava de um racha, em Campinas, interior do Estado. Ribeiro havia saÃdo da casa da namorada, Bruna Amaral, com quem completaria um mês de relacionamento hoje, e estava a caminho de casa quando foi atingido pelo Audi A3 preto da empresária Adriane Aparecida Pereira Diniz Ignácio de Souza, de 42 anos.
O atropelamento ocorreu por volta da 1 hora e Adriane foi presa. Ela estava acompanhada de um passageiro de 24 anos e disputava a corrida em via pública – um gravÃssimo crime de trânsito – com o também empresário FabrÃcio Narciso Rodrigues da Silva, de 32 anos, que estava ao volante de um Camaro amarelo.
Segundo informações da PolÃcia Civil e da Secretaria da Segurança Pública, policiais militares viram dois veÃculos em alta velocidade, praticando racha na altura do bairro CambuÃ, no sentido Norte-Sul. Em um curto intervalo, os policiais viram as luzes de freios dos carros acionadas. O Audi manobrou para a direita. Em seguida, um PM ouviu um forte impacto. O atropelamento ocorreu na calçada da Avenida Júlio Prestes.
De acordo com a PM, o Audi bateu em um orelhão, invadiu uma empresa e atingiu um muro que fazia divisa com uma casa. Embaixo do portão da empresa, arrastado pelo veÃculo, a polÃcia encontrou Kaio Ribeiro, preso entre as ferragens. A PolÃcia Militar acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Resgate do Corpo de Bombeiros. A vÃtima teve três paradas cardÃacas antes de ser socorrida ao pronto-socorro do Hospital Municipal Mário Gatti, onde morreu.
As polÃcias Militar e Civil informaram que tanto Adriane quanto o passageiro que a acompanhava apresentavam sinais de embriaguez. Eles foram socorridos ao pronto-socorro Padre Anchieta, onde foram medicados e depois encaminhados à delegacia. Dentro do Audi A3, os policiais encontraram uma garrafa e uma lata de cerveja.
Segundo a polÃcia, a empresária concordou em realizar o teste do bafômetro somente quatro horas após o acidente – com o tempo, diminui o nÃvel de álcool no sangue. Mesmo assim, o resultado foi de 0,42 miligrama de álcool por litro de ar expelido, número acima do permitido pela lei (0,3 miligrama por litro). A empresária foi levada para a Cadeia Feminina de PaulÃnia.
O motorista do Camaro fugiu após o acidente, mas voltou ao local momentos depois para observar o que havia ocorrido. Nesse momento, foi abordado por policiais perto da cena do crime. A PM informou que FabrÃcio da Silva tentou se livrar de uma lata de cerveja pouco antes da abordagem e que ele e o passageiro exalavam cheiro de álcool e apresentavam sinais de embriaguez.
Silva se recusou a fazer o teste do bafômetro e o exame de dosagem alcoólica. Foi detido pelos policiais militares e permanecerá à disposição da Justiça, de acordo com o que informou a Secretaria de Segurança Pública. Os veÃculos e as carteiras de habilitação dos motoristas envolvidos foram apreendidos. O caso foi registrado como homicÃdio simples, fuga do local de acidente, embriaguez ao volante e racha.
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MP denuncia delegado por extorsão
- 9 de novembro de 2011 |
- 17h34 |
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O Ministério Público ofereceu denúncia contra um delegado de polÃcia e outros três policiais de Campinas, interior de São Paulo, por extorsão mediante sequestro. A informação foi divulgada nesta quarta-feira, 9.
Foram denunciados o delegado Paulo Henrique Correia Alves, o investigador Hélio Pavan Filho, o agente policial Sérgio Carrara, e o carcereiro Fábio Nunes Arruda Campos. Com exceção do delegado, todos tiveram a prisão preventiva decretada e estão presos.
De acordo com a denúncia, no dia 9 de agosto os policiais invadiram a casa de um casal no Jardim Itatiaia, sem qualquer mandado judicial de busca ou de prisão. Eles exigiam R$ 100 mil em dinheiro, argumentando que o imóvel era ocasionalmente locado para um traficante para ser utilizado como um laboratório para refino e preparação de drogas.
Os policiais exigiram o dinheiro em troca de não deflagrem uma investigação policial e, até mesmo, a prisão das vÃtimas. Como não conseguiram, sequestraram a mulher, levando-a para a sede da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), onde ela permaneceria em cativeiro enquanto seria negociado o pagamento pretendido.
O marido dela também foi levado para a delegacia, para que ele pudesse participar das negociações e interceder junto ao traficante para facilitar o pagamento do resgate. No final do dia, os denunciados retiraram a vÃtima de seu cativeiro e a levaram até a casa onde o resgate foi pago pelo traficante.
Entretanto, ele desconfiou que o marido dela o havia denunciado à polÃcia e tentou matá-lo. Ele foi dado como morto, mas sobreviveu e relatou o esquema à polÃcia. A Corregedoria da PolÃcia apreendeu os vÃdeos gravados pelas câmeras de segurança instaladas na DIG, cujas imagens mostram os policiais entrando com a mulher sequestrada na Delegacia, saindo com ela por várias vezes do prédio até a sua libertação, após acertado o pagamento do valor do resgate.
Central de NotÃcias
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Campinas, extorsão, extorsão mediante sequestro, Ministério Público, MP
Seis policiais são presos em Campinas
- 27 de setembro de 2011 |
- 19h05 |
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Categoria: PolÃcia
Oito pessoas envolvidas nos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e corrupção passiva, que atuavam em
Campinas, no interior de São Paulo, foram condenadas. Entre elas estão quatro policiais civis e dois policiais militares.
De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público, os integrantes da quadrilha armazenaram para comercialização cerca de 200 quilos de cocaÃna, 30 quilos de maconha e centenas de pedras de crack.
Com o grupo também foram encontradas diversas armas, além de munição, aparelhos e produtos quÃmicos para a preparação das drogas.
Os policiais civis teriam, em diversas ocasiões, exigido dinheiro dos traficantes para não combaterem os pontos de venda de drogas e para fornecer informações antecipadas sobre operações policiais.
Os policiais também intercediam em favor dos participantes da quadrilha em caso de prisões efetuadas por outros policiais. Para isso, exigiam quantias que variavam de R$ 2 mil a R$ 20 mil por mês.
Os dois policiais militares também exigiam dinheiro dos membros da quadrilha para não prendê-los em flagrante. Parte dos envolvidos cumprirá pena em regime fechado e três em regime aberto, por serem réus primários.
Marcela Bourroul Gonsalves

